História Light From a Death Star - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Lysandre, Personagens Originais, Violette
Tags Amor, Amor Doce, Armin, Astrologia, Estrela, Investigação Criminal, Mistério, Morte, Romance, Segredo, Suspende
Visualizações 22
Palavras 2.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Magia, Misticismo, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oláaaa, olha eu aqui dnv!!!
Boa leitura!! Já já respondo seus comentários do capitulo passado ^^
E sim, eu mudei a capa da fic outra vez hehe

Capítulo 4 - Ajuda


Fanfic / Fanfiction Light From a Death Star - Capítulo 4 - Ajuda

Armin — Casa, San Francisco.

Cocei minha cabeça desentendido, o que eu mais quero é dar um belo de um beliscão em mim mesmo e ver se eu consigo acordar desse sonho estranho e sem sentido. Stella soou seu nariz para dentro, na tentativa de segurar seu choro e esfregou as palmas das mãos em ssu rosto rosado e provavelmente quente.

— Oh céus Armin… -Alexy sussurrou perto de meus ouvidos.- o que iremos fazer?

— Não faço a mínima idéia. Ela está morta, não há o que se fazer! -Falo abrindo os braços com os olhos estalados por causa do choque.

— Armin! Não fale como se a Stella não estivesse presente!. -Meu irmão afirmou puxando bruscamente meu braço- Se nos dá licença Stella, preciso conversar com meu irmão.

— Que ?! -Digo quando ele me puxou para fora no final da frase, deixando a pobre… morta, sozinha em seu quarto.

Alexy mantinha uma expressão indecifrável em seu rosto, se comparava a pena, choque e tristeza. Gostaria muito de saber o que passa por sua cabeça. Nossos passos cessaram quando o mesmo parou de me arrastar e nos deixou imóveis no centro de corredor.

— Ei! doeu, sabia ? -Reclamo alisando meu braço que ele puxou.

— Me desculpe. Armin… ela… pobre garota.. -Ele disse passando a mão sobre sua testa.

— Eu sei.. -Apesar de eu estar meio abalado com o tanto de informações, não deixo de estar triste pelo ocorrido com Stella. Ela foi morta.. A morte é algo horrível, digamos que é o maior inimigo de todos os seres humanos, e como todos nós sabemos, não há como lutar contra esse espírito ou acontecimento, fracos e sem escolha, sempre perdemos no final dessa luta para viver. Porém, Stella parece gostar disso, de estar sem vida. Os céus, onde ela vive, aparenta ser o verdadeiro paraíso!, literalmente. A maneira que ela expressa estar desesperada já diz tudo, e confesso que senti meu coração amolecer depois de descobrir que ela morreu a sangue frio, sem nenhuma piedade. Arg! Tenho nojo de pessoas assim, pessoas sem corações! Sem compaixão e lucidez!. A que ponto chegamos.. Nós… seres humanos somos todos iguais, então o porque de tanta violência?. Tudo bem que eu até gosto de sangue, luta e guerra, mas é só em vídeo games!. Mesmo a vida sendo um jogo de sobrevivência, não devíamos nos achar superior às outras, não importando se gostamos não. Essa nossa situação é lamentável.

— Armin.. Eu não sei o que devemos fazer com isso. Sem nós, provavelmente ela estaria perdida em meio daquele matagal… iniciamos um ato caridoso e bom. Acho que devemos continuar! -O garoto ao meu lado argumentou erguendo a cabeça, confiante.

— Como assim ? -Pergunto saindo de meus devaneios.

— Eu.. Eu sinto que devemos ajuda-la. Pobrezinha… está desamparada, sem saber o que fazer. Não consigo rejeitar e ver alguém sofrer como ela..

— Eu concordo com você, mas como iremos ajuda-la sem pelo menos uma base?.. pelo que Stella disse, nem ela sabe das coisas relacionadas a sua morte. -Digo suspirando.

Não quero soar como egoísta, mas realmente não tem como ajudar.

— Damos um jeito.. -Alexy falou em meio de seu suspiro de ar.

— Isso é muita responsabilidade. Mas… você tem razão, vamos pelo menos tentar.. -No começo dessa noite, até eu mesmo notei que estava ignorante, mas não foi por mal, estava com a cabeça fervendo de raiva por passar uma noite inteira no meio da mata, sem nada em volta. Contudo, não sou uma pessoa ruim, pelo contrário, todos que me conhecem sabem que sou bem passivo e positivo, então acho que não há um porquê para não embarcar nessa espécie de aventura inusitada e inacreditável.

— Isso! -Alexy comemorou. Droga! Ele irá acordar a mãe outra vez!. Fiz um “Shii” imediatamente com minha boca para que ele diminuísse o tom de voz. Se mamãe ou o pai nos ver acordados a essa hora da noite, eu ficarei sem meus aparelhos e o Alexy sem sair de casa para passear, provavelmente.- Isso!… vamos pelo menos tentar desfazer aquele rostinho triste e deprimente da garota. Tenho certeza que há algo na Internet! -O azulado voltou a sussurrar e eu concordei com a cabeça, confiante.

Verdade, hoje em dia, o que não há na Internet?. Fiz um joia em minha mão e sorri desconfortável, isso não muda o fato que estamos prestes a ajudar uma morta.. Ou uma morta viva, fantasma, alma, estrela, espírito, Gasparzinho, seja lá o que essa garota for. Bem.. Não quero incomoda-la com esses conceitos, até que, pensando bem, ela é uma humana como a gente, porém… já perdeu a vida. Chacoalhei minha cabeça tentando mudar meus pensamentos e fiz um sinal para que pudéssemos voltar ao cômodo do quarto de meu irmão alertar Stella sobre nossa decisão caridosa. Decididos, voltamos ao quarto, onde encontramos Stella choramingando e limpando as próprias lágrimas de maneira desesperada e silenciosa.

— Stella ? -Alexy diz se aproximando e ela consente, afirmando estar escutando-o.- Nós dois ficamos muito tristes com a sua situação.. de todo o coração. Sentimos que devemos oferecer nossa ajuda.

— S-sério? -Ela gaguejou arregalando os olhos. Mas que belos olhos, são de um azul tão claro que as lágrimas se camuflam com o brilho de suas íris.

— Claro. Você não tem condições de saber de informações tão confidenciais e difíceis de achar. Se já trouxemos você até aqui, não custa, não é? -Falo sentando junto aos dois.

— Oh… snif, e-eu n-não sei.. Como agradecer! -Stella gritou em meio de lágrimas, e ao final da frase, abraçou Alexy, o qual, mesmo surpreso, retribuiu o ato.- M-muito Obrigado! O-obrigado!

Sem deixar nem eu respirar direito, a mesma largou Alexy, abriu os braços e formou um sorriso, vindo para a minha direção, dando um abraço apertado em mim. Não esperava por isso. Um pouco desequilibrado, encostei uma de minhas mãos na cabeceira da cama e com a outra, retribui o ato. Alexy sorriu ao ver minha reação de “Afeto”. Foram poucos segundos para ela se soltar de meu corpo e sentar novamente na cama, emocionada.

— E-eu agradeço muito! N-não sei o que f-faria sem a ajuda de v-vocês!.. e-eu.. Eu estou tão desesperada.. s-sei que faz uns três.. Quatro anos que m-morri.. Mas n-não sei se o mundo continua o m-mesmo.. O ano de dois mil e dezessete era tão.. c-cruel.. -Ela confessou enxugando suas bochechas.

— Disponha. Eu não me lembro muito bem desse ano, minha memória é fraca. -Alexy falou coçando a cabeça.

— Também. -Concordei com ele.

— Estou tão.. Feliz. N-não vejo a hora de voltar para Orion.. -Stella disse com um sorriso estampado em seu rosto. Um sorrido tão puro e branco que me fez forçar a vista para ver melhor.

— Orion?. É uma constelação? -Perguntei confuso.

— Sim.. É uma das mais famosas. Bem.. Eu acho.. -Ela diz.

— Ah.. Orion.. ahn.. ata! lembrei!. Ela não existe mais. Há algum tempo atrás o seu nome foi mudado graças a um novo corpo celeste. O novo nome é D.S. -Meu irmão argumentou e ela arregalou os olhos.

— Nossa.. uau.. Eu não sabia disso... Desculpe.. Não achem-me muito insistente ou paciente.. Mas.. Quando e como me ajudarão? -A garota perguntou inclinado a cabeça, um ato até que fofo, me lembrou até da Violette. Me pergunto como minha amiga reagirá com essa notícia tão.. Fantástica!.

— Isso será fácil, Internet! -Falo sorrindo.

— Ah sim… mas.. Será que tem mesmo algo lá que pode nos ajudar? -A loira indaga ainda com a cabeça inclinada para o lado.

— É lógico, Internet tem de tudo! Desde conteúdos passados até os futuros!. -Digo e ela consente desentendida.- Se der, é tão fácil e rápido que podemos ver agora!

— Verdade?! -Ela fala sorrindo. Okay.. Ela diz que foi morta em dois mil e dezessete, mas ela parece tão surpresa e desentendida com o assunto "Internet", nem parece que viveu nesse ano. Afinal, a Internet está quase dominando todo canto do mundo, impossível ela não ter uma rede social ou marcação.

— Sim. Alexy, me empresta seu celular. -Digo e ele entrega sem dizer nada.- Simples e fácil. Só precisamos de algumas informações, vamos procurar seu Facebook, vai que há algo lá. Como é seu nome completo ?.

— … Stella Phaer…

— Certo! -Disse separando as sílabas da palavra.

Deslizando meus dedos de um lado para o outro no celular, vou até o suposto aplicativo e pesquiso seu nome, mas infelizmente não houve nenhum resultado nas buscas.

— E então? -Pergunta Alexy se aproximando.

— É.. Nada por enquanto. Mas vou tentar procurar no Google.

Fui tão ingênuo, com esperança, acabei caindo do cavalo, pois lá também não havia absolutamente nada com o nome dela ao meio!. Sem graça, sorri meia boca e rolei a página do Google para baixo.

— Bem.. Parece que será um pouco difícil essa busca.. -Digo jogando o celular do meu irmão em cima da cômoda. Pude ver a expressão triste e melancólica de Stella se formar outra vez ao ouvir isso vindo de minha boca.- M-mas não fique receosa ou magoada!. Tenho certeza que acharemos algo rápido e seu caso será resolvido sem nenhum problema!.

— Isso Stella. Uma noite de sono nos trará energia para te ajudar, fique despreocupada. -meu irmão disse acariciando as costas da loira.

— Entendo.. Se.. Se vocês acham que isso é melhor, eu aguardo o tempo que for preciso.. -A de olhos azuis argumentou colocando uma mecha de cabelo atrás das orelhas.

Concordamos e fomos cada um para seu quarto sem hesitar. Fiquei com dó de Stella e a deixei dormir outra vez em minha cama, e como o esperado, voltei a deitar no sofá não tão confortável de meu quarto. Antes de pregar meus olhos, pude ouvir a garota choramingar virada para a parede, chegava até tremer. Pobre Stella, me pergunto como irei ajuda-la se nem ao menos tem um resultado para as buscas dela pela Internet. Espero que o que eu e Alexy nos metemos não seja tão difícil. Não estou subestimado minhas habilidades de pesquisa de informações, pelo contrário, sei que posso muito bem achar o que quiser com base na Internet.

A noite está quente, um calor até que suportável, diferente daquela montanha que as árvores mudam o clima ambiente para o menor o possível. Como é bom estar em casa. Deve ser horrível para Stella passar a noite longe de sua.. É.. constelação, eu acho. Que triste, quero muito ver no que isto vai dar. Pouco a pouco, fui me afastando do som do choro dela, dos ranger dos móveis e do calor, fechando meus olhos e caindo em um sono pesado e cheio de pensamentos cortados.

[. . .]

O dia brilhava radiante naquele domingo. Meus pais saíram cedo para algum lugar que não me lembro o nome. Sentado no sofá da sala, desfruto de uma tigela cheia de cereal e leite como meu café da manhã. Na TV passa a programação normal de domingo, o documentário. Alexy mexe no celular enquanto Stella está de costas ajoelhada na poltrona de frente para a janela, observando o céu como se fosse a primeira vez que o olhasse. Seus olhos estavam vermelhos, mas não deixavam que o azul claro de suas íris perdesse a atenção — ainda mais na luz do sol. Me pergunto se ela teve uma boa noite de sono, apenas Alexy manteve diálogo com ela nessa manhã, então não sei muita coisa. Há poucos minutos atrás, meu irmão ligou para Violette, chamando-a para vir ver Stella, a de cabelos roxos ficou muito curiosa e disse que estaria aqui em meia hora.

Saboreei mais uma colher da minha comida e rolei meus olhos de volta para a TV.

— Obrigada Adriana. Agora veremos o assunto bastante comentado na tarde de ontem e que se estendeu até o presente momento. Astrônomos identificam um fenômeno natural em umas das constelações mais antigas e famosas do mundo, a antiga Orion e a nova D.S. -Comentou um dos jornalistas e eu quase me engasguei. No momento que isso foi dito, a loira, em um movimento brusco, voltou sua cabeça para a tela da TV com os olhos arregalados.

— Eles afirmam que a constelação acabou de perder um membro importante para manter a forma antiga de Orion formada. A mesma foi relatada e desfeita, pois está sem um formato para estar na lista de constelações. Alguns dos Astrônomos suspeitam da morte daquele corpo celeste, dizem que o mais brilhante e o mais importante membro dali morreu por estar mais tempo no céu do que as outras. Infelizmente teremos que lidar com essa realidade, não é Sérgio? -Afirmou a mulher do outro lado da grande mesa azul do programa.

— Sim Adriana. Todos nós sabemos que um dia ou outro algumas das estrelas iram se decompor e sumir do nosso céu. Mas agora, ficaremos com a matéria dos esportes da semana com Fernando, logo logo estaremos de volta com os mais comentados assuntos dos dias anteriores.

Engoli com dificuldade aquela colherada. Mesmo ontem eu sabendo de toda a verdade, saber que Stella é mesmo uma estrela me da calafrios. Sei que ela está certa, mas é tão inacreditável, ela foi expulsa mesmo, e a própria televisão confirmou. Olhei para Alexy que nem importância deu, tenho certeza que ele nem escutou. Franzi a testa desapontado. Parece que não, mas isso é uma informação valiosa, e ele não está acompanhando o começo desta investigação. Aposto que isso será legal! Vai ser que nem naqueles joguinhos do Facebook para descobrir quem é o assassino, parece mesmo que estamos em um jogo!. Sorri me imaginando prendendo o culpado e sendo elogiado por isso. Sacudi minha cabeça e olhei para Stella que observava novamente o céu, desta vez com os olhos encharcados d'água. Parece que ela não gostou nenhum pouco desta notícia..

Eu mal á conheço e já quero que aquele rostinho triste suma de uma vez, pois seu sorriso é tão lindo.

Mordi mais uma vez minha comida e coloquei a tigela na cômoda, desligando a televisão. "Bom, como o prometido, Stella, vamos ser rápidos para te ajudar!", repeti pegando o notebook do meu pai que estava em cima da mesa de centro.

Vamos dar uma olhadinha no sistema e ver se Stella lembra de mais alguma coisa. Qualquer informação está valendo!.


Notas Finais


Que a investigação comece!!!
Muito obrigada pelo apoio de vocês!! Estou muito feliz e empolgada para escrever essa fic!!!
Até o próximo capítulo!! ♥


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