História Liar's Dice - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lana Del Rey
Tags Marina And The Diamonds
Visualizações 3
Palavras 758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem, tá indo

Capítulo 2 - Uma Doce melodia


Fanfic / Fanfiction Liar's Dice - Capítulo 2 - Uma Doce melodia

Uma Doce melodia

-Sim?                         

Ao virar levemente o meu rosto para onde aquela voz um tanto quanto grossa me surpreende, ao ver Rick, grande conhecido apostador que de vez em quando administra o bar, mas para inovar, o homem de aparência parecida com uma pessoa de 45 anos, estava bem vestido, usando uma calça moletom e uma blusa comum de algum timer qualquer de futebol americano ou algo assim.

-Vai visitar novamente o bar, Marina?

-Não, jamais, claro que não, de onde surgiu esta maravilhosa e revolucionária ideia meu caro?

Ele dava uma risada rouca, com algumas pausas para tossir, afinal ele também era fumante, desde sete anos atrás, pelo o que sei das conversas que escuto enquanto jogo. Mas afinal, o que o leva a estar aqui em plena quarta-feira? Sendo que a sua carga horária é de quinta a domingo? De qualquer forma, aquele começava a ser um encontro bem estranho, mas afinal não existe nada comum presente na minha vida, ou muito menos aos meus arredores.

-Perdão pela pergunta idiota, afinal não tenho muito tempo para ficar conversando, tenho um trabalho a resolver...

Com passos curtos e rápidos o velho repleto de barba de uma ponta do rosto a outra, começava a entrar no bar, passando tanto pelo o meu caminho, como esmagando o meu pé, com o seu pequeno sobre peso, que acredito que venha de bebidas alcóolicas ou algo assim.

-Perdão...

-Tudo bem, afinal você é ‘’ dono ‘’ do bar, não é mesmo?

-Bem, mais ou menos...

-Afinal Rick, o que o leva para vir aqui na quarta? Mudou de horário ou apenas quer beber algumas, como gosta de fazer?

Entristeço-me ao utilizar uma linguagem tão banal e ridícula para me comunicar com seres humanos, mas o que posso fazer que qualquer linguagem mais adequada é visto como um outro idioma para os acéfalos que moram ou ganham a vida neste pequeno estabelecimento, que cheira a álcool e desespero?

-É... mudei de horário, agora se me der licença.

-Claro, pode ir, logo atrás de você.

Seu caminhar lento e retardo me estressa e um pouco e paciência é algo que não em tenho em relação a qualquer tipo de ser humano, mas o que posso fazer, se esta é uma das únicas maneiras de saciar meu desejo irracional que preenche internamente?

-Tsk, não acredito que me esqueci de fazer o relatório.

-Que relatório senhorita Marina?

-Não, nada esqueça...

Ao finalmente terminar o caminho que parecia ser infinito enquanto se está caminhando atrás de um obeso, consigo finalmente escutar o barulho de isqueiros sendo acesos e uma doce voz, alguém que parecia estar novo no bar, em um pequeno movimento com a cabeça procuro de onde está vindo o som e vejo um pequeno palco, nada muito majestoso, mas o que se pode esperar de uma escória que estava eu naquele momento?

-Ora, parece que percebeu não foi? Elizabeth canta bem não?

Surpreendo-me que Rick ainda estava ao meu lado, será que possível que aquela noite poderia ficar pior? Um cheiro forte do obeso exalava de suas roupas, algo como um cigarro, mas diferente...  acredito que seja provavelmente maconha.

-Sim, estava olhando, chegou hoje?

-Bem não sei exatamente todas as informações, mas segundo o Philip, ela está fazendo a sua primeira apresentação hoje, tem uma família com boas condições financeiras, parecia cantar na sua igreja quando era mais nova, mas nada muito impressionante.

-Hum, desde quando contratam cantores?

-Bem, os clientes reclamavam que o único barulho que tinha aqui era das dançarinas e também de palavrões ou de um acender de um palito de fósforo ou um isqueiro, nada mais, daí nós tivemos a ideia de colocar qualquer um para cantar e distrair estes idiotas.

-Se refere a Philip e você?

-Exatamente, bom pelo o que eu sei, ela é um tanto quanto tímida, mas mesmo assim gosta de cantar, vai entender esta mulher, na verdade vai entender mulheres, são muito apegadas ao dinheiro não?

-Não discordo, a maioria são sim...

-Enfim, se quiser falar com ela está a vontade, ah! Ia esquecendo, ela costuma cantar músicas um tanto quanto tristes, sobre namoros e desventuras, então não vai ficar por muito tempo.

-Tudo bem...

Logo então o aparentemente amigo de Rick, o chamava e como sempre apesar de seu tamanho, o mesmo sumia saindo de minha vista. Mas afinal, o ambiente estava agora melhor, pelo menos a música disfarçava um pouco o quanto deprimido era aquele lugar, apesar de que escutar as músicas de Elizabeth em si, já era um tanto quanto depressivo.


Notas Finais


Isto aí, bye bye!


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