História Leve-me a igreja - Capítulo 14


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Palavras 2.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amores da minha vida!
Venho informar que ficarei um tempo sem postar capítulos, preciso me concentrar nos estudos.
EU NÃO ABANDONEI a historia, apenas vou me ausentar por um período.
Obrigada de coração pelo carinho.
Desculpem por essa situação.
Boa leitura e beijocas.

Capítulo 14 - Impura


P.O.V Lauren

 

Abro os olhos ainda embriagada com o toque dos meus lábios nos de Camila, o beijo mesmo rápido fez meu estomago reclamar e minhas mãos suarem, meu coração parecia querer saltar do peito, a maciez de sua boca era algo magnífico. Sou retirada do transe quando a vejo abrir a porta e sair correndo em direção a rua, rapidamente a sigo tentando alcançá-la, maldita hora que eu faltei nas aulas de atividade física, nem consegui me aproximar parei no meio da rua quando a vi virar a esquina em direção a sua casa. Á passos lentos caminho de volta pra dentro, fecho a porta e encosto-me ao batente passo os dedos sobre os lábios e um sorriso bobo surge em minha boca, nunca senti algo parecido com isso, Maria aparece e me encara sorrindo.

 

--Ahh menina o que eu faço com você? –Ela fala segurando meu braço e analisando o curativo.

 

--Não sei Maria, não sei.

 

--Camila fez um ótimo trabalho. –Abro um sorriso quando me lembro do momento em que ela fazia o curativo. Dos seus lábios tão próximos entre abertos soprando o ferimento, do nosso beijo tão calmo e sem malicia. De todas as sensações que ainda me rodeavam pelo simples fato de lembra-la.

 

--Tem alguém apaixonada? –Maria me tira do transe e com o rosto completamente vermelho volto para o quarto.

 

Deito na cama e encaro o teto, flashes surgiam a todo momento, já fiquei com muitas garotas, já beijei em tanta bocas e não consigo entender como um simples selar de lábios me fez ficar tão idiota. Pego meu celular e coloco minha musica preferida me aconchego e o sono aparece.

 

Acordo desesperada com o despertador no ultimo volume, eu odeio acrodar cedo, vou até o banheiro e realizo minha higiene matinal, retiro o pequeno curativo e vejo minha pele bem melhor, coloco o uniforme e desço as escadas esperando Chris pra tomar café.

 

--Bom dia Mariazinha. –Falo animada e a senhora me encara com uma expressão debochada.

 

--Bom dia minha menina. Acordou de bom humor.

 

--O dia esta lindo Maria. –Falo olhando o quintal pela janela onde sol já dominava.

 

--Acho que eu sei o nome desse sorriso. –Ela termina de colocar o bolo na mesa e senta comigo.

 

--Não existe nome de sorriso nenhum. Vamos tomar café que eu estou morrendo de fome.

 

--Bom dia meninas! –Meu pai fala pegando a garrafa de café.

 

--Bom dia senhor Mike.

 

--Bom dia pai.

 

--Quando ela vai parar de me chamar de senhor? –Meu pai tinha uma expressão engraçada.

 

--Não sei pai. –Falo rindo de Maria que esta completamente vermelha.

 

--Não vai tomar café Laur?

 

--Vou esperar a mamãe e o Chris. –Falo ligando a televisão. Tanto meu pai quando Maria me encararam assustados como se eu estivesse falando algo absurdo.

 

--Bom dia Família. –Minha mãe já estava impecável a essa hora da manhã.

 

--Bom dia Mãe. –Falo calmo e a observo me encarar.

 

--Já tomou café?

 

--Ainda não, estava esperando você e o Chris. –Assim que termino a frase vejo o pequeno descer com cara amassada.  O café foi divertido e animado, não me lembro a ultima vez que fizemos coisas simples como essas juntos.

 

Entrei no carro e dei partida seguindo para a escola, Chris colocou uma musica super animada e começamos a cantar juntos, paramos no semáforo com o sinal vermelho enquanto ele imitava a bateria eu me limitei a guitarra, algumas pessoas no carro do lado riam de nossa brincadeira, chegamos na escola em poucos minutos ainda rindo de nossas palhaçadas, termino de estacionar e descemos juntos, abraço o pequeno e logo o vejo sorrir orgulhoso.

 

--Poderia ficar naquele carro o resto da vida. –Ele fala olhando pra mim.

 

--Porque?

 

--Amo quando você esta assim. –Ela fala e eu bagunço seu cabelo.

 

--As coisas vão ser assim de hoje em diante ok? –Chris não consegue responder apenas me abraça apertado e corre, acho que ele estava chorando.

 

Entro na escola com calma, olho no quadro as aulas de hoje, sinto alguém me abraçar por trás e logo as mãos de Keana estão por dentro da minha blusa, as retiro com pressa ainda não conseguimos conversar sobre o que havia acontecido dentro do vestiário.

 

--Bom dia gostosa. –Ela fala próximo ao meu ouvido.

 

--Nós precisamos conversar. –Falo pegando em seu punho de maneira firme, mas sem machucar.

 

-- Hum adoro quando você faz assim. –Assim que chegamos ao lugar um pouco menos movimentado encosto Keana na parede.

 

--Que porra foi aquela no vestiário Keana? Você acha que eu esqueci o que você fez com Camila?

 

--Qual foi Lauren, agora vai ficar defendendo a crente? Que porra! Tudo que você fala tem essa menina no meio. –Sua expressão era de raiva.

 

--Você só pode estar louca, ele teria violentado ela, tem noção da gravidade disso?

 

--Você esta pegando aquela vagabunda?

 

--Não fala desse jeito dela. –Falei irritada.

 

--Olha como você esta? Feito idiota, não sei se você sabe ela é hetero viu e namora por sinal. Nunca te daria uma chance.

 

--Para de falar besteira garota, eu não estou afim de ninguém. Eu só quero te avisar uma coisa, se eu ficar sabendo que você ajudou nessa palhaçada do Austin com qualquer garota, QUALQUER, eu não vou te perdoar.

 

--Hum e vai fazer o que? –Aperto seu corpo na parede de maneira bruta. Keana estava brincando comigo.

 

--Você não sabe do que eu sou capaz. –Falo próximo ao seu rosto. Ela desvia o olhar e morde meu pescoço.

 

--Sei sim, e gosto muito.

 

--Não estou brincando.

 

--Adoro quando você fala assim. –Ela parece não querer entender o que eu falo.

 

--Para de ser piranha. –Falo ainda mais irritada.

 

--Na cama você gosta. –Depois de sua fala desisto da conversa e saio em direção a sala. A vejo morder o lábio e me encarar.

 

Entro e logo identifico professor Julio, adoro o senhor que me ensina com paciência matemática, termino de apagar o quadro para ajuda-lo, assim que olho para a porta vejo Camila de mãos dadas com Shawn, ele a beija e ela corresponde, mas ao contrario do nosso ela intensifica e agarra seu cabelo pela nuca, as mãos do garoto agora apertam a cintura da latina por dentro da blusa de frio, meu coração dispara de raiva. Bato minhas mãos na calça para tirar o pó e ando as pressas para o meu lugar, Shawn sorri feito idiota, um verdadeiro imbecil, com cara de tonto e sai para a sua sala. Graças a Deus não vou precisar olhar essa cena de novo,não vou deixar isso afetar meu dia.

 

--Nossa que cara é essa de manhã. –Verônica fala jogando o trabalho de inglês sobre a mesa.

 

--Bom dia Vero.

 

--Bom dia Laur. –Ela se joga na carteira do meu lado.

 

--Cadê a Lucy? –Pergunto reparando que sua fiel companheira não entrou na sala.

 

--Ela viajou com os pais. –Percebo sua expressão tristonha e por fim resolvo perguntar.

 

--O que você tem afinal?

 

--Como assim?

 

--Vocês namoram? –Assim que termino a frase o rosto da garota fica completamente vermelho.

 

--Não.

 

--Porque?

 

--Lucy tem medo da família dela.

 

--Mas vocês já ficaram? –Não escuto a resposta de Verônica assim que vejo Austin entrar na sala. Ele abre um sorriso diabólico quando vê Camila, a latina se encolhe na cadeira e Allyson parece perceber, o encara de maneira séria.

 

--Bom dia meninas? –Ele fala encostando ao braço da latina. Sinto meu corpo estremecer de raiva.

 

--Sai fora garoto. –Allyson toma a frente defendendo Camila, por mais que ela fosse pequena e não colocasse medo em ninguém o fato de protegê-la, me deixava um pouco mais tranquila.

 

--Nossa que agressividade gracinha.—Ele fala debochado.

 

--Do que você chamou minha garota? –Vejo a expressão de Austin mudar na hora, assim que reconhece a voz de Troy o garoto de quase dois metros de altura por mais que fosse magro coloca medo em muita gente.

 

--Nada.

 

 

--Ótimo, vaza. –O rosto de Troy estava vermelho de raiva, ele e Allyson namoravam desde sempre, era até bonito ver que depois de tempos eles ainda se amavam e se respeitavam.

 

 Austin me olha furioso e senta em outro lugar, minha cabeça lembrava a todo o momento do acontecido dentro do vestiário não conseguia acreditar que ele realmente faria algum mal a Camila, eu sempre fui amiga dele e agora essa atitude me surpreendeu o suficiente para rever minha amizade, afinal ele poderia tentar algo comigo. Ainda em minha fantasia como uma recordação lembro-me da latina me chamando por apelido.

 

--Lo. –Falo sorrindo feito idiota e só percebo que o pensamento saiu alto quando Vero me encara debochada.

 

--Tem alguém apaixonada em Lo. –Ela faz um coração com as mãos.

 

--Cala a boca Iglesias. –Lhe jogo uma bolinha de papel.

 

Eu e verônica conversamos muito sobre vários assuntos, a nerd de óculos além de inteligente era muito engraçada, rimos bastante durante as aulas sobre alguns olhares atentos, inclusive de Camila. E de uma maneira incomum as aulas passaram rápido, saio às pressas para levar Chris na aula de natação, mas assim que dou partida percebo o carro desligar rapidamente, abro o capô observando o motor, e não consigo identificar nenhuma coisa fora do comum, volto a dar partida novamente e nada, então por fim, ativo o alarme e ligo para o meu pai, avisando sobre o carro, que segundo ele deve ser fácil de concertar então deixarei no estacionamento da escola que é mais seguro. Chamo um taxi e explico para o motorista onde é a escola de natação, aconselho meu irmão sobre alguns perigosos e exijo noticias durante o caminho que era razoavelmente curto. Ainda com a mochila nas costas caminho calmamente para casa, e no meio da multidão que saia as pressas idêntico a latina que faria o mesmo caminho que eu, sem me importar com os comentários a espero um pouco mais afastado da saída central, assim que se aproxima percebo a presença de Allyson e logo meus planos de uma conversa sensata vão por água abaixo.

 

--Mila eu vou almoçar com Troy, depois a gente se fala. –A baixinha grita antes de atravessar a rua e fazer o caminho contrario, como se o destino quisesse me ajudar Camila caminha ainda sem enxergar  em minha direção.

 

--Oi. –Falo segurando as duas alças da mochila. Camila me ignora e continua andando, o Sol de Miami estava terrível, e a latina usava uma blusa de frio grossa.

 

--Não vai falar comigo? –Pergunto andando ao seu lado.

 

--Sai de perto de mim. –Camila praticamente gemia as palavras com uma voz de dor.

 

--Esta tudo bem?

 

--Lauren me deixa sozinha. –A mochila da latina estava agarra na frente do seu corpo.

 

--Camila o que esta acontecendo? Você esta passando mal? –Minha preocupação era tamanha que eu não estava me importando com seu jeito rude.

 

--Sai de perto de mim. –Percebi que a latina chorava. Fiquei apreensiva pensando que minha companhia poderia estar fazendo mal a ela afinal com Allyson ela ria. A deixo alguns passos a frente quando encaro uma mancha de sangue em suas costas.

 

--O que aconteceu Camila?—Falo segurando seu braço e encaro seu rosto completamente molhado de lagrimas.

 

--Nada eu só preciso ir pra casa. –Ela tenta se soltar, mas eu continuo parada a encarando.

 

--Camz confia em mim, alguém te bateu? Foi seu pai? Sua madrasta?

 

--Me solta por favor Lauren. Eu preciso ir para casa.

 

--Se você não me contar quem te bateu eu vou denunciar sua família.

 

--Ninguém me bateu.

 

--Suas costas estão sangrando. –Falo encostando a mão e a vejo encolher. Camila me encara de um jeito triste e doloroso.

 

--Vou olhar em casa. Me solta.

 

--Vamos pra minha casa, eu faço um curativo e você me fala quem fez isso.

 

--Não.

 

--É isso ou eu ligo para o meu pai e aviso sobre a denuncia que devo fazer contra sua família.

 

--Você não teria coragem.

 

--Pra te proteger sim.

 

--Eles jamais me fariam algum mal.

 

--Então quem fez isso? –Pego seu rosto de um jeito suave e a faço me encarar.

 

--Eu. –Camila abaixa a cabeça e parece envergonhada.

--Você? –Pergunto ainda confusa.

 

--Sim.

 

--Vamos pra minha casa eu faço um curativo e você me explica isso. –Falo segurando sua mochila para deixa-la sem peso.

 

Entro em casa e Maria rapidamente vem nos cumprimentar, mas minha expressão não deve estar das melhores já que a senhora não se aproxima apenas acena de longe e nos observa subir as escadas. Entro no quarto acompanha de Camila vou até o banheiro buscar a maleta de primeiros socorros que ela usou no dia anterior, volto e a encaro no mesmo lugar encolhida de dor.

 

--Camz o que aconteceu?

 

--Para de me chamar assim. –Ela fala gaguejando.

 

--Porque?

 

--Lauren eu vou embora.

 

--Você não sai daqui enquanto não me explicar o que aconteceu.  –Me aproximo e toco seu rosto em um carinho suave. Camila fecha os olhos e por um momento a vejo com a expressão mais aliviada.

 

--Não faz isso comigo.

 

--Preciso ver o ferimento, tira a blusa! –Ajudo-a a retirar a blusa de frio e me assusto ao enxergar o uniforme em baixo completamente molhado de sangue.

 

--Levanta os braços. –Falo com os olhos cheios de lagrimas.

 

--O que? Não.

 

--Você não tem ideia de como isso esta feio Camila, sua blusa esta molhada de sangue. –A latina levanta os braços com dificuldade e retiro sua blusa, e nesse momento meu choro sai descontroladamente. Em suas costas havia varias marcas como se estivesse arranhada, uma em específico era a que mais sangrava, quase na linha da columa e com uma profundidade grande não conseguia imaginar o quanto aquilo estava doendo. Meu choro sai descontrolado, não consigo entender como alguém poderia fazer mal a ela dessa maneira. Seu sutiã bege estava fechado sobre o ferimento.

 

--Segura seu sutiã. –Falo abrindo o fecho e a vejo segurá-lo na frente. Camila se mantinha quieta e chorando. A guio até a cama e ela se deita de bruços,  pego um recipiente e coloco água morna do chuveiro mais pra fria para não queimar sua pele sensível. Com uma gaze umedeço o pequeno pano e passo de leve sobre seu ferimento, limpando toda a pele. Camila começa a gritar de dor.

 

--AIII ESTA DOENDO MUITO. –Agora seu choro era desesperador.

 

--Eu sei, só vou poder passar remédio quando limpar tudo.

 

--Para Lo esta doendo. –Ela fala o apelido novamente fazendo meu coração disparar. Minhas pernas amolecem e dou graças a Deus por estar ajoelhada.

 

--Camz. –Falo me sentando no chão, ficando a centímetros do seu rosto.

 

--Oi. –Aqueles castanhos tentadores me encaravam como se quisessem ler minha alma.

 

--Que fez isso com você?

 

--Eu mesma. –Começo a secar suas costas para passar a pomada anestésica.

 

--Como assim você?

 

--É coisa minha. –Camila já tinha uma expressão mais relaxada, o efeito do remédio era quase imediato, e ao limpar o ferimento percebi que não era tão profundo quando parecia.

 

--Não precisa se preocupar, pode confiar em mim.

 

--Eu me sinto tão impura, queria me ferir para esquecer essa dor na alma. Deus jamais me perdoará.

 

--Vo-cê você se machucou de propósito? –Pergunto incrédula.

 

-- “Deus fará cair sobre eles os seus crimes, e os destruirá por causa dos seus pecados; o Senhor, nosso Deus, os destruirá!” (cf. Salmos 94:23) –Ela fala o que eu julgo ser um versículo da bíblia.

 

--Você acha que Deus gostaria de te ver assim? –Pergunto tentando entende-la.

 

--Ele dizia: "Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo". Mateus 3:2.

 

--Porque esta fazendo isso contigo? 

 

--Nos beijamos Lauren. Isso é um pecado quase imperdoável.

 

--Você se machucou assim porque nos beijamos? –Camila realmente estava me assustando.

 

--Não haja obscenidade, nem conversas tolas, nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas ao invés disso, ações de graças. Porque vocês podem estar certos disto: nenhum imoral, ou impuro, ou ganancioso, que é idolatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus.  Efésios 5:4-5

 

 

--Camz?

 

--Oi.

 

--Eu nunca mais vou tentar te beijar ou fazer qualquer ato impuro, mas prometa que não vai mais agredir seu corpo dessa maneira.

 

--Você não entende Lauren.

 

--Então me explica.

 

--O problema não foi só o beijo e sim o que ele despertou em mim. –Assim que escuto suas palavras sinto meu corpo se arrepiar.

 

--O que você sentiu?

 

--Eu gostei! 


Notas Finais


Em breve estarei de volta. Beijos de luz.


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