História Ligados pelo sangue - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, Emily Rudd
Tags Carl Grimes, Chandler Riggs, The Walking Dead
Exibições 75
Palavras 1.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HELLO, IT'S MEEEEEEEEEEE
parei
vamo lá
Boa leitura! (preparem a música: JAMES BAY - Move Together )
Obs: JAMES BAY É UM CRUSH MARAVILHOSO HEINNNN

Capítulo 15 - Minha Julieta.


HOLY PETTERSON

O estabelecimento da Tia Nacon estava totalmente escuro. A comida que encomendamos já estava conosco, a mesa única para o casal Nacon já estava totalmente arrumada. Tudo estava perfeito, e inteiramente pronto para a chegada deles. Meus pais já estavam sabendo de tudo o que planejávamos, e mesmo eles não estando presentes, mandaram dinheiro para que pudesse ajudar em algo. Dois vestidos e dois ternos foram apenas uma das coisas que compramos. Chandler se incluiu no plano, isto foi bom, precisamos de mais mãos para nos ajudar. 

Me observei no espelho mais uma vez, o banheiro do estabelecimento não é tão grande, mas é útil. Reparei em meu vestido vermelho, escolhido especialmente por Katelyn. Eu estaria mentindo se dissesse que eu não gostei dele em meu corpo.

A porta do banheiro foi aberta, e Katelyn entrou, vestia um vestido igual ao meu modelo, mas azul.

- Você está linda, Holy. Mas não se esqueça que o dia é dos meus pais. – Ela brincou, e me abraçou. – Eu já te agradeci?

- Já. Milhares de vezes. – Respondi, sorrindo. – Os meninos já estão aqui?

- Já, então vamos ir pra lá. – Ela pegou em minha mão e me arrastou para fora do banheiro. – Por favor, não me mata pela a cor da gravata.

Fiquei confusa, mas assim que meus olhos perceberam Chandler entendi. Katelyn estava de azul, e Josh estava de gravata e flores no peito azul. Já Chandler, estava de gravata vermelha acompanhado de flores vermelhas no peito.

- Uau. – Josh disse, me observando. – Você está linda, Holy.

Chandler ficou parado, apenas me observando por um bom tempo. Não sei ao certo se ele gostou de minha aparência, Chandler nunca deixa que suas emoções transpareceram, então...

- Obrigada. – Agradeci, sorrindo fraco.

- Eu vou buscar o Tio Nacon, e a Katelyn vai buscar a mãe dela. – Josh disse. – Ficarão bem sozinhos? – Um sorriso malicioso nasceu nos lábios de Josh.

Antes que eu pudesse responder, Chandler disse:

- Podem ir, estaremos à espera de vocês.

Algum tempo depois, Josh e Katelyn já haviam saído do estabelecimento. E tentei ao máximo, ficar na cozinha, fingindo estar conferindo se tudo realmente estava certo para não ter que encarar Chandler.

Chandler parou diante da porta da cozinha e limpou a garganta.

- Precisa de ajuda? – Perguntei, ainda fingindo estar ocupada.

- É que eles já vão chegar e, preciso de ajuda para acender todas as velas. – Ele respondeu. – Não se preocupe, não falta nada. Eu mesmo conferi.

Dei de ombros e passei por Chandler sem olhar para ele. Aos poucos, o ambiente foi ficando ainda mais romântico com as velas acesas. Quando terminamos de acender as velas, ficamos um tempo parados, admirando cada centímetro do estabelecimento.

- Está tudo lindo. – Chandler disse, sorrindo fraco. – De onde você tira estas ideias?

- Nem eu sei ao certo. – Sorri. – Eles já devem estar chegando. Vou ligar a música.

Caminhei até o pequeno palco, e coloquei a música:JAMES BAY - Move Together . Quando me virei, vi Chandler estendendo a mão para mim. Ele não estava sorrindo, mas insistia com os olhos para que eu aceitasse dançar com ele.

Hesitando um pouco, coloquei minha mão sobre a dele. Então Chandler me levou para o meio do palco, respeitosamente colocou sua mão em minha cintura, e com a outra pegou em minha mão. Dançávamos olhado um nos olhos do outro, enquanto a conexão e a melodia passavam por nossos corpos. Chandler me girou, e quando estávamos novamente perto um do outro, um sorriso nasceu em seus lábios.

- Desculpe atrapalhar, pombinhos, mas os Nacon’s chegaram. – Josh sussurrou, nos afastamos e voltamos para nossos postos. Sorrindo mais do que eu deveria sorrir, abri a porta, encontrando Tio Nacon, totalmente confuso e um tanto curioso.

- Boa noite, Senhor Nacon. – Cumprimentei, e Chandler apareceu para pegar o casaco dele. – Queira se acomodar, por favor.

Depois de cinco minutos, bateram na porta. Tio Nacon ficou de pé, e para pegar o casaco novamente, Chandler se aproximou. Abri a porta e encontrei Tia Nacon. Ela estava tão linda!

- Boa noite, Senhora Nacon. – Cumprimentei, e Chandler pegou o caso dela. – Queria se acomodar, por favor.

Katelyn entrou logo em seguida, e fez um discurso sobre a família deles. E quando tudo já estava certo, todos nós fomos servir os Nacon’s, com a deliciosa comida, não que eu tenha provado.

 

No dia seguinte, acordei com o toque do telefone. O procurei por toda a cama, e quando finalmente o achei, vi a foto da Chandler e eu - ontem à noite - na tela.

- Que seja importante. – Falei ao telefone.

- Você ainda estava dormindo? – Chandler perguntou. Aparentemente, ele está em algum lugar movimentado, pois ouço vozes atrás da sua.

- Hã... – Me virei para encarar o relógio. 7:25. – Tá, estou um pouco atrasada. O que você quer?

- Você. – Ele respondeu. – Sua companhia, Petterson. O que mais eu iria querer?

Soltei o ar que eu nem percebi que havia prendido.

- Não sei. Me fazer de idiota, talvez.

- Idiota? Não. Não é este o apelido que te dei, chatinha.

- Foi mal, me esqueci deste apelido bosta. – Me levantei da cama. – Crie outro, por favor. Não. Quer saber? Me chame pelo meu nome mesmo.

Pude ouvir o sorriso em sua voz quando ele disse:

- Posso te chamar de Julieta se você me chamar de Romeu.

Soltaram as borboletas em minha barriga. E acredito que, elas fizeram filhos, porque estou ainda mais nervosa.

- Você é um idiota, Chandler. – Falei, rindo. – Você está aonde?

- Tia Nacon. Não demore, daqui a pouco teremos aula.

- Eu sei. Já estou indo. – E desliguei.

 

CHANDLER RIGGS

Quando Holy passou pela porta do estabelecimento da Tia Nacon, meu coração começou a bater de uma força incrivelmente estranha. Tentei parecer relaxado, mas foi minha inquietação que chamou a atenção de Holy.

Ela atravessou o salão, e se sentou na cadeira em minha frente.

- Tá tudo bem? – Ela perguntou, colocando sua bolsa ao seu lado. – Você parece...

- Feliz? – Perguntei, sorrindo.

- Eu iria dizer estranho. Mas parece que o estranho é você estar tão feliz.

Revirei meus olhos, tentando conter o pequeno sorriso.

- Vai me contar? – Ela perguntou, examinando o cardápio desta vez.

- Twenty One Pilots hoje à noite? – Perguntei, exibindo quatro ingressos.

Ela encarou os ingressos, e voltou a olhar para mim, exibindo aquele sorriso...

- Isso é uma pegadinha? – Ela perguntou, ainda sorrindo.

- Não. Não é. – Falei, orgulhoso por conseguir deixa-la surpresa. – Josh e Katelyn já disse que irão. Só falta você.

- E você ainda precisa me perguntar se pretendo ir? – Ela pegou um dos ingressos de minha mão e o examinou. – Espere. – Ela disse, deixando seu sorrido desaparecer. – Só a gente vai? Digo, eu, você, Josh e Katelyn?

- É. – Respondi, dando de ombros. – Algum problema?

- É que... Você não tem... Sabe, outro ingresso para a Brianna?

Dei de ombros mais uma vez, e despreocupado, respondi:

- Brianna irá viajar daqui a duas horas.

Ela pareceu engolir algumas perguntas, depois forçou um sorriso.

-O que foi? – Perguntei. E antes que ela pudesse responder, a garçonete nos serviu dois cafés que pedi antes da chegada de Holy.

- Fome. – Respondeu, tomando um longo gole de café. – Só pra deixar claro, eu vou sim ao show.

- Ótimo, porque vamos no seu carro.

- Claro que não. Iremos no seu, porque eu não quero vômito no meu carro. – Ela disse. – Às vezes, Josh bebe demais. – Explicou, sussurrando.

- Eu também não quero vomito no meu carro. – Falei, sorrindo. – Então iremos a pé.

- É, iremos.

- Tá bom. Vou avisa-los depois.

- Espera, eu estava brincando. Não vou de a pé de jeito nenhum. É longe, Chandler.

Rimos.

- Então pegaremos um táxi. – Falei, e um sorriso nasceu em seu rosto. – Nossa, você não quer mesmo ir a pé.

- Não. Sim. Espera, calma. É que conheço a pessoa certa para nos levar.

- E quem seria? – Perguntei, debruçando sobre a mesa para ficar mais próximo dela.

Ela também se debruçou na mesa, ficando a centímetros de meu rosto. É como se fossemos contar um segredo...

- George. – Ela sussurrou. – O melhor taxista de toda Atlanta.

- Você está vermelha. –Mencionei, apenas para deixá-la intimidada.

- Talvez seja porque está muito calor, Chandler. – Ela disse, ainda na mesma posição.

- Não está calor aqui dentro, Holy. – Falei, erguendo os cantos de minha boca. – Gosta de ficar tão perto de mim assim?

A boca dela tremeu, e antes que ela se afastasse, falei:

- Só pra você saber, eu ficaria assim o dia todo.

Ela desviou o olhar, e voltou a se sentar corretamente. Tomei mais um gole de meu café, e me levantei da cadeira.

- Aonde você vai? – Ela perguntou.

- Vamos à escola. Chegaremos atrasados, acho. – Ela deu de ombros e se levantou também. Depois de pagarmos os cafés, Holy entrou em seu carro, pronta para começar a dirigir.

- Se você continuar me olhando assim, não respondo pelos meus atos. – Holy disse, rindo. – Pare de me encarar, sério.

Mordi o lábio involuntariamente. Esta garota é incrivelmente surpreendente. Não me canso de pensar assim, e talvez eu nem queira. Meus sentimentos pertencem à outra pessoa, mas parece que isso tem mudado. É claro que tem mudado.

- E você continua me encarando. – Ela murmurou, sorrindo fraco.

- É automático. Desculpe. – Disse, erguendo os cantos de minha boca. – Nos vemos na escola, Julieta.

Um sorriso nasceu em seus lábios. Eu diria que ela quase gargalhou por eu a chamar de “Julieta”, e confesso que gostei de sua reação.

- Nos vemos na escola, Romeu. – Ela falou, dando partida no carro e entrando na avenida.

Holy Petterson, você anda mexendo comigo. 

 


Notas Finais




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