História 「First Love - Yoongi」 - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Suga
Tags Drama, Min Yoongi, Mutilação
Exibições 27
Palavras 688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leituraaa, sz

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction 「First Love - Yoongi」 - Capítulo 1 - Prólogo


FLASHBACK


Tudo começou há três semanas, três terríveis semanas.

Fiquei trancado dias e noites em meu quarto sem conseguir dormir, revirando na cama até que o calor intenso me fazia levantar.

Caminhava pelo quarto e logo sentia calafrios horríveis que me arrepiavam a pele e me obrigavam a me retorcer, como um recém-nascido que foi largado em um campo gelado.

Sob as cobertas, cavoucava como um animal. Sem parar de tremer, adormecia e voltava a febre, um calor insuportável que transformava as lembranças em imagens imprecisas, fragmentos de pesadelos.

Ouvia vozes em minha cabeça, risadas agudas que não se calavam nunca. Depois surgiam sossurros que vinham de todo lado, olhares de olhos selvagens que me atormentavam sem me deixar em paz.

Eu sabia que havia sido iludido, um trouxa.

Ela me enganou. Eu a amava; como bobo. eu a amava.

Sempre a via de longe, cercada de suas amigas. Ela era a mais linda.

Eu sabia que nunca olharia para mim, o tímido, o solitário, o que a amava de longe e escrevia poemas que nunca enviava. Tinha consciência que nunca iria me amar e, no entanto, ás vezes sonhava que era possível, que um dia compreenderia o quanto eu a amava.

O quão grande é a imaginação de alguém de 14 anos.

Agora sei que todos sabiam, que nos corredores do colégio zombavam de mim, por me iludir, por ser um tremendo de um tolo.

Eu não tinha dito nada pra ninguém, só escrevia em meu caderno meus estúpidos sonhos.

Ela era tudo para mim. Minha razão pra levantar de manhã, para suportar o dia.

Contempla-lá era o suficiente, aliás, eu não podia mais do quê isso. Claro, doía-me vê-la com aqueles grandalhões de cabeças cheias de vento.

Imaginava que ela fosse diferente, pois quando nos cruzavamos, me olhava com uma expressão doce -possívelmente de pena - não sei.

Mais porquê eu estou pensando essas coisas?!

Onde a sobrinha do rei desse farto reino, iria querer que sua sobrinha tivesse algo com alguém como eu? Eu sou apenas filho de um comerciante em meio a tantos e tantos nesse reino.

Mesmo assim parecia que a mesma sentia algo por mim.

Certa tarde meu caderno desapareceu -aquele o qual escrevia minhas poesias -, no dia seguinte o encontrei em minha carteira, por isso pensei que tinha o esquecido ali, porém não.

[...]

Dois dias depois recebi uma carta dela, era sua letra, era seu nome escrito no final daquelas palavras.

Queria me ver, dizia, a sós, na clareira do bosque. Não podia acreditar. estava feliz, cego. Nem me dei conta dos olhares e dos sussurros que continuavam a ressoar em minha cabeça. Não pensei que o silêncio que deixava atrás de mim nos corredores, como uma esteira densa, tivesse algo a ver comigo, com ela, com sua carta, com o meu caderno.

[...]

Desde então só pensava no encontro. No nosso encontro.

Finalmente, a sexta-feira chegou, depois daquela eterna semana de espera, centenas de horas nas quais eu imaginei mil vezes cada palavra, cada olhar, cada gesto em infinitas variações. Todas as possibilidades, acreditei, tinham passado pela minha cabeça, tinham repousado em meu coração e se desvaneciam para dar espaço a uma nova.

>>>>>>>>>>>

Quando saí do colégio corri para o bosque, levava um presente pra ela, uma caixa de madeira esculpida em forma de coração, e dentro cuidadosamente colocadas havia 2 mariposas de papel.

Estava sentado no tronco caído a sua espera, então ouvi passos e senti o cheiro de seu perfume.

"- Olá."

Disse. E eu quis me virar para vê-la mais suas mãos estavam e meus olhos e isso me impedia de virar, então apenas pergunto:

"-Olá... Então, o quê queria me contar?"

Sinto sua mão ficar trêmula mais ignoro, a mesma solta um longo e cansado suspiro e parece olhar para o rio enfrente a nós, e decide responder a minha pergunta.

"-Eu te amo..." Disse.

"-Eu te amo muito."

Continuou, e então fui entregar a caixa com as mariposas dentro.

E então puxam fortemente de minhas mãos.

Não era ela, não era sua risada.

Eram seus amigos cabeça de vento.

Ela olha para mim, depois olha para eles, e então o líder do grupinho empurra seu ombro, a fazendo dizer algo que quebrou meu coração completamente.

"-Eu não te amo.."

Caio de joelhos, e vejo os meninos a empurrando para irem embora.

Como pôde?


OFF



Notas Finais


Obrigado por lerem, szsz


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...