História Letters in the sleeve - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Truque De Mestre
Personagens Arthur Tressler, Dylan Rhodes, J. Daniel "O Amante" Atlas, Jack "A morte" Wilder, Merritt "O Eremita" McKinney, Personagens Originais, Thaddeus Bradley
Tags J Daniel Atlas, Jesse Eisenberg, Truque De Mestre
Visualizações 51
Palavras 598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então, preparados para descobrir quem é o querido pai da Thalía?

Bom, boa leitura.

Capítulo 3 - Capítulo 2


"Em um mundo de vigilância total, a única liberdade verdadeira está em não ser visto."


Enquanto isso, em uma "base secreta", construída pelos Cavaleiros.


  — Você irá voltar assim, do nada, depois de 12 anos? - Jack pergunta ao senhor McKinney, que por sua vez andava em círculos pelo local.

 — Sim. - Merritt responde simplesmente, arrancando suspiros nervosos de cada um ali. — Qual é, ela é minha filha!

  — Sim, ela é. - Lula caminha até sua direita. — Mas você ficou fora por 12 anos, sabe quanto tempo é? 

 — Eu tenho meus motivos. - O McKinney cruza os braços. — Motivos esses que ela entenderia, se não tiver os genes do pai, óbvio. 

  — Se ela for igual a você, pode tirar seu cavalo da chuva, ela não irá ceder assim tão fácil. - Atlas fala pela primeira vez desde o começo do assunto. 

  — Concordo com ele. - Dylan, entrando na sala de rompante, fala. — Ainda não acho essa uma boa idéia. 

  — Querendo ou não, um dia isso terá que acontecer. Eu preciso vê-la, explicar o porquê de tudo. - Merritt fala exasperado.

  — Eu continuo achando isso uma péssima idéia. - Dylan murmura procurando algo pela sala. — Viram meu celular?


  Lula ri fraco, entregando o celular a Dylan, que ainda estava em dúvida de como havia parado em suas mãos.


  — Eu te desejo sorte, apesar de tudo. - Atlas dá dois tapinhas nas costas do Merritt, saindo da sala em seguida.

  — Digo o mesmo. - Lula o abraça, seguindo o mesmo caminho do Atlas.

  Jack sorri fraco para o amigo, juntando-se a Lula do lado de fora, assim como os restantes na sala.


   [ • • • ]


   Thalía


  Depois de muitos anos, finalmente reencontrarei meu pai.
Não sei, mas todo o ódio se esvaiu quando recebi a notícia de que ele não estava morto. Deu lugar a uma ansiedade absurda, me fazendo quase surtar.

  Depois da conversa com a minha mãe, decidi dar uma chance e ouvir os argumentos do rapaz que me pôs no mundo. Não sou tão orgulhosa assim, afinal, ele deve ter bons argumentos. Bom, eu espero que tenha.

  Depois de me vestir como uma pessoa normal, vou até a cozinha, onde mamãe preparava alguma coisa.

  — O que está aprontando? - Pergunto sentando em uma das bancadas ali. 

  — Torta de maçã, sua preferida! - Ela sorri.

  Não tinha como não sorrir. Não tinha como não amá-la. Mesmo com tudo isso acontecendo, ela consegue me passar paz, me faz esquecer o nervosismo por alguns minutos.

  Logo chega a hora de ir até o restaurante onde marquei com o senhor meu "pai".
Eu estava bastante nervosa, mas não é pra menos, veria meu pai depois de anos. Me sinto estranha, por algum motivo.

  Ando pela avenida principal, observando cada movimento de pedestres e carros. E logo avisto o tal restaurante, o que faz meu nervosismo aumentar. 

  Qual é, Thalía, é seu pai... que você não á mais ou menos 12 anos.

  Já havia uma reserva em meu nome, só fiz entrar e sentar em uma das mesas ali. Sinto um toque em meu ombro, me fazendo virar quase de imediato.

Meu olhos quase saem da órbita ao ver o ser ali parado. Meu coração? Parecia uma corrida de cavalos, acelerado. Meu rosto ganhou uma tonalidade avermelhada. Minhas mãos suavam bastante.

  E ele estava ali, na minha frente.
Ele, o cara que além de me inspirar por ser meu pai, me inspirava por ser o grande mágico que era.


  — Merritt McKinney?



Notas Finais


SURPRISE!

Hehe Olá!
Como estão?

Gostaram do capítulo? Sim?

O que acharam do "Merritt paizão do ano"? Comentem, além de dar sua opinião, ainda vai estar deixando essa autora feliz! :D

Enfim, beijinhos e até o próximo! ;*


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