História Liberte-me - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Drama, Original, Romance, Yuri
Exibições 17
Palavras 2.891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 16 - Capitulo 16


Durante a noite minha mãe se meteu a dar uma de ajudante de Maria e nisso quase explodiu a cozinha.só Maria para salvar aquela causa perdida e mesmo atrasando o jantar ela conseguira preparar algo comestível.
aprontando a mesa e puxadas de mais cadeiras vimos entrar na cozinha Vitor e o silêncio da noite veio junto a ele.não sabíamos como reagir apenas Luana para guiar-lo ate sua cadeira para alivio meu.

--então..a gente vai comer ou não?--disse ele e não pude deixar de notar o sorriso no canto da boca dele a mim.ele era um dos meus.

Com a dupla infalível deixar a cozinha com os mais variados pratos e deixar a mesa farta nos reunimos todos e começamos.

Itadakimasu

o peixe estava incrível e muito bem frito,o arroz soltinho uma maravilha e aquilo com certeza não tinha sido feito pela mamãe,o macarrão ao molho de frango e queijo nem vos falo e a torta de frango (sim eu adoro frango) um sonho,no final teve ate sorvete algo que Lex não podia ficar sem.quase chorei por ela não dividir comigo assim como enchi Luana de beijinhos por ela me oferecer seu brownie.não podia deixar-la sem nada e dividi com ela.
Porem um barulho na mesa causada pela pancada da mão de Vitor na mesa nos chamou a atenção.

--não na mesa..--disse ele ainda desconfortável com nosso grude.aquilo assustou a todos.claro eu tinha que me lembrar que ele tinha nos aceitado mas o costume de nos ver assim ainda lhe faltava.eu tinha que me lembrar de me conter em sua presença.

--é Alex não brinque com a comida..se vai comer-la faça logo.--disse Lex quebrando o silêncio na mesa.era um tom irônico demais ate pra ela.

--Vitor você prometeu deixar de ciumes.--disse Maria a repreender-lo calmamente.

--eu sei..mas é a minha filha ali!

--e é a minha ali com a sua então se acalme homem.--disse mamãe o lembrando de seu lado nesta situação.

--esta senhorita Elizabeth fora a mejor comida da qual degustei!tuas manos son divinas dona Maria,divinas!!--exclamou Miguel com um sorriso de orelha a orelha.

--deixa de ser puxa saco cara!--disse Caio arrancando sorrisinhos de todos menos de Miguel.

--ora donde están tus modos balofo?!--retrucou Miguel.eles dois nunca se deram bem mas não passavam de suas discussões o que era bem engraçado.

--não sou balofo sou grande,puro músculo!--respondeu Caio.

--isso é verdade.--disse Lex tentando provocar aqueles dois.

--garotos por favor..eu sei,sou ótima para ser disputada mas a grande mestre aqui é Marie e ela já é comprometida.--falou mamãe e a conversa acordou Vitor na hora.

--muito bem comprometida.--disse Vitor beijando Maria.ele era tão fofo quando não estava com raiva.

Mais tarde Luana e eu estávamos no quarto escuro com um balde de pipoca e uma lanterna em mãos.

--os adolescentes não sabiam,pois estavam empolgados demais dançando e bebendo sobre as covas dos mortos,uma profanação e desrespeito regado ao som do rock e nisso a nevoa misturada a chuva alagou o cemitério e com isso os mortos começaram a quebrar seus caixões e cavarem a terra com o pouco que restara de seus corpos e..

BAAMM

a porta se abriu de uma vez me interrompendo e Luana agarrou-se a mim mas era apenas Lex a entrar e isso acabou com o clima assustador já que esta fora logo acendendo a luz.

--o que estão fazendo?deveriam estar dormindo!--disse ela como se nós fossemos duas crianças.

--estamos contando historias de terror.--disse Luana aliviada pela interrupção da minha historia.

--mesmo?

--é e a minha era...era sobre o que mesmo?que droga Lex!eu me esqueci.

--azar o seu.

--por que não se junta a nós Lex?--disse Luana toda empolgada.

--vocês ainda querem dormir hoje??

--não!!--em uníssono Luana e eu respondemos e Lex exibiu um sorriso maldoso no rosto mas também podia ser sádico.eu nunca sabia a diferença.era um pessimo plano deixar-la se juntar a nós?me perguntei...acho que não.

Ela fechou novamente a luz e se sentou no chão como nós.ela praticamente puxou a lanterna da minha mão tomando a vez de contar a historia.

--que tipo de historia querem??de como ets adoram abduzir pessoas ou de como casas antigas como essas sempre escondem segredos??

--o que é um et??--perguntou Luana a mim e foi inevitável não trocar olhares surpreendidos com Lex diante o desconhecido mundo dos ets citado pela minha gatinha.

--fala sobre a casa.o que ouviu sobre ela?

--bem..eu não queria falar sobre isso, preferia os ets MAS vocês sabem realmente o quanto essa casa é antiga?

--fomos ao cartório e sim sabemos.

--tem datas de centenas de anos atrás.

--sabe por que essa casa se chama a casa grande??essa casa foi construída no tempo em que os negros ainda eram tratados como escravos e o primeiro dono deste lugar a erguera sob os corpos de centenas de trabalhadores..muitos contavam que eles ainda estavam vivos a chorarem por seus ferimentos quando o cimento fresco cobriu seus corpos.nunca perceberam..o quão bem feito é o piso do porão??bem lisinho.(rs) eu não ousaria ficar ali esse horário.contudo é possível ouvir na quietude da noite as vozes...os batuques..o choro e o estalo do chicote..ah eles estão por aqui..quem sabe ate atrás de vocês agora.bem ai na janela olhando para nós na escuridão.

--pára!!pula para os ets!!eu prefiro os ets!

--eu também..prefiro os ets..

--ok...como Luana não sabe bem o que são os ets eu vou definir-los rapidamente.homenzinhos de marte,vindos do espaço em suas naves voadoras.eu não sei como não conhece alguma historia de et morando no campo.

--e daí??

--o campo é o local favorito deles..e não digo isso pra te assustar nem nada mas é mais seguro..para eles.

--como assim??

--eles não são como nós..alguns dizem que eles medem um metro e meio outros dizem que são maiores de dois metros,com peles acinzentadas e olhos grandes e negros com suas cabeças enormes.eles transitam com suas naves sobre as casas do campo e abduzem as pessoas.seria fácil para eles entrarem aqui,há tantas janelas e nenhuma delas é segura o suficiente para deter-los..

--como eles..nos abduzem??quero dizer..para que??

--não dá atenção a ela..

--os homens voltam sondados e marcados como gado e as mulheres voltam gravidas de filhos que elas gerarão mas nunca terão pois aos seis meses de gravidez são eles que aparecem e te cortam ao meio..

--chega Lex!--falei já angustiada com aquele papo de ets.era mais louco de se ouvir do que a historia sobre a casa grande.parecia que Lex tinha feito a historia ser debochada de proposito apenas para que sua primeira a afetasse tanto como ainda me afetava.

--medrosa.

--não isso é...totalmente inventado.só esta tentando nos assustar!né Luana?

--na verdade eu..também não sei Alex.

--como é que é?

--meu pai nunca me deixou entrar no porão da casa..eu não posso confirmar nada disso.

Luana ao meu lado ficara com o semblante pensativo e eu também não podia reclamar pois aquela historia da casa grande me fez ficar com a pulga detrás da orelha.seria possível??

--agora que terminei e ninguém ficou com medo..boa noite.--disse Lex despreocupada com o medo estampado em nossas caras,erguendo-se e partindo em direção a porta.era muita maldade para uma pessoa só.ela nos assusta e vai embora numa boa?

--por que você nunca entrou no porão??sei que Vitor pode ser convincente quando quer mas nunca teve curiosidade?

--é claro que sim!mas..não deve ser a mesma coisa.Lex esta aqui há menos de algumas horas..não é possível que..ela tenha ido ate lá.

--por que não??

--vive trancado.agora vamos dormir?antes que algum et apareça.(rs)

ela me puxou para a cama e claro que levamos junto a lanterna.a noite ainda era uma criança,uma criança assustadora e cheia de insonia gritante.
A escuridão do quarto nos fazia ver vultos onde não existia nada,barulhos na madeira como pisadas onde ninguém passava e com tanta distração o sono esquecia da gente,duas apavoradas com medo do escuro.

--tá acordada??--perguntou Luana.

--já disse e repito..estou.

--não me deixa sozinha tá.

--eu estou do seu lado!

--não dorme!

--como posso dormir com aquela historia da Lex na minha cabeça?!aquela chata fez de proposito.

--(rs) ia fazer o mesmo comigo.

--ia ser diferente eu ia ter você agarradinha em mim por toda a noite.

--besta (RS)--ela me beijou na bochecha e aos poucos pudemos relaxar e dormir.

Do nada me acordo com um susto.uma chuva repentina atinge a região e o barulho dos trovões sempre me atormentando.já virou rotina pra mim e para meu coraçãozinho os nossos mini ataques cardíacos.fiquei sentada na cama e logo Luana despertou.

--quanto tempo a gente dormiu??

--quase nada..

eu estava inquieta com aquela resposta.algo realmente me incomodava.

--Alex..

--o que??

--eu sei o que você esta pensando em fazer.

--e??

--eu também quero.

Pulamos da cama descalças e de pijamas iriamos sair no frio da noite para desbravar o lado mais sombrio daquela casa.

--você vai assim mesmo??--perguntou Luana pegando um dos meus casacos para cobrir seu pijama fofinho.um shortinho de pano rosa e uma camisetinha basica branca.já a pergunta dela tão preocupada com o que eu vestia era porque tudo que eu tinha era uma calcinha boxer e uma blusinha grandinha preta.eu estava pelada??acho que não.então dei de ombros.

--eu to em casa cara.

--não me chama de cara.

--espera não podemos ir sozinhas..

bati seguidamente na porta mas Lex não apareceu então me arrisquei abrir a porta só uma frestinha.

--vai logo chama ela!

--não!!

--Lex te dá tanto medo assim?

--ela ontem a tarde achou Angel e quase a matou afogada no lago perto de vila velha.e tudo isso...por mim!!

--isso mostra que ela não te mataria se caso você a tratasse como gente.anda!--Luana falou já me puxando para dentro do quarto escuro daquela maluca.

Nossos passos na pontinha dos pés tinham sutileza mas eram ouvidos graças a madeira irritante daquela casa.
Assim que me aproximei da cama pude ver ela adormecida sobre a cama.os cabelos castanho-loiro sobre o travesseiro e o modo tão belo que ela dormia quase não me fazia temer o acordar dela.como algo tão bonito podia ser tão..indefinido??

--chama ela.--disse Luana a sussurrar baixinho.

Eu não precisei.quando virei de volta a ela Lex estava de olhos bem abertos a espera de respostas.

--é bom que tenham um motivo para estarem em meus domínios..

--a gente vai descer no porão.

--precisarão abrir-lo para isso.

--quem tem a chave?

--papai.

--que droga...

--eu o vi com o molho de chaves..falta saber se ele o deixou lá embaixo.encontrem as chaves e eu verei se as ajudarei.

Eu a olhei desacreditada mas já era algo previsto.Luana e eu então descemos os degraus e vasculhamos toda a área abaixo.da sala ao armazém não encontramos esse maldito molho de chaves.foi quando eu realizei com a minha cabecinha que elas só podiam estar no lugar mais obvio e não pensado.

--tá na sua casa.

--então vamos buscar-la!não esta com medo dos homenzinhos de marte está??(rs)--perguntou ela com um sorriso no rosto e para minha surpresa o medo fora trocado pelo espirito de aventura algo que ainda se iniciava em mim.

Pegamos um guarda chuva ali na varanda e seguimos em direção a casinha de Luana.não seria fácil eu sei mas entramos sem problemas e outra bomba caiu no nosso colo.a chave estava no quarto dos pais dela.

--eu vou entrar e você me espera aqui.

--ok..não era minha intenção mesmo ver seu pai dormindo agarradinho com Maria.

Ela entrou e depois de alguns minutos de pura tensão ela voltou.

--eae pegou??

ela sorriu a mim com o molho de chaves em mãos e voltamos apressadas para nossa quest.
Voltamos ao quarto de Lex e nele eu pulei sobre sua cama e montei sobre ela já a dormir de novo.

--anda temos as chaves!acorda Lex!--disse a ela a chacoalhando na cama.

--vocês não desistem?

--não!!--retrucamos a ela e pela nossa persistência Lex finalmente levantou daquela cama quente e nos seguiu ao porão.

A entrada dele era sinistra.uma escadinha empoeirada de madeira e estreita nos revelando a porta escura no final desta.quem iria descer primeiro eu não sabia mas os olhares das duas a mim já me revelavam alguma coisa.

--por que sou sempre eu?!--reclamei mas já com as chaves em mãos tive que descer na frente delas.

--cuidado ai o segundo degrau tá quebrado.--disse Luana me alertando preocupada.

Os nossos passos cautelosos logo alcançaram a porta e tentando todas as chaves escolhi a mais antiga que encontrei.era perfeita parecia que entraríamos em Nárnia com ela.
A encaixei e lentamente girei a chave com o duplo par de olhos nervosos sobre meus ombros.

--anda logo criatura!--disse Lex inquieta com minha demora já rodando a maçaneta enferrujada.

A porta pesada arrastou-se a arranhar o piso e adentrando naquela escuridão do porão meus pés descalços sentiam o piso liso do cimento frio.cheguei a me arrepiar.

--não fode..(rs) você tava falando sério??

--viu..cimento puro..comparado as outras historias que ouvi desta casa (RS) essa foi a melhor.

--como assim??há outras versões?

--alguns empregados diziam que durante a madrugada o sangue dos escravos escapavam das rachaduras e procuravam novas vitimas para o seu cemitério cinzento.

--tá bom Lex.já chega.desvendamos sua historia de terror e não estou vendo nada de anormal,muito menos sangue assassino dos escravos da Casa grande.--retruquei a debochar do sangue assassino.eu estava cheia de sentir medo e posso dizer que já irritada.era frustrante,eu não estava esperando encontrar nenhum demônio fantasma preso por ali mas algo que justificasse o porão esta fechado.pensei ate que ali os donos da casa grande naquele tempo pudesse esconder naquele porão alguns instrumentos de tortura ou coisa do tipo para assustar os escravos ou fazer-los permanecer longe dali.eu sei lá,deixei minha imaginação voar.

Com alguns passos mais a frente a fraca luz que nos iluminava da lampada estourou nos deixando no escuro e logo a porta atrás de nós se fechou nos selando naquele porão sufocante.

--que merda Lex,por que fechou a porta?!!

--eu não fechei ela se trancou sozinha!!

Meus passos a voltar logo me fizeram desacreditar no que eu estava sentindo abaixo dos meu pés.era quente e espesso e pela logica não poderia ser sangue.era claro que não!porem eu me abaixei e tentei identificar aquilo que pisava e para minha surpresa com a claridade nervosa da lanterna nas mãos de Luana eu vi o vermelho em meus dedos.

--o que você tem ai Alex??--perguntou ela curiosa e eu não conseguindo resolver com algo concreto o suficiente apenas exibi meus dedos sujos com aquela cor e ela mirou com toda a coragem a luz em meus pés.eu estava no meio de uma poça que havia se formado vinda de sabe lá onde.

Não levou segundos para todas estarmos as três tentando por aquela porta abaixo mas simplesmente ela estava emperrada e estávamos aterrorizadas.

--gira a maçaneta Lex!--falei tentando encontrar um meio de abrir-la novamente.

--esta presa!!--mas foi isso que ela respondeu.que azar e que desespero.

--vocês tem que tomar cuidado com essas velharias elas podem..--Luana nem conseguiu completar antes de ver se soltar da porta e ficar na mão de Lex a maçaneta.
--soltar..

--lindo Lex você acabou com a gente!!--briguei virando minha atenção a ela.

diante do nosso pavor Lex parou e começou a rir.simplesmente isto.
Luana e eu nos olhamos e era de se esperar,tudo tinha sido uma armação.
Ao abrir a porta Caio permanecia do lado de fora isso justificava o belo porquê que não conseguimos abrir-la e enquanto Lex se matava de rir Luana e eu viramos nossos olhares ao ´sangue` e isso era imperdoável.

--vinho?!--falei ainda desacreditada..

--é vinho!(rs) devia ver a cara de vocês.(rs) anda Caio,me deve cem dólares.--disse Lex recebendo de Caio uma nota e pela sua cara emburrada aquilo tinha doido em seu bolso.

--que..droga.--disse ele apenas.

Com a ida de Caio Lex Luana e eu subimos os degraus e minha irmã sequer estava se importando com o pavor que passamos.

--você é uma idiota sabia!!?--falei me exaltando e para minha surpresa Lex me olhou do jeito que eu queria,impressionada por bater de frente com ela.

--não,você é que é.(rs) escravos vivos presos no cimento,maldição dos inocentes (RS) acreditaram mesmo nessa tolice?!--perguntou ela a debochar de nós,as bobonas mas não era por isso que eu estava tão irritada com ela.sempre Lex encontrava um jeito de botar suas brincadeiras malignas em ação.e hoje eu não ficaria calada.fim a opressão das irmãs mais velhas!

--você é inacreditável!!por que não pode ser normal uma vez na vida!??--falei indo de frente a ela porem ela fizera o mesmo deixando centímetros entre nós.o bicho ia pegar..

--o que esta insinuando?!que eu não sou normal?!é você que sai por ai atrás de fantasmas que nem uma retardada!eu só fiz o que queriam encontrar!!--respondeu ela bravinha.

--gente pára por favor..--Luana ate que tentou argumentar mas mal ouvimos seu pedido.

--você sempre passa dos limites Lex!!estávamos nos divertindo antes de você ferrar tudo como sempre faz!!

--então da próxima vez vai brincar com a sua namoradinha sem me chamar!!--gritou ela a me empurrar e infelizmente perdi o equilíbrio voltando as escadas.pisei certeira no degrau que não deveria pisar.é...ele fez creck assim como o meu braço quando rolei pela escada abaixo.

Olhei para Lex e ela ainda estava em fúria com sua cara amarrada e Luana ao seu lado completamente preocupada com o meu estado.

--Lex...você quebrou meu braço!!!--falei espantada pelo acontecido.meu braço direito estava quebrado e nada eu podia fazer alem de sentir a dor que me aborrecia e a ardência dos arranhões em minhas pernas e braços.cara...eu me fodi.


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