História Life is now - Capítulo 9


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Categorias Lana Parrilla, Once Upon a Time
Personagens Lana Parrilla, Personagens Originais
Tags Lana Parrilla, Ouat, Sean, Seana
Exibições 74
Palavras 2.353
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Genteee, desculpem a demora! Mas tempo livre é coisa rara por aqui!!
Eu estou amando os comentários de vocês! Fico super feliz com esse retorno! Obrigada mesmo!
Mas vamos ao que interessa, espero que vocês curtam 😘😘

Capítulo 9 - Capítulo IX


- Estou preso porra nenhuma. - interrompeu Fred aos berros, se fazendo ouvir. - agora eu vou entrar nesse helicóptero e ela vem comigo. Se alguém tentar me impedir já sabem o que vou fazer com essa vadia. - disse raivoso tirando a arma das costas de Lana e a colocou em sua cabeça.
Lana pode sentir o calor da arma recém disparada queimando sua pele.

...

(Sean)

Sean chegou muito nervoso a delegacia, que por sorte estava as moscas.
- Boa tarde, meu nome é Sean Maguire e tenho uma denúncia a fazer!
- Venha sente-se, mantenha a calma e me explique tudo direitinho. - pediu a policial que o atendeu. Ele sentou, respirou fundo e começou.
- Tenho uma amiga chamada Lana e ontem ela terminou seu relacionamento com o esposo, agora está sendo chantageada e mantida sob cárcere privado.
- Tudo bem, vamos formalizar a denúncia. Qual o nome completo dela?
- Lana Parrilla Di Blasio. - disse ele.
- Okay, e o do marido? Você sabe?
- Alfredo Di Blasio.
- Alfredo Di Blasio? Aquele empresário? - indagou a policial surpresa.
- Sim, ele mesmo.
- Você pode aguardar um minuto? - disse levantando rapidamente.
Sean a olhou sem entender nada. Ela saiu e se dirigiu a outra sala, bateu e entrou. Alguns minutos depois saiu com um policial mais velho a seguindo. O homem sentou a mesa e se apresentou como Delegado Suarez. Apertou a mão de Sean. E pediu que ele contasse o que estava acontecendo.
Sean explicou toda a história. Desde o dia anterior até a ligação de Lana. O Tenente parecia muito interessado. Ouviu Sean com muita seriedade e atenção. Depois pegou o telefone e ligou para alguém. Voltou triunfante.
- Certo, precisamos agir rápido. Agora pegamos ele! - disse para a policial que ainda estava ali.
- Desculpe, mas não estou entendendo mais nada. - falou Sean.
- É o seguinte. Nós já estamos na cola do Di Blasio faz tempo. Ele cometeu inúmeros crimes fiscais, mantém contas em bancos suíços, pratica lavagem de dinheiro. Além de alguns sócios terem desaparecido misteriosamente. Porém possui um exército de ótimos advogados, vivem recorrendo a tudo e livrando a cara dele, não deixam rastros.. Precisavamos de algo mais concreto para prendê-lo. E assim congelar seus bens e investigar mais afundo seus negócios. Precisamos de provas reais de seus crimes. E isso que ele está fazendo com a esposa é terrível, mas será muito útil, é um crime de grande porte. Ele pegará cadeia na certa.
- Nossa, nunca poderia imaginar que ele seria capaz disso.
- Pois é, usar a esposa estrela de TV é um ótimo disfarce. Mantém a fachada de que precisa. Até o nome dela ele envolveu em suas falcatruas. Provavelmente sem o conhecimento dela, que agora terá como alegar que levou um golpe.
- Bom, mas se ele é tão perigoso assim devemos agir rápido. Lana corre perigo! - disse Sean amedrontado.
- Sim, e vamos. Vou me reunir com algumas pessoas e bolar uma estratégia. Em poucas horas entraremos em ação! - respondeu o delegado.
- Se não for problema gostaria de acompanhá-los.
- Tudo bem, só mantenha sigilo, não entre em contato com mais ninguém por enquanto, familiares e amigos. Quanto menos envolvidos menos pessoas correram perigo. Fora que a emprensa ia cair matando nessa história. Ia alertá-lo no mesmo momento.
Sean sentia tanto medo por Lana, ela corria perigo de verdade. Vai saber o que Fred já não havia feito a ela, se arrepiou só em pensar em Lana indefesa, nas mãos daquele maluco, daquele criminoso. Queria muito ligar para Jen e pedir que fosse lá, apoiar Lana quando a libertassem, mas se manteria em silêncio. Era realmente o mais seguro a fazer no momento.
- Certo, bico calado. - prometeu Sean.
Horas se passaram até que começassem a operação.
Sean ficava mais apreensivo a cada minuto. Mas preferiu acreditar que os policiais sabiam o que estava fazendo e tudo daria certo.
Já era passado de meia noite quando o delegado Suarez retornou informando Sean que estava tudo armado.

______________________________

- Calma, espere, vamos negociar! - disse o delegado guardando a arma e levantando as mãos. - você solta ela e te daremos algo em troca. - prometeu.
- Soltar ela? Nunca. - deu um sorriso sarcástico.
Lágrimas rolavam sem pudor pelo rosto de Lana. O medo a consumiu por inteiro.
Ela observava aquilo tudo implorando mentalmente para que terminasse logo. Aqueles policiais foram treinados para essas situações e ela tentava acreditar que dariam um jeito. Estar na mira daquela arma fazia os segundos parecerem horas. Lana fechou os olhos e rezou para que tudo terminasse logo e ao abri-los bem ao longe viu um rosto conhecido, Sean assistia a cena a distância. Lana nem tinha certeza se era mesmo ele ou se estava imaginando, mas ficou imediatamente mais tranquila, em saber que se ela morresse não estaria sozinha. Teria alguém de quem ela gostava para dizer adeus. Ela fechou novamente os olhos e esperou.
- Agora nós vamos entrar nesse helicóptero e ninguém vai nos impedir, ou essa daqui vai sofrer as consequências.
Fred foi se afastando de costas, sem tirar a arma da cabeça de Lana nem por um segundo. Subiu no helicóptero e puxou Lana para dentro também.
- Que bom que te ouvi quando insistiu tanto para eu aprender a pilotar hein meu amor. Agora podemos ir para nosso refúgio, sem ninguém atrapalhando. - disse Fred a ela.
Lana estava muda. Não conseguia dizer mais nada.
- Você vai sentar aqui e vai ficar bem quieta. Se fizer qualquer movimento eu atiro sem dó nem piedade. - ameaçou. - Entendeu? Agora coloque o cinto! - ela fez que sim com a cabeça e o obedeceu.
Fred foi para o banco do piloto. Estudou o painel rapidamente, sem desviar a atenção dela.
Lana percebeu a movimentação dos policiais, pareciam estar prontos para derrubar aquele helicóptero a qualquer momento. Os viu passando rádio uns para os outros. Um deles pegou um megafone e começou a falar com Alfredo.
- Sr. Di Blasio. Deixaremos o senhor ir se soltar sua esposa! - falou. - caso contrario abriremos fogo agora mesmo.
- Olha lá vadia, tá valendo muito hein. - riu sarcástico. - Vamos ver se você serve mesmo pra alguma coisa. Vem aqui do meu lado! - ordenou.
Lana levantou e foi. Sentou-se no banco de co-piloto. As portas do helicóptero ainda estavam abertas.
- Você será o meu escudo. Duvido q vão atirar em mim com você aqui do meu lado. Agora fica quieta e não me atrapalhe.
O helicóptero começou a levantar vôo. Já estavam a alguns metros do chão. Lana ainda podia ouvir o policial tentando negociar, ouvia mas não absorvia nada do que ele falava. Era como se a voz dele estivesse em outro plano, em camera lenta ou algo assim. Ela sabia que os policiais agiriam em poucos segundos. E a vida dela já era. Tinha que fazer algo. Seu instinto de sobrevivência estava falando mais alto, estava gritando dentro dela.
Fred ainda segurava a arma, pronto para atirar, mas se distraiu por alguns segundos. Lana não se conteve e resolveu aproveitar a oportunidade. Levantou- se e tentou tirar a arma dele.
- Você ficou maluca?
O helicóptero balançou e ela acabou caindo em cima dele. Ele deu uma coronhada com a arma na cabeça dela, que a fez ficar zonza. Ela conseguiu se segurar no banco antes de cair para fora pela porta que ainda estava aberta. Fred subiu um pouco mais. Começava a ficar difícil para ela se segurar. A pancada na cabeça havia embaralhado seus sentidos, olhou para Fred e ele percebeu o estado dela. Lançou para Lana aquele olhar psicopata que ela agora já reconhecia.
- Já que você não quer ir comigo fica ai sua vadia! - ele deu um chute muito forte em seu torax. Lana não conseguiu mais se apoiar no banco. Ela tentou se segurar, mas foi em vão.
Suas mãos se desprenderam e ela foi jogada diretamente pela porta. O helicóptero já estava a uns metros do chão. E a queda foi horrível. Em poucos segundos sua vida inteira passou pela sua cabeça. Ela reviveu momentos, pessoas, aromas e sensasões. Foram os segundos mais intensos da sua vida. Ela fechou os olhos e esperou a morte.

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(Sean)

Sean não podia acreditar no que via. Lana estava visivelmente fraca e vulnerável, mas lutava por sua vida como uma verdadeira guerreira. Em terra firme puderam ver sua tentativa de desarmar Fred. Sean nem respirava. A tensão o consumia. Ele não sabia ao certo, mas pelo que ouviu os policiais planejavam realmente abrir fogo contra Fred. Desejava com todas as suas forças que aquele helicóptero voltasse ao solo. Repentinamente viu Lana sendo jogada para fora só o que fez foi correr em direção a ela. Chegou a seu corpo antes mesmo dos policiais. Ela caiu de costas sob a grama recém cortada. Estava desacordada, mas respirando, seus belos cabelos negros estavam banhados de sangue.
- Por favor, chamem a ambulância. - Implorava aos policiais. Lágrimas escorriam de seus olhos como se fossem gotas de uma cachoeira cristalina.
- Eles já estão chegando. - disse um dos policiais.
Ele tocava o rosto de Lana com esperança de que seus olhos abrissem a qualquer momento, mas isso não aconteceu.
- Vai dar tudo certo pequena. Você vai ficar bem! Seja forte. Você consegue!! - dizia na esperança de encorajá-la a lutar.
Os socorristas chegaram, pediram que Sean se afastasse, imobilizaram Lana e a colocaram na maca. Estavam levando-a para ambulância.
- O senhor pode acompanhá-la? - perguntou um dos socorristas.
- Sim, é claro. - respondeu Sean já entrando na ambulância e se posicionando ao lado de Lana. Ele segurou sua mão e a acariciou durante todo o trajeto. Foi em completo silêncio até o hospital. Tinha inúmeras perguntas para fazer aos médicos e socorristas mas no momento não conseguia fazê-las. Sabia que Lana não estava bem, estava com medo das respostas. Ele preferia pensar que ela tinha chance de superar isso.
Finalmente chegaram ao hospital, que por acaso era o mesmo em que Tanya estava internada. Sean nem lembrou desse detalhe quando passou pelas portas de vidro.
- Senhor, desculpe mas só pode vir até aqui. Precisamos levá-la agora. O senhor pode ir até o balcão e tratar da parte burocratica da internação.
- Tudo bem, entrarei em contato com a família dela. E ficarei aqui esperando notícias. Mantenha-me informado por favor!
- Certo, até logo.
Ver Lana se distanciando naquele estado era devastador. Ele sentia-se péssimo. Como se fosse ele naquela maca, naquelas condições. Se comprometeu a contatar a família, mas como explicaria aquela situação por telefone. Sua mãe ficaria horrorizada. Sean não a conhecia pessoalmente, mas ela parecia ser o tipo de mãe protetora e cuidadosa. Lana sempre falava dela com tanto amor. Ele ficou longos minutos pensando em uma saída. Decidiu ligar para Jennifer.
Pegou o telefone e discou o número dela. Já eram quase 2h da manhã seria difícil a amiga atender. O telefone chamou varias vezes antes dela atender.
- Alô. Quem está ligando essa hora? Espero que seja importante. - já avisou Jen com a voz mais sonolenta do mundo.
- É muito importante sim! - Sean só percebeu que estava chorando ao ouvir sua propria voz, estava embargada e triste. E era exatamente assim que se sentia. - é a Lana Jen. Preciso que venha até aqui, estamos no Hospital do centro!
- Meu Deus, o que houve? Estou com medo me explica direito. - pediu ela.
- Vou mandar uma localização por mensagem. Não precisa vir correndo. Tenha calma. Chegando aqui eu te explico, é uma longa história. Mas por favor venha sem pressa e com cuidado!
- Tudo bem, logo chego ai!. - disse desligando.
Enquanto esperava Sean deu entrada na internação, preencheu no formulário somente o que sabia sobre Lana. Que não era muita coisa. Ficou pensando em como a vida é frágil, em como as coisas podem mudar em tão pouco tempo. De um dia para o outro tanto a vida dele quanto a de Lana haviam mudado da água para o vinho. Tudo o que sabiam e todas as certezas que tinham desapareceram. Nada do que acharam que seria para sempre se sustentou diante de dificuldades. Seus relacionamentos foram testados ao extremo e não passaram no teste.
Sean sentou na sala de espera e aguardou ansioso por notícias. Mas ninguém vinha falar com ele. Depois de aproximadamente 30 minutos Jen chegou as pressas, com os olhos marejados a procura de respostas. Ao ver Sean o abraçou.
- Sean por favor, me explica o que está acontecendo! A Lana está bem? - implorava em meio a soluços.
- Sinceramente não sei como ela está! Gostaria de ter mais informações mas ela ainda está sendo atendida,
,provavelmente logo alguém vem nos dar notícias.
- Meu Deus, liguei para ela o dia todo. Saí do estúdio e fui direto para casa vê-la. Quando percebi que ela não estava liguei para ela, que não me atendeu. Após diversas tentativas liguei para Fred que me disse que Lana estava indo para a casa da mãe, achei estranho ela ir sem deixar ao menos um bilhete, mas me tranquilizou saber que ela ficaria bem assistida lá. Mas agora não estou entendendo mais nada! - falou Jen.
- Calma Jen, fica tranquila, vou te explicar tudo.
Eles se sentaram e Sean contou tudo que houve da melhor forma que pode. Ficaram muito tempo ali conversando. Jen chorava e ficou horrorizada com tudo que acabara de ouvir.
- E o que aconteceu com o Fred? Foi pego ou conseguiu fugir? - questionou a loira.
Sean não havia sequer pensando nisso até o momento.
- Bom, na verdade não faço idéia. Depois que vi Lana no chão sinceramente não reparei em mais nada.
- Como ass...
Jen foi interrompida por um dos médicos que se aproximava.
- Com licença. Sou um dos médicos da Sra. Parrilla. - anunciou.
- Graças a Deus. Como ela está?


Notas Finais


Tantan tantaaaaaaan... e agora? 😱
Bjs até o proximo!


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