História Let The Memories Remain - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Panic! At The Disco
Personagens Brendon Urie, Dallon Weekes, Ian Crawford, Jon Walker, Ryan Ross, Spencer Smith
Tags Ryden
Visualizações 18
Palavras 1.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI BEBÊS ESPERO QUE GOSTEMMMM

Capítulo 2 - I Just Want To Know You Better Now


Eu passei o resto do dia e a noite toda pensando no Brendon, não sei o que esse cara tem que me fez ficar rindo sozinho o tempo todo será que eu...sou...gay? Acho que não, ele só foi simpático comigo. Uma das coisas que eu mais gosto nesse palácio é o jardim, tem uma energia tão pura, se eu pudesse ficava aqui o tempo todo às vezes abrirmos esse espaço do palácio para as crianças da cidade brincarem elas ficam maravilhadas com esse lugar, e quem não fica? Tem umas mesas brancas em um canto, flores por toda parte e um grande chafariz no centro, gosto de ficar perto do chafariz pois acho que aqui é o melhor lugar de todo o jardim.

- Resolveu vir para o jardim hoje? - Jon se senta ao meu lado atrás do chafariz.

- Eu gosto daqui. - olho pra ele com os olhos semicerrados pelo sol forte desta manhã.

- E o circo? Como foi?

- Normal, minha mãe adorou. Sabe Jon, cada dia que passa mais preocupado com minha mãe.

- Ela não é mais a pessoa. - o tom foi triste

- Sim, depois que lixo a abandonou ela pirou.

- Por que não tenta leva-lá ao psiquiatra? - esse cara sabe de tudo o que acontece nesse palácio se duvidar sabe mais que eu.

- Ela não quer, eu começo a falar sobre isso e ela vem com sermões. Tem um cigarro? - faço cara de cachorro abandonado.

- Não tenho. Ryan, você tem vinte anos não pode ficar calado o tempo todo. -pobre Jon, mal sabe que as coisas não funcionam assim.

- Eles não me deixam abrir a boca, nunca. - lhe lanço um olhar de "se coloque um pouco no meu lugar" - Onde a companhia de circo está instalada?

- Atrás da praça. Eles vão se apresentar hoje de novo para sua mãe. - rimos juntos.

- Só eles mesmo para aceitarem isso.

- Os Smith vão vir para cá.

- Quando? - não era para parecer animado.

- Amanhã.

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Eu queria entender o porquê dessa minha animação toda para o espetáculo vai ser a mesma coisa de ontem, Danielle age como se fosse a primeira vez que fosse assistir aquilo. Será que Brendon vai se apresentar novamente?

Lá estava eu e minha mãe novamente no teatro assistindo a mais uma apresentação que começou bem diferente do dia anterior, começou com os animais e o adestrador, depois seguiu para os malabaristas e as bailarinas.

- Mãe, tu realmente gostates disso? - sussurro próximo ao ouvido dela.

- É claro! É tão magnífico tudo isso! - estou perdendo minha mãe.

- Mãe olha pra você, você contratou uma companhia de circo pra se apresentar para você todos os dias, isso não é normal.

- George não vamos discutir isso agora.

Esse palhaço é a coisa mais ridícula que eu já vi em toda minha vida, como minha mãe pode achar graça dele? Ele só sabe fazer piadas sem graças voltadas para as crianças e Danielle chora de ri com isso.

O palhaço deixa o palco e Brendon o ocupa fazendo com que meu coração vá até minha garganta, ele está com a mesma roupa de ontem só que com um pano na mão.

- Sejam bem vindos novamente a mais um espetáculo! - essa voz, meu Deus. - Hoje vou chamar uma pessoa para vir até o palco para fazer um truque comigo e por isso vou me vendar e escolher aleatoriamente.

Eu não acredito que ele está fazendo isso.

Ele se venda e fica apontando para todos os lugares até que para a mão na minha direção por alguns segundos e volta em direção a minha mãe. Ele retira a venda com uma mão só e abrindo aquele sorriso que só ele tem.

- Tu fostes escolhida! - minha mãe sobe ao palco maravilhada, como uma criança e ela senta na cadeira. - Preciso que fique relaxada, esqueça tudo. Quando eu contar até três você irá adormecer e quando acordar esquecerá que é Danielle Ross a primeira dama e dirá que é uma das malabaristas do circo. Um, dois, três e durma. - ele estala os dedos e minha mãe apaga na cadeira.

Como ele fez isso?

- Está com medo? - Ele sorri malicioso para mim. - Um, dois, três, acorde. Qual o seu nome?

- Danielle.

- E você trabalha com o que?

- Eu sou malabarista. - eu estava completamente assustado, isso é impossível.

- Não, você é a primeira dama.

- Eu não sou primeira dama, eu sou uma malabarista.

- Incrível não? - ele sorri novamente para mim. - Um, dois, três, durma! - o jeito que ela apaga na cadeira me assusta. - Hipnose meu caro. - ele não retira os olhos de minha mãe. - Um, dois, três, acorde! Quem é você?

- A primeira dama.

Danielle volta para fileira e Brendon sai do palco.

- Vou ao banheiro. - Me levanto e saio em passos rápidos do teatro.

Ele está fazendo um jogo comigo.

Caminho em direção a sala de jantar e vejo uma sombra preta de uma pessoa um pouco de distante da mesa de jantar e próxima a cortina.

Mas que porra é essa?

Ando lentamente até a mesa de jantar, a sombra não se move um segundo enquanto vou me aproximando da mesa, sim eu estou com medo nunca vi algo do tipo nesse palácio a minha vida inteira.

- Bú! - Brendon sai de trás da cortina no momento em que eu coloco a mão em uma das cadeiras da mesa para puxa-lá.

- Cadê o truque? - ele apóia sua mão esquerda no meu ombro esquerdo e com a mão direita a passa pela minha cabeça até a minha orelha.

- Aqui está o truque. - ele puxa a mão direita pra si com uma moeda entre seu dedão e indicador sorrindo. Me sento na mesa e ele se senta ao meu lado. Eu pego a bule de chá e sirvo a mim e ele. - Você não parece feliz. - ele leva a xícara na boca.

- Não sou.

- Por que? - Além de bonito é curioso.

- Porque eu não sou uma boa pessoa, eu não tenho amigos, as pessoas desse lugar pensam que eu não tenho voz, não saio, fico o tempo todo no quarto escrevendo. - ele me olha surpreso.

- E você escreve sobre o que? - Por favor não faça mais esta pergunta.

- Nada demais. E você? Me fala sobre você.

- Eu sou o mágico do circo, eu tenho dezenove anos, moro numa casa pequena atrás da praça, gosto de fazer as pessoas sorrirem, gosto de cantar, tocar, me apresentar junto a minha família no circo. 

- E você é feliz assim?

- Sou, muito! - terminamos de tomar nosso chá em silêncio. - Sua mãe gosta mesmo de circo não é?

- Você acha normal uma mulher da idade dela se comportar daquela maneira? - Ele balança a cabeça negativamente.

- Mas o que a levou ficar assim?

- Meu pai, ele a abandonou quando estava grávida de mim.

- Nossa...que merda. - Rimos juntos da sua resposta. - Mas você não precisa ser assim, você parece ser incrível. - Meu coração bate mais forte e mais rápido.

- Então você quer me conhecer? - Ele fica sem reação com a minha pergunta. - Me encontre no jardim, amanhã de manhã. - Ele sorri malicioso.

- Estarei lá. - Ele se levanta e deixa sala de jantar. Fico um tempo rindo sozinho até que Zack aparece na mesa.

- Eu o vi conversando com o mágico. - é mesmo?

- Estávamos conversando sobre o circo. - Me levanto e caminho de volta para o meu quarto.

Não estraguem o dia de amanhã.


Notas Finais


A


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