História Lets Not Fall in Love - Take Care of Her - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, DaeSung, G-Dragon, SeungRi, T.O.P, Taeyang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Big Bang, Dae, Daesung, D-lite, Drama, Kpop, K-pop, Romance, Seul, Seung, Seungri, Taeyang
Exibições 152
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


QUE NÃO CONSEGUI ME SEGURAR
Eu tinha que atualizar logo, senão eu ia ter um treco~
Tô tão ansiosa que nem vou falar muito.
O grupo do whats ainda tá aberto, caso alguém queira entrar~
(É um grupo onde informo sobre a fic, sobre as atualizações, peço opinião e etc... Também falamos sobre kpop e coisas variadas :3)
Enfim, leiam com carinho <3 Eu escrevi tudo hoje!

Boa Leitura!

Capítulo 42 - Correndo Ao Seu Encontro


Fanfic / Fanfiction Lets Not Fall in Love - Take Care of Her - Capítulo 42 - Correndo Ao Seu Encontro

Kwon’s P.O.V on

 

Eu fui um burro.

Um idiota.

Eu perdi o controle e fiz a merda toda acontecer.

 

Seunome me olhou do jeito mais cruel que me machucou. Sua expressão me fez repensar tudo, me fez sentir o quanto eu sou imbecil. Tê-la magoado... O que foi que eu fiz? Agora apenas o que vejo é Seunome correr porta a fora, sem poder reagir. Porque? Porque sou um covarde. Joshua tem razão, eu sou um babaca covarde, mal tenho a capacidade de ir atrás dela. Ainda há tempo?

- O que aconteceu aqui? – Choi se aproximou, parecendo zangado.

- Eu fiz merda.

- Isso nós já percebemos – ele respondeu.

- Hey... Pega leve. – Taeyang colocou a mão sobre o ombro de T.O.P. - O que houve contigo? – questionou referindo-se aos machucados.

- Eu falo sobre isso depois... Ainda posso concertar tudo. – olho para eles, que tendo concordado silenciosamente me servem de apoio para que eu corra atrás de Seunome logo depois.

Desacelero rispidamente ao chegar a calçada em frente de casa.

Onde ela está?

Para onde foi?

Olho para os lados e reflito sobre os possíveis lugares para onde ela pode ter ido, e já tenho um bom palpite que talvez seja previsível demais, mas ela é do tipo previsível quando se trata dos lugares onde pode se refugiar.

Volto para dentro e os garotos ainda estão onde os havia “deixado”. Em pé, parecendo tensos e falando aos murmúrios.

- Encontrou ela? – Dae se pronunciou, parecendo preocupado.

- Não, mas eu sei para onde ela foi.

- E porque não vai até lá? – Dae questionou confuso.

- Ela precisa pensar um pouco... – Seungri roubou minhas palavras e eu apenas concordei.

- Mas... O Joshua. Foi ele quem fez isso com você? – Taeyang logo veio para cobrar uma explicação.

- A Gangue toda. Se fosse apenas ele eu poderia ter reagido... Foi o tal ritual de retirada, não foi? Você me disse que não tinha feito. – Choi disse, relembrando de conversas antigas.

- Sim.

- Se o Josh voltou, ele pode fazer qualquer coisa a Seunome. Ela está em menos condições de andar sozinha que antes. Já pensou sobre isso? – Taeyang me fez refletir, e agora eu estava verdadeiramente assustado.

Não posso deixá-la sozinha, ainda mais agora.

Ela pode me odiar o quanto quiser, mas por essa noite eu realmente não a deixaria se afastar.

Fiz um sinal rápido sinalizando que iria atrás dela para os garotos, que firmemente me apoiaram com outro sinal. Corri ainda mais rápido que da última vez. Não parei no jardim, mal parava nos sinaleiros também, e dei graças pelo fato de Seul estar pouco movimentada na área que me levaria até meu destino.

Somente Seunome e o desejo de protegê-la passavam em minha cabeça naquele momento... E por algum motivo lágrimas começaram a escorrer dos meus olhos. Enxuguei-as insistentemente enquanto corria. A quem quero parecer forte? Ninguém estava por ali, ninguém que conheço. Talvez eu apenas esteja querendo provar a mim mesmo a minha coragem, que a pouco se esvaiu por completo, como a erosão que leva as casas morro abaixo.

Não quero ser essa casa que é levada pela erosão.

 

Eu finalmente cheguei.

Não pensei, apenas fui.

Caminhei até os fundos, depois agarrei-me degrau a degrau, subindo.

As lágrimas já cessaram, o que importa agora é...

- Como sabia que eu estava aqui? – virou-se pouco, apenas um dos olhos a mostra. Vermelhos e de rosto inchado.

- Eu te conheço bem, Seunome. – respondi, me aproximando sentindo-me aliviado por encontrá-la.

- Veio tentar me provar que o que disse era verdade? – virou-se para o lado oposto assim que me sentei ao seu lado.

- Não. Eu estava enganado sobre aquilo que disse... Você tem razão, eu não conheço o Joshua o suficiente para afirmar qualquer coisa.

Ela virou-se para mim, sem me mostrar seu rosto inteiro ainda.

- Não devia me dizer o contrário? Você estava afirmando tudo com tanta convicção... – soluçou algumas vezes.

- Não se preocupe, eu só estava nervoso.

Ela permaneceu em silêncio.

- Você sabia que ele estava fora... Vocês se conhecem então?

- Eu já disse pra você, tudo o que eu disse era mentira. Não sei por que disse aquilo... Me perdoa. – abaixei a cabeça e ela finalmente se virou por completo.

- Me perdoe por te fazer correr até aqui... Não queria te deixar preocupado.

- Me preocupar com você é natural, já que eu... – parei subitamente.

Eu quero falar... Eu quero muito falar!

Ela me olhou, aguardando pelas próximas palavras.

- Eu sou seu melhor amigo. Amigos se importam uns com os outros, certo? – forcei um sorriso, mas ela pareceu insatisfeita com a resposta, embora sorrisse também.

- Eu gostaria de ficar sozinha um pouco... – ela pediu em voz baixa, parecendo envergonhada e contraditória.

- Claro... Eu vou te esperar lá embaixo. – me levantei.

- Não! Quer dizer... Não espere por mim. – corrigiu-se depressa.

- Eu não pos... – ouvimos uma trovoada.

Paramos brevemente, contemplando o céu que antes já estava escuro. A noite estava sendo tomada por flashes devido aos relâmpagos.

- Chuva. – falei e ela apenas acenou com a cabeça sem tirar os olhos do céu.

Logo os pingos começaram. Lembrei do dia em que a resgatei...

 

Flashback mode on

 

Segui-a por todo o seu percurso. Hoje era meu dia de vigiá-la, era esse o plano. Depois que entrei na universidade ficou ainda mais difícil protegê-la, na verdade, foi um pouco antes disso. Precisei da ajuda dos meus amigos para cuidar dela também.

Eu assisti a tudo, tudo mesmo! Ela discutindo com o dono de seu condomínio, suas coisas sendo despejadas na esquina, Seunome se entregando a desilusão de uma boa vida ao se juntar a mobília rejeitada. Logo após isso, a visão dela correndo na chuva e encontrando um abrigo...

Ela parecia tão miserável quanto uma mendiga, jogada a um canto como um trapo velho. Essa visão era de fazer meu sangue ferver de raiva. Eu mesmo pagaria sua residência se ela não fosse tão curiosa a ponto de perguntar que lhe fazia esse favor.

Fiquei um tempo esperando uma idéia me surgir na cabeça, mas apenas uma, que já me rondava a mente, era a mais plausível naquele momento. Levá-la para casa comigo. Com certeza eu seria vítima das acusações e sermões dos garotos, mas preferia isso a vê-la sofrer desta maneira.

Então eu o fiz.

Levei-a comigo até o carro. Parecia um corpo desmaiado, e devia estar mesmo, pois nem sequer abriu os olhos. Peguei suas coisas – as necessárias – e coloquei o celular destruído que havia recolhido durante sua fuga da chuva e o guardei.

Ela estaria a salvo comigo.

 

Flashback mode off

 

- É melhor irmos se não quiser se molhar. – falei com serenidade e ela concordou.

Descemos as escadas, com a chuva já tomando força.

Estávamos correndo pelo centro deserto da cidade, uma parte um pouco mais afastada cheia de lojinhas de conveniência e cafeterias vazias. A pouco ela havia agarrado minha mão ao deslizar em um poça, desde então não a soltou. Quando passávamos por um pequeno bar ela parou de correr, fazendo-me parar também.

- O que foi? Aconteceu alguma coisa?

Estávamos encharcados e ofegantes.

Ela pensou por um tempo, então levantou os olhos apertados devido  as gotas que caíam sem parar e disse:

- Eu quero entrar no bar.


Notas Finais


Obrigada por lerem, favoritarem, comentarem... Por tudo!
Obrigada por me apoiarem ><

Beijos de Nutella, porque Yo No Hablo Español :v (GITH, genten~)


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