História Lie (Jikook Fanfiction) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Boyxboy, Bts, Jikook, Jiminxjungkook, Slash, Yaoi
Visualizações 26
Palavras 1.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Lírica, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Música: https://www.youtube.com/watch?v=MbfSowgDT9s
(to nem ai se pode colocar link aqui ou não .-.)

Capítulo 4 - Only one left


Fanfic / Fanfiction Lie (Jikook Fanfiction) - Capítulo 4 - Only one left

Alguns meses se passaram, e eu finalmente tenho uma pessoa pra chamar de melhor amigo. Eu sempre quis uma pessoa com quem eu pudesse contar com tudo, e o mais importante: uma pessoa que eu não tivesse vergonha de absolutamente nada. Jimin tinha outros amigos, não sei se eu era tão importante quanto ele era para mim.

-Jimin, de quem você gostava na época em que o Yoongi gostava de você? –perguntei casualmente, como se aquilo fosse só um detalhe a mais.

-Ah... Ela não estuda mais aqui, mas por que isso agora?

-Nada não. Eu pensei que você gostasse de homens.

-Eu não ligo para isso, a única coisa que importa é o sentimento. –disse resolvendo o dever de matemática. –Me empresta a borracha.

Peguei minha borracha no estojo e entreguei para ele, mas o mesmo segurou minha mão e desceu a barra da manga do meu casaco, deixando meu pulso à mostra.

-Por que faz isso? Achei que fossemos melhores amigos, pode contar se alguma coisa ruim estiver acontecendo com você. –disse Jimin, preocupado com alguns cortes em meu pulso.

-Eu não posso contar para você. –disse com a voz tremula

-Ótimo. –disse ele soltando meu braço com rispidez. –Por que não pode me contar?

-É embaraçoso, não quero que saiba. Desculpe-me.

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Estávamos na última aula, redação. Jimin pareceu um pouco chateado o resto da aula, mas parte disso era só curiosidade mesmo.

Min Yoongi bate na porta da sala, pedindo permissão à professora, que concordou.

-Bom dia, nós do outro 8º ano estamos precisando de candidatos para personagens na peça que a escola nos obriga há fazer todo ano. Alguém? –Yoongi me encarava de tempos em tempos, aquilo era um aviso?

-Se ninguém se candidatar por vontade própria, a professora vai sortear. Essa peça vai acontecer de um jeito ou de outro. –me encarou de novo, mas dessa vez arqueou a sobrancelha.  –Jungkook? Você se encaixaria perfeitamente no papel da vítima.

-Vamos Jungkook, eu vou com você. –disse Jimin, e eu assenti com a cabeça. – Eu e ele vamos.

-Ótimo, agora precisamos de mais 3. Vamos gente! –disse Yoongi

Pouco a pouco os alunos foram se manifestando até dar a quantia certa, e Yoongi não parava de me olhar.

-Jimin, que peça é essa?

-Acontece no final do primeiro semestre, em junho. E se for a mesma peça, é um romance bem chato. A peça foi votada, e como tem mais meninas do que meninos na escola, elas escolheram essa. –disse

-E a vítima é quem?

-A vítima é a vítima, só serve para ser salva e no final beija o Lord Dimitry, que é um vampiro. –disse com sarcasmo.

-E por que eu tenho cara de vítima? –pergunto indignado

-Porque você é frágil, prímula. –disse sorrindo

-Eu não vou ser a vítima.

-Fica tranquilo, tem muitas meninas que querem ser. E sabe o motivo?

-Qual é o motivo?

-Sempre sou eu quem faz o papel do Lord. –disse mordendo o lábio, uma tentativa de ser sexy.

-Haha, convencido!

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Música da cena nas notas :) 

Acordei no meio da madrugada assustado, tinha sonhado de novo com a tragédia, aquilo nunca ia sair da minha cabeça?

Fui até a cozinha tomar água, isso acontecia sempre... Vi que meu pai estava sentado na área da frente, no escuro.

-Pai, tá fazendo o que aqui?

-...

-Estava pensando nela também? –disse suspirando

-...

-Eu tenho tentado tanto esquecer isso, mas eu sinto que estou me perdendo, perdendo a identidade. Fala comigo...

-Também estou me perdendo, a Yun não entende o que está acontecendo. Ela só tinha que calar a boca e ser uma boa mãe para você.

-Ela nunca vai ser ninguém para mim, muito menos mãe. Vovó ocupou esse lugar faz tempo! Você e Sook são minha família, Yun não faz parte dela.

-Entendo. Você e Sook também são minha família.

-Nós não precisamos de ninguém Bae, lembre-se disso. –disse sorrindo

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Hoje é sábado, mas não consegui dormir até tarde graças ao aspirador de pó infernal, que belo dia para aspirar a casa.

Levantei-me e vesti um calção confortável e uma camiseta, eu e papai iremos visitar Sook.

Papai estava na sala me esperando, assim que me viu desligou a TV e fomos para o carro. Vovó morava longe daqui, Bae já havia feito de tudo para que ela se mudasse para mais perto, mas ela nunca concordou, todos nós achamos que ela tem um apego emocional com a casa desde que o vovô se foi.

Assim que avistei a casa de Sook, uma paz muito grande acompanhada por conforto me preencheu, é uma casa muito florida e linda. Olhar para as flores me faz lembrar o quanto eu adorava arranca-las quando era criança, e que Sook nunca brigou comigo. Quase consigo sentir o cheiro das doçuras que ela fazia para mim, torta de caramelo com canela... Até fechei os olhos para imaginar melhor.

Hoje vai ser um dia incrível, me sinto radiante só em imaginar.

Papai e eu descemos do carro e abrimos o portão, vovó nos deu uma cópia das chaves. Assim que entramos Kioko (cachorro) veio correndo em nossa direção, ele chorava de alegria. Kioko era velho como a vovó, tem o pelo branco e orelhas negras, lembra um lobo mas essa não é sua raça. Ele estava agoniado, queria muito que abríssemos a porta logo.

Abrimos a porta e Kioko entrou correndo, ainda é cedo e talvez vovó esteja dormindo.

Minutos depois Kioko começou a latir desesperadamente, Bae ficou bravo, ele com certeza devia ter acordado a Sook. Fui até onde Kioko estava para ver o motivo do barulho, e  estranhamente era no quarto de Sook.

Assim que entrei encontrei Sook desmaiada no chão do quarto e comecei a gritar. Rapidamente Bae chegou e se assustou com a cena, mas foi rapidamente checar o pulso dela.

-Ela não tem pulso Kook, ela morreu!

Senti minhas pernas bambearem e eu cai no chão, dentro de mim estava invadido por uma dor tão grande que era difícil respirar. Minha visão foi se escurecendo até eu não ver nem sentir mais nada.

 



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