História Life hates me - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Moonbin, Personagens Originais
Tags Astro, Bts, Haru, Harubin, Harumin, Jimin, Moonbin, Romance
Exibições 220
Palavras 2.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


annyeong, minhas leitoras lindas!!! ~ ♡
como estão?? estão bem?? pq eu estou otima!! ♡
desculpa a demora pra postar o cap, mas é que tinham muitos comentarios pra responder!! e eu me recuso a postar cap novo sem antes responder todos os comentarios lindos que voces fazem ♡
muito obrigada pelos favoritos!! voces são demais ♡
agora, sem mais delongas, vamos ao cap!!
boa leitura e ate as notas finais ♡

Capítulo 3 - O cartão da discórdia


Fanfic / Fanfiction Life hates me - Capítulo 3 - O cartão da discórdia

- O que é que eles estão falando? – Bin-ah perguntou, em um sussurro, enquanto eu me esticava para tentar ver alguma coisa.

- Shhhhh – falei, levando o dedo indicador até meus lábios. – Eles vão te ouvir, Bin-ah. – murmurei, fazendo o garoto arregalar os olhos. Ele assentiu, parecendo nervoso. Respirei fundo e voltei a me esticar por entre os armários, observando os dois garotos que conversavam animadamente no vestiário.

A guerra havia sido declarada há dois dias. Faziam dois dias que Jimin estava estranhamente quieto. Não podia ser mera coincidência.

Era por isso que eu e Bin estávamos observando cada passo do garoto. Eu queria descobrir uma fraqueza, qualquer que fosse, para que eu pudesse usá-la contra ele.

E isso nos levou até o vestiário masculino.

Decadente, eu sei. Mas o que é que eu podia fazer? Eu tinha que colocar meu plano em ação! Estava disposta a levar isso adiante, não importando o que custasse. Minha honra estava em jogo.

- O que é que você vai fazer hoje, hyung? – o garoto de cabelos castanhos perguntou. Eu não sabia quem era ele, mas eu sabia dizer que era do segundo ano. Ele era um pouco mais alto que Jimin, apesar de ser um ano mais novo.

- Sair com a Sunhee. – ouvi Jimin responder. E, ao escutar a voz do garoto, alguma coisa se remexeu dentro de mim, me prendendo imediatamente àquela conversa.

Eu semicerrei os olhos, espiando por meio de uma fenda nos armários de metal. Até o momento eu havia focalizado somente o garoto de cabelos castanhos, cujo nome eu não sabia. No entanto, quando Jimin apareceu na frente do mais novo, sem camisa, eu tive que me segurar para não dar um grito.

- Ai meu Deus – murmurei, levando ambas as mãos à boca.

- O que foi? O que aconteceu? – Bin sussurrou, preocupado.

- Eu vi um homem nu! – respondi, assustada. Bin me deu um tapa na nuca, fazendo com que eu murmurasse um “ai”.

- Para de ser pervertida – ele me repreendeu, com uma expressão irritada. – Presta atenção no que eles estão conversando. – disse, apontando com a cabeça na direção dos dois garotos. Eu fiz um biquinho, esperando que o garoto pedisse desculpas. Mas, como ele não o fez, apenas voltei a me concentrar na conversa.

- Você está firme com ela, né, Jimin? – o garoto falou, com um sorriso sugestivo no rosto.

- Cala a boca, Jungkook. – Jimin retrucou, dando um empurrão no garoto. Jungkook. Era esse o nome dele. – Você sabe que eu não me apego com ninguém. Muito menos com a Sunhee. – falou, como se aquele assunto o entediasse.

- Ela é bonita. – Jungkook falou, com um olhar inocente. – Não gosta dela? – perguntou, virando o rosto na direção de Jimin, que vestia uma camiseta.

Graças a Deus.

- Ela é vadia, isso sim – Jimin retrucou, esboçando um sorriso. O modo como ele se referiu à Sunhee me causou náuseas. – Mas não é que eu não goste dela. – continuou, dando de ombros. – É só que eu não quero namorar ninguém. Não gosto de me sentir preso. – explicou, enquanto o mais novo assentia. Fiz uma careta, condenando o modo como o garoto pensava. Era ridículo. – Ela é muito grudenta pro meu gosto. – falou por fim, vestindo os tênis.

- Entendi. – Jungkook disse, concordando com a cabeça. – É aniversário dela semana que vem, não é? – perguntou, arqueando uma sobrancelha.

- É. – Jimin falou, dando um suspiro em seguida. – Vou escrever alguma coisa em um cartão e dar pra ela. – ele falou, fazendo o mais novo dar uma gargalhada. – Do que você tá rindo? É um ótimo presente – disse, de forma convencida. Revirei os olhos.

- É o pior presente que eu já vi. – o garoto de cabelos castanhos falou, em meio aos risos. – Ela vai odiar, Jimin. – completou, dando tapinhas nas costas do mais velho.

- Vá se ferrar. – Jimin retrucou, abrindo um sorriso. – Vamos, já bateu o sinal. – ele falou, e os dois finalmente saíram do vestiário.

Assim que escutamos o barulho da porta se fechando, ambos relaxamos, respirando aliviados por não termos sido pegos.

- Amém – Bin-ah disse, saindo daquela posição em que se encontrava. – Não aguentava mais. – completou, alongando seus braços.

Eu não falei nada, afinal, estava muito pensativa. Eu havia tido uma ideia, mas era arriscada. Perigosa.

E ia ser muito engraçado.

- Bin-ah, eu tive uma ideia. – falei, abrindo um sorriso maquiavélico. Moonbin franziu as sobrancelhas, confuso. – Pra ferrar o Jimin, criatura – expliquei, dando um tapa de leve em sua testa.

- Ah, tá – ele retrucou, depois de ter sido elucidado. – Desculpa. – pediu, referindo-se ao fato de não ter entendido.

- Tudo bem. – falei, esboçando um sorriso. – Vou te explicar o plano. – eu disse, puxando o garoto para fora do vestiário, ansiosa para explicar a ele o que iríamos fazer.

***

- Vai logo, Moonbin, pelo amor de Deus – apressei, nervosa, já que o garoto não encontrava de jeito nenhum a porcaria do envelope em que Jimin havia guardado o cartão.

- Calma, eu já tô achando – ele respondeu, parecendo tão instável emocionalmente quanto eu.

- Não tem como você “estar” achando alguma coisa, Bin – retruquei, um tanto irritada.

O garoto simplesmente me ignorou, voltando a procurar o cartão em seguida. Quando eu estava a ponto de tomar a mala das mãos de Bin e começar a procurar por mim mesma, ele finalmente deu sinais de que havia encontrado.

- Achei – Bin-ah falou, depois de ter jogado metade das coisas de Jimin no chão.

- Já era hora, Bin – eu disse, revirando os olhos, e me ajoelhei ao lado do garoto. Ele me entregou o envelope em seguida, mantendo sua expressão séria. – Me deixa ver isso aqui – murmurei, abrindo o papel com cuidado para que não rasgasse.

Sexta-feira. Hora do almoço. Uma semana depois de termos invadido o vestiário masculino. Tecnicamente, era para nós estarmos almoçando. No entanto, eu, como a pessoa altruísta que sou, abdiquei do precioso tempo em que estaria repondo minhas energias por um bem maior.

Está certo que, de bem, esse “bem maior” não tinha nada. Afinal, o nosso único propósito era acabar com a reputação de Jimin, do mesmo modo que ele havia acabado com a minha naquele refeitório. Na verdade, a principal motivação para estarmos ali naquele momento era a lógica de que, depois de tanto esforço para descobrir quando seria o aniversário da Sunhee, nós decidimos que não poderíamos deixar essa oportunidade passar em branco.

E era hoje. Era tudo ou nada. Tínhamos que agir.

Tirei o cartão cuidadosamente de dentro do envelope, lendo com atenção as palavras escritas na caligrafia desleixada de Jimin.

“Feliz aniversário, amor~

Do seu querido Park Jimin.”

- Mas... Mas... – gaguejei, franzindo as sobrancelhas e conferindo se não havia mais nada escrito no verso do papel. – É só isso? – perguntei, virando-me para encarar Bin-ah.

- O que você esperava? – ele perguntou, como se aquilo fosse óbvio. – Uma declaração de amor? – continuou, irônico. Eu o fitei com descaso. – É de Park Jimin que estamos falando, Haru. – disse, entediado. Eu cerrei os lábios ao ouvir as palavras do garoto.

- Tá, tá – concordei, desinteressada. – Você fez o que eu pedi? – perguntei, estendendo a mão em sua direção.

- É claro que eu fiz – ele disse, abrindo um sorriso de canto. – Aqui está. – falou, entregando-me o pedaço de papel que se assemelhava a um cartão. Eu o tomei em mãos e comecei a ler as palavras que o garoto havia escrito, esboçando um sorriso maquiavélico assim que terminei.

- Está ótimo, Bin-ah – falei, dirigindo o olhar ao garoto. Ele sorriu ao receber o elogio. – Vamos fazer isso, certo? – completei, um tanto nervosa pelo que estávamos fazendo, e Bin assentiu. Coloquei o papel dentro do envelope e o devolvi à mochila, rezando para que o garoto não percebesse nada. Bin, por sua vez, apressou-se para guardar as coisas de Jimin dentro de sua mala novamente, tomando o cuidado de deixá-la no mesmo lugar em que estava quando a pegamos “emprestada” para que nosso plano pudesse ser concretizado.

A semente da discórdia havia sido plantada. Só nos restava esperar para vê-la crescer.

E algo me dizia que ela ia crescer bem forte.

***

Duas e cinquenta e nove da tarde, faltando um minuto para bater o sinal. Olhei de relance para Jimin, que encarava o teto com a boca aberta, parecendo fora do ar. Revirei os olhos. Não esperava nada mais daquele garoto.

Eu e Bin havíamos feito um trato. Assim que o sinal tocasse, iríamos jogar nossos materiais dentro da mochila e sair correndo da sala. Afinal, tínhamos que chegar à saída da escola antes de Jimin. Dito e feito, guardei minhas coisas de qualquer jeito assim que o sinal tocou e saí correndo dali, sem ligar para os protestos do professor.

- O senhor Jung vai te matar. – Bin falou ao me alcançar, um tanto esbaforido. – Sabe disso, não sabe? – perguntou, enquanto corríamos em direção à saída.

- Sei. – falei, com certa dificuldade. – E ele vai matar você também. – completei, sorrindo de forma travessa. O garoto retribuiu o sorriso, fazendo com que seus olhinhos se fechassem de uma maneira cativante. Voltei minha atenção ao caminho que estávamos por percorrer, sentindo meus pulmões arderem. Alguns segundos depois, havíamos chegado à parte externa do colégio.

- Ali – falei, apontando para um arbusto alguns metros distante do portão da escola. Corri até o amontoado de folhas em seguida, abaixando-me de forma que eu pudesse espiar o que acontecia com os alunos que saíam do prédio. Eu e Bin aguardamos ali pacientemente, até que a figura de Sunhee plantada ao pé das escadas me chamou a atenção.

Não pude evitar um suspiro enquanto observava a garota. Ela era realmente bonita. Seus cabelos eram longos e pretos, e sua pele era simplesmente perfeita, além de ter olhos grandes e arredondados. Eu me senti triste por ser tão inferior a ela. Não era de se espantar que eu me sentasse na mesa dos estranhos, enquanto Sunhee se sentava com as líderes de torcida.

- Sei o que você está pensando. – Bin falou, fazendo com que eu voltasse minha atenção a ele. – Não sei se vai significar alguma coisa – ele murmurou, sem me encarar – Mas, pra mim, você é mais bonita que Sunhee. – completou, esboçando um sorriso. – Além disso, todo mundo sabe que ela... É fácil – Bin disse, dando um riso soprado.

Eu o fitei por alguns instantes, em choque com o que o garoto havia falado. Ele, no entanto, nem se deu o trabalho de desviar o olhar para mim, continuando a observar o ponto em que Sunhee se encontrava. Abaixei o meu rosto, sentindo minhas bochechas corarem. Eu realmente havia sido elogiada?

Era a primeira vez que alguém me dizia que eu era bonita.

- Olha lá. – Bin falou, cutucando meu braço e me tirando de meus devaneios. – Ele chegou. – disse, apontando com a cabeça na direção do portão do colégio.

Virei meu rosto na direção indicada pelo garoto, sentindo minhas entranhas se revirarem. Jimin estava lá, falando com Sunhee, como previsto. Ele passava a mão pelos cabelos despreocupadamente, enquanto ela ria de tudo que ele dizia. Por que ele parecia tão à vontade? E por que ela estava rindo tanto? Aish, essa garota devia ter algum problema. Era um belo casal de problemáticos.

Jimin tirou a mala das costas, apoiando-a no chão, e a abriu em seguida. Ele começou a revirar seu conteúdo, como alguém que procura alguma coisa. Segurei a manga da blusa do garoto ao meu lado, balançando-a com excitação.

- Ele está procurando! – exclamei, ansiosa. – Ele vai pegar o cartão da discórdia! – completei, sorrindo por ver que o plano estava dando certo.

- É, ele vai sim! – Bin concordou, abrindo um pequeno sorriso.

Voltei a observar o garoto de cabelos alaranjados com atenção. Ele estendeu o envelope na direção de Sunhee, que pareceu surpresa ao ver o que o garoto tinha em mãos. Ela o pegou e retirou o cartão de dentro dele, começando a ler em seguida.

Foi engraçado ver como a expressão da garota foi mudando aos poucos enquanto ela lia o papel. Ela passou de surpresa para confusa, e, segundos depois, para furiosa. Sunhee rasgou o cartão em vários pedacinhos e os jogou no chão, fazendo com que Jimin a encarasse com estranheza, e logo em seguida acertou um tapa em seu rosto. Jimin não teve nenhuma reação, já que a garota havia lhe pego desprevenido. Ela saiu dali aos prantos, enquanto eu e Bin explodíamos em risadas.

- Que idiota – eu disse, em meio aos risos. Jimin seguiu a garota com o olhar, parecendo desconcertado. A cara que ele estava fazendo no momento era impagável.

Mas, como todos vocês sabem, é aquele ditado:

A vida me odeia.

E ela fez questão de me lembrar disso mais uma vez, porque naquele instante, naquele miserável instante, nossos olhares se cruzaram.

Sim. Meu olhar se cruzou com o de Park Jimin.

Ele havia me visto. Ele sabia que eu estava lá.

Era tarde demais para correr. E eu não tinha onde me esconder.

Virei de costas imediatamente, agachando-me o máximo que eu podia atrás daquele arbusto. Lá no fundo, eu tinha a esperança de que Jimin achasse que havia sido apenas uma alucinação e desistisse de ir até ali me procurar.

Mas eu estava apenas me iludindo. Era uma questão de tempo até eu morrer. Park Jimin iria me matar.

- O que foi? – Bin perguntou, percebendo minha mudança repentina de humor. – O que aconteceu? – completou, parecendo preocupado.

- Ele me viu. – falei, sem conseguir disfarçar meu medo e minha frustração. – Filho da mãe.


Notas Finais


entao gente, o que voces acharam do cap???
haru já começou fazendo as loucuras dela e se ferrando ♡ kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
deixem comentarios dizendo se voces gostaram e o que voces acham que vai acontecer com a haru!!! ♡
e voces tambem podem deixar nos comentarios suas magoas, incertezas e inseguranças!! não tem problema!! a autora ta aqui pra isso mesmo ♡
HOJE EU TO SÓ


CLICK CLACK TO THE BANG YOU AND YOU!!!

kissussssss e ate o proximo cap ~ ♡
twitter: @sorayabegail
tumblr: myfairytails.tumblr.com


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