História Letal - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Atração, Gaaino, Itadei, Máfia, Narusasu, Naruto, Romance, Sasuke, Sasunaru
Visualizações 141
Palavras 2.751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 6 - Preocupações?


Fanfic / Fanfiction Letal - Capítulo 6 - Preocupações?

Capítulo 6 – Preocupações?

 “Era verdadeiro, era indelével, era recíproco, era sincero, era avassalador, era transparente, era onisciente, era forte, era tudo e também nada... Era você e mais algumas interrogações”. - Zines Lo.

 Confusão, essa é a palavra que poderia definir meus sentimentos.

 Faz mais ou menos duas semanas que tudo aquilo aconteceu, toda aquela bagunça com os Hyuuga e meu... Bem, não sei explicar o que houve entre mim e Naruto, mas... Foi algo, aquela reação do loiro significou algo, eu sei disso.

 Bem... Em fim, depois daquilo acabamos por voltar à mansão, e por ironia do destino a primeira pessoa que vi foi Gaara, que acompanhava Ino em alguma de suas saídas clandestinas, as quais o ruivo adorava participar. Meu segundo encontro foi com Itachi, que estava na biblioteca com Deidara, e pelo visto estava se dando muito bem com o mesmo. Por fim, no final de tudo, a semana passou e nada aconteceu, nenhuma morte, o que soou estranho a meu ver, afinal, o Nii-san e o demônio de areia não são de “atrasar” serviço.

 Certo... Saindo dessa vamos para parte onde estou nesse momento, no caso bem do lado do Dobe, que para minha felicidade, ou infelicidade, esta fazendo abdominais na sala de treinamento, e eu me encontro bem ao lado dele, apenas a alguns passos de distancia.

 Tenho que ser honesto comigo, Naruto tem um corpo... Invejável, e desejável também, ele consegue me deixar estranho, nervoso e excitado, e na minha cabeça esses devem ser os sintomas do “gostar”. - Quer dizer... Do A... É do gostar mesmo.

Π (Autora: Sasu-kun está apaixonadoooo!); (Sasuke: Eu? Ficou doida? Não é nada disso); (Autora: Sei... Sei, pensa que me engana né biscuit?); (Sasuke: Pense o que quiser.); (Autora: Hehe...). Ω

 Fiquei encarando o loiro treinar por um bom tempo, sorte que não babei enquanto encarava aquele corpo, que sinceramente estava me deixando maluco, mas não iria arriscar nada, afinal, Naruto é heterossexual, coisa que nunca fui, nem serei, dês de novo sinto atração por homens, e outra que eu o vi beijando a Hyuuga e eles iriam se comer ali mesmo, na minha frente, se aquele tiro não tivesse acontecido, e eu surtado.

 - Sasuke, seu teme avoado, me responda criatura. – Vociferou o loiro, me tirando dos meus devaneios.

- Não enche Dobe, o que você quer agora? – perguntei, já sem paciência para as idiotices do outro.

- Ah credo, que bicho te mordeu? Tá de TPM bastardo? – provocou, me fazendo ficar vermelho, tanto de vergonha, quanto de raiva.

- Olha aqui Na-ru-to, não me venha com suas... – fui calado com uma risada, ou melhor, a risada.

 Naruto começou a rir do nada, quase se contorcendo, faltando pouco para isso, e eu fiquei com cara de bunda, olhando para ele com a boca semiaberta e o semblante confuso.

- Naruto, por que você está rindo agora seu idiota?

- Haha, é que... Há, há – ele não parava para respirar direito. – É que você, haha estava muito, haha. – e então ele parou, dando leves risadinhas, e respirou fundo. – É que você estava muito fofo, não resisti, seu rosto vermelhinho era... Adorável.

 Certo... Esse loiro quer morrer, se suicidar, ou é o que? Bem... Certo que ele me fez corar, mas me deixou com muito mais cara de frustração. – EU NÃO SOU FOFO!

 - Naruto, o que você está dizendo idiota? – obvio que meu tom não era nada repreensivo, estava mais para envergonhado mesmo.

- Teme, se você visse o quão fofo fica com raiva não estaria me encarando assim, parece que quer me matar. Eu só disse a verdade. – explicou, logo dando de ombros em descaso e retomando seus exercícios.

- Tsk... Irritante. – murmurei revirando os olhos e evitando fita-lo novamente.

 Meus sentimentos sempre... Entendam que SEMPRE, foram confusos, eu nunca soube dizer se gostava ou não de alguém, se estava com raiva ou feliz, mas com o tempo fui aprendendo a saber a diferença, enxergando o que era cada coisa, porém, mesmo assim, nunca senti o que era a sensação de gostar, sabia como era, só não havia experimentado. A chegada de Naruto me proporcionou saber como é sentir a necessidade de proteger alguém, mas também ensinou como é não saber se é ou não correspondido, afinal, seria o loiro capaz de sentir o mesmo que eu? Seria reciproco?

 Deixando os pensamentos importunos de lado resolvi treinar também, gastar energia, e para isso tirei a camisa, colocando-a em um cabide, e logo depois sentei em um dos tapetes de exercícios, não demorando a iniciar uma sequencia de abdominais.

 Assim poderia me distrair um pouco.  

  Após três sessões me senti exausto, acabei por sentar e quando resolvi olhar Naruto ele já estava na mesma posição que eu, mas desta vez me encarava, e parecia ser a algum tempo, seus olhos encaravam insistentemente meu tronco desnudo e podia jurar que seus orbes brilhavam.

- Naruto? Você está bem? – perguntei indo até ele e tocando em seu ombro.

- Hm? O que foi? – ele pareceu perdido de inicio, porém, não demorou a se tocar e desvencilhar-se do meu toque. - Estou ótimo... Só cansado.

- Certo, acho melhor pararmos agora. – opinei, mas não dei brechas para negações.

 E assim saímos do campo de treinamento, indo até o corredor dos quartos.

- Então... Quando vai ver a Hyuuga de novo? – senti a vontade subida de saber então não demorei a questionar.

- Não sei, a Hinata é legal e tal, temos um lance, mas não é nada sério, eu diria que é classificado como diversão, ou algo do gênero, então não a chamo muito, só quando quero animar.

- Entendi.

 Confesso que meu ciúme diminuiu consideravelmente depois dessa, fiquei mais aliviado, porém, ainda não estava tranquilo, já que a qualquer hora ele poderia chama-la e eu não queria aquela dor de novo, aquele sentimento terrível.

- E você? Não tem nenhuma distração? – ele pareceu receoso em perguntar, mas não dei importância.

- Não, nunca pensei em mulheres desse jeito. – respondi, deixando no ar que minha fruta era outra.

- Ah então você... Você é... – ele gaguejava um pouco então resolvi ajudar.

- Sim, sou Gay, como vocês popularmente chamam, mas não se preocupe não irei lhe atacar durante a noite, ou algo do gênero. – confirmei, eu estava meio preocupado com o que ele ia pensar de mim.

- Não diga besteiras, nunca pensei que fosse fazer isso, só fiquei surpreso mesmo. - Por que será que isso soa como uma mentira?

- Tudo bem, em fim, vamos tomar um banho. - falei, logo que percebi que havíamos chegado à porta dos quartos.

 Depois de um banho, e trocar de roupa, senti uma vontade imensa de dormir, era grande de verdade, meus olhos pesavam toneladas, e mesmo sabendo que ainda teria de tomar conta do loiro resolvi dar uma cochilada, apenas alguns minutos já seria o suficiente para repor as energias.

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 Acordei com a sensação de algo macio mexendo em meus fios, e acabei ronronando com o carinho, já até sabia quem o fazia, mas não senti vontade de para-lo, aquela caricia era extremamente boa e me fazia querer dormir por horas e horas, porém, isso não era possível. Remexi-me um pouco, a fim de fazer as mãos quentes saírem de minha cabeça, e funcionou, porque logo que fiz o movimento o carinho foi finalizado e tudo parou de se mexer, quero dizer, não sentia mais movimento perto de mim, então resolvi abrir os olhos lentamente e verificar ao redor.

- Que demora em acordar, Teme – a voz do loiro soou pelo quarto.

  Sentei na cama, esfregando os olhos com as costas das mãos para afastar o sono, e depois olhei ao redor encontrando Naruto sentado na borda da cama, meio que ao meu lado, com um sorriso amável nos lábios, quase que bobo, e acabei estranhando isso já que minha cara devia estar toda amassada e os cabelos uma estufa de tão bagunçados.

- Naruto... – sussurrei quase que involuntariamente.

- O que foi?

- O que esta fazendo aqui, Usuratonkachi?

- Ah é que quando acabei o banho você não estava no corredor dai vim ver você no quarto e a porta estava aberta, quando entrei te encontrei dormindo e não quis lhe acordar. –explicou, parecia um pouco constrangido então resolvi não perguntar mais nada.

 - Hm... Tá legal. – murmurei e passei a encarar minhas mãos.

- Então... Vai levantar ou ficar olhando o vento?

- Claro, só estou te esperado sair. – meu sorriso devia ser muito debochado, pois o loiro se sobressaltou da cama, todo vermelho, e saiu do quarto sem falar mais nada.

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 A tarde passou rápida, eu e o Uzumaki ficamos ajudando os pequeninos a lutarem, no caso as crianças prodígio, e também saímos para negociar com outras máfias, algo amigável, nada que pedisse preocupação, porém, pedia e muito de uma carga energética grande. Naruto foi muito bom com todos que encontramos, acabando por fazer-me admira-lo ainda mais, afinal, que mafioso, futuro líder, é gentil, amigável e bondoso, e ainda por cima fofo?  Não existe, é como uma peça rara.

 Já havíamos voltado a casa, o loiro estava tomando banho enquanto eu fiquei no quarto dele, apenas por segurança, ou desejo, não sei explicar, mas, em fim, eu estava lá, optei por ficar fitando a noite pela janela, para não ter risco de ver o Uzumaki de toalha, exibindo aqueles músculos e aquela pele bronzeada.

- É interessante essa relação de vocês. – ouvi a conhecida voz rouca atrás de mim e me virei, lentamente, para fitar o ruivo as minhas costas.

- A sua com a loirinha também... – retruquei.

 Gaara usava uniforme, estava com os cabelos vermelhos arrepiados, totalmente bagunçados, e seu rosto não tinha expressão alguma, a não ser aflição, ele estava preocupado com algo e isso aguçou a minha curiosidade.

- Vamos logo com isso Sabaku, o que tem a me dizer? – perguntei, deixando de lado a curiosidade sobre os problemas alheios e dando atenção aos meus.

- Tem problema dizer aqui? – questionou olhando na direção do banheiro, onde Naruto estava.

 Fiz um manuseio com a cabeça indicando a porta para sair do quarto, eu logo atrás do ruivo, que já caminhava para o lado de fora. Quando finalmente saímos do aposento fechei a limiar e encarei o homem a minha frente com uma sobrancelha erguida.

- Então? – apresei-o, já ficando um tanto impaciente.

- Fugaku – ele suspirou – Ele esta estressado, quer que executemos nossas missões, mas... Bem, ele tem confiança em nós, afinal, somos os melhores e sempre fizemos nosso trabalho sem deixar rastros, e lepidamente. Agora, que devemos executar os herdeiros Uzumaki, nada esta dando certo, e a demora esta sendo Imensa de mais, teu pai não quer mais esperar.

- Primeiramente, aquele homem não é meu pai, e segundamente- suspirei – Não vamos... Nós não... Eu sei meus motivos pela demora, mas e você e o Itachi? Por que a demora em executar suas missões?

-... Não, não posso dizer o motivo pelo qual eu não realizei minha missão, mas devo afirmar que... – ele pareceu hesitar por um momento. – Não irei cumprir, na verdade acho que renunciarei desta máfia e entrarei definitivamente na Kyuubi. – revelou tranquilamente.

- Hm... – murmurei não muito surpreso. - Que bom que vai sair do lixo que é a Sharingan, faz muito bem. Eu até faria o mesmo que você, até tenho minhas duvidas sobre o querer de Itachi, mas ainda sim...

- Eu sei, e acho que vocês dois deviam sair também, encarar as consequências. Fugaku vai querer nos ferrar entregando nossas verdadeiras identidades a Kyuubi, mas não me importo, se a Ino quiser me punir pela traição eu aceitarei, só quero sair das mãos daqueles Uchihas.

- Não me importo em sair da Sharingan, muito menos na punição que levarei se for descoberto, na verdade não me importo com nada, estou apenas cumprindo meu trabalho. – Mentiroso, eu. Sou. Um. Péssimo mentiroso.

- Talvez tenha razão, você não se importa com o castigo, mas tenho certeza que se tratando de Naruto o, “eu não me importo”, muda rapidinho. – desdenhou o ruivo.

- Vai falando, com a Ino você também não é diferente, demônio de areia. – devolvi no mesmo tom.

- Certo, então deu empate. – concluiu.

- Hm...

- Mas... Então, você vai fazer o que?

- Não sei, acho que irei com você...

 Meu cérebro procurava por escapatória, eu sabia que sair da Sharingan era suicídio, ainda mais quando teu pai é o líder e você um de seus melhores subordinados, mas na verdade minha preocupação estava em Naruto, em quando ele descobrisse a minha identidade. Talvez ele me mate.  Em fim, eu não me importo, só vou seguir o Gaara e pronto, o resto vem depois.

- Hm... Então amanhã, depois das 2h30 vamos sair, iremos ao escritório do Madara. – ele suspirou frustrado e eu o imitei, afinal, Madara seria um assunto delicado, se tivermos sorte sairemos vivos do escritório dele, mas com algumas sequelas, talvez algumas costelas quebradas e uma facada no peito.

 Resolvi pensar nas consequências da minha decisão na hora de dormir, agora precisava voltar e ver o loiro.

- Vou indo, amanhã nos encontramos. – decidi de vez.

 Voltei ao quarto do Uzumaki, ainda meio perdido em pensamentos, não podia acreditar que aquilo estava acontecendo, que eu sairia da Sharingan e ficaria definitivamente na Kyuubi. – Onde foi parar o antigo Uchiha Sasuke? Cadê a falta de sentimentos? Por que estou tão cheio de... Sensações?

- Sasuke? Onde você estava? – A voz de Naruto ecoou em meus ouvidos fazendo-me voltar à realidade.

 O loiro estava vestido com uma regata laranja e uma calça de dormir preta, seus cabelos estavam bagunçados e um pouco úmidos, deixando os fios dourados com uma cor mais escura.

- Lugar nenhum, dobe. – respondi sem dar importância. – Não fique me enchendo de perguntas, vá dormir.

- chato.

- Hm...

- Você vai... Você pode... – observei o rosto do Uzumaki se transformar na cor do cabelo do Gaara, e senti vontade rir, mas segurei.

- Eu o que, Usuratonkachi? – ajudei-o, fazendo cara de inocente e sorrindo totalmente oposto.

- Você pode dormir aqui comigo? – perguntou ele por fim, já quase um tomate, ou pior que o mesmo, de tanta vergonha.

- Hm... – fingi pensar no assunto por um tempo. – Por quê?

- Ah... Não sei teme, só estou perguntando. – disse já formando aquele bico gostoso nos lábios, que se juntaram as bochechas coradas, o deixando fofo de mais. Que vontade de mordê-lo.

- Tudo bem... – murmurei sorrindo discretamente. – Mas já digo que não ficarei no chão.

- Folgado.

 No fim decidimos deitar e dormir, o loiro foi primeiro e acabou, consequentemente, apagando logo que se deitou na cama. Eu, por outro lado, fiquei o observando dormir, gravando as expressões angelicais do Uzumaki, e torcendo para poder vê-las sempre, pedindo, implorando aos deuses, que não tirassem Naruto de mim.

 Com esses pensamentos acabei me perdendo e ao perceber estava deitado com o rosto muito próximo ao do dobe, nossos narizes se encostavam e era muito boa a sensação, queria ficar mais tempo naquela posição, porém, decidi sair antes que fizesse alguma besteira.

 - Você vai me perdoar, não é? – perguntei, mesmo sabendo que o loiro não estaria ouvindo. – Espero que sim, pois gosto muito de você.

 Ótimo! Agora dei para falar sozinho, QUE MARAVILHA. Os sintomas do gostar são... Arg.

 Já ficando louco com o rumo que minha imaginação ia preferi dormir, e para isso tive de voltar a ficar próximo do Uzumaki, já que o mesmo estava no meio da cama, então seria inevitável uma proximidade.

 Merda!

 Deitei meio receoso, virado de costas para o loiro, só por precaução, e então vendo que tudo estava certo fechei os olhos, pronto para dormir, mas como nunca, nunca mesmo, a sorte bate na minha porta, Naruto, que eu tinha certeza estar dormindo, se mexeu chegando mais perto de mim e me abraçando por trás, chegando a me aconchegar abaixo de si. – O QUE ESTA ACONTECENDO? Por que estou gostando tanto disso? É um dos sintomas do gostar? – Ah não importa, optei por largar um foda-se em tudo e ficar ali, seguro, naquele aconchego.  Chega de preocupações, chega disso tudo.

Antes de apagar de vez fiquei pensando. Seria Naruto capaz de gostar de mim como gosto dele? Esse sentimento poderia ser... Reciproco? Sinceramente não sei, não consigo pensar no assunto, mas tenho certeza que esse loiro mexe comigo... Talvez não seja apenas um simples gostar que resida em meu peito. Poderia existir algo a mais?


Notas Finais


E ai? Gostaram?

Se gostou, por favor, favorite, e se tem algo a me dizer, comente. - Please amores, não deixem de comentar, eu quero MUITO saber o que acharam do capítulo. <3 Participem, não sejam fantasmas.


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