História Life of the party - Imagine com Jungkook (BTS) e JB (Got7) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7, Monsta X
Personagens Jackson, JB, J-hope, Joo Heon, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster
Visualizações 32
Palavras 1.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A fic foi inspirada na letra da música Life of the party, da banda norte-americana All time low.

No intuito de deixar a história mais interativa com vocês, não escolhi um nome para a personagem principal. Então, toda vez que você que você ver a expressão S/N enquanto estiver lendo, substitua pelo seu nome. Da mesma forma, se ver a expressão S/A, substitua por um apelido.

Sinta-se à vontade para interagir comigo nos comentários com opiniões ou sugestões para os próximos capítulos.

Espero que tenham uma boa leitura!

Capítulo 1 - A mesma noite em uma cidade diferente


Fanfic / Fanfiction Life of the party - Imagine com Jungkook (BTS) e JB (Got7) - Capítulo 1 - A mesma noite em uma cidade diferente

Você abre seus olhos. Não reconhece de imediato o local onde está, mas logo percebe que se trata do quarto de hotel em que estava hospedada. Você olha para o lado e repara em um pequeno relógio digital no criado à sua direita. Eram quatro horas da manhã. Droga! Quando acordava assim, no meio da noite, dificilmente você conseguia dormir de novo.

Mas afinal, como foi parar ali? Que porra você tinha feito na noite anterior? Você não se lembrava de ter se deitado naquela cama!

Já que não ia conseguir dormir, você se deixa levar por suas memórias para tentar descobrir o que tinha acontecido. Você e sua mãe tinham feito uma viagem para Tóquio. Seria a primeira viagem de vocês duas desde que seu pai falecera três anos atrás. Seu pai era o melhor homem que qualquer um já conheceu. Ele era brasileiro e havia se mudado para a Coréia do Sul ainda na adolescência, quando conheceu sua mãe. Os dois não demoraram a ser casar e, após o casamento, a ter o primeiro filho, seu irmão Jooheon. Seis anos depois, você nasceu. Sua infância foi marcada de muitos momentos alegres. Sua família não tinha problemas financeiros. Na verdade, seu pai era diretor de uma das maiores montadoras de carro do país e sua mãe era CEO de uma grande empresa de entretenimento. Vocês eram bem de vida, mas seu pai fazia questão de manter a simplicidade dentro de casa. Ele era o responsável por manter a família unida. Por isso a morte dele trouxe tanta angústia e sofrimento para vocês. Seu irmão agora encontrava-se internado em uma clínica por causa de uma depressão profunda, sua mãe tinha se esquecido dos filhos e se afundado no trabalho e você... digamos que você estava saindo bem mais de casa do que de costume.

Era isso! Sua mãe te abandonara em Tóquio sozinha porque precisava voltar para o trabalho. “Você já tem 19 anos e sabe se virar. Eu realmente preciso fazer isso, filha! Me desculpe. Volto o mais rápido possível para aproveitarmos o resto da viagem”, ela disse. Então, morrendo de raiva, você saiu do hotel e resolveu conhecer locais em Tóquio que jamais conheceria com sua mãe por perto. Depois de sair, a última coisa de que se lembrava era de ter entrado em uma boate e ter bebido algumas doses. Como voltou para o hotel, definitivamente era um mistério.

Ainda fazendo esforço para se lembrar de algo mais, você nota que os cobertores estão se mexendo.

- Que porra é essa?! – Você se levanta no mesmo segundo, assustada.

- Shiiiu, dá pra calar a boca? Estou tentando dormir.

Olhando para a sua esquerda, você nota um rapaz dormindo ao seu lado. Seu primeiro impulso é levantar as cobertas. “Mas que merda! ”, você pensou. Estava completamente nua da cintura pra baixo. Você transou com aquele cara? Um estranho, de novo?

- Fica tranquila, princesa! Você apagou antes que a gente tivesse alguma ação de verdade. – Ele te responde quase como se tivesse lido seus pensamentos.

- Você quer me explicar que diabos está fazendo na minha cama?

- Nossa, quem fala “que diabos”?

- Meu pai falava, mas isso não importa agora. Só responde à pergunta, porra!

- Eeita! Ontem à noite você parecia mais divertida. Você de ressaca é um porre! Tá bem, eu respondo. – Ele disse se sentando na cama.

- Nos conhecemos naquela boate no centro, Paradise. Você estava completamente bêbada. Você se aproximou de mim e começou a falar comigo como se já me conhecesse há anos. Achei aquilo muito divertido (ele deu um sorriso). Então me disse tinha descolado uma balinha (ele faz movimento de aspas com os dedos). Olhe, eu também estava muito bêbado e não estava em perfeito juízo, por isso aceitei tomar a droga com você.

Você prestava atenção à cada palavra dele. Até então, não fez nada extraordinariamente fora do comum. Você já cometera o erro de usar drogas em outras festas antes. Ele continuou:

- Depois de estarmos um pouco chapados, fomos para o banheiro...

- Merda! – Você o interrompeu. – Eu transei com você no banheiro da boate, que nojo!

- Você falou a mesma coisa ontem, sabia? Já disse que não transamos. Você realmente deve estar com vontade de foder comigo, hein. Não para de focar nisso. – Ele deu uma gargalhada.

- Ufa! – Só o fato de não ter transado com ele já te dava alívio. Drogas e bebidas você aceitava, mas não gostava muito de correr risco de pegar doença ou ter uma gravidez transando com um estranho. O problema é que, ultimamente, sexo com estranhos era algo que vinha acontecendo com frequência. E você odiava quando acontecia.

- Enfim, você ficou com nojo de transar no banheiro da boate e só nos beijamos mesmo. Você disse que poderíamos então vir para o hotel em que estava hospedada. Pegamos um táxi e você deu o endereço. Chegamos aqui por volta de uma hora da manhã. Continuamos nos beijando por mais um tempo e eu realmente achei que ia rolar algo. Nós até fizemos oral um no outro (só de pensar nisso você já estava ficando nervosa), mas você me disse que estava cansada e estava quase dormindo. Aí disse que eu poderia passar a noite aqui também e logo depois apagou.

Ele terminou de contar a história e você sentiu o alívio dar lugar à raiva dentro de você. Afinal, foi sua ideia transar com ele. Você o levou para seu quarto e até pagou um boquete para aquele estranho. Sua viagem não estava nada parecida com o que tinha planejado. Era tudo culpa da sua mãe, porque ela tinha que te abandonar?

- Cara (você falava com o pouco de calma que ainda lhe restava. Estava com mais raiva de si mesma do que dele), não gosto de transar com estranhos. Não sei porque quis fazer isso com você, talvez sejam as drogas ou talvez eu quisesse extravasar a raiva que estava sentindo de outra pessoa. O fato é que não quero e não vou fazer sexo contigo agora e gostaria que você deixasse meu quarto.

Ele assentiu e se levantou da cama. Era um homem calmo pelo menos. Você já se metera e confusão anteriormente por causa de homens que não aceitavam ir para casa sem transarem com você. Muitas vezes suas histórias envolviam até a polícia. Foi bom saber que aquilo não iria acontecer dessa vez.

Já passava um pouco das seis da manhã e alguns raios de sol entravam pela janela do quarto. O homem, que estava somente de cueca quando levantou da cama, agora estava vestindo a calça. Então você notou uma pequena tatuagem na lateral de seu abdômen, um pouco abaixo das costelas. Parecia ser uma palavra, mas estava escrita em um idioma que você não conhecia.

- Está escrito Huang. Significa esperança e tailandês. – Novamente ele parecia ler seus pensamentos. E sorria ao notar seu interesse na tatuagem.

“Ele tem um sorriso bonito”, você admitiu em seu pensamento. Ele ERA bonito! O sorriso largo era o que mais se destacava em seu rosto. Mas ele tinha ombros largos e um corpo atlético. Era alto. O cabelo era preto e bem liso e seus olhos eram castanhos bem escuros, quase pretos. Além da tatuagem, ele também usava dois alargadores pequenos nas duas orelhas (você adorava alargadores e tinha um também). Ele tinha traços asiáticos assim como você. “Provavelmente é tailandês”, você imaginou por causa da tatuagem.

Enquanto ele vestia a camisa, você pegou sua calcinha no chão e a colocou. Ele pegou suas coisas e andou em direção à porta. Você o acompanhou. Você estava hospedada na melhor suíte de um hotel cinco estrelas, então seu quarto era bem grande. Isso só dificultava as coisas. Cada passo que davam sem falar nada só tornava a situação mais constrangedora para você. Mas você também não sentia vontade de falar com ele. Mesmo que sentisse, não sabia mais como. Seu tailandês era péssimo. Todas as palavras que vocês trocaram até então foram em japonês, que não era seu idioma materno e você também não sabia mais se conseguiria falar direito ali por causa de seu nervosismo. A saída ficava na sala de estar que havia depois do quarto. Você abriu a porta e ele saiu. Deu alguns passos e se virou para trás:

- Você pode ser uma chata quando acorda, mas gostei de te conhecer, S/N. – Ele sorriu novamente e dessa vez você acabou retribuindo o sorriso.

            - Como sabe meu nome?

            - Você me falou quando se aproximou de mim ontem. Eu disse que achava seu nome bonito, mas bem diferente e você disse que era brasileiro, porque seu pai era do Brasil. – Ele se virou e deu mais um passo, para depois virar novamente para trás.

            - A propósito, meu nome é Im Jaebum. Mas todo mundo me chama de JB, se preferir. – Ele sorriu pela última vez e foi embora. Você fechou a porta e voltou correndo pra cama. Só queria dormir o resto do dia e esquecer aquilo.


Notas Finais


Perdão se você achou que tinha muito palavrão na história.
Achei que combinava com a personalidade da personagem por isso eu usei.
Os três primeiros capítulos já estão prontos, então vou postar de uma vez.
Os outros, vou postando à medida que for escrevendo. Vou tentar postar pelo menos um por semana.


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