História Life - Capítulo 4


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Categorias Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Exibições 137
Palavras 1.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Perdi meu telefone, ou seja, tinha perdido a história junto.

Capítulo 4 - Chance


Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Palavras para me descrever durante a conversa de meus pais e Bart à sós: Medo, desespero, ansiedade, bombinha de ar...bombinha de ar é só uma necessidade mesmo. Maldita asma! 

Minha cabeça estava um turbilhão, pensando em qualquer empecilho que meus pais pudessem colocar e em qual a solução para possível problema. 

Eles finalmente saíram da sala e vieram ao meu encontro. Sabe aquele momento de tensão e silêncio? Eles sentaram de frente para mim e ficaram calados me olhando com um olhar indecifrável. Quando eu estava prestes a surtar e implorar para que eles falassem alguma coisa logo, meu pai resolveu acabar com a tortura. 

- Filha, eu sei que toda essa ideia parece muito animadora e empolgante mas, espero que você também veja o quão difícil é. Quer dizer, você tem 15 anos, como vai viajar para outro país por um mês inteiro sozinha? 

- Pai! Não é tão complicado assim, tem a Mi, ela mora lá então eu não estaria totalmente sozinha, e quanto às aulas eu posso fazer a prova de recuperação no fim do ano, e eu juro que não vou perder o ano, e para tudo tem um jeito, por favor.

- Melissa, eu sei que provavelmente você já pensou em tudo, já deve ter pensado em soluções para problemas que eu nem cogitei ainda, mas, como você acha que nós vamos ficar se acontecer algo com você? Como vamos confiar nossa filha para pessoas que nem conhecemos? – Meu pai me olhava como se pedisse desculpa – Mesmo que a Milena more em NY, você não iria para ficar só lá, iria ficar viajando e por várias cidades, acha que sua irmã poderia largar tudo apenas para lhe acompanhar? Pensa bem. Mel.

- Você tem noção da chance que você quer me fazer perder? Eu realmente tenho só 15 anos, é verdade, mas eu consegui o que é sonho de muita gente! O senhor entende isso? Quantos brasileiros que você lembra agora realmente fizeram sucesso no EUA, com os estadunidenses de verdade, não com a grande massa de brasileiros que moram lá? Quantos? E eu tenho SÓ 15 anos. É mais do que muita gente sonha! – Eu já estava quase gritando, o que é uma péssima ideia quando você quer convencer seus pais a concordarem com você, mas meu nível de desespero estava bem alto - Vocês precisam confiar em mim...

Minha mãe tinha ficado calada só observando a discussão, que era o que ela geralmente fazia, apenas concordava com o que meu pai decidisse no final, por tanto foi uma surpresa bem grande quando ela simplesmente falou:

- Eu acho que ela deve ir. Não dá para perder um chance dessa.

Não sei dizer se o melhor foi a minha cara de surpresa ou a do meu pai.

- Sandra... – Meu pai parecia prestes a começar a debater com ela quando foi interrompido por ela novamente

- Não, Carlos, é a vida dela! Não quero uma filha que me jogue na cara mais tarde que eu a fiz perder uma boa chance, quero que ela aproveite tudo que al conseguiu conquistar a partir do próprio esforço e trabalho, porque ela com 15 anos já tem um trabalho sério. Se essa é a chance da vida dela, a gente não tem direito de proibir. Milena vai estar por perto de alguma forma, e eu confio na Melissa, ela só tem 15 anos, mas, já tem bastante responsabilidade nas suas tarefas. Ela tem que ir. Ao invés de ter essa discussão de agora, deveríamos mesmo estar comemorando o sucesso que é essa nossa menininha.

Eu não tinha palavras para descrever o que estava sentindo depois de ouvir minha mãe falar tudo aquilo, e a julgar pela expressão do meu pai, ele também não tinha palavras, mas, aposto que sabia como ela tinha dito a verdade e era incontestável.

Quase sete meses depois.

Vou fazer um breve resumo desses quase sete meses que eu pulei sem contar nada para vocês: Minha mãe apoiou totalmente minha viagem, papai ficou relutante por algum tempo, mas, depois que Bart se dispôs a vir até ao Brasil conversar melhor e acertar tudo com eles, e depois que Milena garantiu que qualquer coisa iria viajar correndo ao meu encontro, ele relaxou e aceitou tudo. Eu descobri também, que minha mãe tinha me apoiado desde o começo com um motivo secreto, a empresa que ela trabalha está fechando alguns contratos no exterior, ou seja, ela teria que viajar para o EUA de qualquer maneira em algum tempo, então, ela basicamente sabia que se tivesse alguém tentando impedi-la de crescer na sua profissão ela iria odiar.

Nesse período Bart me disse quais outros Viners estarão nessa turnê comigo: Cameron Dallas, Nash Grier, Carter Reynolds, Taylor Caniff, Matthew Espinosa, Shawn Mendes, os Jacks e o Aaron, que é o único que eu tenho algum contato. Esses vão ser os fixos até agora, pelo que ele me disse, mas, parece que ele está tentando mais ainda. Isso foi uma das coisa que mais me preocupou até agora, quer dizer, como eu sou a única menina nisso?

Eu espero que vocês me entendam de não ter falado nada nesses quase sete meses, mas, nada realmente empolgante aconteceu. Prometo que durante essa viagem vou contar todo me dia a dia para vocês.

Voltando ao presente.

Terça-feira, 3 de setembro de 2013

Estou tentando me concentrar e arrumar minha mala enquanto Bia não para de me falar o quanto ela acha o Cameron bonitinho, o quanto ela queria se afogar no azul do olho do Nash, ou apertar o Matthew.

-Beatriz! Eu te chamei aqui para me ajudar a organizar e decidir as coisa que eu vou levar, não para ficar mexendo no computador. – Chamei o nome inteiro só para ver se ela me dava mais atenção.

- Me desculpa, Sra. – Disse ela levantando as mãos – Você só está me repreendendo por que vai conhecer pessoalmente todos esses delicinhas, se só pudesse olhar por imagem igual a mim, estaria aqui também. Mas, você não compreende uma reles mortal como eu, não é?

Desde que eu conheci a Bia, 5 anos atrás, ela era a mesma Drama Queen, eu já era acostumada com isso.

- Deixa de ser ridícula, garota – Eu disse rindo da cara que ela fazia de coitadinha – É bem capaz que eles nem sejam tudo isso ai. Mas, do fundo do coração, eu espero que sejam sim.

- AH, sua safada, vai se aproveitar, não é? Só deixa algum deles para mim, pode trazer na sua mala de volta, viu? Pode ser qualquer um, mas, um dos loirinhos ia ser perfeito. – Ela me olha com uma cara sonhadora, e depois cai na gargalhada comigo.

Ela quase cai da cama quando a almofada que joguei acerta em cheio sua cabeça.

- Vem logo me ajudar, palhaça, eu viajo amanhã e minha mala ainda não ta toda pronta.


Notas Finais


bjbjbjbj


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