História Let the darkness enters you - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Mérida, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny)
Tags Maldição, Once Upon A Time, Ouat, Personagem Original, Romance, Swanqueen
Exibições 9
Palavras 2.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Magia, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Inquebrável.


“Hun... Você voltou, enfim.” Andrea diz da cama assim que entro no que um dia foi o quarto de Regina. “E sem a sombra atrás.” Observou, olhando atrás de mim.

Ela estava deitada sobre o colchão, as mãos atrás da cabeça, esta ligeiramente erguida. Parei a alguns passos dela, uma mão na cintura e a outra ao lado do corpo.

“Pensou em nossa conversa?” Ela perguntou num sorriso, voltando a repousar a cabeça nas mãos.

“Resolvi começar a diversão, e pensei que talvez você quisesse fazer parte.”

Uma nuvem cinza a cobriu e ela reapareceu bem a minha frente, novamente a centímetros do meu rosto. O sorriso malicioso ainda estava em seus lábios, e eu senti suas mãos subirem meus braços cobertos pela camisa branca que eu trajava, até pousarem nos meus ombros.

“Até que enfim você resolveu me divertir um pouco.” Ela disse, fazendo-me sorrir.

“Eu vim saber o quão amiga de Rumple você é.” Digo irônica, ainda na mesma posição. “Estou planejando fazer uma visita a ele, e quem sabe te ajude a conseguir o que quer.”

“Interessante.” Ela passou a deslizar as mãos pelo meu corpo conforme passava a andar ao meu redor. Senti-me como se estivesse sendo envolvida por uma cobra, prestes a dar o bote. “E por que precisa de mim?” Indagou perto do meu ouvido.

“Eu preciso de algumas respostas, e então, pensarei se te conto meu plano. Você só precisa se comportar.”

“E por que você supõe que eu iria com você se não poderei fazer nada?”

“Eu achei que quisesse uma aliada. Afinal, até onde sei aquele cretino é imortal e é uma chance em milhão conseguir a adaga dele.”

“E então?”

“Então eu posso te ajudar a encontrar uma fraqueza nele, e você terá sua vingança.” Virei-me em sua direção, repousando a mão na curvatura de seu ombro. “O que me diz?”

“É uma boa proposta.” E então ela se afasta, virando-me as costas e se afastando alguns passos. “Mas quem disse que posso confiar em você?”

“Não posso garantir nada. Mas também não tenho qualquer garantia de que posso confiar em você.”

“E por que está arriscando a sorte?”

Observei quando ela parou perto da janela, ainda de costas para mim, mas podia jurar que ela sorria da forma mais diabólica possível.

“Porque eu não acho que representa perigo, não aos meus interesses. E se teus problemas com Rumple são antigos, suponho que não tenha outras alternativas melhores no momento.”

“E o que você precisa de mim?”

“Se comporte hoje, e você saberá.”

Ela virou-se em minha direção, um pequeno sorriso escondido em contraste com o olhar analítico. Era eu quem estava sendo observada agora, e não era impossível definir que ela estava realmente considerando minha proposta. Isso me deixou mais aliviada, mostrava que realmente levava a sério a vingança contra Rumple, e assim, eu acertei em vir procurá-la. Ela não era apenas uma criatura com sede cega de vingança, e sim uma pessoa com grande potencial.

“Então respondendo sua pergunta inicial...” Ela disse lentamente, parando um pouco mais a frente. “Eu sou a melhor amiga que Rumple poderia desejar.” Respondeu com a minha mesma ironia na primeira pergunta, e isso me fez rir satisfeita.

“Que ótimo. Agora vamos nos divertir.”

Num manear de mão, Andrea nos teleportou em sua nuvem cinza, e quando pisquei, estávamos no que pensei ser o castelo de Rumplestiltskin, um ambiente escuro e também imerso em sujeira. Olhei para Andrea ao meu lado agora, erguendo a sobrancelha. Como ele poderia viver num lugar com essas condições? Não poderia duvidar que ele continuava ali, pois sentia sua energia mágica por aqui, mas não conseguia definir o lugar, era como se estivesse em tudo quanto é canto.

“Não consigo definir onde ele está.” Digo, sentindo-me frustrada com isso.

“É simples.” Ela disse, dando um passo a frente. “Apareça, Senhor das Trevas!”

Olhei ao redor, esperando que isso tivesse resolvido, mas não houve qualquer mudança de cenário, e eu bufei com raiva.

“Mas que merda esse cretino está fazendo que não veio logo?!” Andrea disse, também parecendo nervosa. “Está coçando a bunda, maldito?!” Gritava aos ventos.

Vi uma cadeira levitar e ser lançada contra uma parede, espatifando-se em vários pedaços, e só então tornei a fitar Andrea, que deu de ombros.

“Não é como se o que restasse aqui fosse importante.” Justificou-se, e eu revirei os olhos.

“Não é educado invadir o lar dos outros, e passar a quebrar parte da mobília.” Escuto uma voz baixa, mas próxima, ecoar pelo cômodo, e nós duas nos viramos na mesma direção, encontrando enfim o motivo pelo qual viemos. “Mas eu não acho que qualquer uma das duas tenha tido uma mãe para dar educação, então vou perdoar dessa vez.”

Andrea pareceu incomodada com o comentário, dando um passo em direção a Rumple, que permaneceu parado a alguns metros a frente, coberto pelas sombras. Segurei-a pelo braço, impedindo que ela fizesse alguma besteira. Que grande ironia ser eu a ter que fazer isso.

“Estou vendo que você costuma trocar os animais que coloca na coleira.” Rumple tornou a provocar, e eu o fitei, algo dentro de mim se remexendo em protesto.

“Do que está falando?” Resolvo perguntar.

“Ah, eu esqueci que você não tem mais uma ‘família’ para se preocupar.” Ele deu um passo em minha direção, o sol atingindo seu rosto e me surpreendendo por não mais ver sua pele verde, e sim a de um homem normal. Os cabelos estavam lisos, a expressão cética, e uma roupa comum naquele mundo. “Mas acho que estamos quites agora.”

“Não ouse mencionar Jackie. E eu não vejo motivo para estarmos quites.”

“Deixe-me refrescar sua memória.”

Ele fez um gesto em minha direção, e eu me preparei para qualquer ataque, mas ao invés disso um flash me invadiu, e eu vi uma imagem formar-se em minha cabeça. Quatro pessoas ao redor de um poço no meio da floresta, eu não conseguia reconhecer o lugar, mas sentia que o conhecia. Reconheci três mulheres e um homem, todos com os trajes cotidianos do outro mundo. Será Storybrooke? Reconheci a mim mesma na imagem, ao lado de Cristeen, que segurava uma caixa na mão, do seu lado Rumple, que me olhava como quem estivesse prestes a fazer algo. E do outro lado do poço, sem nada dizer, estava Lily, o olhar fixo no poço.

Foi o dia que lançamos a maldição. Podia me lembrar. Ali era a floresta de Storybrooke, e eu estava prestes a alterar parte da maldição, e Cristeen sabia. Ela não me impediu, mas Rumple...

“Você me tirou Belle, lembra?” A voz de Rumple ecoou, e eu o olhei, trincando os dentes. Sabia o que significava. “Você fez com que ela se lembrasse de tudo.”

“E então ela te deixou.” Completo, sentindo minha pele esquentar.

“E então... Eu tirei suas memórias.” E ele apontou para mim. “E sou o único que pode devolvê-las. Basta me fazer um único favorzinho.”

“O que você poderia querer? Não acho que Belle iria querer voltar para você.”

“Não, não é isso que eu quero.”

“E então, o que?”

“Sua sobrinha, Lilith.” Ele deu mais alguns passos até ficar próximo a nós, e eu fiquei em alerta, esperando qualquer coisa. “Eu quero que a traga aqui.”

“Não acho que ela vá querer substituir o posto de sua empregada.” Sorri, mesmo que não estivesse com qualquer humor.

“Veja, você me tirou a única pessoa que eu me importava. Acho justo que em troca, você me dê algo de seu interesse.” Ele sorriu. “Sabemos que não lhe faria falta alguma.”

“É claro que faria. Sem ela eu não poderia cumprir com minha parte do acordo e dar a Malévola o que eu tirei.”

“Eu duvido muito que você realmente queira trazer sua querida irmã de volta. Até onde lembro vocês não tem um laço consistente além do ódio.”

“Isso não vem ao caso. Eu não te darei Lily, então é melhor pensar em outra coisa em troca de minhas memórias.”

Ele pousou o olhar em Andrea, como se a analisasse. A criatura também o fitava sem desviar o olhar, ambos os predadores preparados para o ataque, dispostos a fazer presa, seu oponente. Tive que aumentar mais a temperatura do meu corpo, a fim de causar incomodo nela, uma vez que segurava seu braço ainda, e então fazê-la sair daquela pose antes que Rumple resolvesse provocá-la. Pareceu resolver, porque ela me olhou com um ar irritado, e livrou-se de minha mão, passando os dedos no local.

“Ou talvez eu deva fazer uma visita ao seu cachorrinho particular. Ela deve estar mais disposta a colaborar.” Rumple tornou a falar, e eu o fitei sem entender.

“Que cachorro? Que merda você está me escondendo?!” Indaguei sem qualquer paciência, agarrando-lhe o colarinho da roupa.

“Ela tinha outras pessoas além da filha, não é?” Andrea perguntou atrás de mim, a voz estranhamente soando séria e imparcial. Aquela criatura parecia ser bipolar. “Do mundo que vieram. Ela tinha outra família.”

“Você está certa, dearie. Ela tinha. Mas é óbvio que isso acabou quando viemos para esse mundo, novamente.” Ele respondeu sem tirar os olhos de mim, e eu o fitei nervosa.

“Eu exijo que me conte com quem formei uma família.” Digo nervosa, meus dedos segurando com ainda mais força sua camisa. “Exijo que me conte onde eles estão.”

“Eu já disse, dearie, eu não te devolverei as memórias sem antes me entregar o que quero.”

“O que diabos você quer com Lily?”

“Isso já não é problema seu. Agora, se não se importa, eu tenho mais o que fazer.” Ele olhou para as minhas mãos em sua roupa. “Já sabe onde fica a saída.”

Eu não queria soltá-lo, não quando era a minha única alternativa para conseguir minhas lembranças de volta, e saber se realmente tive uma família. Era tudo o que mais desejei, e jamais me perdoaria se tivesse aberto mão disso, não importa os motivos.

Senti o toque frio de Andrea em meu ombro, e ela me puxou para trás, mas relutei em sair dali.

“Não vale a pena.” Ela disse baixo, mas firme. “Nós já conseguimos o que queríamos, agora vamos embora.”

Eu não sabia se ela estava blefando, mas ainda assim soltei Rumple, que sorriu de forma cínica enquanto Andrea me arrastava dali. Sua nuvem cinza nos cobriu em certo momento, e nos encontramos de volta no castelo de Regina, em seu amplo quarto aos pedaços.

“Eu não entendo o que podemos ter conseguido lá, se não recuperei minhas memórias.” Resmunguei, indo sentar-me na cama, enquanto ela ficou parada a minha frente, as mãos na cintura e uma expressão séria, concentrada.

“Não, mas há uma forma de você conseguir isso, e eu minha vingança.” Ela disse, e esperou que eu dissesse algo, mas dei de ombros, não entendendo nada. “A tal garota que falaram, Belle. Ele realmente se importa com ela, ou não teria gastado o tempo dele a se vingar de você, tirando suas lembranças.”

“Mas Belle o abandonou, eu não vejo serventia nela para nós.”

“E você acha que só porque ela o deixou, que não sente mais nada?”

Ergui a sobrancelha, notando que ela não queria apenas se referir a Belle. Ela revirou os olhos.

“Só estou dizendo que ela é útil para nós, porque não se deixa de sentir algo por alguém simplesmente porque quer. Então nós devemos procurá-la, e usá-la contra ele.”

“Parece um bom plano.” Suspiro, esfregando os olhos.

“E se vamos fazer isso, então acho melhor colocarmos as cartas na mesa.”

Estava prestes a voltar a fitá-la para entender o que ela estava querendo, quando sinto sua mão esbofetear meu rosto com demasiada força, seu toque gelado de nada anestesiando a dor que senti. Coloquei-me em pé e a segurei pelo pescoço, encarando-a de perto, e ela sustentou meu olhar.

“Você é maluca ou o que?” Perguntei, pressionando os dedos em sua pele conforme sentia a minha borbulhar.

Ela acertou o joelho em meu estômago, e eu me curvei com a nova dor. Foi ela a me segurar pelo pescoço, jogando-me na cama e num instante colocando-se em cima, uma estaca de gelo agora pressionando minha pele. Eu a fitei ainda mais nervosa, recuperando-me da dor no estômago.

“Nunca mais me queime, entendeu?” Ela disse perto do meu rosto, pressionando a ponta da arma na minha pele. “A menos que eu queira.”

“Você estava prestes a voar no pescoço dele.”

“E olha só quem foi que acabou fazendo isso.” Disse num humor azedo e afiado, sem qualquer resquício de sorriso em seus lábios. “Você quem quase colocou tudo a perder. Você foi a mais estúpida por cair nas provocações dele.”

“Não é sobre sua família que ele estava falando, é fácil para você me julgar.”

“Até porque a única que eu tinha ele fez questão de matar. Bem na minha frente.”

Abri a boca para responder, mas me calei, isso pegou-me desprevenida. Ela ainda pressionou a estaca no meu pescoço por mais alguns segundos, mas já não havia a mesma seriedade em sua expressão, e sim algo melancólico em seus olhos. Eu podia entender. Era a ferida mal cicatrizada, aberta toda vez que relembrada. Ela se afastou, mas não totalmente, saindo de cima de mim e sentando-se na cama ao lado, a estaca desaparecendo. Ergui-me com certa dificuldade, meu estômago ainda protestando o ataque, e só então voltei a encará-la, seu olhar perdido pelo quarto.

“Por que ele matou seus pais?” Resolvo perguntar.

“Porque é o que ele faz, quando as pessoas não cumprem com o acordo.”

Sua voz era estranhamente baixa e sem vida, o contrário do que usava no dia que a conheci.

“E que acordo era esse?” Insisto.

Ela me olhou, seus olhos repletos de mágoa, e uma raiva crescente. Nem era preciso perguntar o quanto aquilo mexia com ela.

“Meus pais queriam que ele pegasse meus poderes, e dessa forma, eu seria normal, como eles.” Outra vez desviou o olhar, fitando as próprias mãos no colo, as palmas viradas para cima. Era como se ela estivesse lendo o que dizia. “Mas então meu pai sofreu um grave ferimento, e de alguma forma que eu não sabia na época, eu consegui curá-lo. Dessa forma, eles viram que não era ruim eu possuir os poderes, que eu podia fazer algo... Bom.”

“E então eles mudaram de ideia.” Defini.

“Mas Rumple não, ele queria meus poderes. Então ele matou meus pais como punição, e eu fui obrigada a assistir tudo.”

“Por isso quer vingança...”

“Eu não pude fazer nada. Fui inútil para salvar meus pais, não fui forte o suficiente.” Ela se lamentou, e em sua voz o rancor crescia mais e mais. “Mas é tudo culpa daquele monstro. Se não fosse por ele, minha família ainda estaria comigo.”

“Eu sinto muito.” Digo sinceramente, esticando a mão e alcançando a sua, depositando meus dedos na sua palma. Ela fitou o gesto por um longo instante, e então me olhou, demorados segundos enquanto a sentia me analisar, até que fechou a mão e segurou meus dedos, um sorriso verdadeiro e agradecido, porém tímido, no canto da boca.

“Depois disso, jurei que vingaria meus pais, e parti em busca de alguém que pudesse me ajudar com meus poderes, que me ajudasse a ser forte.”

“E então Regina entra na história.” Defini, afinal, ela não estaria aqui por outros motivos.

“Sim...” Ela deixou o olhar cair para o colchão, um outro sorriso se formando. “Ela me ajudou em troca de servir junto ao seu exército.”

Pelo visto, não parecia ser só isso, mas resolvi não comentar. Não queria testar sua mudança de humor sendo que há poucos levei uma surra.

“Fui embora pouco antes de ela descobrir a maldição, e quando voltei, todos já tinham desaparecido. Fiquei apenas vagando por aqui, esperando a chance de reencontrar Rumplestiltskin, já que não consegui encontrar formas de abrir um portal para onde vocês foram levados.”

“Na verdade eu sai antes da maldição, e fui parar em outro mundo...” Digo baixo, e ela me fitou, erguendo a sobrancelha.

“Agora é o momento que você diz que é irmã de Malévola e está pretendendo trazê-la de volta?”

Eu ri do seu tom irônico outra vez, e ela sorriu, esperando que eu dissesse. Resolvi ceder e contei a ela sobre meu passado, ao menos o resumo dele, sobre meu passado aqui nesse mundo e em Neverland, e do lembrava de Nova Iorque, e por fim, sobre Cristeen e Lily, e o que eu tinha que fazer.

“Então a Rainha quer ser má.” Ela sorriu maliciosa. “Acredito que posso ser útil nisso.”

“Eu imaginei que sim.” Assumo, recostando nos travesseiros. Nessa altura já tinha dado a aquela cama um pouco de dignidade. “Por que acha que te procurei?”

“Para me testar.” Disse de forma óbvia. “Que bom que passei no teste. Agora... Nosso próximo passo é encontrar a empregadinha?”

“Sim, acredito que sim.”

“Ótimo.” Ela se aproximou, engatinhando na cama até sentar-se ao meu lado, fitando-me com uma expressão curiosa. “No caminho podemos descobrir... As trevas.”

“Entre outras coisas.”

Concordo, levando a mão em seu pescoço, sem pressionar os dedos ali, apenas segurando-o. Aproximei meu rosto do seu, sendo eu a ficar a poucos centímetros de distância.

“E se você se comportar, eu posso te recompensar.”

Ela riu, retirando minha mão e a segurando com a sua, enlaçando os dedos nos meus.

“Acredite, você vai preferir que eu não me comporte.”

Eu não contestei, sabia que seria divertido descobrir onde estava me metendo com aquela mulher. Afinal, o que poderia me parar?



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