História Libido - Long Imagine - Lee Jooheon - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Chae Hyungwon, Changkyun, Gyeomyes, Hentai, Hot, Hyungwon, Im ( Changkyun), Imagine, Jooheon, Kihyun, Lee Jooheon, Lee Minhyuk, Minhyuk, Monsta X, Prostituição, Psicológico, Sexo, Shin Hoseok, Shownu, Son Hyunwoo, Você, Wonho, Yoo Kihyun
Visualizações 105
Palavras 3.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - - What do u prefer? - Part I


Fanfic / Fanfiction Libido - Long Imagine - Lee Jooheon - Capítulo 8 - - What do u prefer? - Part I

                                Libido

                         Chapter eight

                What do u prefer? - Part I

— Senhor? — A minha pequena Sweetheart aproximou-se engatinhando calmamente até mim e parando sentada nas próprias pernas.

— Sim, Sweet? — Perguntei agachando-me na frente dela para ficar na mesma altura que ela olhando-a fixamente nos olhos e sorrindo fracamente.

— Quem é ela? — Ela perguntou-me e eu tive uma ligeira ponta de impressão de que a garota estava começando a ter o que era um de seus usuais pequenos ataques de ciúmes.

— Uma — Pesei minhas palavras e logo as deixei escapar pelos lábios: — possível substituta para vocês duas, Sweet. — Eu repudiava mentiras e, apesar de ser tudo o que sou, prezava qualquer resquício de verdade.

— Então, terei que me esforçar mais, senhor?

— Se esforçar para tentar prender a minha atenção mais do que já prende? — Perguntei deixando aquele meu sorriso se alargar consideravelmente. — Boa sorte, Sweetheart, quando você decidiu ser a minha submissa, você sabia que estava propensa a ser trocada por outra pessoa ou ter que me dividir com outro alguém também. Não se preocupe, Sweet, você foi maravilhosa para mim.

— M-Mas, senhor — Ela me mostrou seus olhos pidões com lágrimas adornando-os em seus cantos. —, eu não tenho mais ninguém, a não ser você.

— Então, ache outro alguém, Sweetheart. — Respondi passando minhas mãos pelas minhas bochechas, mas logo pegando seu rosto entre minhas mãos e aproximando-o mais do meu. — Sejamos francos, Sweet, você achou mesmo que era única? Que eu não sou capaz de trocar alguém por outro? Que eu iria continuar a foder você quase todos os dias? E, sem contar que você já está com vinte e cinco anos, isso ultrapassa o meu limite demais, docinho, já está na hora de você deixar de ser a minha pequena e adorável Babygirl e virar uma bonita mulher. — E então soltei seu rosto e levantei-me ainda a olhando. — Agora, Sweet, vá fazer algo útil.

Andei calmamente até a sala de estar do apartamento, peguei o telefone fixo do recinto e tornei a discar o número do celular de Hyungwon. Se esse filho da puta não me atender...

Vi Angel um tanto acanhada sentada em um canto da sala de estar e franzi meu cenho chamando-a com meu dedo indicador direito antes que Hyungwon atendesse, ela aproximou-se e eu envolvi sua cintura em um abraço acariciando suas costas calmamente. Entre Sweetheart e Angel, a segunda era mais calma que a primeira e era justamente isso que me fazia ter mais afeição ou apego por ela. Eu não queria uma pessoa que tivesse um ataque há cada uma hora dentro da minha casa, eu já tinha o Chae Hyungwon pra fazer isso a qualquer hora e dia. Ah, ele acabou de me atender.

— Como vai, Hyungwon-ah? — Perguntei continuando a acariciar as costas de Angel.

“Que diabo que você quer? Eu estava dormindo.”

— Dormindo? Ainda? Meu filho, você tem dinheiro pra ganhar pra mim. Eu posso saber o motivo de você ainda estar com essa sua bunda afundada numa cama?

Eu não sei se você se lembra, Joohoney”, travei meu maxilar com raiva, “, mas, você me designou uma tarefa com aquela jovem de cabelos e pele negra. Se lembra? Domar uma mulher não é fácil, Dongsaeng.”

— É mesmo, é? — Pergunto sarcástico sentindo Angel deixar pequenos beijinhos carinhosos por toda a região do meu maxilar numa tentativa de me acalmar e inevitavelmente deu certo. — Só me diga... Você conseguiu?

“Eu não costumo não atingir meus objetivos do que me é designado, Jooheon.”, Hyungwon respondeu.

— Ela está bem?

“Que?”

— Perguntei se ela está bem, caramba.

“Eu sei lá, ela me parece bem. Tipo... Ela tá respirando... e andando... e falando. Sei lá.”

— Ótimo. — Respondi sentindo os lábios de Angel se aproximarem perigosamente dos meus e dei um tapa forte em uma das nádegas dela para fazê-la não aprontar absolutamente nada. — Eu quero que você descobra algo pra mim.

“Desculpe, Jooheon, mas o departamento Chae Hyungwon não trabalha como o seu cachorrinho, quem trabalha nisso é o departamento Son Hyunwoo.”

— Hyungwon, agora, estou falando sério.

“Ai, caralho... O que aconteceu?”

— Eu acho que _______ foi estuprada ou, no mínimo, quase espancada... E não foi da forma meio prazerosa do BDSM. — Falei vagamente sem de fato minhas suspeitas se confirmarem. — Quero que você descubra quem foi o filho da puta que fez isso.

“Espere, Joohoney... É isso mesmo que estou ouvindo?”, Hyungwon perguntou e eu franzi meu cenho sem saber exatamente o que ele queria dizer, “Você está bravo porque alguém dopou uma garota qualquer? Desculpe, cara, mas essas coisas acontecem.”

Fiquei em silêncio segurando o celular rente ao meu ouvido. O meu pequeno mundinho moldado ao meu modo pareceu parar de orbitar ao redor de ________ e simplesmente estancar. A minha vontade era de entrar no celular, agarrar Hyungwon pelo pescoço e bater a cabeça dele em alguma superfície que fizesse a maior quantidade de dano possível no rosto e pescoço desse filho da puta. Eu estava tão entretido pensando em várias formas de machucar seriamente o Chae que acabei esquecendo que ainda estava com Angel encostada no meu corpo e só voltei à realidade quando ouvi um leve grunhido feminino, mexi minha cabeça de um lado pro outro e olhei para aquela minha submissa que, agora, tinha a minha mão apertando-lhe boa parte de suas costelas esquerdas com força. Meus dedos ficariam marcados ali, com certeza.

— Hyungwon — Recomecei respirando profundamente. —, você tem cinco horas, nem um segundo à mais, para descobrir isso pra mim. Se eu chegar na minha boate e souber que você foi incapaz de fazer o que eu mandei, eu juro que o que vou fazer com você vai transformar os assassinatos do Ed Gein em simples brincadeiras. Isso é tudo, Hyungwon-oppa~ — Eu ri sarcástico antes de desligar. — E você, Angel — Olhei-a retornando o telefone fixo ao seu devido lugar e levando a mão com a qual eu o segurava para o pescoço da menor. —, quem foi que... — A minha afirmação foi interrompida com um suave chamado vindo do mesmo corredor pelo qual passei após deixar ________ sozinha.

Era ela. Empurrei Angel gentilmente - ou o mais próximo disso que consegui - para trás, me desvencilhei de seus carinhos, passei minha destra pelos meus cabelos e andei até adentrar o corredor vendo uma silhueta feminina no final do mesmo. Tinham escolhido uma bonita vestimenta para ela. Vestimenta esta que se resumia em uma lingerie com várias pedrinhas brilhantes que a faziam parecer uma bonita estrela, mas arrisco dizer que até mesma a galáxia de Andrômeda ficou repentinamente com inveja da minha pequena Honey, por ela estar tão chamativa com aquela lingerie. Chamativa e convidativa.

— Você — Engoli internamente qualquer comentário desejoso e sujo que pensei naquele momento. — já se sente melhor?

— Sobre o quê? — Ela perguntou sem se mover nenhum pouco e continuando a ficar no mesmo local que estava.

— Sobre o que aconteceu ontem. — Respondi andando a passos calmos até ela. Era como se eu pudesse sentir a tensão irradie do corpo dela. — Você lembrou de mais alguma coisa?

— Sim, já me sinto melhor. E não, não me lembro de mais coisa, exceto aquele pouco que já te contei.

— O seu corpo dói? — Perguntei ficando na frente dela e deixando meu corpo correr por parte da silhueta alheia.

— Minhas costas e coxas doem. Só.

Fiquei olhando-a por um tempo até ela recuar meio passo para trás. Era nítido que alguém ali estava com medo, e não era eu. Levantei minha mão e comecei inicialmente a acariciar-lhe um dos ombros até descer meus dedos sorrateiramente pelo seu braço e pegar sua mão na minha, tornei a puxá-la para que a mesma voltasse para o meu quarto, mas lembrei-me que ela dissera que suas coxas estavam doendo. Parei de a puxar, virei para trás ficando de frente para ela, abaixei-me e logo peguei-a no colo fazendo suas pernas envolverem o meu quadril, coloquei uma mão minha na sua lombar para dar-lhe apoio firme sem que o risco de que ela caísse se tornasse real e só então voltei a andar. A obstrução da minha visão não alterava nada, pois eu conhecia todo aquele local denominado de minha casa mais do que bem.

— Por que você está fazendo isso?

— Suas coxas não estavam doendo? — Perguntei de volta enquanto abria a porta do quarto com a minha mão que estava vaga. — Sem contar que... você está parecendo com uma estrela, estrelas são bonitas e não merecem ser tratadas com grosseria. — Respondi enquanto entrava no quarto e fechava a porta usando um dos meus pés.

— Posso tomar isso como uma afirmação verdadeira? — Ela perguntou sem tanto interesse em mim e eu senti uma pontada de irritação. — Ou posso tomar isso como uma forma que você usa com qualquer e toda garota.

— Não uso a mesma frase mais de uma vez, _________. Se lembre disso. — Falei enquanto a deixava sentada da maneira mais gentil e suave possível na cama. — Eu deveria te jogar nessa janela — Indiquei a janela presente no quarto. — e te foder até que as suas coxas e costas começassem a doer mais, no entanto... Me recuso a encostar no seu corpo com alguma intenção sexual até que você esteja completamente bem.

— Uau, Jooheon, que cavalheiro. — Ela falou de modo sarcástico e eu não respondi nada simplesmente por não estar com vontade de discutir.

E então ficamos em silêncio. Completo e absoluto silêncio, tanto que eu estava sentindo meus ouvidos ensurdecerem-se por causa dele. Enquanto eu fixei meu olhar na pequena e um tanto vulnerável figura de ________, ela evitava me olhar. Eu sabia que a maioria das prostitutas do X Clan me temiam - e até o próprio Hyunwoo o fazia -, porém não sabia que chegava nesse nível. As outras podiam me temer, mas eu não queria que a dona do apelido Honey o fizesse. Eu queria que nós fôssemos capazes de transformar uma relação de Cafetão-Prostituta em uma relação parecida com Baby and Daddy, mas que não seja de fato isso.

— ________-ah — Comecei a falar calmamente ainda sem desgrudar meus olhos dela. —, você sabe o que eu quero?

— Dinheiro? — Eu sorri mentalmente com a tampouca visão sobre mim que ela tinha.

— Também~ — Respondi. — Mas, o que eu quero, no momento, é... Tratar você como a porra de uma pequena princesinha. Eu vou comprar roupas para você, assistir Netflix ou qualquer outra coisa com você, dar beijos por todo o seu corpo e até mesmo abraçar todo o seu corpo com o maior nível de gentileza que eu conseguir atingir. Mas, quando estivermos confinados entre quatro paredes, Baby... Você vai ser a minha pequena vadia, vai esquecer que também é a minha princesinha; eu também vou espancar você até eu ver as marcas vermelhas das minhas mãos decorando a sua bunda, foder você até estarmos os dois exaustos, provocar você em lugares públicos que você nem imaginaria que algum dia transaria neles e comer essa sua adorável vagina até você não estar mais nenhum pouco molhada. — Terminei meu raciocínio vendo a garota apertar suas coxas uma contra a outra e eu soube imediatamente que aquela pequena parcela de conversa suja tinha surtido efeito no interior dela.

Andei calmamente até a cama, coloquei minha mão no joelho esquerdo alheio, puxei o corpo de ________ para frente a fazendo ficar na borda da cama com a parte superior do corpo ainda em cima do colchão e a inferior completamente à minha mercê, levantei um pouco minha perna esquerda, afastei os joelhos da garota um do outro e logo analisei suas pernas vendo que suas coxas realmente estavam marcadas por mãos que não eram minhas.

— Baby, não vou te tocar que você esteja completamente bem. — Repeti acariciando suas coxas lentamente. — É uma merda ver a sua pele marcada por mãos que não são minhas. — Pensei em voz alta levantando meus olhos da virilha da garota para o rosto dela. — Agora, _______-ah, quero que você me responda se quer que eu trate como a minha pequena princesinha. E, já avisando previamente, após você aceitar, você também vai estar completamente suscetível a ser obrigada a obedecer todas as minhas ordens. — Falei inclinando-me para deixar uma trilha de beijinhos por toda a região do abdômen da garota logo tornando a levar meus beijinhos para seu busto e guiando-os até seu queixo. — E, não se preocupe, você me rejeitar não vai me fazer tratar você de maneira diferente.

— Eu não confio nenhum pouco em você, Jooheon. — Ela respondeu e eu apenas continuei a olhá-la por saber que a garota continuaria a falar: — E, sinceramente, não sei bem se quero confiar em você. Eu não quero ser tocada por mais ninguém, minha pele já foi muito suja por outras pessoas, e tenho a leve impressão de que eu nem sequer mereço ser tocada — Eu a interrompi por saber onde era que aquela conversa iria acabar.

— Escute, ______-ah. — Espalmei minhas mãos no colchão ao lado da cabeça da garota. — Não existem pessoas que merecem ser tocadas por outras ou não. Você não deveria pensar dessa forma, Baby, você acha que não merece ser tocada por mim? — Perguntei continuando a olhá-la e ela não respondeu.

 

 

Ele estava me olhando esperando a minha resposta e eu não sabia simplesmente como responder. Pra mim, as palavras dele pareciam ter uma pitada de sinceridade e, como sempre de tudo vindo de Jooheon, de malícia - de muita, diga-se de passagem. Engoli em seco e respirei profundamente ainda sem saber exatamente o que ele queria que eu respondesse. Eu não estava nenhum pouco com vontade de pertencer à algum cara como se eu fosse um prêmio a ser mostrado para outras pessoas, pois passei tempo demais sendo tratado dessa forma.

— Jooheon? — Perguntei levando minha destra até a nuca alheia e puxando seu rosto mais para frente e perto. Ele olhou-me indicando que eu podia continuar. — Me trate como a porra de uma princesinha e não como um objeto. Eu não quero ser um objeto seu. — Falei deixando que seu rosto ficasse perto o bastante do meu para que nossas respirações se misturassem.

— Vou me certificar de cuidar bem de você, Baby. — Jooheon respondeu logo tomando meus lábios nos dele.

Apesar de ter gostado muito de possuir os lábios alheios encostando nos meus, não deixei as duas tentativas do Lee de aprofundar o beijo serem bem-sucedidas e, por isso, nosso selar deixou de existir antes mesmo de uma de nossas respirações começar a se desregular. Após isso, ficamos olhando-nos por um tempo até que ele começou a falar.

— Você não tem nenhum parente em Seoul atualmente, Baby? — Perguntou começando a passar seus dedos pelos meus cabelos em uma espécie de carinho.

— Mesmo se eu tivesse, nenhum deles iria querer viver comigo.

— Você não tinha uma vida antes de entrar no X Clan?

— Obviamente, tinha. — Respondi franzindo meu cenho olhando-o. — Perdão pelo que vou te falar, mas você literalmente destruiu qualquer chance minha de ser algo além do que sou hoje.

— E, por isso, você não tem mais nenhuma ambição?

— Ter, todos tem, mas não são todos que conseguem perseguí-las e alcançá-las. — Respondi levando minhas mãos aos ombros de Jooheon, o forçando a ir para trás, saindo de baixo do corpo do Lee e sentei-me mais para o lado na cama logo vendo ele sentar-se ao meu lado.

— Qual é a sua ambição?

— Eu não sabia que você ia agir como o meu pai. — Falei calmamente olhando com um sorriso brincalhão e o vendo me responder previamente com um sorriso com covinhas profundas ainda mais brincalhão que o meu.

— Mas, eu vou, só que, claro, de um modo mais legal e prazeroso. — Ele deu de ombros. Era estranho vê-lo tão despreocupado do modo que estava no momento.

— Uau, o Jooheon poético já foi embora para dar lugar ao ninfomaníaco?

— Eu nunca fui poético, princesinha. — Ele retrucou fazendo uma careta e eu dei de ombros cruzando minhas pernas deixando o silêncio reinar como mais cedo reinou também.

Coloquei minhas mãos nas minhas coxas e olhei diretamente para a cama abaixo de mim deixando meus ombros relaxarem-se consideravelmente. Até que... senti dedos sorrateiros caminhando por um dos meus braços, olhei para o lado e vi um Lee Jooheon abrindo os lábios em um sorriso maldoso.

— Vamos jogar um jogo? — O olhei desconfiada sem responder nada. — Ah, o que eu estou fazendo? — Ele perguntou fazendo uma cara pensativa.

Subitamente, Jooheon pegou-me pelos braços, virou-me de bruços na cama, afastou-se de mim, abriu algo que estava além do meu canto de visão, logo voltou para perto de mim, envolveu minha cintura com um dos braços, ergueu a mesma e a minha lombar um pouco para cima deixando todas as partes das minhas costas, bunda e pernas expostas para o Lee, olhei-o por cima do ombro e franzi meu cenho.

— O que caralhos você está fazendo?

— Vamos começar a definir nossas regras, princesinha. — Ele falou encostando seu peitoral e abdômen contra as minhas costas sentindo-as latejando levemente.

Senti as mãos de Jooheon pegarem meus pulsos, os levantar, colocá-los nas minhas costas e logo algo juntou e imobilizou meus braços, olhei para trás por cima do meu ombro direito e vi os dedos alheios terminarem de arrumar uma corda de cor rosa por toda a extensão dos meus braços até chegar no meu pulso e juntar um ao outro simulando um par de algemas. Antes que eu conseguisse colocar meu rosto no colchão da cama, meus cabelos foram totalmente pegos pelo Lee e puxados para trás com força enquanto ele encostava seu rosto na curva direita do meu pescoço e direcionava sua outra mão pelas minhas costas até alcançar minha bunda.

— Então, princesinha, comecemos. — A voz dele tinha baixado mais de duas oitavas e, em vez de falar em alto e bom som para preencher todo o quarto com seu tom, agora se tornara um simples sussurro. — Absolutamente toda, toda — Jooheon repetiu para dar mais ênfase. —, vez que eu chamar-lhe, você irá explicitamente me responder com “Oppa” no final de qualquer frase, não importando ela qual for. E não se preocupe, Baby, uma hora você vai se acostumar. Todas se acostumam.

Enquanto falava, ele adentrava a parte inferior da lingerie brilhante que eu usava e esfregava meus grandes lábios vaginais com suavidade usando seu dedo mediano e mordia a lóbulo da minha orelha direita. Eu mordi meus lábios com força não deixando alguns leves e ainda baixos suspiros deixarem minha garganta.

— Como você se sente, Baby? — Ele perguntou deixando um beijinho um pouco abaixo do meu maxilar.

— Bem. — Respondi imediatamente sentindo meus cabelos serem puxados com mais força. — Bem, oppa.

— Que boa garota você é. — Jooheon riu fracamente.

Logo senti ele preenchendo meu interior com o mesmo dedo com o qual antes estava acariciando meus lábios vaginais e começando a tirá-lo e recolocá-lo dentro de mim. Remexi meu quadril contra a mão alheia e sorri mentalmente vendo que estava ficando mais difícil para mim ficar completamente em silêncio.

— Eu quero ouvir seus gemidos, Baby. — Ele falou tratando de colocar mais um dedo no meu interior e começando a fazer o movimento comumente conhecido como o de tesouras com seus dois dedos.

— Se eu gemer — Comecei a falar, fechei meus olhos com força e continuei sustentando meu quadril contra a mão de Jooheon. —, vou estar mostrando o quão bem você me faz sentir, oppa.

— Eu quero ouvir seus gemidos. — Ouvi a voz ainda suave e baixa dele se fazer presente novamente.

Neguei com a cabeça e logo senti meus cabelos serem soltos e os dedos alheios saírem de dentro de mim. Eu grunhi em desaprovação franzindo meu cenho e olhando para Jooheon por cima de um dos meus ombros vendo-o pegar algo que eu não sabia exatamente o que era até ele virar de frente para mim. Consegui visualizar que era um chicote também de cor rosa e observei o Lee se aproximar novamente da cama.

— Agora, Baby — Ele recomeçou. —, diga-me... Você prefere a palma da minha mão ou o chicote?


Notas Finais


❥⋮ A lingerie citada é essa: https://cdn1.thehunt.com/app/public/system/zine_images/9952387/original/196c8ca6283bc4e740c9c545054977d6.jpeg

❥⋮ Todo o kit que foi previamente introduzido nesse capítulo e vai aparecer bastante nos outros é esse aqui: https://s.yimg.com/lo/api/res/1.2/9iNlKUunpgWy_NELAahkcA--/YXBwaWQ9aGtkZWFsO2ZpPWluc2V0O2g9MzAwO3E9ODU7cm90YXRlPWF1dG87dz00NTA-/https://s.yimg.com/xr/378f69c93c9391ed6f7624c49b7687ce41ca220a-o-w637-h479.jpg


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, EU ESPERO QUE VOCÊS TENHAM GOXXXXXXXXTADO PORQUE EU GOXXXXXXTEI, NWIXIWKCIWKCJJWJD
Eu tinha começado a escrever esse capítulo ontem... Mas, acabei me concentrando em estudar para minha prova de Português, aaaaaaaaaaah
No entanto, aqui estou após terminar de escrever, nqksiiwjxkwjdne

Muuuuuito obrigadinha por ler ♡
❥⋮ Babydoll loves Taemin and you


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