História Life and Death - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Tags Alphyne, Asgoriel, Chariel, Deuses, Frans, Papyton, Reapertale, Sanrisk
Exibições 148
Palavras 990
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu disse que postaria só final do mês, mas faltam poucos dias pra acabar o mês então nyeh!
Bye byeee

Capítulo 6 - Chapter Five


Fanfic / Fanfiction Life and Death - Capítulo 6 - Chapter Five

— O-O que você quer dizer com isso?

— Eu sinto uma energia forte e viva aqui em casa… — Ele desviou o olhar para uma das paredes. Papyrus olhou para o irmão de forma desconfiada.

— Você deve estar cansado de pegar tantas almas, deve ser isso! — Pegou no ombro do irmão acalmando-o. — Relaxe, garanto que mais tarde essa energia sumirá!

— Tem razão, deve ser isso… Obrigado Papyrus.  — Fechou os olhos se entregando, provavelmente tiraria um cochilo, o outro percebeu sorriu docemente, andou até a cozinha. — Mas ainda sinto que há alguém aqui… — Sussurrou a última parte para si mesmo ao ver que o mais novo não se encontrava na sala.

O esqueleto menor estava na cozinha e abriu a geladeira, tirando um prato de macarrão e o colocando no microondas por alguns minutos na potência. Após o alarme do aparelho soar indicando que a refeição está pronta, o mesmo o tira do aparelho e coloca o macarrão em uma bandeja dourada. Andou até a geladeira e tirou uma garrafa de suco de quase uma semana e colocou em um copo mediano. Suspirou fundo e pegou a bandeja, caminhando em direção ao quarto. Passou pela sala e estranhou o fato de Sans não estar na sala, deu de ombros, ele pode muito bem estar estragando gramas e murchando echoflowers por aí, pensou Papyrus.

De qualquer forma, não deixava de ser verdade, Sans se encontrava em Waterfall observando algumas echoflowers que, magicamente, gravavam tudo o que dizíamos e assim o repetia. A flor chega a ser irritante para alguns, porém, interessante para outras. Sans esticou a mão ossuda e passou entre as pétalas da flor, a mesma murchou em questão de segundos. A morte não se importava com a vida de ninguém, pois sua principal missão é levar os cansados. Já estava acostumado com aquilo e apenas aceitou calado.

Já no segundo andar, Papyrus entrou no quarto e se deparou com Frisk sentada na margem da cama com: Nariz, bochechas e olhos vermelhos, sem contar os espirros que lhe tiravam o sossego.

— Oh, olá Papyrus! — Sorriu ela. — Não vi que estava ai, desculpe.

— Humana! Eu trouxe sua comida! — Ergueu a bandeja no ar exibindo-se. Mas ao ver o estado de Frisk, colocou a refeição sobre um criado-mudo e foi até seu guarda-roupa, tirando de lá grossos e quentinhos lençóis. Segurou um cobertor e o levou até a pequena, que estava apenas com uma calça curta e blusa com manga comprida. Após colocar o cobertor sobre as costas da morena, notou que ela ainda não estava quente o suficiente, então foi até o quarto bagunçado do irmão e tirou do guarda-roupa um casaco azul escuro, uma blusa de lã branca e um shorts preto de listras brancas.

— O-obrigada Papyrus… — Tremeu enquanto tentava pegar as roupas. Ambos sorriram e logo foram surpreendidos por um espirro vindo da garota.

— Nossa, você está péssima! Mas eu, o Grande Papyrus vou te ajudar! — Fez uma pose heróica e pegou o prato de macarrão.

— Ainda não acredito que você é um Deus da morte. — Disse ela enquanto abria a boca para receber todo o espaguete.

— Pra ser sincero, eu não gosto de ser um Deus da morte. Eu sempre quis ser um Deus da guerra! Mas Undyne…

Frisk engoliu o espaguete e o olhou curiosa.

— Quem é Undyne?

— Ela é uma famosa Deusa da guerra e também uma de minhas amigas! — Sorriu, lembrando-se do quanto são amigos.

— Nossa, sério? E por que você não aprende a virar um Deus da guerra?

— Undyne disse que me daria aulas sobre isso, mal posso esperar! — Papyrus remexeu os braços alegremente e jogou o garfo no prato de macarrão, tirando uma pequena porção e dando-a na boca de Frisk.

— Espero que se torne um Deus da guerra! — Sorriu ela, limpando o canto da boca com uma mão livre. Os dois riram, e quase não viam a hora passar.

— Eu vou levar o prato para a cozinha, fique aqui! — Falou Papyrus indo em direção à porta do quarto. Frisk apenas assentiu e jogou-se na cama.

Papyrus estava passando a esponja no prato e no copo que estavam ali. O mesmo ouviu alguém entrar na casa, olhou através da porta da cozinha e viu Sans fechando a porta de entrada e, ao perceber Papyrus, logo foi até o mesmo.

— Heya, Paps. — O mais velho encostou-se na porta e cruzou os braços.

— Oh, Sans! Já se sente melhor? — Perguntou o outro, se referindo ao acontecido de poucas horas atrás.

— Hmm.... Sabe que não? Ainda sinto uma energia aqui… — Nesse momento, Papyrus estava suando frio, o que seu irmão mais velho diria se o visse escondendo uma uma humana mortal em seu quarto?

Com certeza ficaria muito decepcionado com tal situação.

— De qualquer forma, vou tirar um cochilo em meu quarto. Até mais. — Sans  despediu-se e pousou os pés no chão, caminhando até o quarto.

Papyrus sabia que quando o irmão vai dormir, ele costuma usar um casaco azul, e o mesmo casaco estava com Frisk.

O mais novo torcia para que Sans dormisse com a roupa habitual dele. Foi escada acima e viu o irmão parado na frente da porta do quarto em que Frisk se encontrava. Logo Sans estalou a língua e seguiu para o seu quarto. Papyrus nunca suspirou tão aliviadamente como naquela hora.

— Hey Paps, onde estão as minhas roupas? — Gritou Sans.

— Er… Eu as coloquei para lavar! — Gritou do corredor, mas Sans não respondeu.

O esqueleto maior adentrou o quarto em que Frisk se encontrava e a mesma estava com as cobertas sobre o corpo. Papyrus a cutucou de leve, fazendo-a despertar e sentar-se.

— Ele já foi? — Perguntou ela, fazendo uma espécie de capuz com o cobertor.

— Ele viu você?!

— N-não… Mas eu o vi… — Frisk o olhou de forma desesperada. — Estou com medo dele!


Notas Finais


E é isso, as coisas estão começando a ficar mais tensas, mas vocês ainda m viram nada hehehe
Nessa fanfic, vocês também vão sofrer um pouquinho~
Um beijo, um queijo e tchau!


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