História Liberdade para viver - Capítulo 2


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Categorias As Irmãs Vampiras
Personagens Dakaria Tepes, Personagens Originais, Silvania Tepes
Tags Daka, Dakaria, Murdo, Romance, Tim Oliver Schults
Exibições 19
Palavras 794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos comentários positivos no último capítulo!
E, de novo, muito obrigada a MitsukiNohana pela ajuda!
Kami

Capítulo 2 - Dois


Fanfic / Fanfiction Liberdade para viver - Capítulo 2 - Dois

A garota manteve o contato visual por alguns instantes, a cada momento sua raiva parecia crescer. Murdo a olhava confuso. Não conseguia imaginar o motivo daquela fúria, ele não conhecia a vampira,  por que então ela parecia desprezá-lo?

A jovem foi a primeira a desviar o olhar, se virando para observar um grupo de vampiros que dançavam freneticamente. Murdo continuou olhando em sua direção, ele queria ver os olhos da garota novamente, talvez assim ele conseguisse entender a frustração dela. Sem sucesso, o cantor voltou sua atenção para o resto do público. Eles continuavam hipnotizados pela música.

Momentos depois, Murdo procurou novamente a vampira na multidão, mas não a encontrou. Ele começou a se sentir angustiado, queria olhá-la para buscar respostas, entendê-la. Seu olhar varreu o público, todos elétricos, contudo, não havia nenhum sinal da jovem de cabelo curto.

Sentindo-se decepcionado, Murdo continuou a música, que estava próxima do fim. Sua mente havia aceitado que não veria mais a garota e talvez nunca compreendesse o porquê dos sentimentos dela, mas seus olhos continuavam procurando-a entre os fãs, esperançosos. De repente, um tumulto chamou-lhe a atenção.

A garota de cabelo curto tentava abrir caminho entre um grupo de fãs histéricos, que pareciam não notá-la e continuavam pulando intensamente. A vampira aparentava estar frustrada, Murdo temeu que ela fosse atacar o grupo de homens maiores. Entretanto, quando a jovem parecia pronta para começar uma luta, mais uma garota, de cabelo longo e claro, com roupas coloridas vibrantes, que a destacavam consideravelmente da multidão, conseguiu puxar a outra e afastá-la dos vampiros histéricos.

O cantor observou curiosamente as garotas, significativamente diferentes, e então percebeu a intenção delas: as vampiras estavam procurando um caminho para sair da casa de show.

A angústia voltou a dominar Murdo. As jovens não podiam sair sem que ele falasse com a de cabelo curto. Cada vez mais percebia que sua mente precisava entender o motivo do desprezo da vampira. Mas,  observando o ritmo com o qual as duas se dirigiam para as portas,  o cantor percebeu que não conseguiria alcançá-las depois do fim da canção, se não fizesse algo.

Sua mente procurou soluções para o problema, pensando agilmente, teve uma ideia: aceleraria o ritmo da música, para assim terminar mais rápido. Murdo sinalizou para o resto da banda seu desejo de aumentar a velocidade da canção. Os três outros integrantes de Krypton Krax pareceram confusos, mas cumpriram o pedido, tocando freneticamente.

Murdo cantava rapidamente os versos da música enquanto observava o progresso das garotas, cada vez mais difícil, devido à excitação do público com a última música do show. Esperança preencheu o cantor, ele conseguiria alcançar a vampira de cabelo curto e a questionaria, a entenderia. Sua mente estaria em paz.

Zee tocava seu solo de guitarra aceleradamente e a plateia enlouquecia cada vez mais. Thamuz e Maik o observavam atônitos, mas Murdo ignorava o companheiro. Seus olhos acompanhavam as jovens,  que ignoravam completamente o show.

Finalmente, Maik finalizou a música, com os últimos toques das baquetas na bateria,  levantou-se, com os gritos do público, e as jogou aos fãs. Os quatro membros do Krypton Krax estavam ofegantes e recebiam berros e aplausos da plateia. Murdo sentiu que poderia desabar antes mesmo de alcançar as garotas. Ele olhou ao redor e percebeu que não conseguia mais localizá-las.

Desesperado, Murdo voou sobre a multidão. Os outros membros de Krypton Krax o observaram, sem compreender, o cantor nunca havia feito aquilo em um show. Alguns vampiros da plateia também voaram atrás dele.

Murdo atravessou a casa de show, sempre observando o chão em busca das garotas, e saiu do lugar. Ele aterrissou e olhou em volta. O pátio estava lotado de vampiros e só era iluminado pela lua, parecia impossível encontrar duas jovens pequenas no meio da multidão. Seus olhos vasculharam freneticamente, enquanto ele percorria o local.

Algumas pessoas o observavam confusas, pareciam não ter certeza se aquele realmente era o vocalista de Krypton Krax ou apenas uma miragem. Outras estavam se aproximando, provavelmente pediriam autógrafos ou fotos, mas Murdo não podia perder tempo, as vampiras poderiam estar indo embora naquele instante.

O cantor se desviou da multidão e voou por cima dela, procurando as garotas. Quando estava prestes a desistir, viu a jovem de roupas coloridas. Ela parecia discutir com a de cabelo curto, as duas gritavam.

Murdo recuperou as esperanças. Ele poderia falar com a jovem e entender seus sentimentos. Aterrissou próximo às duas e caminhou em sua direção. Entretanto, um fã o abordou, um vampiro pequeno acompanhado do pai. O cantor não consegui dizer não ao garotinho. Bateu uma foto com ele e lhe deu um autógrafo. Como não tinha perdido muito tempo, Murdo não se preocupou, mas quando se virou para o local onde as vampiras estavam,  não encontrou ninguém.


Notas Finais


Esqueci de comentar no outro capítulo, mas o nome da fanfic é o nome da música que o Murdo escreve, inspirado na Daka, no segundo filme: Freiheit zu Leben.
Vocês podem ouvir a música em alemão aqui: goo.gl/8x51ES


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