História Lie - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Block B, Jay Park
Personagens B-Bomb, Jaehyo, Jay Park, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kyung, P.O., Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Taeil, U-Kwon, V, Zico
Tags Blockb, Bts, Jay Park, Jimin, Suga, Yoongi, Zico
Exibições 40
Palavras 1.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 1 - De Volta Para "Casa"


Fanfic / Fanfiction Lie - Capítulo 1 - De Volta Para "Casa"

Agarrei-me ao assento de couro e senti meu coração disparar enquanto o avião ganhava o céu, afastando-se dos EUA. Eu havia deixado metade de mim em Washington, minha cultura, e meus amigos e ainda podia sentir a ausência em meu peito. Tudo o que restava de mim era uma casca vazia, entorpecida e sem sentido. 

- Você esta bem? - os óculos escuros refletiram por um momento, e levei alguns segundos para raciocinar que ele falava comigo. 

- Por que está falando em coreano? - senti uma pontada de angustia no peito. Me lamentar não iria me ajudar, pois eu sabia que ele não iria voltar atrás em sua decisão.

- Já conversamos sobre isso, não? 

- Não! Nós não conversamos. - balbuciei. - Você tomou todas as decisões sozinho, Jaebum! fez de conta que isso não me afetaria. - respirei fundo, me afundando no assento. - Você poderia ter me avisado pelo menos, que vendeu a casa e que iriamos voltar a Seoul. 

- Eu estou fazendo meu papel de irmão mais velho, Dahye . - murmurou e se levantou. 

- Ótimo, Jaebum. - peguei o fone de ouvido e conectei no meu celular. 

Ainda era meio difícil de acreditar que até algumas horas eu estava me despedindo do meu melhor amigo. Ele não falara quase nada. Havia se limitado a dar um abraço meio desajeitado de despedida em mim, enquanto eu o apertava forte, sem querer solta-lo. Ainda com os olhos marejados, sorri quando nos soltamos. 

- Você poderia fazer o favor de não se esquecer de mim? 

- Nunca irei me esquecer de você, Yoongi-ah. 

- Não chore, criança. - sua voz falhou, mas seu rosto continuara o mesmo, sério e sem nenhuma expressão. 

Ignorei a bebida que Jaebum colocou sobre a mesa - assim como o ignorava neste instante -. Fiquei olhando para o vidro sabe-se la por quanto tempo, observando a água se condensar no exterior do copo, formando minusculas gotículas que escorriam lentamente e empoçavas em torno da base. 

Tentei dormir, esquecer de tudo por pelo menos algumas horas, mas aquela tranquilidade estava fora do meu alcance. 

Passei tanto tempo encarando aquela janela, que sem nem mesmo perceber acabei dormindo, e tenho um belo sonho, de que tudo que estava acontecendo, era apenas um pesadelo meu. 

Varias horas mais tarde, o avião lentamente pousou em solo coreano, isso até soava meio engraçado. Quando meus pés tocaram o asfalto da pista, corri o olhar pelo terminal  e pelo céu cinzento e nublado

- Lar... - lhe encarei com os lábios franzidos. - Doce, lar. - sorriu. 

- Aqui é tão úmido... E frio. - passei as mãos sobre os braços nus e me arrepiei quando uma brisa bagunçou meus cabelos. 

- Não gosta de frio? - ergueu uma sobrancelha. Neguei.  - Isso vai ser um problema então. 

- Anh? como assim, problema? - fiz uma pausa receosa. 

- Quando chegarmos,, você mesma ira ver com seus próprios olhos. 

Ouvi um zumbido de um motor veloz e um conversível vermelho surgiu na esquina. 

Revirei os olhos e guardei minha bagagem no porta-malas, junto com as coisas do outro. 

- Gostou do meu mais novo bebê? - perguntou mais para si do que pra mim. Ele alisava aquele carro como uma criança em uma noite de natal. esse era seu hobby, colecionar carros. 

- Como você consegue ter tantos carros? - balancei a cabeça em reprovação. 

- Como você consegue ser tão chata as 09am? 

- Idiota. - partimos em silencio, vez ou outra ele exclamava que estava feliz por estar de volta a sua terra natal, que sentira falta de algumas coisas. E a unica coisa que eu fazia era chorar por dentro e me segurar para não me jogar daquele carro chamativo. 

- Vamos ver o quanto essa gracinha consegue correr.

- O QUE? - eu não queria acreditar que ele ia fazer mesmo isso. 

E então pisou no acelerador, o carro produziu um som semelhante ao de um gatinho recebendo carinho, e então eu ja não via mais nada, a não ser a minha morte. 

- AI MEU DEUS EU VOU VOMITAR, ME SEGURAAAAA! - cravei as unhas o mais forte que podia no banco do carro, podia quebrar as unhas, mas perder a vida ali, nem pensar. 

Senti meu estomago dar estrelinhas e eu tava na contagem regressiva de vomitar naquele lindo carro. 

- Eu vou morrer... - choraminguei quando ele fez uma curva, minha cabeça foi pra esquerda, e meu corpo foi pra direita. 

finalmente reduzindo  a velocidade, Jaebum tomou uma estrada particular, subindo uma pequena colina. E em nenhum momento desses eu sequer vi uma casa. No fim da estrada paramos diante de uma linda casinha, EM FRENTE A PRAIA!

Saltei do carro e me joguei no chão, orando a deus por não ter tirado a minha vida naquele maldito carro. quem foi o idiota que tinha dado carteira a aquele babaca mesmo? 

- Você tá verde. - analisou  meu rosto, rangi os dentes e antes de atacar aquela carinha linda, mostrei o dedo do meio. -Também amo você. 

- Eu... Não... Te... Amo! - falei pausadamente. 

Me sentei no chão e parei pra ver melhor aquele fim de mundo. 

Uma mansão no meio do nada. 

Muito sua cara. 

- Desde quando você gosta de lugares assim? - ri pegando minha bolsa. 

- Ele é ótimo pros meus negócios... - me deu as costas e foi pra mansão. 

- Negócios? Desde quando traficar mudou de nome? - chutei uma pedrinha. 

mesmo sendo mais nova que Jay - como lhe foi apelidado -, ele não me tratava indiferente, me tratava como seu nós tivessemos a mesma idade. Isso até que não era muito ruim, olhando de um lado. Mesmo sendo assim, ele se importava bastante comigo. Por isso que ele não me "largou" em me Washington. Tinha medo de que eu me jogasse do sétimo andar de um prédio. 

Eu não o culpava. 

Mas também não lhe dava razoes de tirar a minha escolha. 

Ainda mais pra vim pra cá! 

CORÉIA.

Eu não gosto daqui, e nem vou gostar por um simples motivo. 

Meus pais. 

Eles se foram a quase 10 anos. 

Enfim, esse lugar me trazia más lembranças do passado. 

- Seu quarto é o terceiro a esquerda, fique a vontade. Eu preciso ligar a umas pessoas. - jogou a bolsa em cima a uma poltrona e ficou pendurado no celular. 

Eu queria fazer um pequeno tour pela casa nova, mas estava quebrada e meio fudida. O voo tinha sido muito demorado, e meus pescoço estava me matando. 

Subi direto pro meu mais novo quarto. Uma cama enorme de casal com um grosso edredom azul e almofadas estampada ficavam junto a parede, tendo aos pés um antigo baú de madeira. Poltronas aconchegantes estavam arrumadas em um canto, de frente para uma janela que dava pra ver algumas pedras, e o mar se quebrando entre elas, e tinha até um penhasco, não muito longe da casa. 

Abri o closet e vi que algumas roupas minha estavam de fato ali, roupas que eu havia deixado na minha antiga casa, me fazendo pensar que até as roupas chegaram antes do que eu. Quando abri o outro lado do closet encontrei um espaço vazio, certamente pra mim colocar todas as roupas da mala ali. 

Depois de ter fechado o closet, joguei a mochila em cima da cama. Peguei o celular no bolso da calça, para ver se alguém tinha notado meu sumiço. Mas nenhuma mensagem. O que me fez ficar um pouco desapontada. 

- Talvez ele esteja ocupado. Ou até mesmo dormindo. - verifiquei as horas, fiz as contas e descobri que lá ainda era umas sete da noite. 

Me livrei daqueles tênis e me joguei na cama, cansada demais pra desfazer as malas. Cansada e triste, esse era o melhor dia, sem duvidas. 

E foi em meio a esses pensamentos que cai no sono, sem sonhos. 


Notas Finais


Desculpem os erros <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...