História Libido - Long Imagine - Lee Jooheon - HIATUS - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Chae Hyungwon, Changkyun, Gyeomyes, Hentai, Hot, Hyungwon, Im ( Changkyun), Imagine, Jooheon, Kihyun, Lee Jooheon, Lee Minhyuk, Minhyuk, Monsta X, Prostituição, Psicológico, Sexo, Shin Hoseok, Shownu, Son Hyunwoo, Você, Wonho, Yoo Kihyun
Visualizações 144
Palavras 2.720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - - What do u prefer? - Part II


Fanfic / Fanfiction Libido - Long Imagine - Lee Jooheon - HIATUS - Capítulo 9 - - What do u prefer? - Part II

                                   Libido

                           Chapter nine

               What do u prefer? - Part II

Peguei minha câmera calmamente, voltei a colocá-la na frente do meu rosto, foquei a lente e abri minha boca enquanto continuava a tentar deixá-la parada.

— Changkyun-ah! — O chamei vendo, por meio da lente da câmera, que ele tinha me olhado. — Faça uma pose!

— O que? — Ele perguntou confuso alto o bastante para que praticamente toda a nossa sala que estava residindo na quadra coberta da escola ouvisse.

Atrás de Changkyun, consegui ver a pessoa que, atualmente, era a dona da minha escassa vontade de ir para a escola e também dona das mãos que comumente faziam hematomas mancharem a minha pele. E esta mesma pessoa estava olhando não só para I.M, mas para mim também e simplesmente rindo, eu podia ver de longe aquele sorriso debochado que Woohyun insistia em sustentar nos lábios sempre que falava com qualquer pessoa. Aquela simples ação vinda de Woohyun me fez gelar e quase soltar a minha câmera no chão acabando por quebrá-la, porém, o máximo que fiz foi recuar dois passos e olhar para o Chang abaixando o objeto que antes eu usaria para fotografar aquele meu amigo.

— Nada, Changkyun. Só deixe para lá, não era nada de importante. — Ele veio andando até mim ainda com um semblante confuso.

— Desculpe, o que você tinha dito? Não consigo ouvir muito coisa com esses putos gritando. — Ele falou indicando com o queixo nossos colegas de classe e, por cima do ombro dele, consegui ver Woohyun ainda nos observando atentamente.

— N-Não era nada, Chang. Eu não estava falando nada de importante mesmo. — Dei de ombros tentando pensar em algum assunto para desviar a atenção do mais novo. — Ah, e o Minhyuk? Onde ele está?

— Eu não vejo nem a sombra dele há uns... Sei lá, dois dias. — Changkyun respondeu pensativo. — Ele não respondeu suas mensagens?

— Não respondeu minhas mensagens, nem atendeu minhas chamadas. Ele falou com você?

— Não. — Ele negou com a cabeça. — Será que eu fiz alguma coisa de errado? Ou você fez? E a gente não lembra?

— Não, eu costumo lembrar das merdas que eu faço, está bem? — Neguei com a cabeça descartando aquela opção totalmente.

— Espera. — Changkyun falou me fazendo andar dois passos para o lado e ficando levemente na ponta dos próprios pés. — Estávamos falando do Minhyuk... E ele está acabando de chegar ali, ó. — E apontou para as portas de grades da quadra.

Vi uma cabeça de madeixas platinadas e não evitei sorrir logo vendo um Lee Minhyuk aparentemente normal - dentro dos padrões dele - andando até mim e I.M. Ah, não... Ele não estava normal. Grandes olheiras profundas estavam decorando a região abaixo dos olhos que há dois, três dias eram tão, mas tão animados e agora estavam tão opacos que pareciam ter visto o fogo do inferno ao vivo e em cores vívidas, numa das mãos dele dava para ver explicitamente que uma mordida estava ali e não parecia que ia sair tão cedo e seus lábios estavam tão ressecados que parecia que não tinham conhecimento nenhum da existência de saliva ou hidratante labial.

— Minhyuk-ah! — Changkyun foi o primeiro a cumprimentar seu hyung. — Cara, você parece horrível.

— É mesmo? Se você não falasse, eu não ia perceber. — O recém-chegado falou de forma completamente sarcástica.

— Aish! — O mais novo reclamou quase gritando. — O que foi? O que aconteceu?

— Nada. — Minhyuk respondeu e eu franzi o cenho.

— Minhyuk? — O chamei e dois olhares, o dono do nome e o outro sendo de Chang, me cobriram. — Você desapareceu por sei lá quanto tempo, chega na universidade todo acabado parecendo que foi atropelado, pisoteado por uns vinte cachorros gigantes e simplesmente nos diz que nada aconteceu?

— Kihyun-ah — Ele chamou-me. —, quero conversar com você. — Minhyuk andou até mim já pegando meu braço e me puxando para longe de Changkyun. — Depois eu te chamo, Chang.

— Assim você me ofende, hyung! — I.M quase gritou, mas não nos seguiu.

— O que é? — Perguntei após ele largar meu braço.

— E-Eu fiz uma merda, Kihyun. Eu acho, eu não sei, na verdade.

— Ele falou enquanto andava de um lado para o outro passando suas mãos pelos seus cabelos e rosto freneticamente. Era quase como se ele tivesse enlouquecido.

— Primeiro, respire. — Falei puxando Minhyuk para a parede, o fazendo encostar-se contra ela e fiz suas mãos pararem de bagunçar seus cabelos. — O que você fez? E por que você não veio pra universidade todo esse tempo?

— Você lembra quando fomos ao X Clan? — Ele perguntou e eu fiz que sim com a minha cabeça. — Se lembra daquela garota que você levou para o quarto, não lembra? — Fiquei repentinamente tenso.

— Minhyuk. — Comecei a palar pausadamente. — O que caralhos você fez?!

— Você promete não me socar ou algo do tipo?

— Não.

— É sério, Kihyun. Promete?

— Fala logo, porra.

— Eu acho que... — Ele começou e eu vi a cor normal do rosto dele se esvair completamente. — eu... Eu não sei o que eu fiz! — Minhyuk mordeu seu lábio inferior com força. — Eu acho que estuprei alguém, acho que estuprei ela.

Eu estanquei no local em que estava. O que ele tinha dito? Eu ouvi bem? Ele tinha... estuprado Honey? Eu não sabia exatamente como me portar no momento, não sabia como reagir ao que ele me falou. OK que eu só tínhamos transado em uma certa noite ocasional, mas não queria que algo ruim acontecesse com ela, pois a mesma simplesmente não merecia. Estamos falando de uma jovem garota de vida sôfrega que conquistou a minha empatia e, quem sabe, algo à mais. E, como diabos ele não sabia se tinha estuprado alguém ou não?! Impossível.

— Você... — Comecei a falar, mas senti um nó se formar na minha garganta gradativamente.

— Eu não sei exatamente o que eu fiz. Ela não me parecia estar... — Foi nesse momento que minha voz retornou para as minhas cordas vocais e fui capaz de falar uma simples frase.

— Cale a boca. — Mandei sentindo meus dedos juntarem-se e formarem um punho coçando para atingir algo, fosse algo o rosto de Minhyuk, fosse outra coisa. — Você disse que... não sabia o que estava fazendo, mas qualquer pessoa com mais de cinco anos sabe muito, muito bem o que está fazendo, seu filho da puta.

— Ah, fala sério, Kihyun! — Minhyuk assumiu uma posição defensiva tanto mental, quanto fisicamente, e, se esquecendo de que eu já o tinha feito ficar encostado na parede atrás dele, tentou recuar alguns passos, mas continuou onde estava. — Ela é só uma vadia qualquer, você nem a conhece.

Todos os meus movimentos após essa pequena frase de Minhyuk foram completamente automáticos, poucos segundos depois da recente afirmação do Lee, meu punho acertou o rosto alheio e continou a acertá-lo. Eu só... queria destroçar aquela carinha fina dele. Como que ele podia falar que ela era só uma vadia qualquer? Ela não era isso, na verdade, ao meu ver, nunca seria.

Como já dito, eu queria realmente destroçar a carinha daquele que antes eu chamava de amigo, mas um ser mais novo que nós dois me puxou pelos ombros para trás, quase me desequilibrei e precisei tirar minha atenção de Minhyuk simplesmente para não cair de bunda no chão. Era Changkyun. Não só ele, outros também tinham se aproximado, mas era mais para se divertir e entreter comigo socando o de cabelos platinados do que para tentar me fazer soltá-lo.

— Ei, caralho — Changkyun falou. —, por que vocês estão brigando? Estão loucos?!

Sinceramente, eu queria socar I.M também. Não por estar com raiva dele, mas sim por minha cólera quase estar ultrapassando meu limite que já não era assim tão extenso.

— Pergunte para ele, Changkyun. — Respondi me sentindo estranhamente mal, pois o máximo que consegui fazer foi abrir alguns machucados no nariz, no canto superior direito da testa e talvez algum pequeno osso quebrado em alguma parte do rosto de Minhyuk.

Mesmo que eu quisesse continuar o que tinha começado, I.M não me deixaria o fazer nem se eu batesse nele também, então, preferi girar nos meus calcanhares e sair correndo para o vestiário masculino. Eu iria para a X Clan e tentaria rever Honey. Ela devia estar simplesmente desvatada emocional e fisicamente. E, assim, tomei meu caminho para aquela boate sem saber que a mulher, que tinha parte da minha confiança e eventualmente tomaria todo o meu coração para si, estava mais do que com quase completamente bem com as mãos de outro homem passeando pelo seu corpo.

 

 

— Repete. — Ele mandou e eu franzi meu cenho levemente irritada.

— Não vou repetir. — Respondi.

— Não vai? Que seja. — Jooheon disse se afastando de mim um pouco, jogou o chicote ao lado do meu corpo, colocou as mãos na peça inferior da minha lingerie e terminou de tirá-la completamente do meu corpo.

Após acabar de livrar-se daquela peça, ele se inclinou para o lado, pegou o chicote em mãos novamente e eu afundei meu rosto no colchão da cama depois de sentir uma das mãos alheias afastarem minhas pernas um pouco mais e passar o dedo mediano não só pelos meus lábios vaginais maiores, mas também pelos menores. Abri minha boca minimamente e agarrei uma pequena quantidade do lençol da cama com meus dentes numa forma de suprimir meus gemidos totalmente, todavia, meu esforço foi totalmente em vão, pois Jooheon tratou de deixar o chicote em cima das minhas costas, puxar meus cabelos para trás usando uma de suas mãos fazendo minha boca soltar aquele tecido macio e respirar profundamente contra a junção do meu maxilar com o pescoço.

— Você é tão audaciosa que me faz pensar se eu deveria ter te ajudado ontem ou não. — Ele sussurrou enquanto fazia dois de seus dedos adentrarem minha boca enquanto sua outra mão abria meus lábios vaginais usando apenas seu indicador e mediano. — Mas, sabe, gosto de garotas que não costumam me obedecer porque sempre é muito divertido domar vocês. — Jooheon deslizou dois de seus dedos para o meu interior e começou a fazer um meio-círculo de um lado para o outro usando-os enquanto eu tentava fazer meus gemidos não escaparem dos meus lábios. — Chupe. — Ele falou se referindo aos seus dedos que ainda estavam ocupando toda a minha boca.

E então eu o obedeci deixando que a minha língua adornasse ambos os dedos dele enquanto o sentia começar a movimentar sua mão com um pouco mais de rapidez rente ao meu órgão sexual alargando meu interior levemente, ele tirou seus dedos da minha boca, agarrou o chicote novamente e começou a passar as faixas de couro dele pela minha lombar.

— Então, Baby — Ele recomeçou. —, diga-me à quem você pertence.

— Não... — Jooheon nem sequer me deixou responder e já bateu nas minhas costas com aquele objeto feito exatamente para punir alguém.

— Diga.

— Você, oppa. — Respondi arqueando minhas costas de maneira involuntária e quase inconsciente sentindo os dedos alheios diminuírem a velocidade no meu interior.

— E somente quem tem a permissão para te tocar?

— Você, oppa.

— Que boa garota, você aprende rápido. — No mesmo tempo que suas palavras deixaram seus lábios, senti meu interior se contrair, meu busto e rosto ficarem vermelhos por causa da minha temperatura comporal se elevando mais e mais e algo se formar abaixo do meu útero.

Meu clímax estava chegando. Finalmente. Mesmo com Jooheon movimentando seus dedos de forma quase que completamente vagarosa, eu ainda estava super excitada por causa dele. Mas, então...

Algo ecoou por todo o quarto. E esse algo era... o som essencialmente abafado, mas ainda assim alto, de um celular. Um maldito celular, que pertencia ao Lee.

Ele jogou o chicote ao lado do meu corpo novamente, tirou seus dedos do meu interior, se afastou de mim, abriu uma das gavetas do criado mudo, pegou aquele smartphone, levou sua mão que estava responsável pelo meu prazer aos lábios e colocou-os dentro de sua boca começando a chupá-los enquanto me olhava fixamente e atendia àquela ligação. Eu, por minha vez, apenas o fiquei olhando-o irritada sentindo minha irritação crescer gradativamente por vê-lo pouco sem importar em soltar meus braços daquelas cordas. Ao final da ligação, Jooheon abriu um sorriso maldoso e eu pensei que aquele sorriso era direcionado para mim, mas, na realidade, não era.

— Me solte. — Falei depois dele ter jogado seu smartphone na cama.

— E eu vou, Baby. — Ele respondeu se aproximando e começando a me soltar lentamente. — Agora, você vai se arrumar, pois temos um lugar para o qual ir.

— Para onde vamos?

— Não apresse as coisas. E, quando chegarmos à este lugar, agradeça muito ao Hyungwon, Baby. — Jooheon respondeu terminando de me soltar e andando até o quarto. — Angel?! — Talvez não tivesse dado nem meio minuto e a apelidada de Angel já estava ali, totalmente disposta a acatar qualquer uma das ordens alheias. — Pegue roupas novas para ________-ah, docinho. — E então ela logo foi fazer a vontade dele.

— Ela é muito idiota. — Falei vagamente vendo Jooheon me olhar por cima do ombro.

— Quem? Angel? — Fiz que sim com a cabeça vendo um sorriso sacana brincar nos lábios dele. — Ela é maravilhosa, Baby, não fique com ciúmes dela, você logo vai substituir ela e Sweetheart.

— Eu não quero servir de substituta de ninguém.

— Então, não seja. — Era difícil tirar Jooheon do sério de fato e isso estava começando a me irritar profundamente.

— Vai se foder. — Falei como se estivesse cantarolando.

Eu estava completamente confiante que podia fazer o que quisesse até ver o maior endurecer seu semblante por demais, andar até a cama, puxar meu corpo para cima e levantar a destra. Ele ia... me estapear?! Provavelmente, sim, porém Angel chegara na porta e deu leves batidinhas na porta já aberta.

— Senhor? — Ela o chamou. — Aqui está o que pediu.

— Ah, sim. — Jooheon me soltou, girou nos calcanhares e andou até sua submissa pegando as peças de roupas nas mãos, despachando a garota com um simples beijinho em uma das mãos, fechando a porta e voltando sua atenção para mim. — Se vista, Baby.

Ele jogou aqueles tecidos essencialmente róseos na cama, peguei-os e os olhei vendo o que exatamente eram aquelas roupas. Me levantei com certa dificuldade sentindo mais dor nas coxas do que antes, me desvencilhei da lingerie brilhosa com a qual eu estava vestida antes e logo arrumei-me com aquelas novas peças que não cobriam mais do que o que eu vestia antes. Na realidade, aquelas vestimentas se resumiam em uma simples saia transparente de cor rosa que cobriria uma calcinha de mesma cor e um sutiã que ia até um pouco mais acima do meu umbigo que também não tinha a cor diferente das outras duas peças.

— Ótimo. — Ele respondeu depois de me ver vestida com novas vestes. — Agora, Baby, venha aqui. — Chamou-me com uma das mãos.

Eu o obedeci e andei a passos lentos até Jooheon, quando me prostei em sua frente, sua mão levantou-se, se apossou do meu rosto e começou a acariciar minhas bochechas lentamente; senti meus ombros ficarem tensos e pensei inicialmente em recuar, mas decidi não o fazer pois provavelmente algo ruim aconteceria no momento em que eu fizesse tal coisa. Meus pensamentos foram interrompidos subitamente por algo que balançou meu rosto, literalmente falando.

A mão dele... tinha alcançando uma das minhas bochechas com bastante força. Um tapa. Ele me deu um tapa. E as lágrimas preencheram o canto dos meus olhos. Jooheon, por sua vez, levou seus dois braços para as minhas pernas, levantou-me, pegou-me no colo, abriu a porta com uma das mãos com certa dificuldade após eu ter começado a me remexer bruscamente contra o corpo alheio. Eu não queria mais ficar à mercê dele. Esse filho da puta, como ele pôde pensar em me dar um tapa?! De qualquer modo, seus braços me seguraram com força e seu corpo levou o meu para sabe-se lá onde porque eu não estava prestando a mínima atenção no caminho que os pés dele estavam traçando.

— Pare de chorar, Baby. — Jooheon mandou depois de me fazer sentar no banco do carona de um dos dois carros que ele tinha, não me dei o luxo de ouví-lo e logo senti sua mão apertando minhas bochechas com força me forçando a olhá-lo fixamente. — Eu mandei você parar de chorar, _______-ah. — Ele apertou meu rosto com mais força e fiz um certo esforço para não deixar minhas lágrimas molharem minhas bochechas. — Agora, seja uma boa garota e fique quieta até chegarmos ao X Clan.


Notas Finais


❥⋮ A saia citada é essa aqui: 3fe669e288004ab92d45db17a92f8cb9/tumblr_nwrslicxdt1rifqufo1_500.jpg

Ai, socorro que escrevi essa última parte correndo porque estava correndo contra o tempo para terminar esse capítulo antes de ter que ir para uma excursão escolar... Consegui terminar antes de ir, mas só consegui postar o capítulo DEPOIS que fui pra lá, que cú de vida!

Maaaaaaaaaaas, enfim... Muuuuuuito obrigadinha por ler ♡
❥⋮ Babydoll loves Taemin and you ♡


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