História Libido - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Bdsm, Farosella
Visualizações 406
Palavras 1.885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amorzinhos

Capítulo 31 - Poses


Pov Fogaça 

- Você o que homem? - Paola diz por baixo de mim me encarando.

Eu queria dizer que a amava mas não saiu nada, lembrei de Apolo e de tudo que ela me contou, fiquei com medo dela se afastar de mim e isso eu não suportaria.

- Eu - pauso - eu quero que você pose pra mim te desenhar

- Ah era isso?

- Sim

- Precisava falar tão urgente assim? Vou pensar no seu caso - ela deu um tapa no meu braço e eu ia saindo de dentro dela quando ela puxou meu corpo e a encaro sem entender.

- Fica assim, ta tão bom - ela diz com uma voz melosa que eu nunca tinha ouvido - fica dentro de mim mais um pouco.

Eu não conseguia negar nada a ela, sabia que ela estava bem alterada pelo álcool que havia tomado durante o dia mas não consegui negar aquele pedido, puxei ela e fiz com que ela se deitasse sobre mim.

- Você sabe que eu nunca nego nada que você me pede né?

- Eu sei disso - ela sorri e deita sobre meu peitoral, passei a mão pelos cachos dela com receio dela achar um toque intimo demais.

Mas ela fechou o olho e sorriu, ela parecia uma menina daquele jeito, sei que a felicidade dela era pela casa de empanadas mas fiquei satisfeito em tá com ela naquela momento.

Começamos a conversar e enquanto eu falava dos meus filhos ela adormeceu, com o rosto envolto ao meu peitoral.

Fiquei sem reação, não consegui levantar então apenas a trouxe mais pra perto de mim e beijei sua testa.

(...)

Acordei ainda com Paola deitada sobre mim, ela dormia tão tranquila, amava vê-la daquela forma, parecia tão inocente mas quando olhei em volta e vi aquele arsenal de chicotes e outras milhares de coisas que haviam naquele quarto, a face de "Libido" voltava a minha mente.

Levantei devagar para não acordar ela, não queria outro escândalo quando ela descobrisse que dormimos juntos.

Peguei minha sunga e sai do quarto fechando a porta de leve, fui até banheiro e tomei um banho frio.

Decidi que faria uma surpresa pra ela, fui até a cozinha e comecei a preparar um brioche com creme de queijo, enquanto colocava no forno ouvi passadas na cozinha.

- Olha só o mastersexy cozinhando de cueca - A voz de Gabriela era inconfundível

- Foi mal - digo pegando um avental e vestindo

- Tudo bem, Paola que iria adorar essa cena - ela diz sorrindo

- Ela ta dormindo igual uma pedra.

- Não imaginava menos, tava tão nervosa que bebeu gim no café da manhã

- Nervosa atoa já que tudo que ela toca vira ouro, não seria diferente com o La Guapa - digo jogando uns aspargos na frigideira - Chou saiu numa revista essa semana né? Vi suas fotos na capa e estranhei.

- Eu morri de vergonha de fazer poses para um fotografo.

- Ana podia te ajudar com algumas coisas.

Gabriela fica corada a ponto que eu achasse que ela explodiria.

- É porque ela é jornalista, não disse por mal - me redimido

- Tudo bem - ela joga uma mecha de cabelo para trás - Ana e eu somos boas amigas.

- Ótimas amigas, conta pro Henrique o que vocês estavam fazendo no banheiro do La Guapa ontem - o sotaque de Paola invade o ambiente e sinto um arrepio na espinha, ela entra na cozinha com os cabelos úmidos e enrolada num roupão.

- Paola para - Gabi diz colocando a mão no rosto, elas eram praticamente o oposto uma da outra talvez por isso fossem tão amigas.

- Agora é "Paola para" - Paola se aproximou de Gabi fazendo cócegas na cintura da morena mais baixa.

Volto minha atenção aos brioches porque não queria lembrar delas duas se beijando.

Retirei do forno e comecei a servi juntamente com os aspargos e um ovo frito.

Servi para as duas que falavam sobre algumas coisas que não prestei atenção.

- Nossa ta lindo Fogaça - Gabi me elogia enquanto Paola comia sem demostrar muito se estava bom ou não, como sempre fazia comigo.

- Gostei desse traje em você, parece um clichê de filme porno - ela diz de repente fazendo eu me engasgar e Gabriela rir.

- Mas também gostei da comida, já pensou em ser cozinheiro? - ela me olha levantando a sobrancelha ironicamente e depois soltando um sorriso e mostrando a covinha no lado esquerdo que a deixava ainda mais linda.

- Já pensei sim, será que você me contraria?

- Acho que não - ela sussurra no meu ouvido - é proibido sentar na cara dos funcionários - depois passa a mão pelo meu membro.

Me engasgo e olho para Gabi que estava ocupada demais com o celular pra prestar atenção na gente.

- Ou melhor talvez eu te contrate como meu escravo sexual - ela morde meu nódulo, sentindo os efeitos na minha cueca eu seguro a mão dela.

- Eu sei - ela sussurra novamente - gosto dele assim, ao ponto corazón.

Eu sempre impliquei com aquele apelido mas essa altura do campeonato eu até gostava dele.

- Gente vamos pro litoral hoje? - Gabriela diz alto que faz Paola se afastar de mim.

- Nossa eu adoraria - ela diz - Vamos Henrique é domingo.

- Não posso, vou ficar com filhos. 

- Leva eles também, chamei a Ana.

Não sabia como Paola reagiria tendo que lidar com meus filhos, não era do perfil dela passar uma imagem de "boadrastra".

- Fernanda ia encher meu saco, melhor não.

- Pelo visto vai ser só a gente então - Gabi olha pra Paola

- Vou segurar vela de sapatão - Paola faz uma careta

- Cospe mesmo no prato que tu comeu

Gargalho e Paola bate no meu braço.

- Ela que falou e eu que apanho?

- Você riu - ela levanta a sobrancelha e toma um copo de suco.

- Bom meninas vou pegar minha roupa e buscar minhas crias

- Vai lá papai do ano - Gabi comenta enquanto eu me afasto e vou até o quarto dos vícios da Paola, sim havia mudado o nome, pos era mais viciante que doloroso.

Vesti minha roupa e quando passei pela cozinha elas ainda conversavam e riam alto, bom Paola ria alto, Gabi era timida até pra isso.

- To indo meninas, aproveitem a praia.

- Tchau tatuado - Gabi me olha acenando a mão - obrigada pelo café tava maravilhoso

- Imagina Barreto, querendo comer uma comida boa, pode passar lá SAL, por conta da casa.

- Obrigada vou sim - ela sorrir - Paola vai se desperdir do rapaz.

Paola olha pra ela bufando, levanta e se aproxima de mim com um olhar penetrante e um sorriso sinistro nos lábios que deixou minhas pernas bambas.

- Até mais - ela sussurrou no meu ouvido - pensei na sua proposta e posarei pra você, completamente nua - ela morde meu nódulo e passa a mão por cima da minha calça.

Engulo seco e ela me olha nos olhos sorrindo, colando rapidamente nossos lábios.

- Agora tchau - ela bate no meu braço e eu saio do apartamento.

(...)

Fernanda havia vindo buscar meus filhos, tinha sido agradável passar a tarde toda com eles, me fazia lembrar da época que minha vida não era essa bagunça por causa de uma argentina dominadora.

- Tchau papai - Olivia pula no meu colo e da um beijo no meu rosto

- Tchau Pai - Pedro me abraça também e ambos seguram a mão de Fernanda que não ousava entrar no meu apartamento.

- Você ta muito muito bonita - a elogio, ela sempre foi uma mulher muito atraente mesmo que eu as vezes quando éramos casados não elogiava isso.

- Menos Henrique não precisamos disso, mas obrigada - ela sorri de lado - vamos crianças a tia de vocês ta esperando no carro.

A porta do elevador se abre no final do corredor e vejo a figura alta, com uma blusa com David Bowie estampado e jeans justa, além de saltos agulha que faziam barulho a cada passada, acho que eu reconheceria Paola até de máscara.

Ela se aproxima de Fernanda segurando uma bolsa.

- Oi querida - ela comprimenta minha ex e me olha em seguida - interrompi um momento família? Perdón 

- Imagina Paola eu já estava indo embora mas estou supresa de te ver aqui.

Até eu estava tanto que perdi a fala.

- Amanhã a gente grava cedo e eu precisava do roteiro, esqueci o meu no estúdio e não queria mostrar pro diretor esse atestado de amadora.

- Ah sim - Fernanda acredita mesmo na história de Paola, mas ela mente tão bem que até eu acreditei.

- Você é moça da TV que trabalha com papai? - Olivia diz sem soltar a mão da mãe.

- Sim é ela - digo

- Você é linda, igual sua mãe, ainda bem né - Paola rir sinica e me olha - os dois são lindos

- Obrigado tia - Pedro diz e eu engulo o riso, acho que Paola não ia gostar muito de ser chamada de tia e era divertido de ver.

- Pode me chamar de Paola só

- Eu vou embora, Ale vai me matar se eu demorar mais - ela diz puxando as crianças - Paola manda um beijo pra Gabi.

- Mando sim - Paola da um beijo em Fernanda.

- Tchau Henrique - Fernanda se afasta e Paola entra no meu apartamento.

- Sua mulher só viu a Gabi uma vez, porque me pediu pra mandar beijo pra ela?

- Ex mulher - corrijo - acho que eu tenho um ponto de culpa.

- O que você fez?

- Bom - não tinha jeito eu teria que contar - Fernanda tava com ciúme de mim com você então inventei que você era lésbica e que namorava a Gabriela.

Paola gargalha de quase chorar.

- E ela acreditou?

- Sim de primeira, pelo visto você tem perfil de lésbica.

Paola volta a rir.

- Bom saber que sou corna, porque a Gabi ta com a Ana.

- Pelo visto é sim - digo passando a mão na bermuda - quer beber algo?

- Whisky puro - ela diz e eu vou preparar a dose - eu até gosto de mulheres mas não consigo me livrar de uma barba roçando meu cangote.

- Fico feliz com essa informação.

Brindamos com o whisky

- Não deveria mentir Henrique Fogaça. 


- Você também mentiu Paola Carosella - a olho - não me disse o que veio fazer na minha casa.

- Vamos para o seu quarto que eu mostro - ela sussurrou no meu ouvido e eu a agarrei pela cintura, beijando seus lábios finos que agora tinham sabor de whisky misturado com sabor dela.

Fomos entre os beijos até meu quarto.

- Senta ai - ela aponta para um pequeno sofá e começa a tirar a blusa lentamente, deixando sua pele clara a mostra aos poucos, retirou o jeans e manteve os saltos, negros como a lingerie.

Retirou o sutiã devagar e jogou em mim,em seguida a calcinha, ficando apenas de salto e deitando na cama de lado.

- Quero que você me desenhe assim.



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