História Let the fire enter you - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Peter Pan, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny)
Tags Comedia, Mistério, Once Upon A Time, Ouat, Personagem Original, Romance, Swanqueen, Yuri
Exibições 24
Palavras 2.510
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Magia, Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heeey!!

Agradecendo aos comentários! Me incentiva muito a postar mais rápido os caps :D

Estava muito, muito, muito ansiosa por esse ahahaha
É porque são os últimos 5 cap., e muita coisa acontece a partir de agora. Então, faltam 4.

Boa leitura!

Capítulo 37 - True love


Não ia bater na porta e esperar por resposta, seria idiotice, e eu estava sem paciência alguma. Levei a mão no trinco e o destranquei sem dificuldades, abrindo-a de uma vez e ouvindo o estalar, como se tivesse quebrado.

“Sam...”

Ruby já estava no meio do quarto, de certo ouvirá minha chegada, os olhos percorrendo meu corpo até chegar no meu rosto, a expressão séria enquanto a via trincar os dentes. Belle levantou-se num susto do sofá e eu a fitei irada.

“Então a verdade é que o tão assustador Senhor das Trevas é coroado corno por sua bela esposa.” Digo friamente, fingindo humor, e então encarei Ruby. “Parabéns Red, é um ótimo acordo que fez.”

“Você está vendo o que não existe.” Ela respondeu, e eu tive que rir.

“Não comece com esse discurso, não comigo. O que você pensa Red? Num dia diz que me quer, no outro já está brincando de lobo mau com a bibliotecária?”

“Ruby e eu só somos amigas.” Belle pronunciou-se, e eu a encarei mais nervosa. “Nunca tivemos nada.”

“Engraçado dizer isso, afinal, num dia está praguejando Regina por te trair, no outro já está cheia de graça com ela.” Ruby quem falou, não mascarando sua raiva. “E não venha dizer que estou imaginando coisas, porque eu vi.”

“Se você não fosse tão idiota e usasse sua super audição, teria notado que ela só foi pedir desculpa”

“Acha mesmo que eu seria idiota de escutar você se rastejando para ela?”

“Rastejando?” Aproximo-me e a empurro pelos ombros. “Você é tão idiota! Eu nunca voltaria com ela.”

“Considerando o tempo que ficou atrás dela até ela te dar qualquer espaço? Eu duvido muito.”

“Eu vou deixá-las a sós.” Escuto Belle dizer.

Virei-me para impedir que fosse, mas Red segurou meu pulso e virou-me para si. Fitei-a mais nervosa, encontrando seus olhos duros em cima de mim.

“Ela não tem nada a ver, seu problema é comigo.” Disse baixo, mas firme.

Esquivei de sua mão ao empurra-la pelos ombros de novo, o que pareceu irrita-la mais.

“Claro que meu problema é com você. Você simplesmente tem o prazer de esfregar na minha cara que a qualquer momento pode encontrar alguém.”

“Assim como você fazia questão de esfregar na minha que estava com Regina.”

“Então você está fazendo isso por vingança?”

“Você está errando a pessoa que costuma fazer isso.”

Empurrei-a outra vez, mas dessa ela me segurou pelos pulsos e me empurrou com seu corpo até a parede ao lado da porta, onde prendeu minhas mãos ali. Eu a fitei de perto, respirando o mesmo ar quente que ela soltava, sentindo minha pele ainda mais quente em contato com a sua. Ela me fitava furiosa, os olhos castanhos de seu lobo a mostra.

“Você é tão cega.” Ela disse baixo, mas firme, outra vez.

“E você uma sádica. Já não basta a traição que sofri, você ainda quer que eu te perca?”

“Não banque a sentimental. Você tem medo é de perder o cachorro estúpido que corre atrás de você, mesmo depois de você chutá-lo de novo e de novo.”

“Sinto muito se quis seguir meu coração, e sinto muito por segui-lo de novo.”

“O que está dizendo?”

Tentei empurrá-la, mas ela ainda me segurava forte. Usei meus poderes para conseguir, e então fui eu a segura-la na mesma parede após nos trocar de posição, só que dessa vez eu escutei o baque de seu corpo contra a parede. Ela inclinou a cabeça em minha direção, e eu pude escutá-la rosnar em protesto, mas não me senti nem um pouco intimidada.

“Quero dizer que te amo, sua idiota, e eu não vou te deixar correr atrás de outro rabo de saia.” Digo baixo, de forma óbvia.

“Então pare de chorar por Regina, e comece a me respeitar, porque amar, é diferente de me humilhar por você, entendeu?”

“Porque é muito fácil curar uma dor não é?”

“E é muito fácil te ajudar quando não me deixa chegar perto.”

“Não que você tenha desperdiçado o tempo, não é? Arranjou um trabalho fixo comendo a mulher do Senhor das Trevas.”

Com alguma força sobrenatural ela conseguiu me afastar, e me empurrou pela porta aberta, uma ira enorme em seus gestos. Bati com as costas na parede a frente. Não senti dor, pelo contrário, isso fez minha pele esquentar mais.

“Vá ser idiota em outro lugar.” Ela rosnou da porta, e eu a fitei em desafio.

Virou as costas e saiu andando, mas não dei tempo de ir longe, cruzei todo o espaço enquanto trancava a porta com meus poderes. Ela virou-se e num instante a puxei para perto, agarrando-a pela nuca e colando seus lábios nos meus. Ela não apresentou nenhuma resistência, e simplesmente agarrou-me a cintura, cravando suas unhas por debaixo da minha camisa. Sua língua encontrou a minha no mesmo instante, e isso só aumentou o calor dentro do meu corpo, enquanto a necessidade de tê-la mais perto lutava contra a falta de ar. Ela ainda assim me ergueu pela cintura enquanto caminhava comigo, colocando-me sentada em algum lugar que fiquei um pouco mais alta que ela, e só então sua boca desgrudou da minha, nossa respiração descompassada. Abri os olhos e pude ver o sorriso alegre em seus lábios, os olhos ainda oscilando entre o caramelo e o azul. Também sorri, sentindo como se tivesse tirado uma grande dúvida da cabeça.

“Se todo primeiro beijo fosse assim, eu já teria brigado com você há muito tempo.” Digo baixo, e ela riu, logo selando meus lábios.

“Acho que já perdemos tempo demais discutindo, você não?”

“Por que ainda está esperando resposta?”

Seu sorriso abriu mais e num instante ela me beijava outra vez, ainda mais intensa. Suas unhas cravaram em minha pele e começaram a deslizar, gemi com a dor mas a puxei para perto quando ousou se afastar. Um sorriso entre o beijo, foi o que senti, como se fosse alguma confirmação que ela esperasse.

As unhas deslizaram com mais força, e eu ouvi o rasgo que ela começou a fazer no meu short dos dois lados. Uma mão continuou a rasgá-lo, enquanto a outra foi para as minhas costas, por cima da camisa, que ela não teve dificuldade nenhuma em rasgar da mesma forma. Então desviou a boca da minha e desceu para o meu pescoço, onde começou a morder e chupar, arrancando ainda mais gemidos meus. A outra mão voltou a rasgar o short enquanto a que já tinha terminado, agora subia lentamente na parte interna de minha coxa, meu sexo pulsando pelo encontro. Mas então voltou a descer, um arrepio gelado marcando a frustração.

Red parou as mordidas no meu pescoço e depositou três beijos no percurso de volta a minha boca, onde apenas mordeu o lábio inferior e o sugou. Sorri com isso.

“Você não sabe o quanto é gostosa.” Ela sussurrou com os lábios colados nos meus.

“Você ainda não viu nada, lobinho.”

“Lobinho?”

Abri a boca para provoca-la, mas em dois puxões, ela arrancou os restos de minhas roupas, fazendo-me colar o corpo ao dela com o impulso. Pelo sorriso em seus lábios, ela se divertia com a minha surpresa.

“Então era esse o lobo que queria me mostrar?”

Ela não respondeu, mal terminei de falar e ela devorava meus lábios, uma mão apertando e acariciando um de meus seios nus, e a outra...

“Red...” Gemi dentro de sua boca quando senti seus dedos acariciando meu sexo, já pulsante.

Aquilo não era justo, eu estava nua e ela não tirará nem os próprios sapatos. Não sei como consegui a concentração, mas num estalar de dedos consegui deixá-la da mesma forma, e ela não pareceu ligar.

Outra vez sua boca desceu pelo meu pescoço, agora indo ao encontro de meu peito direito, abocanhando-o com fome, alternando entre lambe-lo e sugá-lo, deixando-me ainda mais excitada, desejando seus dedos dentro de mim. Então ela abocanhou meu outro seio, e sem demais paciência com seus jogos, forcei o quadril para frente e segurei seu braço, conseguindo fazê-la me penetrar com dois dedos, mas consequentemente caindo de cima de onde estava. Ela me segurou pela cintura com a outra mão, e me prendeu na parede logo ao lado. Seus dedos começaram a me estocar, e meu quadril seguiu no ritmo, desejando-a mais dentro. Sua língua subiu meu corpo enquanto me movimentava mais rápido junto a ela, que me penetrava com mais força.

“Mais... Mais!” Consegui dizer enquanto gemia, e ela aumentou a pressão do corpo contra o meu enquanto forçava ainda mais os dedos em mim. Passei a pressionar os dedos em suas costas, deslizando-os e apertando suas nádegas, cada vez mais consumida pelo prazer. “Isso... Oh, Red...”

O orgasmo me atingiu, e ainda assim continuei o movimento, aumentando ainda mais aquele momento.

“Estou aqui.” Ela sussurrou maliciosa perto do meu ouvido, mordiscando minha orelha.

Sorri, recuperando o fôlego aos poucos, e senti seus dedos me deixarem, mas seu corpo continuou grudado no meu. Ela sorriu quando trouxe os dedos a frente do rosto, e então os levou a boca, sugando-os.

“Você tem um sabor delicioso.” Ela disse com a voz rouca.

“Ah, é?” Sorri mais, conseguindo colocar os pés no chão, beijei-a, mas a empurrei com meus poderes em direção a cama de casal. “Deixa eu provar o seu agora.”

Caminhei em sua direção, vendo-a me mirar de baixo para cima com um olhar faminto. Engatinhei para cima dela, mantendo uma perna entre as suas enquanto prendia suas mãos acima da cabeça.

“Quem sabe agora pare de procurar por aquele projeto de amante.” Digo, e ela sorriu.

Depositei um beijo na sua boca, me mantendo perto.

“Eu já disse que para ela ser minha amante, eu que deveria estar-”

Mordi seu lábio com força, e ela gemeu antes de rir, inclinando-se para cima para tentar me beijar, mas a fitei, erguendo a sobrancelha.

“Você não está em posição de provocar, sabia?” Digo e sem esperar por resposta, pressiono a perna no seu sexo, sentindo sua umidade na minha pele, e ela gemeu baixinho. “Agora, o que estava dizendo?” Provoquei.

“Vai ser assim?”

Sorri e segurei ambas mãos com uma, começando a deslizar a outra pelo seu corpo. Comecei a beijar seu pescoço de forma suave, contornando o maxilar, seu queixo, e então selei seus lábios demoradamente, sentindo-a se erguer em minha direção quando me afastei lentamente.

“Isso é covardia.” Ela sussurrou de olhos fechados.

“Isso...” Selei seus lábios outra vez. “Sou eu...” Mais um beijo. “Marcando...” Meus dedos chegaram no seu sexo, e ela soltou um suspirou quando comecei a acaricia-lo. “Meu compromisso com você.”

“Está me pedindo em namoro?” Ela abriu os olhos de repente, um brilho nada contido neles.

“Seria pedido... Se você tivesse escolha.”

Ela riu e eu capturei seus lábios, encontrando sua língua e me deliciando no seu beijo. Soltei suas mãos, e elas logo vieram ao encontro de meu corpo, percorrendo-o todo, e eu aproveitei a mão livre para pegar um de seus seios, acariciando-o suavemente enquanto ela movimentava o corpo abaixo do meu, juntando-se mais a mim. Suas mãos chegaram em minhas costas, e suas unhas desceram afiadas na minha pele, provocando um delicioso ardor.

Desviei de seus lábios e segui pelo seu pescoço até seu peito, no momento que penetrei-lhe com dois dedos. Ela arfou em resposta, inclinando o tórax para cima, consequentemente fazendo-me abocanhar mais seu seio, aumentando lentamente o ritmo dentro dela, ouvindo seus gemidos enquanto seu corpo se movia a favor dos meus movimentos, até ela chegar em seu clímax e seus músculos relaxarem.

Beijei a ponta de seu queixo e desci aos beijos seu corpo até chegar em seu sexo, abrindo mais suas pernas e sorrindo contente quando ela me olhou, sua respiração descompassada ainda. Passei a língua em toda sua extensão, deliciando-me com seu gosto, e continuei a lambê-la, ainda mais excitada em senti-la na minha boca.

“Sam...” Ela parecia pedir por mais, e eu atendi ao seu pedido, aumentando mais o ritmo e quando notei que ela chegava ao ápice, penetrei-a com mais dois dedos, ouvindo-a gemer mais até novamente soltar um último suspiro, as paredes fechando-se nos meus dedos.

Beijo a parte interna de sua coxa e volto a subir em cima dela, vendo-a sorrir enquanto trazia as mãos no meu rosto. Selei seus lábios e deitei ao seu lado, repousando a cabeça em seu peito. Ela puxou meu braço para cima de sua barriga, onde enlaçou nossos dedos, no mesmo instante que senti seus lábios selarem um beijo na minha testa.

“Sabe, agora que eu tenho namorada...” Ela começou lentamente, deslizando o polegar para cima e para baixo em minha mão. “Posso ter a Belle como amante, não é?” No mesmo instante a fitei nervosa, o que a fez sorrir. “Mas você disse...!”

“Eu te odeio, Ruby Lucas.”

Fechei os olhos e suspirei, ouvindo-a rir, depositando vários beijos em minha cabeça, até eu desistir de resistir e inclinar o rosto, recebendo seus lábios nos meus.

“E eu amo seu ciúmes.” Ela disse baixo, e eu mordi seu lábio inferior sem tanta força.

“Você não tem medo do perigo.”

“Não quando o perigo fica ainda mais irresistível sem roupa alguma, e tão perto assim.”

Sorri, desistindo de vez de ficar com raiva dela. Era impossível. Ela sorriu ainda mais e virou-se para ficar de frente a mim, abraçando minha cintura enquanto minha perna encaixava entre as suas. Acariciei seu rosto, contornando com o polegar na sua bochecha, querendo gravar cada detalhe de seu rosto, de seu corpo.

“E então quebramos a metade do meu quarto para enfim estarmos juntas na cama.” Ela comentou, um sorriso bobo ao deslizar os dedos em minhas costas.

Tive que erguer a cabeça para ver ao que ela se referia. A porta estava quebrada fora das dobradiças, e só estava em pé porque a fechei com meus poderes. A cômoda, onde provavelmente eu estava sentada, estava com os dois pés quebrados e pendendo para esse lado, prestes a cair. O resto estava tombado, provavelmente em nossa luta regada a empurrões, principalmente quando a empurrei para a cama, cruzando mais da metade do quarto.

Fui obrigada a rir, voltando a deitar a cabeça no braço dobrado dela.

“Para a sua sorte, posso resolver isso num estalar de dedos.” Digo por fim. “Mas se continuarmos assim, vou ter que me formar em enfermagem.”

Ela riu também e assentiu.

“Eu prefiro ficar com os efeitos colaterais porque assim posso lembrar onde fiz cada hematoma.”

“Isso soou tão masoquista mas tão fofo.”

Ela sorriu e selou meus lábios mais uma vez. Era incrível aquela sensação, sentir-me em paz como se enfim tivesse encontrado meu lugar, nos braços de Ruby.

“Prometa-me que nunca sairá de perto de mim.”

“Eu não consigo pensar em levantar da cama para ir ao banheiro, e você acha que conseguirei te deixar?” Ela sorriu e capturou meus lábios. “Eu nunca mais sairei de perto de você, Sam.”

“Eu te amo Ruby.”

“E eu amo você, ruiva.”

Outra vez ela me beijou, e dessa vez a mantive mais perto. Não queria soltá-la nunca mais.


Notas Finais


Eu sei que tem gente que fica com vergonha de comentar depois de um cap assim mas...
Enfim juntas!! Eba!
ahahahaha

Até o próximo <3


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