História Life Is Worth Living - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Blaine Anderson, Dave Karofsky, Kurt Hummel
Tags Glee, Klaine, Life
Exibições 37
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, teremos um pequeno draminha, mas é coisa rápida! Kkkkk'

Espero que gostem,
Boa leitura! ❤

Capítulo 16 - Ajuda.


- Esse realmente foi o melhor café da manhã que eu já tomei.

- Só perde para o nosso primeiro café da manhã juntos…

Kurt sorriu para Blaine ao ouvir aquelas palavras e o beijou o esposo de forma delicada.

- O que acha de tomarmos um banho juntos para ser mais rápido e depois irmos para o orfanato ver se Tody chegou bem?

- Acho uma ótima ideia…

Blaine concordou com o castanho e assim eles fizeram o que disseram. Logo estavam no carro indo para o abrigo, radiantes e de mãos dadas, mas seus sorrisos se desmancharam assim que viram a Claire na frente do orfanato acenando para um carro que estava saindo com um largo sorriso no rosto.

- Oh, sejam bem vindos de volta! Sinto informa-los, mas o pedido de adoção de vocês foi negado e Todrick acabou de ser levado, ele estava naquele carro.

As pernas de Kurt bambearam, mas Blaine sentiu e segurou o marido mais firme tentando lhe transmitir força.

- C-como assim? E porque ele nos foi negado e foi aceito para o outro casal?

- Não sei informa-los, não sei como funciona os critérios da justiça sobre a adoção. Bem, eu sinto muito. Passar bem.

A mulher se despediu com o mesmo sorriso no rosto e já ia embora, mas Kurt começou a falar a impedindo.

- E você está feliz dessa maneira porque se livrou de um estorvo, não é mesmo?!

- Eu não sei do que o senhor está falando…

Kurt já começou a ficar inquieto e pronto para discutir outra vez com a senhora que não tirava o maldito sorriso debochado do rosto, mas Blaine o segurou.

- Amor, não vale a pena! Vem, vamos embora!

- Mas Blaine, ela…

- Kurtie…

- Droga!

O moreno conseguiu tirar o castanho dali para o carro e quando eles se entraram prontos para voltar para casa, Kurt começou a derramar algumas lágrimas com a cabeça baixa.
Blaine ficou preocupado, pois o castanho estava chorando e apertando suas mãos como antigamente quando ele estava no início do seu tratamento contra depressão e tentando se livrar dos cortes.

- Amor, acalme-se, já vamos chegar em casa, não fique assim…

- Tudo começou a dar errado outra vez, Blaine… Eu sabia que não ia demorar para isso acontecer, é como uma sina na minha vida. Nós conseguimos conquistar Todrick, ele nos disse que éramos suas pessoas especiais, Blaine! E agora ele se foi e nós nem sabemos para onde e se ele está bem ou feliz com a adoção! Aliás, com certeza ele está infeliz!

- Mas Kurtie, talvez tenha sido melhor para ele ser adotado por outro casal… Entenda, eu também queria mais que tudo que Todrick viesse para casa com a gente, me apeguei a ele, mas você precisa ser forte. Você me prometeu.

- Mas se ele estiver infeliz ou se o outro casal for ruim, ele vai tentar acabar com a própria vida outra vez… Ele vai morrer, Blaine!

- Não, ele não vai… Kurt, eu preciso que você se acalme.

Kurt já estava soluçando muito forte quando eles chegaram em casa. O castanho entrou primeiro e já ia se trancar no quarto deles, mas o moreno o segurou antes.

- Kurtie, por favor, não se isole. Vem aqui, me deixa te ajudar.

- Eu quero ficar sozinho, Blaine.

- E eu preciso da sua companhia, também estou triste por tudo isso.

Kurt olhou para Blaine que tinha seus olhos marejados e o abraçou forte o carregando para o sofá.

- Será que ele vai ficar bem mesmo, Blaine?

- Vamos acreditar que sim, meu amor… Eu também me apeguei a ele, já nos imaginava cuidando dele e indo viajar ou fazer alguns passeios por aqui mesmo, passar algumas noites como ontem, mas é assim mesmo, de repente ele não estava no nosso futuro.

- Se ele não estava, porque o destino nos deixou conhecê-lo? Assim não teríamos que sentir essa dor da perda.

- Não sei, talvez nós tenhamos ajudado ele de alguma forma, meu amor, mesmo que ele não fosse destinado para nossa vida.

- Eu entendo, mas dói mesmo assim…

- Com o tempo vai passar e nós vamos encontrar outra criança para chamar de nossa, okay? Não vamos desistir de termos um filho.

- Tudo bem…

Um breve e confortável silêncio se fez enquanto os dois estavam abraçados no sofá até que Blaine abriu um sorriso travesso.

- Kurt, o que acha da gente brincar um pouco de espião e tentar descobrir para onde o Tody foi?

- Você faria isso? - o castanho olhou para o marido surpreso.

- Claro! Eu também quero notícias sobre o Tody… Teríamos a chance de nos despedir também ou combinar de sempre encontrá-lo em algum lugar quando desse saudade.

- Você é o melhor marido do mundo! Eu te amo.

- Não sabia que agora eu era o Kurt pra ser o melhor marido do mundo… - os dois riram - Eu também te amo.

Kurt e Blaine ficaram conversando mais um tempo na sala e depois foram até a cozinha para preparar o almoço deles e comer.
Passaram o resto do dia vendo filmes, brincando, conversando sobre tudo e sobre nada apenas aproveitando a companhia um do outro.

[…]

- Quando eu sair daqui, eu vou te denunciar, você não perde por esperar! Você é pior que uma vilã de contos de fadas, Claire!

- Podem aplicar!

- Sim senhora…

- Amanhã mesmo você irá para um hospital psiquiátrico, garoto. Bons sonhos.

Todrick viu sua visão ficar turva a medida que o líquido da seringa dos enfermeiros ia sumindo para dentro do seu corpo.
Mais um vez, ele estava sendo dopado, já era a terceira vez desde que voltou para o orfanato de manhã bem cedo.

Ele conseguiu sair e voltar sem chamar a atenção de Claire, mas o problema é que as câmeras de segurança o entregaram. Por sorte não mostraram que Todrick tinha sido levado por Kurt e Blaine.

Depois que o adolescente adormeceu, os enfermeiros saíram do quarto e Claire em seguida trancando a porta deixando Todrick sozinho.

Horas mais tarde, o garoto acordou confuso sem saber quanto tempo dormiu exatamente. Sentia como se estivesse em coma a semanas.
Tentou a porta, mas viu que estava trancada. Ele pensou em gritar, mas não queria acordar todas as outras crianças, seria injusto.
Então ele se sentou na cama para pensar como sairia dali, definitivamente não queria ser internado em um manicômio ou qualquer outra coisa amanhã para viver sob efeito de remédios o tempo todo.

Foi então que ele enxergou a janela, provavelmente estaria trancada também, mas não custava nada verificar. Rapidamente foi até lá e a encontrou destrancada, com certeza Claire achou que o efeito da droga duraria a noite inteira.

Pulou a janela e logo estava na rua, sem ao menos se importar com as câmeras de segurança, para aquele lugar ele não voltaria nunca mais.
Outra vez, o menino se encaminhou para o orelhão mais próximo e depois de pegar o número de telefone anotado na sola do seu tênis, já que o papel que Kurt havia lhe dado no outro dia, ele mesmo fez questão de jogar fora por medo de ser pego e acabar prejudicando o castanho e Blaine.

- A-alô…? - Kurt atendeu a ligação com uma vez preocupada, já devia de ser tarde.

- Pai…

Nesse instante, Kurt derrubou algumas lágrimas reconhecendo a voz de Todrick.

- Eu preciso da ajuda de vocês… - Tody estava com a voz embargada e um pouco enrolada - Eu estou naquele lugar de novo...

...me ajuda, papai…


Notas Finais


Acho que a fic está para acabar (mesmo que eu esteja com pena de termina-la), se tiverem algum pedido ou sugestão, é só dizer nos comentários ou mensagem privada, fiquem a vontade. ;)

Beijos e até o próximo! ❤


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