História Life of the party - Imagine com Jungkook (BTS) e JB (Got7) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7, Monsta X
Personagens Jackson, JB, J-hope, Joo Heon, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster
Visualizações 15
Palavras 972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


No intuito de deixar a história mais interativa com vocês, não escolhi um nome para a personagem principal. Então, toda vez que você ver a expressão S/N enquanto estiver lendo, substitua pelo seu nome. Da mesma forma, se ver a expressão S/A, substitua por um apelido.

Sinta-se à vontade para interagir comigo nos comentários com opiniões ou sugestões para os próximos capítulos.

Espero que tenham uma boa leitura!

Capítulo 2 - Visita programada e visita inesperada


Fanfic / Fanfiction Life of the party - Imagine com Jungkook (BTS) e JB (Got7) - Capítulo 2 - Visita programada e visita inesperada

Você estava arrumando suas coisas pois no dia seguinte as aulas começariam. Pois é, você podia ser o diabo em pessoa quando saía à noite, mas ainda era uma das pessoas mais inteligentes na sua família. Você estava fazendo faculdade de engenharia, pretendia seguir a mesma carreira de seu pai.

Já se passara um mês desde o ocorrido em Tóquio. Sua mãe não sabia de nada, é claro. Ela normalmente não tinha nenhum conhecimento do que acontecia em sua vida. Primeiro porque ela não tinha muito interesse e segundo porque você também era boa em esconder os rastros das suas besteiras.

Depois do momento constrangedor com JB, sua mãe te ligou, se desculpou e disse que não poderia continuar a viagem de vocês. Dessa vez, em vez de surtar e acordar novamente com outro estranho, você agiu com mais sensatez. No mesmo dia, fez o check out no hotel e voltou para Seul.  

Em Seul, seus dias não foram muito diferentes no último mês. Você saía à noite, bebia e às vezes acordava com outra pessoa do lado. No dia anterior, no entanto, você não foi a nenhuma festa. Você foi visitar seu irmão.

Jooheon costumava ser o que mais se metia em confusão entre vocês dois. Ele sempre foi brincalhão e aprontava muito com seus pais e seus vizinhos quando vocês eram crianças. Assim como você, ele era muito próximo ao pai. E sofreu muito com a morte dele. Principalmente porque foi na mesma época que sua noiva o havia deixado. “Aquela vadia”, você dizia toda vez que pensava nela. Seu irmão entrou em colapso. Passar por tudo aquilo não foi fácil para ele e ele quase morreu também.

Uma vez na vida, sua mãe tomou a decisão certa quando optou por interná-lo na clínica. Em sua última visita, ele estava feliz e sorriu muito ao te ver:

- S/A! Não acredito! Já tem o que, um século desde que não vem aqui? – Ele estava sendo irônico. Fazia exatamente uma semana desde que o visitou. Você fazia questão de ir vê-lo sempre.

Você sorriu. Era bom vê-lo de bom humor. Ele estava melhorando e se mostrava cada vez mais animado. Você achava que em breve ele sairia dali.

- Você sabe que sempre venho te ver, idiota! – Você deu um tapa de leve em seu ombro.

- As aulas começam segunda, né? – Ele ria e alisava o ombro, fingindo estar com dor.

 - Sim. De volta ao sofrimento. – Você disse meio desanimada. Era fingimento, você gostava da faculdade.

 - Pelo menos você sai menos quando está estudando. S/N, meus amigos me contam as coisas que você faz...

Você abaixou a cabeça, envergonhada. Nem a maior das broncas da sua mãe te deixaria tão mal quanto algumas poucas palavras calmas de Jooheon. Você devia isso a ele. Sabia que tinha que ser uma pessoa melhor para inspirá-lo a ser mais forte também. Mas era tudo sempre mais forte que você. Você não se controlava. Você não conseguia mais se encontrar.

- Jooheon, me desculpe, mas podemos falar sobre isso depois? Eu vim aqui saber como você está.

- Já estou bem melhor! Os médicos dizem que não vou demorar a sair daqui. Foram três anos difícieis e é bom saber que tenho a chance de deixar isso para trás. – Ele sorriu.

O sorriso de seu irmão era muito parecido com o seu. Vocês se pareciam muito fisicamente, na verdade. Tinham bocas pequenas e olhos bem pretos. Cortesia da mãe de vocês. Já o cabelo mais claro e meio ondulado era presente do pai.

- Sabe quem veio me ver essa semana? – Ele falou de repente.

- Quem?

- Nossa mãe.

- É sério? – Era difícil a mãe de vocês ir na clínica. Ela não admitia, mas você sabia que ela se sentia meio envergonhada por ter um filho com depressão. Ah, se ela soubesse que esse não era o único problema da família...

- Isso é estranho! – Você respondeu.

- Ela tá tentando melhorar comigo, S/A. Se sente culpada por me ignorar por tanto tempo.

- E você? Como se sente em relação a ela?

- Já posso dizer que entendo o lado dela. E consigo perdoá-la por tudo. Ela também sofreu com a morte do papai.

Você sabia disso! Mas não admitia o fato de sua mãe ter abandonado completamente os filhos por causa disso. Seu irmão não tocou mais no assunto. Ele via seu olhar toda vez que citava a mãe de vocês. A maneira como ele conseguiu perdoá-la, com tanta facilidade, te deixava meio irritada. Em vez de falar da sua mãe ou das merdas que você fazia, ele resolveu trazer um clima mais descontraído e te perguntou como seria seu período na faculdade e quais projetos você estava pensando em fazer. Você respondia às perguntas com gosto. Quando estava na faculdade, você se sentia em um mundo completamente diferente. Se sentia ligada ao seu pai de alguma forma e sentia que podia ter um pouco de esperança para a sua vida.

Hum, esperança. Por um segundo, uma pessoa veio à sua cabeça quando pensou nisso. “Eu hein, eu devia esquecer esses casos de uma noite só”.

Tudo correu bem o resto da sua tarde de sábado. Você se despediu de Jooheon por volta das seis da tarde e foi para casa.

Ao sair da clínica, no entanto, você teve uma sensação estranha, como se alguém estivesse te observando. Pegou um táxi para casa e, quando chegou, a mesma sensação invadiu seu corpo. Olhou em volta e viu que um homem estava parado no final da rua e olhava fixamente para a sua direção. Ele estava com capuz então você não conseguiu ver seu rosto.

- Porra! – Você sentiu um frio percorrer a espinha e entrou correndo para casa. O homem se virou e cruzou a esquina, indo embora.



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