História Levels Dangerous - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Revelaçoes
Exibições 3
Palavras 896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sejam bem vindos!

Capítulo 1 - Prólogo


    “Nunca tive medo de pesadelos, pois eles passam, mas sempre temi a realidade, porque ela pode ser cruel e irrevogável.”

    Vivo em um reino distante, basicamente na terra média, mais para às proximidades do mar. Essas terras tem por nome Petrotta e são governadas pelo rei Domain Rachid VI.
    Há muito tempo atrás essas terras eram livres, diferente de tudo o que existe neste mundo. Cada vilarejo ou cidade podia exercer livre arbítrio por indivíduo, isto é, as pessoas podiam trabalhar em prol de si própria.
    Diz a lenda que nove cavaleiros sombrios invadiram essas terras, e, com as suas bruxarias das trevas impuseram um regime autoritário. Dizem que cada um deles possuíam um amuleto mágico, o que fez de cada um poderoso o suficiente para conquistar o que quiser. Mas diz ainda que os amuletos eram malditos, o que fez com que cada um deles se voltasse contra os outros, quebrando alí uma união histórica. Apenas dois deles sobreviveram, um Domain Rachid VI, o rei de Perrotta e o outro desconhecido.
    Até hoje dizem que a maldição sobrecaiu sobre o reino de Domain, fazendo com que o fruto do reino, vulgo os filhos, uma vez mais repetirão o feito. Dizem que destes, o futuro já está traçado, um dia se reunirão com seus amuletos e tomarão posse total da terra média.
    Quando eu tinha sete anos, meu pai chegou pra mim e me disse:
     — Kendrick Megak II, você não é normal, você não é igual aos outros, você é mais forte.
    Durante muito tempo tentei entender o que ele realmente quis dizer. Talvez o simples fato de carregar o seu nome já me seja algo glorioso, embora tenhamos tido uma vida de cão durante anos.
    Certa noite, acordei em meio ao desespero, guardas Reais invadiram nossa casa no vilarejo de Colins, à costa leste do reino. Eles mataram meu pai e minha mãe em nossa frente, eu digo "nossa", pois tenho dois irmãos mais novos: Cédric e Selena.
    Nunca consegui tirar aquela imagem de minha mente e mais difícil foi consolá-los após o acontecimento.
    Quando a notícia da maldição chegou aos ouvidos do rei, ele começou uma busca incansável pelos sucessores dos cavaleiros. Também impôs à cada vilarejo que trabalhassem para ele para garantir a permanência nas terras. Com isso nós passamos a trabalhar dobrado para garantir nosso lar.
    As únicas palavras ditas pelo meu pai antes de morrer foram:
    — Tem um pequeno baú num alçapão secreto em nosso quarto. Quando você completar os dezessete anos de idade, abra-o e cumpra o seu papel.
    Durante anos fiquei tentado a abrir, mas ele não me falou como um último pedido, mas sim como uma ordem, uma última ordem. Os anos seguintes foram cruéis, tivemos que trabalhar duro para sobreviver.
    Mas agora chegou o grande dia, hoje é o  meu aniversário de dezessete anos e o momento de abrir o baú e descobrir o que há dentro. Estive contando dia por dia até este momento e não posso conter minha ansiedade.
    Esperei que Cédric e Selena chegassem de suas atividades diárias para que abrissemos juntos em plena hora do jantar.
    Pus a mesa com o pouco que temos e os aguardo ansiosamente. Escuto a voz de Cédric do lado de fora, eles chegaram. A porta se abre e vejo Selena entrar, com a sua postura meiga, porém pálida, mãos sujas do trabalho. Em plenos quatorze anos de idade, pode se dizer que ela é uma gracinha, mas para os meus olhos Selena sempre vai ser a minha garota sofrida. De olhos azuis como os meus, cachinhos loiros e pele branca pálida.
    Logo Cédric surje, passa direto para lavar as mãos, também surrado do trabalho. Este com dezesseis anos, moreno de olhos claros, com uma postura de cansado.
    — Boa noite Kendrick — diz Selena, selando a minha bochecha com um beijo.
    — Boa boite irmãos.
    Sentamos à mesa, enquanto Selena mensiona por a comida, porém a impesso.
    — Ken?!
    — Preciso fazer isso logo — digo esvaziando o ar dos pulmões.
    — Está com medo assim como eu? — Me questiona Cédric.
    — Não, eu já perdi o meu medo à muito tempo.
    — Seja o que for que haja lá dentro, sempre estaremos juntos. — Diz Selena, na tentativa de amenizar a tensão.
    A encaro com mais dúvidas do que certezas.
    — Nós vamos ficar juntos sempre, não vamos Kendrick? — Questiona-me novamente o rapaz.
    Achei melhor por me levantar da mesa e ir até o quarto. Chego ao centro e arranco algumas tábuas do chão de madeira, apanho o baú e o carrego até à mesa de jantar. Percebo o nervosismo de ambos, que parecem tremer apenas com o barulho da trava da tampa ao toque de minhas mãos às abrindo.
    Levanto a tampa e olho atentamente para o fundo do baú, onde o meu olhar vai de encontro a um amuleto. O seguro em minhas mãos e quando os meus dedos tocam a pedra branca do centro, a mesma vira pó e dilui no ar.
    Olho transtornado para meus irmãos que encontram-se pasmos com a situação. Logo sinto as leves mãos de Selena segurarem às minhas. Eu a encaro e a ouço dizer:
    — Kendrick, isso quer dizer que...
    —Sim, quer dizer que nosso pai era um dos cavaleiros sombrios.
    — Então você ...
    — Isso mesmo, eu sou um dos sucessores.


Notas Finais


Obrigado por lerem.
Até o proximo capitulo!


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