História Ligados pelo Destino - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Nathaniel, Nina, Rosalya, Violette
Tags Drama, Obsessão, Romance
Exibições 16
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola pessoal ! como prometido, eis a minha versão para Castiel. Espero muito que aprovem.
Bjs e boa leitura.

Capítulo 10 - Fim de semana inesquecível


Fanfic / Fanfiction Ligados pelo Destino - Capítulo 10 - Fim de semana inesquecível

Chegaram à pousada Belle Vue por volta das 10 da manhã, a mesma ficava a cerca de 1 hora de Village Sucre, o que era bom, pois não teriam necessidade de acordar cedo demais para retornar na segunda, indo diretamente para o colégio, tendo assim o sábado e o domingo inteirinhos somente para os dois como Castiel havia planejado.

A pousada possuía poucas acomodações, o que lhe conferia um aspecto intimista. Eram ao todo 10 apartamentos que variavam entre duplos e triplos, pois muitos casais iam com crianças a fim de apreciar o lago que ficava em frente, excelente distração para aqueles que gostavam de pesca ou apenas um lugar tranqüilo para nadar no verão e passar o dia com a família.

Sofia ficou encantada com a paisagem, que segundo ela, parecia tirada de uma revista daquelas que falam sobre as férias dos famosos. Havia um lindo jardim com as mais variadas espécies de plantas e o caminho por onde entravam os carros até o estacionamento era adornado em todo o percurso por roseiras plantadas nas laterais da pequena via. Havia também vários passeios que poderiam ser agendados como: caminhadas até a montanha, trilhas e outras opções de laser para os mais aventureiros, tudo sempre na companhia de um guia local.

Castiel havia feito um pedido especial para a suíte que reservou, e tão logo Sofia adentrou a acomodação, abriu a boca em um perfeito formato de “O”. O quarto estava repleto de pétalas de flores espalhadas por todo o ambiente e na varanda uma farta mesa de café da manhã estava posta esperando os dois.

Sofia: Meu Deus Cast não acredito no que meus olhos estão vendo!

Castiel: Bom, do jeito que você mata e morre por um café da manhã, estou na dúvida se está encantada pelas rosas ou por aquela mesa ali – disse ele sorrindo e apontando para a varanda.

Sofia: Seu bobo estou encantada com tudo! Agora entendo porque você não quis parar pra gente fazer ao menos um lanche no caminho – disse ela colocando a mala no canto do quarto e se dirigindo à mesa.

Castiel: Que bom que gostou!

Sofia: Que gostei? Tá brincando né? Isso foi a coisa mais fofa do mundo!

Castiel: Fofa? Meu Deus, já comecei a me arrepender... Aliás, às vezes nem me reconheço mais. Acho que to tendo crise de identidade como diz o Alexy.

Sofia: Não seja rabugento, sei que você é um perfeito cavalheiro quando quer ser, não precisa tentar disfarçar o tempo todo.

Castiel: Perfeito cavalheiro? Eu? Só você mesmo sua tonta pra me enxergar dessa maneira -  disse ele beijando sua boca levemente e sentando-se à mesa.

Sofia: Tá vendo? Você me chama de tonta e prepara um quarto com pétalas de rosas! Às vezes acho que foi justamente por esse seu jeito de tentar se passar pelo cara mau sem êxito algum que fez com que eu me apaixonasse mais ainda. Poderia dizer que você é o meu Malvado Favorito – Falou gargalhando ao mesmo tempo em que provava de tudo que estava na mesa.

Castiel ficou apenas observando-a comer: sua satisfação com aquela mesa de café da manha, seu encanto pelas rosas no quarto, era tão fácil deixá-la contente, ela sabia apreciar as coisas simples da vida e valorizar o que para muitos era corriqueiro. Era ainda mais bonita por dentro do que era possível ver por fora. O que ele fizera para merecer uma garota como ela? Castiel apenas a fitava pensativo com um leve sorriso no rosto.

Após o café da manhã os dois saíram para caminhar um pouco pelas redondezas e conhecer a cidade, que de tão pequena, era possível caminhar por quase toda ela sem necessidade de um automóvel.

Lá pelas 14 hr almoçaram em um charmoso bistrô onde apreciaram a mais famosa sobremesa francesa e que era o carro chefe daquele lugar: um delicioso créme brulée, feito de creme de leite, ovos, açúcar e baunilha.

Após se deliciar com a sobremesa, Sofia pediu para que retornassem para a pousada a fim de descansar um pouco, pois havia acordado muito cedo e queria estar bem disposta para a noite quando iriam assistir a uma apresentação musical na praça. Assim que chegaram Sofia se dirigiu ao banheiro pra tomar um bom banho, em seguida Castiel fez o mesmo e os dois deitaram juntos abraçados dormindo logo em seguida devido ao cansaço da viagem e do passeio.

Já passava das 20:00 hr quando despertaram e constataram que haviam dormido demais, perdendo assim o início do show que já acontecia na praça. Era possível ouvir a música da pousada, uma espécie de ópera rock interpretada por um grupo musical local, mas com grande qualidade.

 Sofia: Cast levanta depressa temos que nos apressar, o show já começou faz tempo!

Castiel: Eu diria que já já termina e pelo visto não dá mais tempo, melhor ouvir daqui e além disso tá tão bom ficar aqui com você sem ninguém pra atrapalhar – Disse ele a puxando de volta pra cama.

Sofia: Tem razão, nenhum outro lugar no mundo seria melhor do que este quarto, neste exato momento com você.

O ruivo a encarou com aquele sorriso torto que lhe tirava o fôlego e a puxou para si num beijo apaixonado e cheio de desejo. O beijo logo se tornou mais ardente e em fração de segundos os dois estavam deitados novamente. Castiel se apoiava em um cotovelo e com sua mão livre percorria todo o seu corpo se detendo em seus seios, os quais ao serem tocados fizeram com que Sofia soltasse um gemido, deixando clara a aprovação daquelas carícias que evoluíam cada vez mais enquanto ele alternava os beijos com pequenas mordidas em seu pescoço.

Em um único movimento ele arrancou sua blusa pra logo em seguida tirar sua saia, fazendo com que Sofia ficasse apenas com o conjunto preto de langerie que usava. Ajoelhou-se na cama e parou por alguns segundos a fim de admirar o corpo da garota, que, ligeiramente corada, lhe retribuía o olhar desejoso, então Castiel despiu-se de sua própria camisa e bermuda, revelando seu corpo perfeito e tomando os lábios de Sofia novamente, só que desta vez mais ardentemente e voraz. O desejo era mútuo e era intenso, portanto, logo estavam sem suas ultimas peças de roupa que impediam o contato mais direto de suas intimidades, Sofia estava um pouco nervosa e percebendo isto Castiel sussurrou em seu ouvido:

Castiel: Meu amor, você não é obrigada a nada, se quiser, podemos parar a qualquer momento ok?

Sofia: Não quero parar Castiel, quero você e estou segura disto, apenas lembre-se de que é minha primeira vez.

Castiel: Jamais esqueceria isto Sofi, relaxe e te darei o prazer que você merece ter.

Dito isto, o ruivo iniciou um caminho de beijos que começou em seus seios desceu pelo seu ventre até chegar a sua intimidade, onde se deteve ali por alguns instantes e com a habilidade que possuía e o grau de excitação dela, só precisou de alguns segundos para fazer com Sofia pela primeira vez sentisse seu corpo estremecer com a mais intensa das sensações que ela jamais experimentara. Aproveitando seu momento ainda de prazer inacabado, Castiel colocou a camisinha e aos poucos foi adentrando sua intimidade até conseguir se posicionar totalmente dentro dela.

De início Sofia sentiu um pouco de dor, mas como ainda estava desfrutando do relaxamento após o êxtase, logo a dor se transformou em uma nova sensação de prazer. Castiel controlava-se ao máximo para não fazer com a intensidade que realmente gostava, pois era sua primeira vez e não queria causar-lhe desconforto algum, haveria tempo para que aos poucos os dois fossem se ajustando neste terreno, que era até então, completamente desconhecido por ela.

Sofia: Amor... pode ...fazer c...como você gosta, eu sei que está se c..controlando.

Isso foi o bastante para que ele acelerasse os movimentos que estavam, até o momento, contidos e chegasse ao ponto alto do prazer em pouco tempo. Permaneceram ainda por um tempo abraçados apenas ouvindo a respiração um do outro e apreciando a paz daquele momento.

Já passava das 10 da noite e os dois resolveram fazer um lanche no restaurante da pousada mesmo e em seguida voltaram para o quarto.

Castiel: Vem logo Sofi, ainda estou com sono e quero de acordar cedo amanhã pra caminharmos em uma trilha bem bacana que tem aqui.

Sofia: Pode ir deitar Cast, vou ao banheiro rapidinho e já venho ficar com você.

Castiel: Não demora!

Ao se olhar no espelho, Sofia podia ver o reflexo de alguém muito melhor do que a pessoa que costumava olhar de volta pra ela em Paris. Estava mais bonita, mais tranqüila, mais feliz! Tinha uma vida maravilhosa: se dava muito bem com sua tia, tinha amigos divertidos (pensou em Alexy e Rosália), um namorado lindo, atencioso e apaixonado, só não tinha a presença dos seus pais para completar sua felicidade. Mas ela tinha Lysandre, que era um misto de tudo pra ela: pai, amigo, irmão, era alguém que ela tinha certeza que jamais a faria chorar por qualquer razão.

Tirou de sua nécessaire um frasco com seu nome e olhou para as cápsulas que ela havia mentido sobre ser tratamento para enxaqueca, porém ao invés de tomar um comprimido como fazia todas as noites, resolveu que não precisava mais deles. Porque continuaria usando aquilo? Ela estava bem e feliz. Definitivamente não precisava. Não mais.

Jogou todo o conteúdo no vaso e deu descarga, em seguida jogou  no lixo o frasco do remédio manipulado para ela que continha uma tarja preta.

 


Notas Finais


Obrigada a todos os que estão acompanhando.


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