História Let's Fire Or Let's Die - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Scream (Série)
Personagens Audrey Jensen, Brooke Maddox, Eli Hudson, Emma Duval, Gustavo "Stavo" Acosta, Kieran Wilcox, Nina Patterson, Noah Foster
Tags Audrey Jensen, Bex Taylor Klaus, Brooke Maddox, Carlson Young, Emma Duval, John Karna, Noah Foster, Santiago Segura, Scream, Stavo Acosta, Willa Fitzgerald
Exibições 64
Palavras 1.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Início


Já faz 2 semanas desde a ligação desconhecida. Não contei nada a Audrey, não quero estragar o nosso momento, muito menos deixar ela preocupada, ainda mais depois de tudo o que aconteceu. A faculdade começa daqui 3 meses, e eu confesso que tô bem ansiosa. Hoje é 21 de dezembro, faltam 4 dias para o Natal, e Noah com sua namorada Joanne vem aqui em casa. Brooke vai tentar vir, mas não deu certeza.  Eu estou trabalhando na biblioteca da Universidade, e a Audrey como atendente numa lanchonete aqui perto de casa. Ela vive reclamando, mas o salário é bom, e a gente consegue manter a casa em ordem e as contas em dia.

- bom dia amor. – ela diz toda sonolenta ao chegar na cozinha. Ainda está com a calça moletom e a regata preta que fica extremamente sexy no seu corpo.

- bom dia chuchu. – lhe dou um beijo rápido enquanto coloco café pra ela. – que cara de quem não dorme bem há dias.

- eu tô um caco, e a culpa é sua. – ela diz enquanto toma um gole do café. – você não deixa a gente dormir. – ela diz dando de ombros. Faço cara de indignada.

- bem eu mesmo que em plenas 3 da manhã fica colocando o dedo nas intimidades dos outros. – ela se afoga de tanto rir. – que foi?

- você anda lendo demais na biblioteca. "Intimidade dos outros". - ela diz fazendo aspas com os dedos.

- Audrey, eu sempre fui nerd. Agora cala a boca e come essas panquecas.

- nossa, mandona. – ela espicha a língua pra mim. Levanto uma sobrancelha.

- que horas são? – procuro meu celular.

- seu celular ficou lá no quarto, e agora são exatamente 07:25.

- preciso ir logo. – subo correndo enquanto tiro minha roupa pra tomar um banho. Tomo uma ducha rápida e saio. Quando entro no quarto, Auds está... sem roupa, na cama?

- o que é isso? – digo frustrada. Ela ri.

- nossa, que cara de quem foi comida e não gostou. Ah, tava pensando em dar uma aproveitadinha antes de você sair. Quem sabe? – ela me puxa no seu colo e minha toalha cai. Ela me beija gentilmente enquanto seus dedos descem dos meus seios à minha intimidade. Ela já conhece tão bem meu corpo e mesmo assim sempre tem o mesmo efeito sobre mim.

- sempre molhada. - ela diz baixo no meu ouvido. Só ouvir a sua voz quase me faz ter um orgasmo.

- acabei de sair do banho. - digo baixo. Ela ri.

- não vale, vacilona. - ela me vira e me faz ficar de 4. Dá um tapa forte na minha bunda e eu solto um grito baixo. Ela coloca 2 dedos em mim lentamente enquanto me dá tapas fortes, caralho, Audrey virou sadomasoquista? Ela continua até eu gritar e então para, me virando rapidamente enquanto me beija de uma maneira feroz, me empurrando na cama com força. Me seguro nos lençóis quando sua boca começa a me chupar e morder, eu estou a beira de um abismo, Audrey me levando cada vez mais pra lá. Quando ela usa os dedos e a língua ao mesmo tempo, eu me rendo. Grito seu nome alto o suficiente pra todo o nosso bairro ouvir, porém nosso bairro é quase vazio, então tudo bem. Meu quadril tá todo vermelho pelos tapas. Audrey!

- você acha isso engraçado sua gay? - digo enquanto deito ela na cama e me ajoelho.

- gay? Adoro. - faço ela sentar e a puxo na beira da cama.

- se apóie nos cotovelos. - repito a frase em que ela me disse naquele dia do meu aniversário. Ela sorri, provavelmente se lembra. Subo mordidas lentamente por toda a sua coxa, ela gemendo baixo e segurando meu cabelo. Quando chego no seu sexo, passo a língua lentamente. Ela solta um gemido grave, do fundo da garganta. Ela está realmente gostando. Sorrio e começo a chupar a rapidamente, língua e dedos. Ela fecha os olhos e respira com a boca aberta, enquanto geme alto. Aumento o ritmo e a pressão, até que ela cai na cama e então percebo que ela teve um orgasmo. Me levanto e subo em cima dela, beijando seus seios e subindo até sua boca.

- satisfeita, srta. Jensen?

- creio que sim, srta. Jensen. - ela diz sorrindo e me beijando.

Me levanto rapidamente e olho no relógio. Já são 08:12! Mas o quê? Nem respirei direito! Pego meu vestido cor de ameixa e minha sapatilha preta. Prendo meu cabelo e passo um batom claro.

- esse vestido tá muito curto. - Audrey diz encostada na porta, já de roupa. Ela está séria, portanto o comentário deve ser levado a sério.

- não acho. - digo batendo os cílios levemente. Ela se aproxima de mim e me faz olhar no espelho. Nós duas, a garota de cabelos negros e pele morena clara, com a garota extremamente branca e de olhos azuis. Um belo casal. Mas ela me tira dos meus pensamentos quando coloca sua mão dentro do meu vestido.

- sua perna está toda descoberta. O vestido é curto, e isso aqui. - ela toca meu sexo. - não está longe da bainha do vestido. E eu não quero nenhum marmanjo olhando o que é meu. - ela separa minha calcinha e coloca um dedo em mim. Anseio por mais, mas ela tira o dedo e sai do quarto. Uau!  Audrey Jensen super enciumada e sexy! Preciso deixar ela assim mais vezes!

Sorrio enquanto pego minha bolsa e saio. Ela já está toda arrumada, pois entra no trabalho às 09:00. Eu deveria ter entrado às 08:30, mas já são 08:30. Vou atrasar meia hora. Mas aviso à sra. Klee depois.
Nós saímos de mãos dadas, e é incrível como aqui em Los Angeles as pessoas são tão acostumadas à isso. Muitas ainda sorriem para nós, outros nos dizem bom dia. Em Lakewood não era assim.

Audrey me deixa na Universidade e volta pra lanchonete. Eu sempre digo que não tem lógica ela andar tudo pra ter que voltar depois, mas ela nunca me escuta. Estou sentada na biblioteca quando meu celular toca. É Brooke.

- oi amor! - ela diz toda animada. - preciso falar rápido, a ligação daqui é uma facada de cara! Vou aí depois de amanhã! Me esperem ein?

- oi linda! Tudo bem! Vou esperar! - digo rapidamente.

- te mando mensagem depois beijo! - e desliga. Acabo rindo sozinha. Abro a biblioteca, e ficar sozinha nesse lugar enorme me deixa apavorada. Cai uma nova mensagem no meu celular. Mas não é de Brooke.

"Amigos reunidos? Muito bom! Eu acho que você não deveria ficar sozinha num lugar tão grande..."


Notas Finais


Comentários <3


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