História Let The Memories Remain - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Panic! At The Disco
Personagens Brendon Urie, Dallon Weekes, Ian Crawford, Jon Walker, Ryan Ross, Spencer Smith
Tags Ryden
Visualizações 38
Palavras 1.450
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAAAAAAAA ESSA FANFIC É UM PRESNTE PARA O @PATDPD O MELHOR SQUAD DO TWITTER SIM, FELIZ 7 MESES!!!!! TEM MUITA COISA ESTRANHA AÍ MAS EU VOU CONSERTAR ESPERO QUE GOSTEM AAAAAAAAA

Capítulo 1 - I Write Sins Not Tragedies


      - Senhor George? - ouço três batidas na porta do meu quarto e em seguida a voz de Jon - Senhor George, o café da manhã está servido.

Me remexo na cama com raiva odeio que me acordem, odeio que me chamem de Senhor, odeio que me chamem de George, odeio a minha vida. Pensastes que sou ingrato, não? O mais rico da cidade dizendo estas coisas, quantos desta cidade dariam suas almas para terem a boa vida que tenho? Certamente todos mas mal sabem o inferno que és ter todo esse privilégio e ser "comandado" por pessoas que nunca viveram.

Desço as enormes escadas do palácio onde vivo até a sala de jantar onde a mesa de doze lugares está sempre farta de comida acho desnecessário essa quantidade toda de comida para poucas pessoas. Sento ao lado esquerdo de minha mãe Danielle que se encontra na ponta.

- Dormiu bem, George?

- Sim, minha mãe. - cada vez que alguém me chama de George sinto que vou explodir de tanto ódio.

- Sabe filho, estava pensando em alegrar um pouco nossas tardes. - ela leva uma xícara de porcelana contida com chá a boca. - Contratei uma companhia de circo para vir aqui e se apresentar para nós!

- Minha mãe, não achastes melhor fazer uma viagem? - ou procurar uma ajuda médica. - Não acho que o circo trará tanta alegria assim.

- Pare de ser ranzinza George! Trará sim, com certeza. - acabo de beber meu café e volto para o quarto.

Sento-me na mesa de madeira pego meu caderno e começo a escrever. Perguntaste sobre o que eu escrevo, eu escrevo sobre tudo, principalmente sobre mim mesmo, não gosto dessa vida, minha mãe me incentiva a escrever, pelo uma coisa ela nota em mim desde que meu meu pai foi embora, ela ficou meio maluca faz umas coisas sem sentido, será que ela sente falta do meu pai? Eu pelo menos não sinto nada por ele nem o conheci abandonou minha mãe grávida e nos deixou um "supervisor" para ocupa seu lugar e foi viver pelo mundo a fora.

Esse supervisor é porre na minha vida, desde que nasci ele vive me falando a importância dos George Ryan Ross e que eu tenho que ser algo na política, uma coisa que me irrita nessa casa é que ninguém quer saber o que eu acho fazem a coisas por mim e não me comunicam, eu tenho vinte anos eu sei muito bem o que é certo e errado não sou mais um menininho indefeso.

Eu queria entender também o porquê que eu tenho que ser político esse é o pior emprego do mundo eu não quero prometer coisas para a população com uma arma na minha cabeça, quero escrever, cantar, tocar, pintar, quero fazer coisas que toquem as pessoas de alguma forma como um político toca alguém? Com promessas que nunca serão cumpridas.

Por quer eu tenho que casar? Por que eu tenho que ter filhos? Por que tenho que ser igual a eles?

Eu já pensei em fugir daqui várias vezes mas isso pioraria o estado mental de minha mãe tudo o que me prende nesse lugar é minha mãe.

Eu não tenho tantos amigos como gostaria meus únicos amigos são Spencer e Jon, Spencer eu sou vejo uma vez por mês e Jon é o mordomo mas não converso tanto com ele pois posso faze-lo perder esse emprego então eu passo a maior parte do tempo sozinho, escrevendo. Mas isso não quer dizer que sou virgem eu já namorei uma menina, Keltie, mas não demos certo eu não gostava tanto dela e terminamos, eu poderia ter ido a um dos cabarés saciar minha vontade mas esse tipo de coisa não me excita.

- Senhor George? - eu não posso ficar sozinho um minuto que já vem me procurar.

- O que Jon?

- Não vai descer para o almoço? - mas quanto tempo eu fiquei aqui?

- Não.

Minha mãe só sabe fazer perguntas ridículas eu não aguento mais as perguntas "Filho você vai no baile na casa dos Weekes? Terá muitas moças por lá." "Filho já foste a igreja?" "Filho já rezou hoje?" "Filho já foste ao escritório conversar com Zack?" Por que eu tenho que fazer todas essas coisas?

Igreja pra mim é merda.

- George? - ah não ele veio até aqui.

- Sim Zack.

- Sabeste que sua mãe não é mais a mesma não é?

- Sim, e por que não a ajuda?

- Porque ela não quer ajuda, ela acha que está no juízo perfeito. Então, vamos falar sobre a cidade. - e ele começou a falar de política novamento e eu como sempre não prestei atenção em nenhuma palavra que saíste da boca dele.

Ele passou umas três horas falando até que a minha adentra meu quarto.

- A companhia de circo está no teatro! - ela parece uma criança.

Saímos do quarto e fomos em direção ao teatro com capacidade para cem pessoas e sentamos na terceira fileira. O palhaço adentra o palco contando umas piadas sem graça, minha mãe ri como uma criança, Zack força um sorriso, e eu? Mesma coisa que nada, o palhaço da continuidade a apresentação e faz um desenho de nós três até que não ficou horrível para um palhaço é até incrível, ele continuou com as piadas sem graça por um tempo e em seguida entrou os malabaristas única coisa que eu acho legal nos circos e em cima dos malabaristas estavam duas bailarinas na corda bamba, um momento em que as pessoas ficariam impressionadas acho que às vezes minha mãe tem razão quando ela diz que sou ranzinza.

Assim que os malabaristas e as bailarinas saíram entrou o mágico que me chamou muito atenção, ele era...novo muito novo para trabalhar em um circo aparentava ter a minha idade ele usava uma cartola e um paletó vermelho, usava também algo preto em volta dos olhos e uma espécie de batom nos lábios.

Que lábios bonitos.

- Senhoras e senhores! - que voz linda que ele tem. - sejam bem vindos a mais uma apresentação de vosso incrível circo! Hoje vos trago um pecado que está mais para tragédia. Num futuro bem distante um homem se apaixonou profundamente por uma bela moça e eles vivenciaram uma linda história de amor! No dia do seu casamento o noivo foi deixado no altar pela noiva que estava na companhia de outro homem e isso o enfureceu de certa forma que ele se transformou em um pecador macabro que anda por aí nos casamentos alheios. Perguntaste se eu já o vi e vos respondo que sim! Ele anda por aí de cartola e um paletó vermelho pronto para desmascarar os infiéis, por onde ele passa ele deixa escrito "eu escrevo pecados, não tragédias".

- Então você é ele? - mas que porra que me deu?

- Mas que rapaz esperto! - ele abre um sorriso enorme para mim e logo sinto meu rosto queimar, por que estou assim? É só um mágico.

E então eu não consegui mais prestar atenção em seu espetáculo e sim nele, no jeito dele, como ele é, ele é... bonito? Eu estou achando um homem bonito? Meu Deus o que está acontecendo? Por que estou tão nervoso? Se alguém pudesse ler minha mente nesse momento eu já estaria morto.

A apresentação continuou e eu só conseguia pensar no tal mágico, eu gostei daquela frase, me identifiquei, não que eu já tenha traído alguém mas pelo meus pensamentos sou um pecador.

- Gostou da apresentação George? - minha mãe está mais feliz do que nunca.

- O que? Gostei sim. - gostei do mágico, só.

Me levantei e saí do teatro em direção ao meu quarto, quando estava passando pelo corredor principalmente eis que surge o mágico bem na minha frente sorrindo escandalosamente, ele retira meu chapéu e coloca a sua cartola em minha cabeça e o meu chapéu na sua, ele faz uma mímicas em volta da minha cabeça não estava entendendo absolutamente nada, então ele me devolve o meu chapéu e pega novamente sua cartola e retira de dentro dela um papel escrito "eu escrevo pecados, não tragédias" sorrindo.

- Senhora Danielle me pediste para que eu o fizesse rir pois ela o acha muito ranzinza. - não me contive e sorri para ele.

- Minha mãe está com problemas psicológicos então não leve muito em conta tudo que ela diz. - sorrio novamente para ele.

- Eu gosto de fazer as pessoas sorrirem. - ele vai embora e eu chamo.

- Espera! - ele se vira me olhando confuso. - Qual seu nome?

- Boyd. Brendon Boyd.

Brendon.


Notas Finais


SOCORRO TÔ NERVOSA FALEM O QUE ACHARAM


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