História Let's not fall in love - Capítulo 36


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Alfa!taehyung, Bottom!jungkook, Bts, Chanbaek, Jungkook, Mpreg, Namjin, Ômega!jungkook, Otp, Taeguk, Taehyung, Taekook, Top!taehyung, Vkook, Yoonmin
Exibições 1.122
Palavras 2.027
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, olá

Cheguei.

Boa leitura!

Capítulo 36 - Capítulo 36


Fanfic / Fanfiction Let's not fall in love - Capítulo 36 - Capítulo 36

 

É estranhamente maravilhoso pensar que há pouco tempo eu estava tentando criar um momento só para nós dois, eu e Taehyung, e agora tenho dois bebês dormindo calmamente em meus braços.

Os olhos puxados, a boca pequena e fofinha, os fios negros e lisos levemente caidos sobre as testas pequenas, até mesmo uma pinta na ponta do nariz de um dos dois. Posso dizer que de fato a maioria das característica físicas são do TaeHyung, talvez algumas poucas minhas que é cedo demais para definí-las.

Eu até mesmo costumava dizer que todo bebê nascia com cara de joelho, mas vejo que estava totalmente enganado, ou talvez, amor de quem gerou seja cego.

Eu poderia passar o resto da minha vida olhando esses rostinhos, o que de fato eu sei que farei, mas os pequenos detalhes que descubro torna tudo mais maravilhoso e talvez meloso. Nem eu mesmo me reconheço às vezes.

— Nossos filhos são tão lindos. — TaeHyung comenta, com a mão em meu ombro, enquanto a outra acaricia os corpos menores. — Eles me lembram tanto você, eu espero que eles sejam como você.

— Eu acho que eles se parecem com você, eu não me importaria caso eles dois virem a ser uma cópia sua no futuro.

— Seja com quem eles se parecerem mais, eu espero que eles sejam crianças saudáveis. — Sorri, deixando um selar em meu cabelo. — Eles me parecem tão saudáveis para quem nasceu de oito meses, nem mesmo precisaram de ir para a incubadora.

— Como foi? — TaeHyung me encara confuso. — Como foi quando eles nasceram? Eu dormi por muito tempo... queria ter pegado os dois no colo assim que ouvisse o primeiro choro deles.

— Foi tão bonitinho te ver naquela mesa, enquanto o TaeGuk chorava, logo depois veio o JeongHyung e... Eu acho que esse é o dia mais feliz da minha vida.

— Você achou bonitinho me ver sob efeito de sedativos porque não era você que estava sentindo o corpo se rasgando ao meio. Se não tivessem aplicado aquilo em mim eu desmaiaria sozinho.

— Eu consigo te achar lindo até fazendo drama desse jeito. Eu sinto tanto em não ter te dado a devida atenção, é tudo culpa minha eles nascerem tão cedo. — Suspira. — O doutor irá trazer os resultados dos exames de sangue, só isso para confirmar quem é o nosso pequeno Alfa e o grande Ômega.

— Eu acho que o JeongHyung é como eu. — Comento, enquanto TaeHyung pega o outro no colo. — Ele aparenta ser mais... Ômega?

— Eles dois são tão iguais, Jeongguk...

— Mas eu sinto que ele não é um Alfa nem Beta...

— Eu não irei deixar que nenhum Alfa se aproveite do meu garotinho. — TaeHyung rosna, se sentando na poltrona de acompanhante com TaeGuk no colo. — Você irá proteger seu irmãozinho, não é, TaeGukie?

— Calma, Tae... — Sorrio, tentando acariciar seus fios que se encontram longe demais. — Eles são muito novos para você começar a pensar em protegê-los de crianças.

— Eu me sinto responsável por alguém além de mim. — Suspira, acariciando os fios do menor. — Eles parecem tão indefesos, eu tenho medo de apertá-los demais e eles quebrem.

— Você será um bom pai, TaeHyung.

— Eu tenho medo de não conseguir.

Nos encaramos por um tempo, enquanto TaeHyung tenta se manter acordado com o menor em seus braços, a noite deve ter sido difícil para ele, ainda mais por conta do nervoso e ainda esperou que eu acordasse para que pudesse relaxar um pouco.

— Os nossos pais e até mesmo seu irmão estão aqui. — Quebra o silêncio. — Eles esperaram comigo até você acordar, eu decidi assistir tudo, mas depois que levaram os bebês eu fiquei com medo de você não acordar mais. — Confessa, limpando uma lágrima. — Eu até estou chorando de novo, eu fiquei preocupado você nunca acordava.

— Não fale dessa forma, eu me sinto culpado por eles terem nascido tão cedo e por te fazer esperar. — Suspiro. — Minha omma vai entrar?

— Não... Ela já os viu pelo vidro do berçário, eles só estão aqui para você conhecê-los. A enfermeira que os trouxe informou que logo viria passar aquelas informações para você também.

— TaeHyung, você pode ir para casa, descansar... Eu ainda ficarei aqui por alguns dias.

— Eu sou o seu acompanhante, posso dormir aqui. — Sorri. — Mas eu realmente preciso de um café para me manter acordado agora, você se importa em ficar sozinho até a enfermeira chegar?

— Eu estou com eles.

TaeHyung logo sai, deixando um enfermeira comigo. A senhora já de idade, com sorriso gentil começa a me contar sobre seus filhos e até mesmo que um está se formando em medicina e irá se especializar em pediatria. Realmente uma mulher simpática.

— Eles precisam tomar um banho ainda, além de se alimentarem e dormirem. Amanhã eu ensinarei a você como dar banho e alimentá-los da forma correta, mas agora realmente preciso levá-los de volta.  — A enfermeira diz, enquanto segura TaeGuk bebê no colo. — O peso de cada um está adequado e eles não estão com dificuldade para respirar ou se aquecer, é provável que nem cheguem perto de um incubadora, isso dependerá das próximas horas.

— Eu dormi por quanto tempo? — Pergunto, ainda concentrado na criança em meus braços. — Digo, eu queria saber se eu estive desacordado por tanto tempo a ponto de ter tempo para que tantos exames fossem feitos.

— Dormiu o suficiente para que o efeito do sonífero passasse e nós, da equipe médica, pudéssemos fazer exames simples, esse garotão aqui... — Ajeita o que carrega nos braços. — Ele é um Alfa, provavelmente será bem forte, nasceu com dois quilos e seiscentas.

— Ele será forte, eu espero. — Sorrio em agradecimento. — Se ele é um Alfa, o outro...

— É um Ômega. — Responde sorridente. — Betas só nascem de relacionamentos em que um dos progenitores é um Beta, já pelo seu prontuário vejo que seu marido é um Alfa, os dois de linhagem pura.

— Eu não teria problemas caso a minha Coisinha fosse um Beta.

— Em tantos anos de trabalho nesse hospital eu já ouvi de tudo, desde Pequena Amora, até Passarinho Azul, mas é a primeira vez que eu vejo alguém chamar de coisinha de uma forma carinhosa. Eu vejo que você os ama, mesmo sendo jovem ainda.

— Eu tenho 18, não sou tão novo. — Um sorriso surge nos lábios da mulher, enquanto a mesma balança a cabeça em negação. — Talvez um pouco, mas eu sou responsável.

— Seu marido é bastante jovem, além de ele ter ficado do seu lado por todo o procedimento, quase desmaiou quando viu o sangue, mas se manteu firme.

— O TaeHyung é uma criança grande...

— Ele é o mais novo? Ele parecia tão responsável que...

— Oh, não, eu sou mais novo que ele... — Respondo baixo, sendo interrompido pelo choro da criança em meus braços. — Senhora, me ajude!











 

[...]

 

Depois de alguns dias, finalmente tivemos alta e saímos do hospital para casa.

No período que estava preso lá, junto aos bebês, TaeHyung só saia do meu quarto para comer algo, tomar banho em casa ou fazer uma ligação. Acabou que ele estava vivendo uma vida de prisioneiro de hospital também.

Agora, voltando para casa é como se eu estivesse livre de tantos enfermeiros me visitando a cada meia hora.
 

TaeHyung abre a porta com um pouco de dificuldade e eu entro na frente, com TaeGuk no colo, enquanto ele vem logo atrás com JeongHyung.

Entro no quarto dos bebês, colocando-o no primeiro berço e TaeHyung faz o mesmo com o segundo, observando-os dormir calmamente.

TaeHyung passa os braços ao redor do meu quadril, apoiando o queixo em meu ombro.

— Você precisa descansar também, não é bom para você ficar em pé durante tanto tempo.

— Eu estou bem, TaeHyung. — Respondo em tom baixo.

— É estranho não sentí-los mais aqui. — Me aperta um pouco mais em seus braços. — Mas é bom saber que eles estão aqui.

Concordo com um movimento de cabeça e TaeHyung começa a massagear minhas costas, relaxando meus músculos.

— Você está bastante cansado por ficar o dia todo deitado em uma cama de hospital, mas acho que deitar um pouco te fará bem.

— Claro, aquilo não era nada confortável, Tae... mas agora estamos em casa. Eu, você e os bebês.

— Será que eles irão chorar muito? Já estou me preparando para isso...

— Acho que o TaeGuk chora mais que o JeongHyung... — Um choro corta minha fala. — Falando nele...

— O que você tem dessa vez, bebê? — TaeHyung se aproxima do outro berço, pegando a criança no colo e balançando levemente. —Jeongguk, o que ele tem?

— Ele tem fome. — Caminho até a porta. — Vou ir preparar o leite deles dois, daqui a pouco o Jeonggie acorda e será mais fácil se já estiver pronto.

— Eu tentarei fazer com que ele pare de chorar.

Saio do quarto, indo em direção à cozinha e preparando o leite dos menores. Faço o caminho de volta para o quarto, quando a campainha toca. Falo em "já vai" em tom alto o suficiente para quem estivesse do lado de fora ouvir, continuando meu trajeto até o quarto, colocando as duas mamadeiras na mesinha e chamando a atenção de TaeHyung.

— A que está mais quente é a do JeongHyung já que ele não irá tomar agora. Eu já volto para te ajudar.
 

Abro a porta da entrada, tendo a visão de um JiMin sorridente e um YoonGi com cara de tédio. Dou passagem para que eles possam entrar e logo JiMin me abraça, dizendo que eu não deveria sair da cama para atender a porta.

— O TaeHyung contou para o Suga que vocês chegariam hoje... Cadê os bebês?

— No quarto, com o TaeHyung. — respondo ainda meio sufocado com o abraço do mais velho.

— Eu comprei um presente, na verdade dois, eles irão ficar lindos com as roupinhas que eu comprei, as duas são verdes, senhor "Branco É Melhor Que Cores".

— Jiminnie, não precisava ter se preocupado com os presentes, eles já tem de tudo.

— Claro que me preocupo, um bom padrinho deve presentear seus afilhados.

— Quê?

— Isso mesmo, ele está se convidando para ser padrinho dos seus filhos. — YoonGi diz, sentando-se no sofá e logo Jimin me larga, indo para o seu lado.

— Eu não aceito isso. — Jimin faz uma cara surpresa. — Só aceito se o Yoongi também for padrinho, senão nem rola.

— Eu já seria padrinho do TaeGuk de qualquer maneira. Promessa de infância.

— Que tipo de promessa é essa que envolve meu filho e eu não sabia?

— Quem tivesse o primeiro filho, independente de com quem fosse, o outro iria ser o padrinho. O TaeGuk nasceu primeiro, então eu seria padrinho dele de qualquer maneira.

— Eu ainda espero o dia que meu afilhado irá nascer. — TaeHyung diz, entrando na sala. — Eles estão dormindo como anjinhos, Kookie.

— Eu sempre soube que você teria filhos primeiro, eu nunca quis ter filhos de qualquer maneira, não tem como imaginar minha vida com crianças, não agora.

Jimin se levanta, murmurando um "vou ir conhecer os bebês" e indo em direção ao quarto de hóspedes. Vou atrás dele, abrindo a porta e o encontrando sentado na cama, chorando.

— Você não pode correr ainda. — Comenta, tentando inutilmente limpar as lágrimas.

— Jimin, me conta o que está acontecendo... Você saiu correndo de lá,sem ao menos explicar nada. — Ignoro sua observação, me sentando.

— Eu sempre quis ter filho, sabe... — Sorri triste. — Mas YoonGi nunca aceitou a ideia de ter no mínimo um filho... Pelo menos, antes dos trinta a resposta é não.

— E você já tentou conversar com ele? Perguntar se ele tem medo de que uma criança atrapalhe vocês dois... Eu não sei ao certo, mas ele não te deixaria por conta de uma criança.

— Sempre a mesma resposta, sempre fazemos planos para o fururo, mas ele nunca inclui filhos...

— Dê tempo ao tempo, converse com ele... quem sabe com os meus filhos agora ele não sinta vontade?

— Eu espero que sim e quem diria que um dia você me daria bons conselhos. — Sorri triste. —E você não vai me deixar ver os bebês? Eu vim para isso e não para chorar em seu colchão.

— Vem, você vai ver como eles são lindos.  — Seguro sua mão, me levantando.

— Se eles parecerem com você serão maravilhosos.

— Que fofinho, JiMinnie... Se eu fosse Alfa te pegava.

— Está louco? Nós dois daríamos choque.










 


Notas Finais


Eu reescrevi esse capítulo umas quatro vezes e nem com macumba saia da forma que eu queria q

Coloquei esse YoonMin de leve no final para ficar um pouco maior, e, bom, isso será um pouco importante no decorrer da fic.


Hoje é dia das crianças/Nossa Senhora Aparecida/Feriado/DEUS EH TOP/Aniversário do JiMin

Na verdade aniversário do JiMin é daqui 10 horas, mas eu nem vou estar acordada às 12hrs né qq

Levem esse capítulo como sei lá, mas parabéns JiMin, mesmo que ele nunca irá ler isso

EU AMO PARK JIMIN AAAAAAAAA


eu vou ir ali parar de ser doente


Para quem quiser ler as fics que eu postei nesses dias:

Drabble | TaeKook

https://spiritfanfics.com/historia/pessoas-de-papel-6601149


Texting | taekook (eu to escrevendo uma texting, amem irmaos e deus eh top)

https://spiritfanfics.com/historia/cantadas-para-jungkook-6682568

Twitter: @wutaozi

Perdoa os erro e não desiste de mim.

Até o próximo!

E eu preciso responder os comentários dos capítulos anteriores alguma hora, socorro.


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