História Light and Darkness - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill Cipher, Dipcifica, Gravity Falls, Mabel, Mabill, Romance
Exibições 100
Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HEEEY!!
GENTEEEE!! OBG PELOS 82 FAVORITOS!! SÉRIO! VCS SÃO DIWOS D+!!
Espero que gostem do capítulo :P
(E, esclarecendo uma coisa que pode não ter ficado muito clara... "Mike" é um apelido para "Michael" 😉 )

Capítulo 23 - Um dia normal? Nunca.


  A fortuna da família Northwest estava chegando ao fim. Com isso, os pais de Pacífica -Preston e Priscilla- precisaram arranjar um emprego comum, mesmo que contra a vontade deles. Pacífica admitia que havia sido difícil abrir mão daquela enorme mansão e da vida relativamente fácil que levava, mas sabia que para seus pais, aquilo era muito mais difícil do que foi para ela.

A garota, na verdade, podia dizer que estava muito feliz com a vida nova. Seus pais pareciam mais comunicativos, não havia mais toda a preocupação de escolher a roupa perfeita para cada dia e ocasião, não precisava mais participar de festas chiques e sem graças e ela podia agir como uma garota normal, finalmente. Quer dizer, quase normal, afinal de contas, não são todas as garotas que viram a noite tentando desvendar mistérios, como Pacífica fazia.

Naquele exato momento, o problema era o código que apareceu na tela do computador há alguns dias atrás. A mensagem, na verdade, foi fácil de decodificar; só precisou numerar as letras do alfabeto e arranjar um espelho. Agora ela só precisava compreender o que aquilo significava:

  " Nesse mundo, existem dois demonios poderosos.
Possuem as mesmas origens, o mesmo sangue, porém, são opostos.

Um, com sua sede pelo poder, fez todo seu povo sofrer.
O outro, tornou-se um vingador, trazendo o julgamento ao pecador."

A única conclusão lógica seria que apenas um demônio seria forte o suficiente para derrotar Bill. Mas quem seria? Por mais que pesquisassem, nem ela, nem Dipper, consegiam encontrar registros sobre uma criatura assim.

— Pacífica — Preston entrou no quarto, com uma bandeja de comida, colocando-a sobre a mesa onde Pacífica trabalhava — Trouxe seu almoço.

— Obrigada, pai — a loira agradeceu com um sorriso, mesmo que não tivesse nem olhado para a cara de seu pai naquele momento.

— O que está fazendo, filha? Você não saiu do quarto o dia todo...

— Estou ajudando o Dipper com umas pesquisas importantes, longa história...

Preston olhou para o Diário 4 aberto próximo ao notebook lilás, prestando muita atenção às anotações estranhas e nas gravuras que, apesar de bem feitas, eram um tanto quanto sombrias.

— Filha, sua mãe e eu estamos muito felizes em saber que seu namorado é um garoto inteligente com o potencial de tornar-se um pesquisador extremamente rico e importante, mas... — o homem pegou o livro — Não queremos ver a nossa filha enlouquecendo com essas baboseiras de ocultismo ou sei lá o que.

— Pai! Devolva meu livro! — a garota protestou, virando-se para Preston.

— Não, não — o Northwest falou enquanto desligava a tela do notebook de sua filha — Quero que você saia e aproveite a vida. Tem um garoto novo na cidade, por que não faz amizade com ele ou algo assim? Você também podia ir ao shopping...

— Eu estou bem assim! — Pacífica gritou, às vezes sentia falta de quando seus pais não davam a mínima para o que ela fazia — Só devolva o livro.

— Talvez eu devolva até o final do dia. — a voz do homem estava rígida — Agora, vá se distrair com coisas normais!

Aquela foi uma ordem, Pacífica reconhecia quando perdia uma discussão. Seu pai não devolveria o diário e ela não tinha escolha. Bufou e retirou-se do quarto, fazendo questão de bater a porta com muita força ao sair.

Depois de um tempo caminhando, chegou a conclusão que a ideia de seu pai não fora tão ruim assim. O dia estava bonito, as pessoas pareciam felizes, o Sol brilhava, mas ainda podia sentir uma brisa levemente fria em seu rosto. Pegou seu celular, pensou em ligar para Dipper. Talvez os dois pudessem sair juntos, tirar um dia só para relaxar.

Discou o número.

Um...

Dois...

Três toques... Ele finalmente atendeu:

— Pacífica... — o moreno parecia sem fôlego, como se estivesse correndo — Eu acho que encontrei o que estávamos procurando!

— O que?!

— Depois explico... Ainda não tenho certeza. Preciso falar com a Wendy, depois te ligo!

E então desligou.

A loira não sabia como se sentir: Triste ou muito irritada? Ela queria poder estar ao lado de seu namorado agora, queria saber o que exatamente ele havia encontrado. Mas teria que esperar.

Sentou-se em um banco e encarou seus pés, pensando no que poderia fazer. Nenhuma opção parecia muito interessante.

— Você está bem?

Pacífica olhou para frente e encontrou um garoto ruivo que nunca tinha visto antes, provavelmente o garoto novo.

— Estou ótima — respondeu, tentando não soar tão irritada quanto estava — Quem é você?

— Michael.

— Pacífica — a garota se apresentou — Nunca te vi por aqui...

— Não moro aqui — explicou Michael — Só vim passar as férias de verão com meus tios.

Pacífica riu, lembrando-se do dia em que Dipper e Mabel visitaram Gravity Falls pela primeira vez:

— Espero que esteja gostando.

— É legal — o ruivo falou entre um sorriso — Mas admito que me decepcionei por ainda não ter encontrado nenhuma criatura bizarra... Dizem que Gravity Falls tem o maior índice de casos sobrenaturais dos Estados Unidos, talvez até mesmo do mundo inteiro!

— Te garanto que tem. — a loira disse, segurando o riso.

— Você já presenciou alguma coisa?

Pacífica abriu um sorriso de lado:

— Você não faz ideia... — Ela se levantou — Tá a fim de ver algumas coisas paranormais? Eu conheço os lugares certos.

Mike não sabia se a garota dizia a verdade, mas também não tinha nada a perder, os dois saíram e, no fim, o tour havia sido divertido.

O ruivo percebeu que Pacífica entendia mesmo do assunto, mas ele tinha seus motivos para desconfiar se aquilo era mesmo algo bom ou uma ameaça.

Depois de um tempo, a noite caiu e o ar ficou um pouco mais gelado. Os dois ainda estavam na floresta quando decidiram que já era hora de voltarem para suas casas.

Pacífica caminhava tranquilamente. Michael tinha ficado tão quieto quando a noite chegou que a garota demorou para perceber que ele já não estava mais ao seu lado.

— Michael? — chamou.

Não obteve resposta.

— Merda... — a loira murmurou, até que ouviu um grito agonizante vindo perto de onde ela se encontrava.

Pegou um graveto consideravelmente grande e um tanto grosso para defender-se. Podia parecer pouco, mas a garota conseguia transformar qualquer coisa em uma arma letal se preciso.

Correu para o local daonde havia escutado o grito. Sobrepondo-se ao cheiro de mato, Pacífica sentia o forte odor de sangue no ar. Mais a frente, viu algo que preferia não ter visto: no mínimo três corpos totalmente mutilados estavam no chão, alguns perderam até certos membros. À primeira vista, pareciam restos humanos, porém, ao analisar melhor, viu que eram restos de gnomos.

Olhou para frente, encontrando uma figura encapuzada que surgiu das sombras, encarando-a. A garota tentou ver o rosto do assassino, perguntando-se se era mesmo Bill por trás daquele capuz vermelho, porém não conseguia enxergar.

Pacífica apertou com força o graveto em sua mão, sabia que podia ser a próxima vítima, mas sabia que não era hora de gritar ou chorar naquele momento. Estava pronta para lutar.

Contudo, o encapuzado não a atacou, sequer lhe dirigiu alguma palavra. Permaneceu parado, olhando, até desaparecer nas sombras outra vez, deixando a loira confusa.

Pacífica tentou correr atrás do assassino, tropeçou em alguma coisa e caiu. Seu joelho começou a arder, estava sangrando. Olhou para frente, na esperança de ver aquela figura encapuzada, mas, seja lá o que fosse, não estava mais lá.

— Michael?!  — gritou outra vez, com sua voz trêmula, rezando para que o garoto aparecesse bem.

Contudo, o som do vento uivante era tudo que a garota escutava. Estava assustada e sozinha. Suas mãos tremiam e algumas lágrimas caíam.

"Preciso encontrar Michael"  — falou para si mesma.

Levantou-se outra vez, enxugando as lágrimas, determinada.

"Vou encontrá-lo!"


Notas Finais


Obrigada a tds ^^ comentem oq acharam

(PS:. Vcs gostam de vocaloid?? Pq comecei uma fic de vocaloid hj •-•)


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