História Life is Strange - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Life Is Strange, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hansol, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Kun, Mark, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Jaeje, Johnten, Life Is Strange, Markhyuck, Marksung, Nct, Nct 127, Nct Dream, Nct U, Neo Culture Technology, Rensung
Visualizações 27
Palavras 3.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ai meu c*

O que eu tô fazendo aqui

Tô nervosa por essa fic

Por que eu amo muito Life is Strange e NCT então né, o que custava juntar o útil ao agradável

Então, vamos lá:

- essa história é meio que como eu joguei e interpretei a história do jogo e tudo mais

- todos são maiores de idade na fic

- a fic não vai ser perfeitamente igual ao jogo, até por que, shippo muito pricefield então eu vou focar mais no romance das personagens principais do que na amizade, quem não gosta de uns pegas loucos na piscina?

- o jogo tem cinco episódios, e eu pretendo separar cada episódio em três partes

- vou tentar usar os personagens de todos os NCT's, mas se bobear, ainda vai faltar gente .-.

- essa capa é só temporária (até eu conseguir fazer alguma coisa que preste... Se eu conseguir)

- eu provavelmente vou demorar pra atualizar essa fic

- desculpa qualquer erro, eu não consigo prestar atenção na vida aí eu sempre deixo uma coisa ou duas (ou mais) passarem

- já disse que eu não sei o que eu tô fazendo aqui?

Kissus

Capítulo 1 - Chrysalis pt.1





Chrysalis pt.1


Eu acordei no meio de uma tempestade, e eu sequer sabia exatamente onde estava. Haviam muitas árvores e galhos voando, estava tudo uma bagunça. 

Eu estava sozinho. Estava desesperado, e o pior, aquilo parecia tão real...

Comecei a andar o tanto quanto o vento me permitia, desviando das coisas que voavam contra meu rosto.

No topo da montanha, vi o farol de Arcadia, e quando me aproximei o bastante, eu vi.

Um tornado quase do tamanho da cidade, e indo direto para ela. 

Eu gritava, mas era como se nada adiantasse, e então, a parte de cima do farol se desprendeu, sendo carregada pelo vento forte em minha direção. 

E então eu acordei

Eu acordei, e eu ainda estava naquela sala de aula, o professor ainda dava aula, e Na Jaemin continuava sendo uma vadia com Zhong Chenle.

Porra... Aquilo foi tão real... Não parecia ter sido um sonho... O que foi aquilo? Calma, Mark, respira cara, tá tudo bem...

Jaemin jogou outra coisa em Chenle... Filho da puta, ele ainda vai pagar...

Ok, calma... Vamos ver... Ah, eu esqueci de pegar o drive do Hyuck, vou ter que fazer isso depois da aula.

Bem, minha câmera está aqui do lado, que tal vermos se eu realmente acordei? 

Click.

- Shh, prestem atenção. Acredito que Mark acabou de tirar o que vocês, adolescentes, chamam de selfie, um termo estúpido para um processo incrível. E Mark tem um dom. Então, Mark, como parece que você certamente mostrou interesse e quer participar da conversa, me diga, quem deu início ao primeiro auto retrato? - Doyoung, aquele professor incrível de fotografia do meu tão amado curso, me encarava, esperando uma resposta que eu não tinha.

- Ahn... Eu sabia, mas... Eu esqueci.

- O processo Daguerrian. - Jaemin respondeu com uma mão levantada e um sorriso vitorioso no rosto.

- Muito bem Jaemin. 

- Parece que você está completamente na zona retrô agora. Sad face. - O Na se sentou daquele jeito que eu pelo menos considero mais ridículo que o próprio Jaemin e se virou para suas cadelas também conhecidas como amigas.

Não demorou muito tempo para o sinal tocar, e enquanto o professor Kim explicava mais algumas coisas sobre o concurso everyday heros, fui falar com Chenle.

Ele estava péssimo. 

- Oi, Chenle.

- Ah, oi, Mark...

- Você... Está bem?

- Já estive melhor, mas... Estou bem, obrigado.

- Ok... E não se preocupe, Chenle, cobras como Jaemin ainda vão ter o que merecem.

- É... Você está certo.

- Eu tenho que ir.

- Tudo bem. Tchau, Mark.

- Tchau, Chenle. - Deixei o garoto lá, naquele momento, era melhor dar espaço. Eu nem imagino pelo que o Zhong passa... Deve ser horrível estar na pele dele nesse momento. 

Jaemin conversava com Doyoung em sua pose de puta, que era a natural do Na.

- Com licença, senhor Kim...

- É, com licença, Mark. - Jaemin me encarou com aquela cara de nojo que me dava nojo.

- Não, nos dê licença você, Jaemin. Eu jamais impediria um dos melhores alunos de entregar sua foto para o concurso.

- Então... Eu realmente preciso? 

- Ora, Mark, como eu disse antes, você tem um dom. Sabe, você é novo, o mundo é seu, blá blá blá. Não se esconda tanto.

- Eu... Vou tentar. Tchau, senhor Kim. - Sai da sala sem muita pressa e me encostei no corredor. Ótimo, uma multidão era tudo o que eu precisava. 

Coloquei meus fones no volume máximo e fui ao banheiro masculino.

Pelo menos, lá, ninguém me veria surtar. 

Olhei um desenho no espelho, e passei a observar minha foto para o concurso.

Eu não seria louco de entregar aquela merda pro meu professor. Nem morto.

Rasguei a foto sem pensar duas vezes.

Nas paredes das cabines, haviam desenhos dos mais variados, frases e um cartaz sobre um garoto chamado Huang Renjun, que fora dado como desaparecido. 

E então, pela pequena janela do banheiro masculino de Balckwell, vejo entrar uma borboleta azul, que pousa em um balde. 

Vamos, Mark, não temos uma chance como essa todo dia.

Me aproximo com cuidado do balde, a câmera já em mãos, e felizmente, consegui tirar a foto da bendita borboleta.

É, eu certamente levo jeito pra coisa.

E quando eu achei que não podia ficar melhor, bem... Ficou.

Lee Jeno, filho de uma das famílias mais ricas de toda Arcadia Bay entrou no banheiro, segurando nada mais nada menos que uma arma.

Corri para trás da última cabine do banheiro, enquanto o Lee falava sozinho em frente ao espelho.

- Você não precisa ter medo, Jeno, você é dono desse lugar, se você quiser, você pode explodir essa escola. Você quem manda. - E ele ia continuar lá, falando sozinho que nem um louco, se não fosse alguém entrar no banheiro, pelo pouco que eu pude ver, era um garoto de cabelo azul.

- O que você quer? - Jeno perguntou ao garoto que até então me era familiar, mas não sabia dizer quem era.

- Você, como diria o babaca do meu padrasto, verificou o perímetro? 

- Só me fala o que você quer de uma vez!

- Você sabe o que eu quero! Tenho certeza que os Lee ficariam chocados quando soubessem o que o garotinho perfeito anda usando. - O garoto bateu com as duas mãos na pia.

Ah, isso não vai dar certo.

- Você não sabe de nada sobre mim ou sobre minha família. 

- Eu sei que seus pais iam fazer qualquer coisa pra te livrar dessa vergonha que você causaria pro seu nome, e eu preciso de dinheiro, Lee. - E, provavelmente assustando mais a mim do que o de cabelos azuis, o Lee o jogou contra a parede, pressionando a tal arma contra o pobre menino, e eu? Estou desesperado. - Q-qual é, abaixa essa arma.

- Nunca me diga o que fazer! Eu tenho certeza que ninguém sentiria falta dessa sua bunda punk por aqui!

- Você vai ter mais problemas por causa disso do que pelas drogas! - Mais desesperado que eu, só o tal do garoto.

Eu pretendia fazer algo, mas meu medo de aparecer na cena e essa bala sobrar pra mim foi maior.

E então, mais rápido do que aquilo começou, o garoto atirou, e eu, louco como nunca fui, tentei me meter no meio da briga.

E eu fiquei tonto, tudo ficou embaçado.

E então eu acordei.

Na sala, e o professor estava lá, mas... Eu já vi essa aula antes. Que porra, Mark?

Aquilo foi um sonho? Não, eu estava bem acordado, então o que? Eu voltei no tempo? Que besteira, Mark, mas... Se Jaemin jogar outra coisa no Chenle... A parada é séria. 

E não é que o filho da puta jogou mesmo?

Ok, isso não é um sonho. Ai, merda, minha câmera caiu... Tá, se você pode mesmo voltar no tempo, Mark, essa é a hora de provar.

Vamos voltar no tempo...

E, uau, isso funciona. Minha câmera está inteira. Ok, Mark, não vamos nos desesperar agora...

O senhor Kim me fez uma pergunta quando eu tirei a selfie, então...

Click.

- Shh... 

Tudo tá acontecendo de novo. Então eu posso mesmo voltar no tempo. Talvez eu ainda possa salvar aquele garoto.

Mas eu preciso chegar ao banheiro primeiro.

- Mark. Quem deu início ao primeiro auto retrato? 

- Ahn... Eu posso usar o banheiro?

- Você não vai escapar assim tão fácil. Conversamos depois da aula. - Ah, ótimo, agora ele quer falar comigo depois da aula.

Seria melhor voltar de novo?

Isso me deixa tonto... Qual tinha sido a resposta do Jaemin? Talvez se eu responder certo, eu possa sair.

- Então, Mark. Quem deu início ao primeiro auto retrato? 

- Louis... Daguerre. Que inventou o processo Daguerrian.

- Alguém andou fazendo a lição de casa. - Jaemin me olhou feio. Mereceu.

Mais uma vez, o sinal tocou, e eu correndo para o banheiro. 

Fiz tudo o que eu tinha feito antes, olhei o espelho, vi os cartazes de Huang Renjun, rasguei a minha foto e a borboleta entrou... Tirei a foto, e me escondi.

Jeno entrou mais uma vez no banheiro. E então o garoto.

Vamos, você não tem tempo, Mark, pensa... O alarme de incêndio é uma boa ideia. Como eu vou apertar?

-... do que pelas drogas. - Merda, vamos voltar mais um pouco.

Maldita tontura.

Tirei do lugar um carrinho de limpeza e achei o bendito martelo do alarme, e sem nem pensar duas vezes, apertei o botão.

- Nunca mais me toque de novo, sua aberração. - Uou... Eu acabei de salvar a vida de um garoto que eu vi morrer.

Passei alguns segundos tomando fôlego, Jeno já havia saido do banheiro.

E provavelmente, Blackwell já estava vazia. 

Sai do banheiro devagar, e realmente, não havia mais ninguém no corredor.

Só... O segurança...

- O que faz aqui, Mark? O alarme tocou, deveria estar lá fora.

- E-eu sei, eu só precisava... Usar o banheiro.

- Hm... Sei, essa é a pior desculpa que você poderia usar.

- Algo errado, Taeil? - A voz do diretor Jung, forte como sempre fora, rapidamente espantou o tal Moon que só saiu correndo depois de dizer um nada bem baixinho.  - Não devia estar lá fora, Mark? Está tudo bem? Ou talvez... Você estava fazendo algo errado? Hm? Fez algo errado, Mark? - Temos duas opções aqui, Mark Lee: ou você finge que nada aconteceu ou você conta tudo pro Jaehyun... Por que eu sempre tenho que fazer escolhas tão complicadas? 

- É que... Eu vi Lee Jeno andando no banheiro com uma arma. Ele tava falando sozinho.

- Lee Jeno? Isso é uma acusação muito séria, Mark, você viu tudo isso sem ele te ver?

- Eu me escondi... Mas qual é, eu só estava no banheiro, e eu me assustei...

- Eu vou ver o que eu posso fazer sobre isso. Agora, Mark, vá para fora com os outros.

- Ok, diretor Jung. - E eu tenho que sair, ainda que eu queria muito descobrir quem é o garoto de cabelo azul. 

Será que estuda aqui? Me é tão familiar, mas não consigo lembrar quem é... Merda de memória...

Ah, é, eu tenho que pegar o drive do Hyuck no meu quarto. Como se meu dia não pudesse melhorar... 

O campus tem tanto coisa, e ainda assim, as pessoas não fazem nada... Hm, aqui seria um ótimo ângulo pra uma foto da floresta e... Ah, ótimo. Na Jaemin, a Regina George fracassada, está parado na escada do dormitório com as putas masculinas dele.

Perfeito.

- Olha, se não é Mark Lee.

- Oi, Jaemin...

- Já que você sabe de tanta coisa, acho melhor você descobrir outro caminho pro dormitório, Mark. - Ótimo. Maravilha. Tudo que uma pessoa quer na vida. - Ah, espera, essa pose tá perfeita. - Ele tirou uma foto. - Relaxa, eu prometo que coloco um filtro retrô antes de jogar em todas as redes sociais. Go fuck yourselfie, Mark. - Ele ainda me paga. Mas não sou de me vingar, ele ainda toma uns tombos e aprende, calma, Mark.

Você só precisa achar outro jeito de entrar. Hm, aqueles sprinklers parecem estar bem perto das escadas... Talvez se eu ligar...

O depósito está vazio? Está. Pelo menos uma coisa que dá certo nesse dia. Ligando os sprinklers, vamos ver se minha matemática funciona...

- Ah, merda! - Ouço Jaemin gritando. Ele está em pé, mas ainda está na frente da escada. Acho que os sprinklers não foram o suficiente.

Vamos analisar o perímetro. Hm, o zelador está pintando alguma coisa, e a escada está realmente perto de Jaemin, mas o balde já está longe.

Ok, hora de voltar no tempo.

Argh, tá começando a me dar dor de cabeça... Ai ai, Mark, balde.

Um balde sabotado, confere

Agora, pros sprinklers, por favor dê tempo, por favor dê tempo... Isso! Água ligada, agora, vamos ver a mágica acontecer. 

O zelador sobe as escadas e pendura o balde ao lado de um Jaemin molhado, e... Bang! Bem no alvo, mister Mark.

- De jeito nenhum! Isso não está acontecendo! 

- Calma, Jaemin, vamos pegar uma toalha pra você. 

- Vão antes que a tinta seque, sabe quanto custou esse casaco de caxemira?! - As cadelas masculinas estão longe, agora, é só passar por um Jaemin derrotado.

Esse seria o momento perfeito pra dar o troco nesse maldito...

Mas não vou me rebaixar à esse nível. 

- Ei, Jaemin. É uma grande perda, era um casaco muito bonito.

- É... Eu tenho mais como esse em casa.

- Você tem tanto bom gosto pra roupas quanto talento pras fotos, Jaemin.

- Ah... Valeu, Mark. Vai, passa. - Ele se moveu pro lado. - Eu... Vou apagar aquela foto, foi muita idiotice. Tchau, Mark.

- Nos vemos por aí, Na Jaemin. - No final, ser legal de vez em quando não é tão ruim.

Agora, eu só preciso do drive.

Ah, oi quarto. Alguma coisa nova? Hm... Nada demais nos e-mails... Um bilhete? Ah... Hansol pegou o drive.

Vou ter que caçar ele no quarto agora, que treta...

Saio do meu próprio quarto para ir no quarto do Hansol, mas...  A porta do quarto do Chenle tá meio aberta... Eu devia falar com ele.

- Hey, Chenle.

- Ah, hey, Mark.

- Como você está? 

- Pra ser sincero? Péssimo. 

- Estava desenhando?

- Tentando... Me diga, Mark, você viu?

- O que?

- O vídeo. 

- Não. 

- Isso é bom. Obrigado, Mark.

- Não tem de que. É muita idiotice postar um vídeo desse.

- Eu tenho fé que tudo vai melhorar.

- E vai, Chenle. As cobras de Balckwell ainda vão aprender uma coisa ou duas.

- Você é engraçado. 

- Eu sei. Bem, odeio fazer isso, mas eu tenho que ir.

- Tudo bem. Até mais, Mark.

- Até, Chenle. - Deixei o quarto do meu amigo depressivo e continuei andando pelo corredor.

- Você não vai sair daí até me contar a verdade, Hansol! - Havia um garoto em frente a porta do Ji e o tadinho esmurrava a porta.

Algo de errado não está certo naquele quarto.

- Ei, Sicheng, está tudo bem?

- Eu tranquei o Hansol no quarto, parece tudo bem pra você, Mark?

- Ok, ok. O que aconteceu? 

- Por que você se importa? Você sequer sabe meu sobrenome, Mark? - Faz pergunta difícil pra mim não...

- Ahn...

- Foi o que eu imaginei. E é Dong, se você quer saber... - Essa informação é muito útil, na verdade, especialmente se você pode voltar no tempo.

Ai.

Ok, vamos tentar de novo, Sicheng está prendendo Hansol no quarto, se aproxime devagar, Mark.

- Dong Sicheng, cadê as maneiras?

- Ah, uau, Mark, não achei sabia meu sobrenome.

- Eu sei muitas coisas. O que aconteceu?

- Ah, bem... Hansol estava mandando mensagens pro meu namorado, e ele fica negando, mas eu sei que é verdade.

- Mas vocês não são tipo, melhores amigos? Além disso, o Yuta não te trairia, Sicheng.

- Mas o Jaemin disse...

- Na Jaemin?

- É...

- Espera. Tem algo de errado nessa história. - Uma mensagem acaba de interromper minha conversa. 

E é do Hansol.

Hansol

1 nova mensagem

Mark, você sabe que eu não faria isso, né? Tenho certeza que o Jaemin tá metido nessa história de algum jeito!

Não podia concordar mais.

- Eu já volto, Sicheng. - Quarto de Na Jaemin, lá vamos nós. 

Hm, as cadelas do Jaemin acabaram de sair do quarto dele com uma toalha. Eles demoraram, viu?

Mas deixaram a porta aberta, ótimo. 

Como o imaginado, equipamento de ponta... Sites de roupas de grife, tudo impecável. Hora de checar os e-mails da tentativa falha de Regina George.

Hm... Aha! Isso prova alguma coisa. Imprimindo, e vuá lá, nas minhas mãos a prova de um crime não cometido.

Hora de voltar para o centro do barraco do dormitório masculino, o quarto do Hansol.

- Eu declaro Ji Hansol inocente! - Sicheng pegou o papel da minha mão e suspirou depois de ler.

- Por que eu ainda acredito no Jaemin? - Ele se virou e abriu a porta, e eu finalmente vi a cara do Hansol. - Desculpa, Sollie.

- Tudo bem, Jaemin foi uma vaca, como sempre.

- Me perdoa?

- Claro.

- Ayoo, eu realmente fiquei com vergonha agora... Eu vou embora, tchau, Mark.

- Goodbye...

- Hey, Mark, seu drive tá lá dentro, pode pegar. E valeu pela ajuda.

- Por nada, Hansol.

- Eu não acredito que o Jaemin foi capaz de fazer uma coisa dessas.

- Não me surpreende vindo dele. Além disso, todo mundo sabe que o Jaemin é louco pra tentar algo com o Yuta.

- Tenho dó do Sicheng, se ele soubesse do que o Jaemin é capaz de fazer...

- Né? - Um pendrive recuperado com sucesso. 

- Melhor você devolver isso pro Donghyuck. 

- Aham. Foi bom te ver, Hansol.

- Digo o mesmo. Tchau, Mark. - Ok, tudo que me resta é encontrar o Hyuck.

Hyuck

1 nova mensagem

Hey, Mark, tô no estacionamento

Tá com meu pendrive?

Mark

Tá comigo

Chegando

Lá vamos nós. 

- Já falei pra me deixar em paz! - É a voz do Chenle? Hm... O que o Taeil tá fazendo ali?

Eu poderia tirar uma foto e usar isso contra ele... Mas... Chenle parece precisar de ajuda. Hm... Dois segundos pra se decidir, Mark.

Ok, aqui vou eu.

- O que tá acontecendo aqui?

- Não é da sua conta, Lee.

- No momento em que você intimida meu amigo, é sim.

- Eu não estava... Argh, não se meta onde não é chamado, Lee. Eu vou lembrar disso. - Já vai tarde.

- Obrigado, Mark!

- Tudo bem? - Chenle fica tão pequeno quando me abraça. 

- Melhor agora. Muito, muito obrigado mesmo, Mark, mas eu tenho que ir. - E lá se vai Zhong Chenle.

Agora, pro estacionamento. Pensando bem... Essa semana já começou estranha... Não me surpreenderia se acontecesse mais alguma loucura hoje.

- Mark! - Rejeitar carinhosamente esse abraço? Rejeitar carinhosamente esse abraço. - E-então...

- Seu pendrive. - Hyuck de cabelo vermelho parece tão inocente... Nem parece o nerd louco por ficção científica que eu conheço. 

- Valeu. Hey, Mark, você gosta de filmes antigos, não gosta? 

- Ahn... Claro.

- Você... Quer assistir um comigo essa semana? Sabe, em um flash-drive.

- Hm... Vou pensar. Ei, se eu te contar uma coisa... Promete não contar pra ninguém? 

- Qual é, Mark, assim você me ofende. Claro que eu não vou contar nada pra ninguém. 

- É que... Eu acordei de um sonho estranho hoje.

- Todos temos sonhos estranhos de vez em qundo. O que mais?

- Eu...

- Mark Lee? - Essa voz... Ah, merda, Jeno? É... Jeno. - Foi você que falou aquelas merdas pro diretor? Saiba que ninguém se mete comigo!

- Ei! - Hyuck se colocou entre nós. Ai, porra. É hoje que eu chego em casa com olho roxo.

Ou talvez Lee Jeno quase seja atropelado por uma caminhonete. 

E... Ai meu Deus... É o garoto do banheiro, mas... Não é possível que a vida esteja com tanta sacanagem com a mimha cara...

- Jisung?!

- Mark?! - Não acredito... Mas é. - Entra aí!

- Vai, Mark. - Hyuck tá apanhando por mim. Tenho que lembrar de agradecer ele depois.

Subi rápido na caminhonete, e Jisung acelerou.

Agora não dá pra fugir da conversa... Isso vai ser... No mínimo... Estranho.



Continue




Notas Finais


Podem falar comigo, eu não mordo .-.

E sou curiosa, então vou adorar saber se gostaram ou não -q

Byez


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