História Libido - Long Imagine - Lee Jooheon - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Chae Hyungwon, Changkyun, Gyeomyes, Hentai, Hot, Hyungwon, Im ( Changkyun), Imagine, Jooheon, Kihyun, Lee Jooheon, Lee Minhyuk, Minhyuk, Monsta X, Prostituição, Psicológico, Sexo, Shin Hoseok, Shownu, Son Hyunwoo, Você, Wonho, Yoo Kihyun
Visualizações 95
Palavras 1.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - - The beginning of domination


Fanfic / Fanfiction Libido - Long Imagine - Lee Jooheon - Capítulo 7 - - The beginning of domination

                               Libido

                       Chapter seven

            The beginning of domination

Eu me mexi de um lado pro outro sentindo minhas costas estarem postas contra algo fofo e macio demais. O que era aquilo? Eu definitivamente não estava tão acostumada à isso, geralmente, eu acordava em cima de um sofá ou algo do tipo - e esse algo não era exatamente a coisa mais macia do mundo -, mas, agora, meu corpo estava todo envolto em alguma coisa confortável. E não queria abrir os olhos, pois essa coisa podia simplesmente desaparecer.

E então ouvi um certo suspiro ao meu redor. Mas, tudo continuava escuro. Puro breu.

Me remexi mais um pouco até sentir minha respiração ser obstruída por algo ainda mais fofo do que aquele no qual eu estava deitada. Levantei com um impulso ainda de olhos fechados e respirei profundamente antes de levar minha destra para um dos meus olhos e esfregá-lo freneticamente. E só então abri minhas duas orbes tendo minha visão focada primeiramente em uma janela que estava deixando a luz solar invadir o local ao meu redor.

Até que ouvi mais um suspiro vindo... Da minha diagonal esquerda. Mas, eu ainda estava zonza e sonolenta demais para realmente querer e estar prestando atenção em algo.

Tudo bem, Sweetheart.”, a voz eu conhecia bem e senti um arrepio percorrer toda a minha espinha dorsal, “Descanse, por ora.”, o dono daquela mesma voz falou suavemente e eu escutei diferentes barulhos se fazerem presentes e ecoarem por todo o quarto.

— Pelo menos, você acordou até que cedo considerando o quão mal você estava ontem, _______. — Jooheon falou calmamente se colocando na minha frente e preenchendo todo o meu campo de visão com a presença do seu corpo.

— Onde é que eu estou? — Perguntei com minha voz embagarda e franzi meu cenho.

— Onde você acha? — Ele perguntou de volta me olhando de forma sugestiva. — No meu covil, ou seja, na minha humilde e linda casa. — Um sorriso de covinhas brincalhão passeou pelos lábios dele.

— E... por que eu estou aqui?

— Você não lembra de nada do que aconteceu ontem?

— Algumas partes, sim. — Respondi dando de ombros.

— Quais partes? — Jooheon subiu na cama e se sentou ao meu lado me fazendo sentir o local a minha direita se afundar levemente.

— Primeiro, de uma mão praticamente me sufocando. — Falei passando meus dedos pelo meu pescoço e olhando de um lado para o outro meio que para me certificar se os músculos dos meus ombros, clavícula e pescoço estavam doendo, mas, no processo, acabei visualizando uma jovem moça de mais ou menos uns... vinte e dois, vinte e três anos sentada em uma posição parecida com a de um cachorro, sentada com suas nádegas encostando em suas batatas das pernas e seus joelhos flexionados enquanto suas mãos estavam postas em suas coxas de forma simétrica e igualitária e suas costas estavam bem erectas. O que deixava tudo aquilo mais estranho era ver que os seios da garota estavam expostos e várias marcas de mordidas adornavam seus ombros e busto. — Quem é ela? — Perguntei olhando-a de forma estranho porque, caramba, tudo aquilo ali era estranho!

— Quem? — Jooheon perguntou olhando para a mesma direção que eu e logo abrindo um sorriso sacana. — Ah, ela? Ninguém tão importante que mereça sua atenção, _______-ah — O olhei desconfiado me sentindo estranha, pois ele nunca me tratou com o mínimo de respeito com o qual estava tratando agora. —, agora, volte a me falar do que você se lembra.

— E-Eu não vou falar com ela aqui! — Respondi sentindo minhas bochechas corarem.

— O que? Por quê?

— Porque não!

— Ah, tá, tanto faz. — Ele deu de ombros olhando para a garota e abrindo um leve sorriso suave. — Sweetheart, você pode, por favor, ir para o seu quarto? A minha senhorita aqui está um pouco incômoda com a sua presença, entende?

— Sim, senhor. — Ela respondeu acenando com a cabeça, se levantando.

E nós dois ficamos sozinhos. Não consegui evitar franzir meu cenho quando voltei a olhá-lo.

— Por que ela te obedece?

— Porque ela é uma das minhas submissas. — Ele respondeu aparentando não estar interessado.

— E isso significa...?

— Resumindo, somos como rei e serventes. — Jooheon falou pensativo. — Eu mando, elas obedecem, docinho.

— Por quê?

— Ah, você é tão, mas tão irritante, _______. — Ele se levantou e respirou profundamente. — Você está com fome?

— Depende, se eu me levantar daqui, vou estar rodeada de mulheres nuas que te servem?

— Claro que sim, docinho. — Jooheon riu olhando-me. — Mas, se você quiser, posso trazer seu café da manhã aqui e te dar na boquinha. — Uma vozinha de criança ocupou o lugar da voz usual e normal dele.

— Pelo amor, não.

E então ficamos em silêncio nos olhando fixamente. Eu não queria ser a primeira a desviar meu olhar e ele não queria ser o perdedor que faz o mesmo, por isso aquele nosso contato visual não tinha se dissolvido com tanta facilidade. No entanto, revirei meus olhos, virei para o lado contrário ao de Jooheon e fiquei encarando a parede pensando sobre o por quê de estar sentada e deitada na cama de outro alguém, que, diga-se de passagem, nem sequer deveria ter uma pessoa como eu sujando sua cama com a promiscuidade da minha pele.

— No que você está pensando? — Jooheon perguntou com uma voz um tanto baixinha demais.

— Em tudo.

— Em tudo o quê?

— Em tudo. — Repeti simplesmente. — Jooheon?

— Uh?

— Posso te perguntar uma coisa.

— Se eu puder responder.

— Você, alguma vez, se sentiu usado?

— Não, não que eu me lembre, ________. — Ele respondeu e eu o olhei por cima do ombro com um leve olhar acusador.

— Não? Ah, é assim que eu me sinto toda vez que eu tenho que transar com alguém que eu não conheço. Não de fato por estar transando com alguém que eu não conheço, mas sim por outra pessoa que não sou eu estar ganhando dinheiro com isso. Eu acordo e estou deitada do lado de um cara qualquer, eu durmo e estou deitada do lado de um cara qualquer, como em um loop infinito. Em todo esse tempo, eu não cheguei a me sentir como uma humana. E, sabe qual é a pior parte de tudo isso? Não é ser usada como mero objeto sexual e nada mais, mas sim do nada desmaiar e acordar no outro dia sem saber o que aconteceu e ainda por cima na presença do cara que faz os outros te usarem.

— Sabe, docinho — Ele começou se aproximando sorrateiramente das minhas costas e logo passando seus dedos pelas mesmas que só agora percebi não estarem sendo cobertas por nada, na verdade, eu estava usando a mesma roupa de ontem. —, tem dois pontos errados nesse seu maravilhoso raciocínio. Eu não sou o cara mal filho do Satanás que você acha que sou, eu só dou a oportunidade de fazer o que quiser para um homem... E ele faz, eu nunca peguei uma arma, coloquei na têmpora de alguém e mandei esse alguém fazer alguma coisa. Esse é o seu primeiro ponto errado. O segundo ponto errado é... Você é mais do que um objeto sexual? Elas, as minhas vadias, são mais do que isso? Ninguém nunca me provou o contrário, docinho. — Jooheon terminou de falar enquanto pressionava seus dedos em certos pontos nas minhas costas que me faziam relaxar e quase alcançar um estado de pura anestesia geral corporal e quase mental. — Vamos jogar um jogo?

— Que jogo? — Perguntei sentindo meu corpo ficar um tanto quanto calmo demais por causa daquela espécie de massagem que Jooheon estava fazendo nas minhas costas.

— Um jogo de resistência, mas... Vamos à negócios, docinho. Vamos falar do que nós dois vamos ganhar com esse meu joguinho. O que é que você mais quer nesse mundo? — Ele perguntou rente ao meu ouvido enquanto passava seu nariz pela lateral esquerda do meu pescoço.

— Sair, sair de lá... — Murmurei vagamente me rendendo aos toques e dizeres alheios.

— Da minha boate? — Jooheon perguntou, mas ele já sabia a resposta. — Ah, sim, pois bem, docinho... Se você ganhar o jogo, eu te deixo sair dessa sua vida de minha vadia.

— E se você ganhar?

— Ah, se eu ganhar? — Ele perguntou abrindo um sorriso sacana para mim. — Se eu ganhar, você se torna uma das minha submissas.

— O que você exatamente ganha com isso?

— Ganho mais uma vadia para chupar o meu pau. — Jooheon respondeu rindo levemente.

— E você já não tem isso naquela sua boate?

— Não. — Ele se afastou completamente. — O que eu tenho naquela boate é vadias para dividir com os outros. Eu não quero ter que dividir a minha propriedade com os outros, docinho. Você quer jogar ou não?

— Como posso saber que você não está mentindo?

— Você vai ter que confiar em mim.

— Eu não vou fazer isso. — Respondi o olhando por cima do ombro.

— Então, quer voltar para a minha boate agora? — Neguei com a minha cabeça. — Então, ou você confia em mim ou nada feito.

— Tá, tanto faz. — Respondi revirando os olhos.

— Agora... — Ele falou, abriu a porta do quarto e olhou no corredor de um lado pro outro. — Angel? — Caramba, mais garotas? — Venha aqui, por favor.

— Sim, senhor? — Uma jovem moça de cabelos meio castanhos, meio alourados apareceu no meio da porta olhando principalmente para Jooheon.

— Você pode me trazer uma lingerie não usada e limpa? Talvez, você e Sweetheart consigam ter mais uma irmã de coleira. — Ele falou olhando-me por cima dos ombros e sorrindo levemente.

— Sim, senhor. — Ela falou prontamente e logo saiu andando provavelmente para acatar as ordens de Jooheon.

— Agora, docinho, se prepare, pois você tem um novo dono. E ele vai se certificar de cuidar muito bem de você. — O Lee falou calmamente enquanto deixava a porta aberta, subia na cama e sentava-se ao meu lado levando suas mãos até o sutiã da lingerie que eu usava desde ontem e começava a desabotoá-lo.

Segurei aquela peça na frente dos meus seios e apertei meus braços contra eles.

— Eu não falei que vou cuidar bem de você? Confie em mim.

— A pergunta é: eu posso fazer isso?

— ________-ah — Ele voltou a falar enquanto passava seus polegares na minha pele numa espécie estranha de carinho. —, apenas confie em mim.

Olhei-o e franzi meu cenho ainda apertando o sutiã com força como se quisesse que ele se moldasse à minha pele. Neguei com a cabeça e Jooheon me olhou com mais intensidade, e então a mesma jovem que falou com o Lee antes ficou na frente da porta olhando-nos.

— Senhor?

— O que é?! — Jooheon olhou sem paciência para a porta, mas logo suavizou o semblante abrindo um belo sorriso de covinhas que fez até mesmo a ponta dos meus lábios se formarem em semi-sorrisos. — Ah, obrigada, Angel. — Ele se levantou e andou até a porta pegando as peças de roupa, logo despachando Angel, fechando a porta e voltando a deixar sua atenção vagar sobre mim. — Você não quer que eu veja o seu corpo, eu entendi isso, _______. — Jooheon colocou as roupas na minha frente. — Então, vou te deixar se vestir sozinha, quando terminar, você fica livre para me chamar ou para ficar algum tempo sozinha, okay? — Fiz que sim com a minha cabeça e, antes de sair de fato do recinto, ele se inclinou e deixou um beijinho na minha testa.

Eu senti minhas bochechas corarem e, erroneamente, meu coração começar a bater um tanto quanto forte demais. Me dei um tapa mentalmente vendo Jooheon sair do quarto e deixar a porta encostada. Eu definitivamente não deixaria a minha mente se render a algum tipo de Síndrome de Estolmo.


Notas Finais


Não creio que consegui atualizar tanto a PYN, quanto a Libido hoje, AAAAAAAAAAAH, AMÉM, SOCORROZÃO. Me senti maravitop, wkxiwkkckwkckwjfjwdnw

Eu realmente me senti bastante empolgada em escrever esses dias... Em parte pelos comentários que pedem para eu continuar com a Fic, em parte pelos comentários que dizem que escrevo bem~ ㅠㅠ. OK, vamos parar de falar sobre isso se não eu choro.

Muuuuuito obrigadinha por ler ♡
❥⋮ Babydoll loves Taemin and you


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