História Light and Dark. - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Anjos, Romance, Suspense
Exibições 51
Palavras 1.452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus amores ♥
Mais um cap quentinho para vocês.
LEIAM AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR!
Boa leitura!

Capítulo 9 - Come to me... baby.


Fanfic / Fanfiction Light and Dark. - Capítulo 9 - Come to me... baby.

- Olha só o que vemos aqui. - Ambre disse, enquanto se aproximava de mim e Kentin no jardim esquecido. - Você tem uma queda por demômios... não tem, Rosalya? 

Fiquei branca na hora. Pareceu que do meu corpo haviam se esvaído todos os sentidos. Então ela sabia.

- Fique. Longe. Dela. - Kentin disse, me puxando para trás dele. Tudo estava tão turvo, eu sentia um enjoo enorme, e parecia que eu poderia desmaiar a qualquer momento. O ar começou a me faltar e eu conseguia apenas enxergar a feição preocupada de Ken e a cínica de Ambre. Então ISSO é um ataque de pânico.

Ambre soltou uma gargalhada estridente. Parecia uma psicopata. 

- E quem vai me impedir? Qual é, Kentin... ainda sobre os encantos da sua anjinha? - Disse e então fez um biquinho com a boca.

- V-vá embora-a da-aqui. - Eu disse, quando recuperava as minhas forças, arrancando mais risadas dela.

- Vai fazer o que, lindinha? - Ela riu. - Chamar Gabriel?

Eu estava incrédula. Quando ouvi ela falar de Gabriel, imediatamente liberei minhas asas e a raiva tomou o lugar de toda a dor e mal estar que eu estava sentindo. Ela liberou as dela também, enquanto Ken não sabia o que fazer.

- NUNCA MAIS FALE DE GABRIEL. - Eu disse, gritando. - SUA VACA ESTÚPIDA. VOCÊ É TÃO APAIXONADA PELO LYSANDRE QUE NÃO PERCEBE QUE ELE SÓ QUER TE COMER.

O sorrisinho dela se transformou em um "o". 

- VOCÊ É TÃO ESPERTA, AMBRE. POR QUE SE DEIXA LEVAR POR ELE? PORQUE VOCÊ MATOU GABRIEL? - Disse a última parte gritando ainda mais alto, segurando as lágrimas. - VOCÊ O AMAVA. MAS ELE NUNCA AMOU VOCÊ. - Falei, dando risada. Estava a ponto de perder minha sanidade.

Kentin levantou.

- Rosa. Já chega. - Disse, enquanto se aproximava de mim.

- NÃÃÃÃO. - O respondi, com os olhos já marejados.

Ele se aproximou de mim, com as suas lindas asas douradas, ficando de costas pra Ambre. Ele me abraçou forte. Uns 3,365 segundos de abraço, e Ambre tirou uma faca de bronze de algum lugar.

Empurrei forte Kentin e segurei a mão dela. Que estava perto dos meus seios. Cravando a ponta da faca. Ignorei a dor, e tirei, com um pouco de dificuldade, a sua mão que forçava a faca para mim e enfiando na minha pele.

Torci o seu pulso, provavelmente o quebrando, enquanto Kentin foi para trás dela, segurando seu pescoço com o braço, a imobilizando.

- Eu sinto muito por isso Ambre, mas você não me dá escolha. - Falo seca, enquanto ouço seus gritos de dor quando eu enterro a faca no seu peito. - Você sabe que pode mudar seu destino nesse exato momento, Ambre.

Ela libera um sorriso, dessa vez verdadeiro, pra mim, antes de deixar a última lágrima cair.

- Perdão, Pai. - Ela diz, desaparecendo completamente dos nossos braços.

P.O.V Kentin

Quando ela se foi, eu finalmente me permiti respirar e logo a raiva tomou conta de mim.

- Rosa, você tem que parar de se machucar no lugar dos outros. - Falei, sério, olhando para a mulher que me tirou o sono todas as noites. - Você poderia ter ido dessa vez.

- Desculpe, Ken. Mas eu não podia deixar ela matar você. - Ela disse, com a mão sobre o machucado.

- Espera aqui, eu vou buscar a caixinha de socorros. - Eu falei, passando o dedo sobre uma lágrima que ela deixou cair. - Fica aqui. Ouviu?

Ela assentiu. Me direcionei rapidamente até a enfermaria, entrando e torcendo pra que a senhora que cuidava dos machucados, não acordasse. Peguei os primeiros socorros e corri de volta para o jardim.
Ele ficava entre o muro da detenção e um banheiro, também esquecido, rodeado por mato e que pouca gente conhecia.

Ela estava sentada em um banquinho degradado, com a mão sobre o machucado. Por cima da roupa. Ela me viu e sorriu fraco.

- Rosa, você vai ter que tirar o vestido. - Falo, controlando a risada por estar falando um pouco sério.

Ela me olha como quem diz: "não tem problema mesmo?" e eu dou um sorrisinho de lado.

- Vai, juro que vou tentar me concentrar. - Falo, arrancando uma risada dela. Essa risada deveria tocar no rádio.

- Me ajuda. - Ela diz, me olhando séria. - Não consigo erguer os dois braços. 

Sério mesmo, essa guria tá falando sério? 
Ajudo ela a tirar o dito vestido e realmente, o machucado estava bem feio. 

- Sua cara de dor é a melhor. - Ela diz, rindo alto, vendo a minha reação ao ver o machucado.

- É, eu tento. - E ela ri novamente. CONCENTRAÇÃO, KEN.

Me ajoelho na grama alta do jardim enquanto ela continua sentada no banquinho, pego uma gaze e passo anticéptico. Olho pra ela como se estivesse pedindo permissão. Olha, a visão aqui de baixo não é nada rui... Foco. Ela assente e fecha os olhos. Definitivamente essa visão NÃO é ruim. Rio sozinho e ela faz uma cara de interrogação.

- Vai doer um pouco, quando quiser que eu tire me avisa. - Ela ri alto novamente, possivelmente maliciando o que eu acabei de dizer, me fazendo rir junto. - COLABORA. 

Ela respira fundo e fecha os olhos (caramba...). Encosto a gaze no ferimento, e ela, em um movimento involuntário, aperta forte a minha mão e a coloca na perna dela. 

- Tá me tirando, né? - Falo, incrédulo.

- Não tô não, Kentinho. - Ela diz, olhando pro lado dando um sorrisinho malicioso.

- Então tá bom. - Digo, convencido que ela só estava tentando distrair a dor. E eu ia ajudar um pouquinho.

Molho a gaze um pouco mais, e coloco sobre o machucado, fazendo ela respirar fundo. Olha, eu tenho que admitir. Ver a mulher por quem eu sou apaixonado desde quando conheci, de perna levemente aberta,  semi nua, apertando a minha mão, fechando os olhos, mordendo o lábio pra não gritar e suspirando... é complicado. 

Os olhos dela estão marejados. Passo a mão levemente pela sua coxa e aperto a parte interna. Termino com o anticéptico.

- Agora sim vai doer de verdade. - Falo tirando da caixa um remédio ótimo pra ferimentos nesse estilo, porém tem vários ácidos e é bem doído. - Posso passar, ou você prefere que a gente vá pra minha casa? Ou s-sua, s-sei l-lá. - Droga. Gaguejei.

- É, é melhor mesmo. Vamos pra minha. Quero que você conheça alguém. - Ela disse, se levantando. 

- O que? Quem? 

- Meu gatinho. - Ela ri, indo em direção ao vestido.

Não deixo de observar o corpo dela. Caramba. Ela é linda. 

- Droga, tá todo cheio de sangue. - Ela diz, me tirando dos meus pensamentos meio obscenos. - Kentin, acorda! - Ela fala, rindo e estalando os dedos.

- Calma, pega a minha camiseta. Vai te servir de vestido. Como sua casa é perto, não vai dar nada. 

- Pera, deixa eu preparar meu psicológico. - Ela ri.

Dou risada junto, tirando a minha camiseta e rindo ainda mais vendo a sua reação.

- É-é descul-culpa. Me d-dá. - Ela vira a cabeça e estende a mão. Parece que o jogo virou. 

- Vai, eu te ajudo. - Digo rindo e colocando a camiseta nela, e eu estava certo, a camisa deu um pouco acima dosa seus joelhos. Pego a sua mochila da aula (a qual nós nem fomos) e nós vamos a casa dela.

Chegando lá, ela se aproxima de mim, e pega a chave na mochila, não deixando de passar a mão "acidentalmente", segundo ela, pelo meu abdômem. Entramos e ela me convida a sentar no sofá, ligando a televisão.

Ao terminar de passar o remédio no ferimento e fazendo um curativo, a visto novamente, eu não seria responsável pelos meus atos se ela continuasse assim.

Rosa é tão forte. Tá com um corte acima do umbigo e mesmo assim controla perfeitamente a dor. Logo encontro um filme e começo a assistir, e Rosa volta da cozinha com pipoca em uma mão e o gatinho em outra. Ela coloca seu gato na caminha e senta do meu lado, com aquele sorriso de arrancar o fôlego.

O filme, se não me engano, (não consegui prestar muita atenção, tava meio embriagado pelo cheiro da Rosa, que tava só de camiseta, encostada em mim e comentando sobre a atriz) era Jesabelle, um de terror.

Passaram-se uma hora e pouco de filme, Cookie estava no colo da Rosalya (sortudo), quando ela coloca o gato no sofá, e senta no meu colo, sorrindo, deixando totalmente o filme de lado, assim que seus lábios tocam os meus...


Notas Finais


O tão esperado bem bom ( ( ͡° ͜ʖ ͡°) ) vai estar no próximo capítulo, preparem-se. ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Então, gente, venho pedir de coração que vocês indiquem a fanfic para seus amigos (leitores fantasmas, eu sei que estão aí, apresentem-se ♥) Eu não tenho tempo para divulgar a fic.
Eu gostaria que vocês comentassem o que estão achando, críticas construtivas são SEMPRE bem-vindas e analisadas por mim!
Perdoem o textão hahaha
Até o próximo capítulo, amores! ♥


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