História Let Me Teach You - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags 15x20, 3 Ensinamentos, Fanfuck, Jikook, Lmty, Shotacon, Top!jimin
Exibições 2.056
Palavras 6.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ADVINHA QUEM CHEGOU? Pois é, perdoem minha demora, MAS VOCÊS TEM QUE ENTENDER QUE LEMON PRA MIM É ALGO SAGRADO E EU SÓ POSTO QUANDO ME AGRADA. Ou seja, finalmente postei. Não me matem pela demora, me perdoem MESMO! Mas TENTAREI postar mais rápido. Vamos aqui alguns avisos:
Eu ia fazer uma série de "ensinamentos", mas eu fui escrevendo e quando vi o bagui tava GIGANTE! Ou seja, EU TIVE QUE DIVIDIR, SIM GENTE, DIVIDI EM DOIS, DISGULPER! Mas o próximo vou tentar postar mais rapidinho! Acho que essa fic terá certa de 4 ou 5 capítulos, mas talvez não. To vendo KKKKKKK Enfim, chega de avisos, é só isso mesmo.
ESPERO QUE GOSTEM, EU FIZ COM CARINHO, ME AMEM!
OBRIGADA PELOS +400 FAVS, EU AMO VCS <3

EU REALMENTE TIVE QUE CORTAR, PERDOEM! Se não ficava com 11k :< perdoem qualquer erro, não foi betado...e.e

Aliás, está sendo narrado por Park Jimin e se passou um ano desde "a primeira lição" do Jiminzinho.
Boa leitura, cumpadres!

PARK JIMIN NARRANDO ESSA FANFIC É O MEU ORGULHO COMO ESCRITORA! <3

Capítulo 2 - Faz dois meses, Jimin-ah...


Park Jimin

 

Respirei fundo mais uma fodida vez, sentindo-me irritado ao ter que reler aquelas merdas de letrinhas miúdas gravadas no papel que eu segurava, era alguma merda envolvendo o contrato com uma empresa parceira do Sr. Jeon e o maldito jogou nas minhas costas ter que analisar essa porra, para então depois dizer-lhe os prós e contras da oferta.

 

O que custava esse velho fazer sozinho a droga do trabalho que era exatamente dele? Aparentemente para esse filho da puta ler e reler aquelas porras eram cansativas demais pro senhorzinho de idade, aí jogava nas costas de seus sócios. Eu tenho cara de burro de carga por acaso? Bufei novamente.

 

Aquilo estava me estressando tanto que eu sequer conseguia pensar direitinho, tinha vontade de pegar um isqueiro e tacar fogo naquelas folhas todas. Só de ver o sobrenome daquele homem já me tirava do sério. Ajeitei-me sobre o sofá e aproveitei que pensava em tacar fogo naquilo tudo e dar um fim ao meu sofrimento, peguei o isqueiro junto a um maço de cigarros de minha calça. Peguei um cigarro e coloquei na boca, acendendo o mesmo e tragando com força.

 

Ah, a bela e amarga nicotina, o que seria de mim sem toda aquela química e a fumaça do tabaco se queimando em meu organismo? Eu enlouqueceria, com certeza.

 

Enlouquecer... Isso me lembra uma coisa, aliás, alguém. Alguém que tem o mesmo sobrenome que o maldito descrito naquelas folhas, mas diferente daquele velho, Jeon mais novo me enlouquecia de outra forma... Me deixa extasiado.

 

Engraçado, não? Um me endoida a ponto de querer enforcar até a morte e o outro me enlouquece a ponto de querer foder até desmaiar o garoto. Esse pensamento me arrepia, sequer posso imaginar que meu corpo reage instantaneamente.

 

Molhei meus lábios com a língua, vendo as cenas de Jeon passarem em minha cabeça, aquela maldita criança. Aquele maldito rosto, maldito corpo, maldita voz...

 

Suspirei e joguei minha cabeça para trás, bagunçando meus cabelos e retirando o cigarro de meus lábios. Meu corpo ferve intensamente ao pensar no menino, se eu continuar provavelmente acabarei batendo uma e sujando todo o meu trabalho com a minha porra. O que não seria ruim, já que era uma boa vingança para o homem que criou minha perdição na terra.

 

Jeon Jungkook.

 

Esse moleque maldito.

 

Lembro-me de quando o conheci, droga, me senti um pedófilo de merda ao vê-lo naquela roupa tão colada ao corpo, usando apenas um short e uma blusa sem manga alguma no corpo. Era tudo em uma cor vermelha marcante, que penetrou minha mente e se guardou ali. Ele tinha apenas 13 anos na época e eu 18, uma merda eu sei, assim como também eu me senti imundo ao desejá-lo.

 

O problema é que Jeon não é alguém que você olha e dá a idade que tem, quando seu pai me apresentou, e eu estava babando quinze quilos naquelas malditas coxas grossas e branquinhas, dizendo-me que o moreno tinha apenas 13 anos, minha cabeça pifou na hora.

 

Eu entrei em um discussão comigo mesmo durante horas. Quer dizer, eu estava desejando o filho do meu chefe e que ainda tinha apenas 13 anos, se a Polícia pudesse ler mentes eu provavelmente estaria preso por, no mínimo, uns três anos.

 

Após isso eu passei a evitar qualquer contato com o Jeon mais novo, mas o mundo parece gostar de me fuder até o talo, então seu lindo papai decidiu que sua casa era um ótimo lugar de lazer para mim, obrigando-me a ir lá. Sem dizer que é totalmente coruja, Jungkook sequer pode ficar em casa sozinho que o velho já mandava ele para a empresa e prendia o menino lá.

 

Só pra me fuder mais.

 

Chega a ser engraçado, convenhamos, quanto mais quero me afastar, mais o desgraçado se aproxima e dá um jeito que pisotear meu autocontrole.

 

Eu passava a evitá-lo o máximo que podia, meus pensamentos eram errados, ainda são, entretanto é difícil de controlá-los, porra, o garoto é fodidamente gostoso.

 

Cheguei a tratá-lo mal, sendo frio e até mesmo o ignorava, não falava com o mesmo, só se fosse obrigado, era perceptível como eu fugia do menino. O pior disso era que isso apenas o intrigava mais e ele parecia disposto a se aproximar, ou algo assim, estava sempre fazendo algo para me enlouquecer.

 

Como seus olhares... Ele me secava tão profundamente que eu achava que o menino sugaria minha alma e daria para Satã um dia desses, sei lá.

 

Suas pupilas perfuravam minha pele, analisando cada parte. Eu me sentia totalmente desnudo perto dele e isso me agradava, isso me fazia querer jogar tudo para o alto e beijá-lo ali mesmo, em frente ao próprio pai.

 

Mas eu fingia que não via e evitava. Era o melhor para nós dois. Contudo admito que eu fazia a mesma coisa que ele, quando o mesmo não me olhava, e eu estava seguro para que ninguém me visse comer vivo o filho menor de idade do meu patrão, eu percorria seu corpo com maestria, gravava cada curva de seu corpo em minha mente e me deliciava a noite.

 

Doentio, eu sei. Eu me odeio por essa merda, mas eu não tenho culpa. Jungkook me causava isso, me tirava do sério, me prendia com seu jeito tímido e estranho de querer estar próximo de mim.

 

E eu era louco para estar junto a ele, mas nem sempre tudo o que a gente quer acontece, certo? 


Errado.

 

Esse maldito viciado na cor vermelha me deixou tão obcecado consigo que eu fui descobrindo cada coisa sua, o que é uma droga porque sequer eu fazia por querer, eu apenas... Ficava sabendo. Manias, músicas favoritas, comidas, bebidas, filmes, qualquer merda eu ficava sabendo. Até sua cor favorita, se bem que não era algo difícil de se saber, o menino usava vermelho quase o tempo inteiro.

 

Vermelho... Está aí algo que realmente me marcou, foi quase a ferro quente, entranhou na minha mente e nunca mais saiu. Essa cor... Viciei-me nela e na pessoa que tanto a ama.

 

Até mesmo pintei meu cabelo. Eu fiquei tão desnorteado por aquele menino que o vermelho se tornou parte de mim, como se representasse minha alma e eu precisava por aquele desespero para fora de alguma forma, então eu pintei meu cabelo em um vermelho vívido.

 

A primeira vez que apareci ruivo eu pude ver como aquilo havia afetado a Jungkook. Eu entrei pelas portas da empresa depois de uns dias afastado – eu inventei uma mentirinha dizendo que estava doente. E eu realmente estava, mas era de desejo por Jeon –, o menino me encarou e arregalou os olhos. Ficou por muitos minutos me encarando, lembro que fui até ele obrigado a cumprimentá-lo e ele sequer conseguiu dizer algo, ficou gaguejando.

 

Eu quis arrancar as roupas dele ali mesmo e beijar sua pele inteira, apenas para vê-lo gaguejar enquanto geme.

 

Após isso onde eu estava seus olhos me seguiam e quando ele desviava era minha vez de persegui-lo. Às vezes nossos olhares se encontravam e eu ficava totalmente nervoso, fingindo que estava procurando algo, mas eu sabia que aquilo não colava nem um pouco. Essa merda durou por quase dois anos.

 

Então chegou o dia do seu aniversário, um dia fodidamente especial – e não digo por causa do aniversário em si e sim o que ocorreu nele –. Aquele pirralho maldito se vestiu da minha cor favorita: azul.

 

Ele fez tudo que eu amava aquele dia, deixou suas coxas de fora, vestiu-se graciosamente fofo e ainda inteiramente de azul. Seu próprio rosto dava um ar delicado, quase de um boneco.

 

Aquilo me atormentou desde que havia posto os pés naquela casa, mas eu sabia que seria assim. Quando Jeon não me atormenta? Todavia fora muito mais forte. Eu mal consegui falar com ele por muito tempo, senão eu o atacaria ali mesmo. Pior que isso era aquela gagueira dele ao falar somente comigo.

 

Merda, isso me excita de uma forma, assim como me irrita. Lembrar dessas coisas me deixa duro e eu não o tenho para me satisfazer, aliás, ele ainda não me satisfaz.

 

Apenas nos masturbamos ou coisa do tipo, nunca passou disso e até tenho minhas dúvidas se um dia vai, sinceramente. Desde o aniversário dele, quando descobri que meu desejo era recíproco e que o garoto era a porra de um safado que ficava duro apenas em me ver, foi o fim para a minha sanidade e eu tive de tocá-lo.

 

Engraçado porque nem ele mesmo havia se masturbado, nem sabia como, então eu ensinei da melhor forma possível: na prática, usando meus dedos, claro.

 

Um dia delicioso aquele...

 

Merda, estou ficando duro ao lembrar disso. Pensar nele me deixa excitado, apenas ao lembrar daquela cara tímida e inocente, como se fosse chorar a qualquer momento me faz gozar em dois segundos.

 

Mordi meu lábio inferior e suspirei baixinho, levando minha canhota até meu membro e apertando. Eu realmente estou duro. Massageei de leve por cima da calça e soltei um grunhido. Isso não é bom se não tiver a mão de Jungkook aqui.

 

Suspirei e deixei aquela merda de lado, controlando minha respiração que parecia uma brasa, assim como meu corpo, e voltei a fumar meu cigarro.

 

Vamos, Jimin, pense no seu trabalho, daqui a pouco isso passa.

 

Dei um pulo ao escutar a campainha tocar e olhei para a porta, sentindo meu coração dar um triplo mortal carpado dentro do meu peito. Puta que pariu, alguém tinha que me interromper na minha meditação.

 

Soltei um riso. Minha meditação é pensar em putaria com um menino de dezesseis anos.

 

Ah, é, dezesseis. Desde aquele dia nós mantemos um... Relacionamento? Eu não sei explicar, temos algo, mas não namorados. É algo estranho e agradável, então não reclamo. Sem dizer que funcionou por um ano inteiro, eu que não mexo nisso.

 

Nós saímos escondidos às vezes, aliás, isso é bem raro. Devemos nos ver uma vez por mês, creio eu. Eu não tenho muito o que fazer com um fedelho de dezesseis agora e nem ele, então apenas nos vemos de vez em quando e... Nos masturbamos? Ah, droga, isso não é tão errado... Ele gosta e eu também, qual o problema nisso? Eu não vou namorar um garoto que sequer é um adulto. Hipócrita, eu sei, mas de que adiantaria? O que nós temos é quase isso, não mudaria em nada para nós colocar um título no que temos ou não.

 

Talvez nem déssemos certo, sinceramente eu pensei em terminar isso tantas vezes que sequer tenho dedos para contar, mas então vinha aquela praga...

 

Aquele garoto é a minha perdição, realmente. Ele muda minha opinião em dois segundos apenas movendo aquela boca. Às vezes olho para ele e penso em dizer para não nos vermos mais, que ele deveria, sei lá, ficar com alguém de sua idade.

 

Não que eu seja alguém muito velho, mas eu ainda me sinto... Mau perto dele, isso me confunde.

 

Quando penso em parar, ele abre aquela boca e mexe os lábios rosados, tão doces quanto uma balinha de menta. Segundo depois estou invadindo sua boca com a minha língua e seu short – ele usa de propósito, eu sei que sim – com minhas mãos.

 

Fedelho malditamente gostoso.

 

Bufei e me levantei do sofá, tacando o isqueiro sobre a mesinha de centro, onde tem milhões de folhas espalhadas sobre ela. Ande até a porta e escuto a campainha tocar outra vez. Reviro os olhos impaciente e tiro o cigarro da boca.                        

 

— Já vai! — exclamei irritado e recoloco o cigarro, levando minhas mãos até o trinco da chave da porta e destranco a mesma, logo a abrindo para descobrir o ser que me perturbava no meu momento de paz com meu pornô pessoal.

 

Arregalo aos olhos ao me deparar com alguém que eu realmente não esperava ver ali: meu pornô pessoal. Franzi meu cenho e o olhei estranhando aquilo.

 

E lá estava ele com aquela blusa colada, um short maravilhosamente curto e uma pequena mochila. Ele mordia o lábio inferior, mexendo os pés enquanto olhava para os lados e corava.

 

— Olá. — disse e me fitou por alguns segundos.

 

— O que está fazendo aqui, garoto? — perguntei rudemente e o menino suspirou, apertando a mochila.

 

Droga Jungkook, não faça essa cara, não me faça querer trancá-lo em meu apartamento para sempre e usá-lo para satisfazer todas as vezes que meu pau ficou duro por sua causa.

 

— Vim te ver... — respondeu baixinho, aquele tom de voz que enlouquece minha mente e fazem meus dedos pinicarem para tocá-lo até o moreno gritar meu nome enquanto perde os sentidos. Respirei fundo.

 

Ele ainda tem dezesseis anos, você não pode transar com o menino, Jimin. Controle-se, não pense no garoto de quatro na sua frente...

 

Droga, estou ficando mais excitado...

 

— Estou ocupado. — respondi e cruzei os braços, levando minha destra até a boca e retirando o cigarro lentamente de meus lábios, tragando forte antes. Ele me olhou um tanto surpreso.

 

— Você fuma... — comentou baixinho. Soltei uma risada baixinha e levantei a cabeça, soltando a fumaça lentamente por entre meus lábios e narinas.

 

Jeon pareceu se hipnotizar pela cena, seus olhos cravaram em minha boca e seguiram a fumaça, logo após subindo e fitando meus olhos intensamente, começando a ficar um tanto ofegante.

 

Provavelmente por ter achado minha visão de fumante totalmente excitante, eu disse que ele era safado.

 

Apertei meus olhos em sua direção e o fitei intensamente, levando novamente o meu fumo à boca e tragando forte, dessa vez deixando sair a fumaça apenas pelo meu nariz. Ele respirou forte com a visão e apertou as alças da mochila, mordendo o lábio inferior.

 

Pequeno desgraçado, seus lábios são minha segunda fraqueza e, mesmo que se faça de inocente, ele sabe disso. Molhei meus lábios e dei um pequeno sorriso de lado, apoiando meu ombro no batente da porta.

 

— Jimin... — falou baixinho. Não fora para me chamar, nem perguntar ou qualquer coisa, ele parece ter prazer em apenas dizer meu nome.

 

E isso faz meu pênis latejar. Sua voz baixa e manhosa, dizendo meu nome enquanto me encara com olhos negros de desejo, isso me endurece tanto que eu perco o controle e acabo quase fazendo o que não posso: transar de verdade.

 

— Não posso te dar atenção hoje. — desvio o olhar, evitando ter a visão daquela coisa graciosa que me faz visitar o inferno a cada fala sua.

 

— P-por quê? — argh, maldita gagueira deliciosa. Eu simplesmente sou fascinado na forma em como as palavras parecem tropeçar em sua língua toda vez em minha presença, isso me faz querer violá-lo.

Eu preciso violá-lo.

 

Inspiro profundamente e entro em meu apartamento, dando a visão da mesinha de centro toda bagunçada, mais até do que meu cabelo.

 

— Estou trabalhando. — respondo e faço uma cara entediada, olhando-o um tanto irritado. Coloco meu cigarro na boca e volto a me encostar na porta. — Volta para casa. — ele abaixou o rosto, um tanto decepcionado com a minha resposta.

 

Respira fundo, não cai nessa chantagem fofa e não agarra ele nesse corredor, Jimin.

 

— Aliás, como você conseguiu vir para cá? Você realmente deveria estar em casa, já que seus pais controlaram até o horário em que você vai ao banheiro. — fiz um careta e ele me fitou.

 

— Eu menti para eles. — arregalei os olhos e olhei chocado para o menino.

 

— O quê?

 

— Eu disse que eu dormiria na casa do Taehyung... — ele desviou o olhar e corou de leve. — Então eu pedi para ele me acobertar para que eu dormisse aqui... — completou baixinho.

 

Merda, tem como ter autocontrole escutando isso? Claro que não.

 

Inspiro profundamente, apertando minhas mãos em um punho forte e sinto meu membro latejar, completamente duro a esse momento. Mexo minhas pernas, tentando não fazer alguma merda e me excitar mais ainda.

 

Mas eu sequer preciso fazer algo já que Jungkook mesmo faz por mim. Seus olhos seguiram meu quadril se balançar e logo pararam em meu membro, vendo o provável volume que deveria ter ali. Seus olhos ganharam um brilho prazeroso e ele mordeu o lábio tão forte que devia estar machucando.

 

Vi seus ombros subiram e logo sua respiração saiu pesada, quase tornando-se um gemido, simplesmente por me ver de pau duro por sua causa. Ofeguei de leve e estalei o pescoço, tentando relaxar aquela merda de tensão toda que nos rodeava.

 

Meu corpo estava ficando quente, assim como todo o ar a minha volta também. Meu sangue borbulhando fervoroso em minhas veias me fazia pensar seriamente se eu pulava no garoto como um animal sedento e o comia por ali mesmo no chão frio.

 

— Desculpe incomodar... — sua voz saiu roca e baixa, arrepiando minha nuca, estremecendo meus sentidos. — Eu realmente... Queria te ver... — ofegou baixinho.

 

Desviei meu olhar e tranquei meu maxilar, rangendo os dentes de leve e xingando o garoto de tudo quanto é nome por ele ser tão extremamente sensual, até mesmo quando não quer.

 

— Eu... É que faz quase dois meses que a gente... — o moreno voltou a falar, mas travou por conta da timidez. — A gente... — olhou para o chão, respirando rápido e com as bochechas coradas. — Desculpa... — disse por fim.

 

Suspirei forte e baguncei meus cabelos, tendo seu olhar novamente para mim. Droga, garoto, não me tire do sério assim.

Olhei para ele por alguns segundos e o vi fitar minha mesinha de centro.

 

— Vá para casa. — ditei com a voz grossa, totalmente excitado. Senti seu corpo estremecer e sua expressão se tornar como se estivesse prestes a gemer. Ele engoliu em seco e olhou.

 

— Tudo bem... — concordou baixinho e deu um sorriso tristonho. Mas que porra! — Eu não pensei que você estivesse trabalhando, foi inconveniente da minha parte... — abaixou o olhar e suspirou.

 

Seu pé se moveu para frente e se mexeu de leve, fazendo assim parte de sua coxa ficar à mostra. A perna se mexeu de leve, levantando e roçando-se à outra. Suas mãos desceram de leve e agarraram o short, apertando de leve e ofegando forte.

 

Excitado... Ele está excitado e eu posso ver isso nitidamente, principalmente pela forma na qual está agindo. Seu jeito amuado e descompensado, esfregando as pernas e desesperado para se agarrar a algo.

 

Agarrar-se a mim.

 

Eu sei que ele quer que eu pegue seus braços e os envolva em meu ombro. Que minhas mãos segurem sua cintura e eu o erga do chão, que suas pernas envolvam meu quadril e minha boca encoste em seu pescoço. Eu sei que é isso o que ele quer porque é exatamente isso o que eu quero.

 

Jeon fechou os olhos e gemeu baixinho, como se imaginasse exatamente o que eu havia acabado de descrever, provavelmente sentindo ou tentando reviver cada toque meu.

 

Visão tão perfeita que eu me segurei para não gozar com aquilo. Meu corpo estremeceu forte e minha pele queimou, como se minha alma saísse de mim e procurasse desesperadamente por ele, querendo tomá-lo para si.

 

— Eu vou embora. — levei um pequeno susto ao vê-lo me fitar enquanto ditava a frase, embora tivesse corado mais ainda com isso. — Desculpa... De novo... — olhou para o chão e me deu as costas.                        

 

Droga, droga, droga.

 

Maldito garoto delicioso que me atormenta em todos os momentos, bagunça minha cabeça, minha moral e minha sanidade. Maldito pirralho gostoso que me seduz com essa voz aveludada e esse rosto puro, me fazendo querer corrompê-lo por inteiro. Maldita pele alva na qual me faz amar marcá-la, mesmo quando não posso.

 

Maldito Jungkook que me faz desistir de deixá-lo ir embora e me faz correr desesperado atrás de si, apenas para poder sentir seu toque novamente ou dedilhar sua pele branca com meus dedos.

 

Sinto falta da maciez e dos gemidos que ele tem, falta do cheiro, do gosto, da voz, das palavras, da timidez e qualquer merda que venha dele. Porra, foram dois meses segurando a merda de uma ereção a noite, me segurando para não invadir a casa dele e roubá-lo de seus pais.

 

Quer saber, Sr. Jeon não merece compaixão. Que se foda a porra do trabalho, Jungkook está na minha frente, louco por mim e eu sedento por ele, não dou a mínima pra merda de um contrato escroto que sequer vai fazer diferença ou não para a merda da empresa.

 

Agora uma boa gozada depois de dois meses segurando meu orgasmo, ah isso com certeza vale a pena.

 

Dei um passo para frente, antes que ele se afastasse demais, e segurei sua mochila, puxando-o para trás um pouco bruto e quase o fiz cair. Sua mochila bateu em meu peito – não estava muito cheia de coisas, por isso não nos afastou tanto – e o menino olhou para trás, me encarando confuso.

 

— Jimin? — segurei seus ombros e o virei para mim, o fazendo ofegar surpreso. Segurei com meus braços sua cintura um tanto magra e o ergui, fazendo-o ficar assustado e em reflexo se agarrar em mim. Agora suas pernas envolviam meu quadril e eu o segurava gentilmente.

 

Por conta do abraço repentino sua cabeça estava em meu ombro. Virei meu rosto em sua direção e encostei meu nariz na maçã de seu rosto. Por conta da proximidade dos corpos pude sentir sua ereção contra minha barriga, o que fodeu mais ainda meu psicológico me fazendo grunhir baixinho e morder de leve sua bochecha rosada. Ele gemeu baixinho e se agarrou mais em mim, esfregando o quadril suavemente.

 

Desgraçado.

 

O virei na direção da parede e o prensei ali, machucando um pouco suas costas por conta da mochila. Encostei meu joelho direito no local duro e o fiz sentar sobre minha coxa, levando minhas mãos rapidamente sobre a mochila dele e a tirando. Peguei a mesma e taquei em algum lugar... Do corredor.

 

Ah, é, estou prensando meu pecado particular contra a parede do corredor do meu prédio. Que cena excitante em todas as visões.

 

Seguro suas coxas e tiro meu joelho daquele local, agora apoiando seu corpo no gesso duro. Deixei seu corpo escorregar minimamente e quando achei que estava bom, forcei meu quadril contra o seu, sentindo meu membro pressionar o seu com força. Ele fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, batendo-a de leve, abrindo a boca em um gemido mudo.

 

Dei um sorriso malicioso, adorando ter a visão do meu pequeno totalmente descontrolado por mim. Me movi para cima, esfregando ainda mais forte nossos pênis, embora a roupa atrapalhasse bastante. Apoiei minhas duas mãos na parede, uma de cada lado do corpo do mais novo, e rocei de novo. Ele gemeu baixinho, corando fortemente e me chamando logo depois.

 

— Shh, estamos em um corredor... — sussurrei perto de seus lábios e ele gemeu novamente. Soltei uma risada por ele ser tão descontrolado.

 

— J-Jimin... — chamou baixinho, apertando os olhos e mordendo o lábio inferior. — T-tem câmeras no corredor. — oh, sim... Realmente havia. Deixei que minhas mãos apertassem sua coxa e ele gemeu novamente, adorando me ter novamente.

 

— Tem algum problema pra você? — perguntei sorrindo e gemi baixinho, apenas para provocá-lo. Ele arfou ao me escutar e abriu os olhos, me fitando intensamente. Sua cabeça se mexeu em um não lento e seus dentes morderam o próprio lábio.

 

— Eu realmente gosto quando você faz isso... — disse baixinho e apertou minha camisa, se ajeitando no meu quadril.

 

Filho da puta.

 

Me joguei para frente, colando mais nossos quadris, e avancei contra sua boca. Tomei seu lábio inferior e o suguei, logo juntando ao superior. Escutei um gemido alto vibrar por sua garganta, me fazendo arrepiar por inteiro e esfregar mais ainda a ele.

 

Mordisquei seu lábio inferior e o puxei de leve, ficando-me forte. Subi meus lábios e deixei que o meu inferior se prendesse ao superior de Jeon, apenas para vê-lo entreabrir mais a boca e procurar a minha com sua língua. Dei um sorriso e deixei que a minha saísse da boca, encostando a ponta na dele. O moreno gemeu manhoso e rodeou minha língua, logo após fechando a boca e chupando de leve.

 

Quem diria, para um garoto que há um ano estava até mesmo sem saber como bater umazinha, agora está chupando minha língua como se fizesse um belo de um boquete. Eu sou um ótimo professor.

 

Imaginar Jungkook ajoelhado a minha frente, enquanto sua boca me chupa e eu gozo naquela coisinha rosada... Deve ser tão bom...

 

Grunhi entre o beijo e ele gemeu em resposta, me fazendo enfiar minha língua em sua boca e continuar nosso ósculo por ali mesmo. Suas mãos desesperadas se agarram ao meu cabelo, puxando fortemente e o corpo tentando colar mais ao meu. Parei por um momento para respirar e mordiscar sua boca, mas logo voltei a atacar seus lábios rosadinhos ferozmente.

 

E eu que agora estou aqui delirando com o beijo desse menino, há momentos atrás querendo mandá-lo embora. Realmente eu sou muito idiota, descartá-lo daquela maneira seria péssimo, principalmente para mim.

 

Seu quadril começou a rebolar contra o meu, gemendo alto como se reclamasse por não ter um contato melhor comigo e eu ri, segurando sua bunda e apertando forte. Minha vontade era dar um tapa forte ali apenas para assustá-lo, mas impedi esse desejo, poderia ecoar alto demais.

 

— Eu te mimei muito mal... — murmurei contra seus lábios e dei um sorriso. Ele corou e assentiu de leve, roçando nossos narizes. Algo extremamente fofo e que não combina em nada comigo, o que é uma merda.

 

Voltei para os seus lábios, vendo-o agora agarrar meus ombros de forma mais tranquila. Deslizei minha destra por dentro de sua camisa e alisei suas costas, fazendo-o estremecer. Passei minha unha de leve e ele riu baixinho, provavelmente sentindo um pouco de cócegas.

 

— Dessa vez terei que fazer mais rápido... — eu disse e levei minha mão livre, tirando de suas costas, até seu short, abrindo o botão e o zíper.

 

— Por que estamos em um corredor? — ah, eu adoro essa voz de um “puritano da igreja católica que acabou de entrar ao mundo”.

 

— Exatamente. — dei um sorriso malicioso. Minha mão entrou por sua cueca e ele inspirou forte, arqueando as costas de leve e mordendo a boca. Eu amo essa boca e amo as expressões de prazer que esse garoto faz.

 

Segurei seu membro e ele sorriu, sentindo-se extasiado com aquilo. Merda, esse rosto queima qualquer resquício de racionalidade presente em minha mente. Comecei a mover minha mão lentamente, tirando seu membro para fora da roupa, aliviando sua tensão.

 

Meus dedos massageavam fortes e em um ritmo contínuo, para cima e para baixo. Lento e provocativo, querendo vê-lo revirar os olhos e suspirar mais e mais por mim.

 

— Jimin... — gemeu baixinho e franziu o cenho, provavelmente o prazer aumentando mais ainda por eu ter parado na glande e massageado ela. Reparei que ele é extremamente sensível ali, principalmente no prepúcio. Levei meu dedão até o mesmo e forcei esfregando a pele. Jungkook jogou a cabeça para trás fechando os olhos e se agarrando a mim, chamando por meu nome.

 

— Você gemendo desse jeito me deixa tão duro... — falei baixinho e fechei os olhos, sentindo o pênis do outro molhar minha mão com seu pré-gozo. Voltei a prensá-lo com força à parede, para poder apoiá-lo, e rapidamente procurei minha calça. Eu amo moletom, realmente.

 

Enfiei minha mão e puxei meu pênis para fora, vendo-o duro e inchado. Jungkook olhou para baixo e ali continuou, totalmente hipnotizado pela minha glande vermelha. Logo ajeitei seu corpo fazendo-o ficar baixo o suficiente para que eu pudesse masturbar nós dois. Olhei para o seu rosto e dei um sorriso.

 

Uma coisa que eu amo no meu prédio: são apenas dois apartamentos por andar. E por sorte meu vizinho está trabalhando agora, ou sei lá, não sei a rotina dele. A única pessoa que deve estar nos vendo é o porteiro que provavelmente está batendo uma vendo isso.

 

Dei um sorriso e olhei para a câmera, podendo ver de soslaio Jeon fazer mesmo parecendo entender meus pensamentos. Ele suspirou e aproximou o rosto do meu.

 

— Você quer que eu faça como você me ensinou? — como ele consegue usar um tom tão ingênuo em uma pergunta tão sexual dessa forma? Respirei fundo e virei meu rosto, tomando seus lábios para mim com força, obrigando sua língua a mexer junto a minha.

 

— Quero. — ele corou e assentiu, levando a mão até meu pênis. Seus dedos envolveram meu órgão e começou um movimento de vai e vem lento, não sei se para me provocar ou apenas redescobrir como faz. Mordi meu lábio inferior e joguei a cabeça para trás.

 

Aqueles dedinhos mágicos me faziam revirar os olhos e gemer baixinho como se eu estivesse fodendo a bundinha dele, mas isso é apenas uma mão. Imagine o dia em que eu colocar esse garoto de quatro na minha cama e meter sem dó nele?

 

Meu membro latejou e, não sei como ele soube que eu precisava daquilo, mas logo sua mão começou a se movimentar mais rápido, procurando me dar mais prazer. Abaixei meus olhos, vendo aqueles dedinhos brancos pressionando meu pau, meu pré-gozo pingando em sua mão. Que cena maravilhosa.

 

Eu quero gozar, merda. Faz tanto tempo que eu não gozo e agora esse maldito está batendo uma para mim tão deliciosamente que eu só penso em forçá-lo a meter a boca no meu pau, me chupar até eu foder sua garganta e eu gozar sujando toda aquela boquinha.

 

— Está bom, Jiminnie? — perguntou e me olhou preocupado, como se realmente estivesse inseguro com o que fazia. Um dia irei corromper toda essa ingenuidade e o transformarei na putinha mais gostosa para o meu bel prazer.

 

Aproximei nossos lábios e ofeguei baixinho por conta dos espasmos de finalmente estar sendo masturbado por Jungkook após dois meses sem sequer ver o garoto. Murmurei um sim baixinho e beijei seus lábios, apenas um selar, não estava conseguindo pensar direito em como mexer minha boca.

 

— Você sentiu minha falta? — perguntou e me deu outro selinho.

 

— Sim... — gemi baixinho.

 

— Eu senti a sua... — dei um sorriso pequeno para ele. — Quando eu tinha saudades de você — sua mão apertou meu membro, provavelmente sem querer, e me fez morder minha boca. — eu fazia o que você me ensinou. — puta que pariu.

 

Olhei para ele e foquei em seus olhos, mostrando o quão aquilo havia me feito delirar. Seu rosto parecia surpreso, talvez por eu ter feito uma expressão prazerosa demais por conta de sua fala.

 

— Você se masturbou direitinho? — perguntei e ele miou baixinho, mexendo a cabeça em um sim. Eu fechei meus olhos, imaginando a cena e gemi baixinho. — Me mostra como você fez então. — abri os olhos.

 

Voltei minhas pupilas para o seu pênis, podendo ver lentamente sua mão envolver o mesmo e mexer-se lento para si, retirando suspiros de sua boca. Meus olhos se prenderam em seu pênis e os olhos dele se prenderam ao meu membro. Suas mãos aumentaram de velocidade, procurando atingir o orgasmo mais rápido. Dei um sorriso orgulhoso.

 

Ele realmente está indo bem.

 

Jungkook levou seu pênis para frente e encostou a glande no meu falo, ainda masturbando os dois, agora com um pouco de dificuldade. O mais novo franziu o cenho e mordeu o lábio.

 

— Eu me toquei muito... — suspirou. — Até antes de vir pra cá... — ofeguei.

 

— Você se masturbou antes de vir para cá? — ele assentiu.

 

— Eu fiquei tão... Excitado... — corou ao dizer a palavra e isso me fez querer rir pela vergonha que o menino ainda sentia sobre isso, o que não fazia sentido algum se formos parar para ver o que ele está fazendo. — Eu não aguentei.

 

— Eu gostei de saber disso... — me olhou.

 

— Gostou?

 

— Uhum... — aproximei minha boca da sua. — Me fez querer gozar. — seu corpo se contraiu ao escutar isso, provavelmente em algum tipo de espasmo prazeroso. Soltei uma risada e levei minha boca até seu pescoço, mordendo de leve ali. Deslizei minha língua pela curvatura e cheguei sua orelha, brincando com o lóbulo.                        

 

— E-eu me masturbei... — soltei uma risada ao vê-lo tentar falar alguma coisa maliciosa da forma certa para me excitar, mas falhar por conta da vergonha. — Muito pensando em você...

 

— Uhum... — passei meu nariz por seu maxilar.

 

— Eu pensei em você... — escondeu o rosto em meu ombro. — Me tocando... Como quando você fez a primeira vez.

 

— Você estava com um short azul lindo... — sussurrei contra sua orelha e apertei suas coxas. — Eu realmente gosto das suas coxas...

 

— Eu imaginei você mordendo elas... E deixando roxo... — eu podia sentir suas mãos ficam um tanto desiguais no ritmo, provavelmente por ele estar perto de gozar, mas a mão que me masturbava ainda era mais rápida. O que me fodia porque eu estava me segurando pra caralho para não gozar. — Imaginei você me beijando, me mordendo...

 

— Mais o que, Kookie? — gemi em sua orelha, sentindo meu pênis latejar e se mexer em sua mão. Essa merda está ficando boa demais.

 

— Jimin... — gemeu baixinho. — Imaginei você tirando minha roupa e se masturbando pra mim. — ofeguei. — Imaginei que você abria minhas pernas e se masturbava apenas me olhando. — ah, eu com certeza posso fazer isso e gozar até não ter mais sêmen por séculos.

 

— O que... Mais? — minha voz falhou por conta do prazer que eu estava sentindo, eu estava ficando excitado demais e isso me fazia ficar mais próximo de vir.

 

— Você gozava em mim e me sujava... — ofeguei forte e mordi seu ombro, sentindo-o tremer e gemer de dor. — Você me sujava com seu gozo e eu começava a me masturbar porque você tinha gozado e— ele continuou falando, porém acabei o interrompendo sem querer por conta de todo o êxtase que eu estava sentindo queimar em minha pele.

 

— Jungkook... — gemi atrapalhando sua fala. Minha voz necessitada indicava o meu estado e que eu realmente estava quase lá.

 

 

— Jimin... — me chamou. — Me imaginei enfiando o dedo... Lá. — gemi alto imaginando a merda da cena.

 

Jeon deitado sobre uma cama enquanto se masturba me olhando e usa meu gozo como lubrificante para enfiar seu dedinho no próprio ânus e ter um orgasmo batendo uma e se dedando para mim.

 

Merda, vou gozar.

 

— Me imaginar enfiando lá pra você foi... Bom, eu me toquei tanto pensando nisso. — levei minha canhota até sua mão e comecei a masturbar mais rápido, ajudando-o. — Às vezes eu fazia três vezes seguidas, saía tanto... E eu imaginava que você também enfiava o dedo. — puta merda. — Era... Muito bom.

 

É definitivo, Jeon Jungkook é a putinha com a melhor encenação de pureza que eu já conheci na vida.

 

Mordi seu pescoço e gemi alto contra sua orelha, sentindo-o jogar a cabeça para trás por ouvir um som que julgava ser tão bom. Meu pênis latejou ao escutar aquilo e eu sequer tive tempo de pensar em me segurar, logo me desfiz em nossas mãos, sujando os dedos e sua camisa. Meu sêmen escorria por meu pênis, lambuzando o dele também. Meu abdômen se contraía forte expelindo tudo com força e fazia meu corpo estremecer em espasmos maravilhosos, mostrando o quão maravilhoso era realmente sujar aquele garoto com a minha porra.

 

Descansei minha cabeça em seu ombro, sentindo meu corpo um pouco mole por causa do orgasmo e respirei fundo, tentando me normalizar, o que estava difícil. Continuei assim por um tempo, até normalizar a respiração e voltar a ter força nos braços. Soltei um riso e voltei minha boca para a orelha de Jeon.

 

— Sujei você... — respirei propositalmente ali apenas para vê-lo se arrepiar todo. — Gostou? — perguntei e ele gemeu baixinho, assentindo desesperado e rebolando o quadril para mim.

 

Um estalo se fez na minha mente e eu acabei de lembrando que o único que havia gozado ali tinha sido eu – o que fere um pouco meu orgulho já que eu gozei antes que um garoto de dezesseis anos —, sentindo-me um pouco mau por causa daquilo.

 

— Desculpe não ter te feito gozar... — ele negou com a cabeça e gemeu baixinho.

 

— Você gozando foi... Muito bonito, eu gostei. — ele aproximou o rosto de mim e beijou minha boca, me surpreendendo. Era uma reação que geralmente ele não tinha, o que significava que ele estava realmente necessitado naquele momento. Sua língua encontrou a minha, me forçando a mexer com ela e eu chupei o músculo rosado de forma suave, ouvindo seu gemido vibrar em meus lábios. Esse garoto aprende rápido demais as coisas, notei isso fazendo essa maravilhosa ceninha digna de um filme pornô bem no meio do corredor.

 

Acho que está na hora deu passar uma materiazinha mais difícil para ele...

 

— Jungkook... — quebrei o beijo e ele miou baixinho, reclamando pelo meu ato. Soltei um risinho. — Você sabe o que é oral, não é? — o mais novo abriu os olhos e me encarou curioso, ou quem sabe um tanto irritado.

 

— Aham. — tentou voltar a me beijar, mas eu me afastei sorrindo por achar aquilo divertido.

 

— Vamos, você não quer gozar? — sussurrei contra sua boca e ele mordeu o próprio lábio inferior.

 

— Quero... — gemeu manhoso e eu sorri, dando um selinho em sua boca, todavia parando antes que ele me atacasse de novo.

 

— Você lembra o que te falei sobre oral? — Jungkook concordou com a cabeça. — Você quer que eu te ensine?

 

— Quero. — eu dei um sorriso e prensei seu corpo na parede, colando mais nossas bocas.

 

— Quer que eu faça isso até você gozar? — Jeon fechou os olhos e inspirou profundamente, provavelmente imaginando minha boca envolta de seu pênis. Realmente, devem ser maravilhosas as expressões e os gemidos que Jeon deve fazer quando for chupado.

 

— Quero... — respondeu-me com a voz totalmente sôfrega. Se tem algo que eu acho mais excitante que o mais novo pelado, é a forma como ele fica submisso a mim apenas com minhas palavras.

 

— Tudo bem, Jungkook. — beijei calmamente sua boca, ouvindo um gemido extasiado vir dele. Separei nossas bocas, foi apenas um breve selar. — Hoje irei te ensinar como chupar um pau.


Notas Finais


Gente, daqui a pouco a fic vira "várias maneiras de como bater uma bronha" POKSAOPKSAOPSAK TO RINDO MDS, ME DESCULPEM, PFVR, ERA ISSO OU 11K PRA VCS
E AI, GOSTARAM? CRÍTICAS, AMOR, CARINHO, everything, podem dizer!
Espero MESMO que tenham gostado *-* Obrigado pelo carinho meus amores, também pelos seres humanos que quase me mataram pra postar isso. HOCH, PAMY, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO! <3

Enfim... PRA QUEM QUISER LER MAIS COISAS MINHAS, DEIXAREI O LINK AQUI:

O'Clock (Fanfic nova jikook):
https://spiritfanfics.com/historia/oclock-6619965

It's Too Evil (Fanfic nova Yoonseok):
https://spiritfanfics.com/historia/its-too-evil-6670635

Punishment (PWP Jikook):
https://spiritfanfics.com/historia/punishment-6166403

Adult Ceremony (Pwp Jikook):
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Fullgás (LongFic Jikook):
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