História Life hates me - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Moonbin, Personagens Originais
Tags Astro, Bts, Haru, Harubin, Harumin, Jimin, Moonbin, Romance
Exibições 133
Palavras 1.929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


annyeong, leitoras lindas!!!! ~ ♡
tudo bem com voces?? pq eu estou ótima!!! estou de férias!!! eeeeeeeee ♡
vou ter mais tempo pra escrever e postar os capitulos, graças a deus!! ♡
gente, obrigada de coração pelos 122 favoritos!! sério, eu não imaginava que a fic ia se tornar tão popular!! muito obrigada por todo o apoio e por darem tanto amor a life hates me!! ♡
agora vamos ao que interessa: o capitulo!!
boa leitura e ate as notas finais!! ♡

Capítulo 16 - Doente de saudade


Fanfic / Fanfiction Life hates me - Capítulo 16 - Doente de saudade

- Yahhh! Bin, me proteja! – eu pedia, ao mesmo tempo em que me escondia atrás do garoto alto de cabelos castanhos.

- Sai da frente, retardado. – Jimin grunhiu, tentando me pegar atrás de Moonbin, mas Bin parecia determinado a me proteger.

Quinta-feira. Três e cinco da tarde. Final das aulas do dia. Eu tentei fugir de Jimin, já que eu sabia o quanto o garoto devia ter ficado furioso por eu tê-lo feito ficar para recuperação em Geografia. Eu arrastei Bin pelos corredores a toda velocidade, mas não foi suficiente. No final, quando estávamos na parte externa do colégio, Jimin acabou nos alcançando.

E, agora, Bin estava dando o melhor de si para tentar me proteger de um leão muito furioso.

- Jimin, se manda daqui. – Bin-ah resmungou, visivelmente irritado, enquanto segurava minhas mãos por trás de suas costas. – Ela não quer falar com você. – completou, ríspido.

- Ninguém disse que ela tem que querer alguma coisa. – ouvi a voz de Jimin soar debochada, e repentinamente a movimentação cessou. Eu não conseguia ver nada, já que eu estava abaixada, mas deduzi que os dois estavam travando uma guerra com os olhares.

- Você quer apanhar de novo? – Bin perguntou. Pelo tom de voz, percebi que ele estava sorrindo. Eu me assustei com essa ameaça saindo dos lábios do garoto. Isso não combinava com ele.

- Bin... – murmurei, puxando a blusa do meu melhor amigo. – Não fale isso – pedi, mas ele permaneceu imóvel. Eu não sabia dizer se ele não tinha me escutado ou se ele havia apenas me ignorado.

- Eu me segurei da última vez. Por ela. – Jimin rosnou, dando uma risada logo em seguida. – Mas não vou mais me segurar pra ter o que eu quero. – disse, fazendo-me franzir as sobrancelhas. De quem Jimin estava falando? Quem era ela?

Foi a última coisa que ouvi antes do corpo de Moonbin cair para o lado, deixando-me totalmente exposta. Encarei o corpo do garoto com incredulidade, que se contorcia na grama enquanto levava as mãos ao rosto. Jimin havia acertado um soco em seu olho.

- BIN! – gritei, tentando ir até o garoto, mas fui impedida por um par de mãos que agarraram minha cintura. Eu me debati, tentando me soltar, mas Jimin era muito forte. – Me solta! – ordenei, estridente, mas o garoto de cabelos alaranjados não deu a mínima. – Me solta, imbecil! – repeti, sentindo as lágrimas invadirem meus olhos.

- Se acalme, Harumi. – Jimin pediu. Seu tom de voz era calmo e estável. Como ele conseguia? Jimin realmente não tinha coração.

- Você é um monstro. – murmurei, com a voz trêmula por causa do choro. – Como você pôde? – completei, soluçando, enquanto Jimin me virava para encará-lo.

Jimin, ao ver que eu chorava, arregalou os olhos, assustado. Talvez ele não esperasse esse tipo de reação vinda de mim. Eu simplesmente virei o rosto pra baixo, envergonhada e indefesa demais. Não queria encarar o garoto agora. Não queria que ele me visse daquele jeito, tão frágil.

- Vamos embora. – falou, de forma doce, pegando-me em seu colo como uma criança. Ele passou um de seus braços sob meus joelhos e o outro em meu pescoço, permitindo que eu me aninhasse contra seu peito.

Eu estava brava. Eu estava furiosa, pra falar a verdade. Mas quando eu pensava que eu estava nos braços de Jimin, de repente eu me sentia em paz. Eu podia sentir meu coração se acalmar e logo em seguida voltar a bater violentamente dentro de mim só pelo fato de eu estar perto do garoto de cabelos alaranjados. Confuso, eu sei. Nem eu mesma conseguia me entender nesses momentos. Nada era certo quando se tratava dele.

- Moonbin... – murmurei, com a voz meio abafada por conta da camiseta do garoto, que tampava minha boca. Ficava difícil até mesmo para respirar, mas eu não ligava. Ficar perto de Jimin era a única coisa que me importava no momento.

- Ele vai ficar bem, Harumi. – Jimin falou, com certa dificuldade. Era compreensível, já que o garoto estava me carregando no colo pelas ruas de Seoul até sabe-se lá onde. Vamos conversar que, apesar de eu ser magra, eu não era uma pena. – Ele é homem. Não se preocupe. – completou, dando um riso soprado. Eu assenti, embora minha preocupação não tivesse cessado nem um pouco.

O garoto continuou me carregando no colo por alguns minutos. Quanto mais o tempo passava, mais sua respiração se tornava pesada e ofegante, mas ele se recusava a me colocar no chão novamente. Eu agradeci mentalmente por aquilo. Apesar de eu saber que era um pouco egoísta, eu não queria parar de sentir o perfume de Jimin tão cedo.

- Chegamos. – a voz do garoto saiu quase em um sussurro devido ao cansaço.

- Onde estamos? – perguntei, virando o rosto para tentar ver alguma coisa, o que foi quase impossível por conta da posição em que eu me encontrava.

- Em casa. – Jimin respondeu, fazendo com que eu voltasse minha atenção a ele. O garoto estava sorrindo de uma maneira apaixonante. Suspirei baixinho. Era difícil controlar meus pensamentos quando ele sorria assim. – Tem alguém que quer te ver. – disse, olhando-me com seus olhos pequenininhos.

Suspirei novamente. Quando ele me olhava dessa forma, não tinha nada que ele me pedisse que eu não podia fazer.

***

- Harumi... – Jimin chamou, tentando me trazer de volta à realidade, mas eu me recusava a responder. – Harumi. – chamou novamente. Mordi os lábios inferiores com força ao tentar segurar uma lágrima.

Apesar de já termos chegado à casa do garoto, eu me negava a sair dos seus braços. Eu simplesmente não conseguia soltá-lo. Jimin havia se sentado no sofá de sua sala comigo em seu colo, esperando que eu finalmente me desvencilhasse de si, mas o fato era que eu não queria afrouxar o abraço. Eu não queria me distanciar do garoto um milímetro sequer.

- Você pode me soltar agora, princesa. – ele disse, passando a mão de forma gentil pelos meus cabelos. Seu tom de voz era divertido, mas eu não me virei para encará-lo. Eu não queria que ele soubesse que eu estava chorando.

Eu sei que parece fútil chorar por algo assim, mas são tão raras as vezes que compartilhamos momentos como esse. São tão raras as vezes em que ficamos próximos um do outro sem brigar ou sem nos estranharmos. Eu queria sentir o corpo do garoto perto do meu só mais um pouco. Só mais um pouco...

- Eu sinto que se nos separarmos, não vou poder te abraçar desse jeito nunca mais. – murmurei, sem conseguir conter os soluços. – Não me peça pra te soltar. – falei, quase num sussurro. O garoto riu.

- Estamos nos falando há apenas um mês, Harumi. – disse, envolvendo-me com força em seus braços. Eu me senti confortável com sua atitude. – Faz só um mês que nos conhecemos de verdade. Vamos ter muito tempo pra nos abraçarmos assim. – assegurou, tirando uma mecha de cabelo do meu rosto e o colocando atrás da minha orelha. Jimin segurou delicadamente meu queixo, forçando-me a encará-lo. – Por favor, não chore. Você fica muito mais bonita quando sorri. – falou, acariciando minha bochecha levemente.

Quando vi, já estava completamente hipnotizada por seus olhinhos pequenos e seu sorriso cativante. Eu não tinha outra reação além de estudar cada centímetro de seu rosto, enquanto o garoto parecia fazer o mesmo comigo. O fato de ele ter retribuído meu gesto, embora tenha sido algo tão insignificante, foi o suficiente pra fazer meu coração bater mais forte.

Antes que a situação esquentasse, no entanto, resolvi que era hora de me desvencilhar de seus braços. Eu desviei meu olhar do seu, meio constrangida, e finalmente saí de seu colo, deixando Jimin um tanto confuso.

- Então? – comecei, sem graça, enxugando os resquícios de lágrimas que havia em meu rosto. – Quem quer me ver? – perguntei, tentando desviar o foco daquilo que havia acabado de acontecer.

Jimin me fitou por alguns instantes, parecendo decepcionado por eu ter interrompido algo antes mesmo de começar. Deu um riso soprado e bagunçou os cabelos, desviando o olhar do meu.

- Vem comigo. Eu vou te mostrar. – disse, levantando-se do sofá e gesticulando para que eu o seguisse. Assim o fiz, indo logo atrás do garoto de cabelos alaranjados. Eu estava meio hesitante em adentrar o resto da casa, já que o mais longe que eu havia ido era até a sala. Quando Jimin percebeu meu nervosismo, fez questão de entrelaçar seus dedos nos meus, fazendo com que um arrepio percorresse meu corpo.

Aquela era a primeira vez que segurávamos as mãos um do outro.

- Lola. – Jimin chamou, assim que paramos na porta de um cômodo que julguei ser o quarto do garoto. – Você tem visita. – completou, enquanto Lola colocava a cabeça para fora de sua cabaninha.

Eu a fitei com doçura no olhar e alegria em poder revê-la. Ela parecia tão tímida, diferente de quando a encontrei pela primeira vez uma semana atrás.

- Oi, meu amor. – eu disse, com certa cautela, aproximando-me dela. – Como você está? – perguntei, ao mesmo tempo em que a cadela saía lentamente de sua pequena tenda.

- Ela está doente. – Jimin respondeu pela mascote, fazendo com que eu virasse meu rosto para encará-lo. – Foi por isso... Que eu não pude ir ontem. Sinto muito. – explicou, passando a mão pela nuca. Parecia envergonhado.

Senti a culpa me consumir naquele momento. Jimin não havia me deixado sozinha para se pegar com alguém. Ele fez aquilo porque Lola estava doente.

Eu havia sido tão injusta.

- O que... O que ela tem? – perguntei, tentando ignorar o nó que se formava em minha garganta.

- É difícil explicar. – Jimin falou, dando um riso soprado e vindo em nossa direção. Lola já se encontrava totalmente aninhada em meus braços e tentava lamber desesperadamente uma de minhas mãos. – O veterinário disse que é saudade. – falou, abaixando-se ao meu lado e acariciando o animal.

- Saudade? – perguntei, franzindo as sobrancelhas. – Tem como ficar doente de saudade? – completei, surpresa. Jimin assentiu.

- Desde que minha mãe morreu – Jimin começou, limpando a garganta em seguida – Lola nunca mais foi a mesma. Até conhecer você. – explicou, abrindo um sorriso fraco. Senti meu coração derreter por vê-lo naquele estado. Eu já sabia que sua mãe havia morrido, é verdade, mas eu também sabia o quanto devia estar sendo difícil para o garoto tocar naquele assunto. – Você é a primeira garota com quem Lola se ligou depois da minha mãe. Talvez alguma coisa em você tenha feito ela se lembrar dela. – disse, passando a mão pelos cabelos alaranjados.

- Eu tenho certeza que não sou a primeira garota que você traz aqui. – resmunguei baixinho, cruzando os braços em seguida, emburrada. Jimin riu da minha reação.

- Com certeza não. – o garoto admitiu na cara dura, fazendo-me revirar os olhos. Aquele galinha. – Mas foi a primeira que fez Lola se sentir dessa forma. – continuou, voltando sua atenção à cadela. – O veterinário explicou que algum evento recente e incomum despertou as lembranças da minha mãe em Lola, e não consigo me lembrar de nenhum outro evento recente e incomum além de você. – disse, colocando uma mecha de cabelo atrás de minha orelha. Corei ao sentir o toque do garoto em minha pele.

- E... O que isso significa? – perguntei, curiosa com o que Jimin queria dizer com tudo aquilo.

- Significa que Lola está ficando dependente de você, Harumi. – Jimin respondeu, olhando diretamente em meus olhos. – Assim como eu estou. – disse, com um sorriso tímido nos lábios.

Ah, não, Jimin. Não diga coisas assim tão facilmente.

Desse jeito, você vai acabar me conquistando.

Seu idiota.


Notas Finais


finalmente explicado o porquê do jimin não ter ido ajudar a haru no trabalho!! lola tava doente e ele ficou cuidando dela, tão fofo ♡
haru chorando e sendo consolada pelo jimin, jimin falando sobre a mãe dele, harumin andando de mãos dadas... não tenho palavras pra expressar meu amor por esse capitulo!! ♡
bin levou um soco TuT o que será que a haru vai fazer sobre isso? e será que vamos saber mais sobre a mãe do jimin? descubra nos proximos capitulos ♡
espero de todo o coração que tenham gostado!!! por favor, não esqueçam de comentar dizendo o que acharam do capitulo!! voces não sabem o quanto isso me motiva!! ♡
muito obrigada por tudo!! eu amo voces ♡
kissusssssss e ate o proximo cap ~ ♡
twitter: @sorayabegail
tumblr: myfairytails.tumblr.com


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