História Lies - Capítulo 5


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Categorias Claudio Marchisio, Daniel Alves, Douglas Costa, Gianluigi Buffon, Gonzalo Higuaín, Paulo Dybala, Sami Khedira
Personagens Claudio Marchisio, Daniel Alves, Douglas Costa, Gianluigi Buffon, Gonzalo Higuaín, Paulo Dybala, Personagens Originais, Sami Khedira
Visualizações 238
Palavras 1.411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Lies - Capítulo 5 - Capítulo 4


--- Angelina ---


Soquei o travesseiro com força diversas vezes até esvaziar minha raiva. Senti minha garganta fechar e engoli o choro.

Era uma rotina cansativa. Eu estava cansada de brigar.

Olhei pro meu vestido manchado pela bebida e senti meu sangue subir. Sai do meu quarto e desci as escadas correndo, abri a porta de casa e fui até a casa dos meninos. Peguei a chave reserva que eles tinham me dado e fui até o quarto do Paulo.

- Ok.. azul, azul...hmm. Achei.

Era um par de tênis preferido dele, não que eu me importasse é claro. Desci as escadas indo até a lavanderia e pegando um balde, joguei os sapatos dentro e peguei água sanitária e joguei por cima do tênis. Assobiei tranquila e fui até o quarto de Dybala de novo, coloquei o balde no meio do seu quarto e sai da casa fechando a porta.

(...)

Senti minha cabeça latejar assim que o despertador tocou, bufei e levantei indo até o banheiro. 

Bem-vinda segunda feira.

- Eu vou desistir da faculdade. - Falei me olhando no espelho.

Ri sozinha e tomei um banho quente.

Estava um pouco frio até.

Peguei um jeans de lavagem azul e coloquei uma blusinha branca de alcinhas, peguei minha jaqueta que as mangas eram feitas de moletom e coloquei junto com meu vans preto. Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo e não fiz maquiagem. Peguei minha bolsa e desci as escadas indo até a cozinha.

- Bom dia. - Falei assim que vi Lili quase dormindo sentada.

- Você me deixou lá... - Dei de ombros.

- Que pena. - Sorri pra ela e fiz um achocolatado pra mim, comi uma barra de cereais e sai da cozinha.

Não estava afim de conversar. Fui até a garagem e entrei no meu carro, dei partida e dirigi até a faculdade. 

Estacionei o carro e desci do mesmo, entrei na faculdade e senti uma presença ao meu lado, revirei os olhos internamente e sorri falsa pra Caique.

- Oi An. - Odiava quando ele me chamava assim.

Só Paulo me chamava assim.

- Oi Caique. - Sorri pra ele e fui em direção a sala dos recursos humanos.

E infelizmente eu tinha a mesma aula que ele.

Caique não era tão insuportável assim, eu estou sendo dramática. Ele era um homem bonito mas era tão irritante as vezes.

- Como você está? 

- Bem e você?

- Melhor agora. - Sorriu de lado. - E aí como foi o jogo?

- Foi emocionante. - Falei me sentando com ele se sentando ao meu lado.

- Eu assisti pela TV. O idiota do Paulo marcou dois né?

Me segurei pra não revirar os olhos de novo, esse era o grande problema. Eu já falei mal do Dybala algumas vezes pra ele, e o mesmo acha que só por causa disso ele tem direito de o xingar como se o conhecesse. Só que Paulo não o conhece mas ainda sim não gosta dele, e por causa disse eu tenho a estranha sensação que eles se conhecem de algum lugar.

- É... - Falei tentando dar fim ao assunto, coisa que não funcionou.

Ele continuou falando até a professora entrar na sala. Tentei prestar atenção na aula e graças a Deus consegui.

Depois de três turnos, tivemos nosso 20 minutos de liberdade até os últimos dois. Fui até a lanchonete que ficava ali e comprei um salgadinho, varri o olhar pelo pátio até encontrar Lili conversando com um cara.

Eu não via quem era mas ela parecia irritada, por que empurrou o garoto e apontou o dedo na cara dele.

- Lili... - Falei e ela me olho com súplica.

O garoto com quem ela conversava virou pra mim e eu senti meu coração apertar.

- Angel. - Ouvi sua voz rouca me chamar.

Noah.

Ele tentou se aproximar mas eu desviei.

- Não faz assim. - O encarei com um olhar de dor e puxei Lili comigo até o banheiro feminino.

- Angelina. Ei olha pra mim. - Ela falou e eu a abracei com força. Fiquei alguns minutos ali e ela suspirou.

- O que ele está fazendo aqui? - Perguntei me soltando dela.

- Ele voltou Angel. - Falou receosa. - Voltou pra Turim.

Me soltei dela e me senti a ponto de explodir. Respirei fundo e soquei o espelho o fazendo em pedacinhos, ouvi o grito de Lili assim que ela viu minha mão sangrar.

- MEU DEUS ANGELINA. - Falou em tom de pavor e eu apertei minha mão. - Caralho por que você fez isso?  Vem a gente precisa ir pra enfermaria. - Me puxou pela outra mão.

Saímos do banheiro e ela me puxava apressadamente.

Ardia pra caralho.

Burra.

Burra.

Burra.

A enfermeira fez um curativo na minha mão e enfaixou ela, meu deu uma licença pra ir pra casa e Lili me acompanhou já que eu não podia dirigir.

- Angel.

- Eu não entendo. Por que ele voltou porra? Isso não faz o mínimo sentido. E por que ele foi falar com você?

- Ele estava te procurando e me disse que queria te pedir desculpas. E que queria te reconquistar e eu juro por Deus que eu quase soquei ele nessa hora. - Eu bufei e senti vontade de gritar.

Primeiro ele me traí e depois quer me reconquistar? Ah por favor né.

Tudo bem.

Vai ficar tudo bem.

Isso não muda nada.

Por mim ele vai pra puta que pariu.

Senti meu celular vibrar e o peguei no bolso da minha calça.

Eu.vou.te.matar. - Mensagem recebida as 10:47 de Paulo Dybala.

Ri fraco e me preparei pra ver meu dia ficar mais fodido do que estava.

Lili entrou no condomínio e estacionou o carro, desci rapidamente e entrei em casa indo pro meu quarto, tratei de tirar a jaqueta que agora estava manchada de sangue e fui até meu closet.

Foi aí que meu queixo caiu.

- Cadê minhas roupas? 

Meu closet estava vazio, repito vazio. Sai do quarto e fui até o de Lili.

- Meu Deus. - Ela falou enquanto olhava pela janela.

- O que? - Falei e olhei na direção da piscina. - QUE PORRA É ESSA?

Sai do quarto dela apressadamente e desci as escadas correndo indo em direção a varanda.

- Eu não acredito que ele fez isso. - Falei enquanto olhava minhas roupas dentro da piscina.

- Por que ele fez isso? - Lili perguntou e eu ri nervosa.

- Digamos que eu joguei o tênis preferido dele na água sanitária. - Ela bateu na própria testa. - Mas porra precisava jogar TODAS as minhas roupas na piscina? - Eu choraminguei.

- Vocês são tão infantis.

Revirei os olhos e sai da varanda completamente irritada.

Arrombado, desgraçado, filho da puta. Eu vou acabar com você. - Enviada as 11:02.

Sai de casa batendo a porta e entrei na casa dos meninos.

Encontrei Lucca sentando no sofá comendo alguma coisa, Ryan estava trabalhando.

- O que aconteceu com a sua mão?

- Me cortei.

- Você não deveria estar na faculdade?

O encarei irritada e ele levantou os braços em rendição. Uma hora eu teria que contar sobre Noah, mas não seria agora. Depois de alguns minutos Ryan entrou pela porta.

- Oi gente.

- Oi. - Respondemos. 

-  O que aconteceu com a sua mão?

- Me cortei. Cadê o babaca do Dybala?

- O que aconteceu?

- Você vai descobrir.

Esperei e esperei.

O vi entrar pela porta assobiando e eu senti meu sangue subir pra cabeça.

Levantei e fui pra cima dele. 

- QUAL É A PORRA DO SEU PROBLEMA? - Gritei dando um tapa no seu braço fazendo Lucca levantar e me segurar.

- MEU PROBLEMA? QUAL É  SEU PROBLEMA? 

- DYBALA VOCÊ JOGOU TODAS AS MINHAS ROUPAS NA PISCINA.

- VOCÊ MERECEU. - Acusou. - PRECISAVA SER TÃO INFANTIL?

- EU SOU INFANTIL? FOI TUDO CULPA SUA. VOCÊ QUE COMEÇOU.

- CHEGA. - Ryan gritou entrando no meio de nós dois.

Cruzei os braços.

- EU NÃO AGUENTO MAIS. Porra é todo dia a mesma coisa, todo dia. Vocês não cansam? Por que a gente sim, isso é desgastante. Somos um grupo porra, não era nem pra existir essa droga dessa rixa boba. Vocês dois são tão babacas, você sabia que a Lili já chorou por causa dos dois? Ela se sentiu culpada por não saber como resolver toda essa merda. - Senti meu coração se apertar e Dybala se mexeu desconfortável.

Eu não conseguia imaginar ela chorando por causa dessa merda.

- Só tentem melhorar por favor, façam por nós, por que eu particularmente não aguento mais. - Terminou se retirando.

Sentei sofá e enterrei minha cabeça nas minhas mãos. Fiquei nessa posição por alguns minutos e logo tratei de me levantar.

- Sua mão tá sagrando. - Falou se levantando e parando na minha frente.

- Não... chega perto de mim. - Falei me afastando, ele suspirou e eu sai da casa deles. 

Inferno.





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