História Light Me Up Darkness - MEANIE - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Seungcheol "S.Coups"
Tags Mingyu Wonwoo Meanie Jeonghan Seungcheol (scoups) Jeongcheol
Exibições 141
Palavras 2.251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Escolar, Fantasia, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi seus deliciaaaa!!
Voltei com uma semana, certinho.
Descobri quase agr, mas enfim, felicidade, apenas <3
Eu tô morrendo de sono hj, por isso ñ vou enrolar mt.
Espero que gostem do cap
Iria postar no Domingo, pq eu sou loca e escrevo e posto td num dia só.
Mas acabou que eu larguei o cap no meio do caminho e só voltei hj.
Entom, né, deu no que deu.
Até lá embaixo <3

Capítulo 15 - You don't even care about me


Fanfic / Fanfiction Light Me Up Darkness - MEANIE - Capítulo 15 - You don't even care about me

- Wonwoo, querido? – a figura de YoungJin apareceu à porta, chamando a atenção do mais novo.

- Mãe! – exclamou. A presença de sua mãe o deixava nitidamente feliz. Apesar das situações incomodas que ocorriam em casa, a ligação entre os dois sempre foi de extremo amor e companheirismo, ligação essa que não predominava nem 10% da que possuía com o pai. – Você veio cedo hoje.

- É que eu tenho uma boa notícia pra’ você. – disse aproximando-se enquanto se sentava na cama do filho. – Você vai receber alta. Hoje mesmo.

Wonwoo suspirou aliviado. Não agüentava mais ficar naquele quarto branco, comendo coisas sem gosto e tomar todos aqueles remédios para se curar sabe-se lá o quê. Ainda sim, não pôdedeixar de achar estranho o fato de levar alta tão repentinamente. Não que seu quadro oferecesse melhoras ou pioras significativas, mas achou repentino.

- Assim, do nada? – indagou confuso.

- Não está feliz, filho? – estava surpresa. Pela cara de Wonwoo, sair dali era o que mais almejava.

- Eu 'tô, mas... – tentou explicar-se melhor. – Não é como se eu estivesse 100% bem. Sabe o motivo de me liberarem logo agora?

- Bom, não totalmente. – disse pensativa. – A única coisa que eu sei é que seus exames não deram nada. Vai ver é por isso, não? Mas ainda me preocupa te liberarem agora.

Nada? Aquilo era sério? Ele sangrava pelo nariz sem motivo aparente. Tossia preto, desmaiava, sua cabeça latejava. Isso é nada? Estava embasbacado. Como todos esses sintomas não deram nada? Não é como se quisesse passar mais uma noite sequer naquele hospital, mas sejamos francos que, ficar internado por um mês, ter sintomas terríveis e sair como se nada tivesse acontecido, não o acalmava em nada. Tentou transparecer que aquilo não o preocupava e que, é, talvez não tivesse nada mesmo.

- Alguma notícia da escola? – indagou. – Vou precisar repor muitas aulas?

- Oh, não, eles compreenderam a situação. Alguns alunos do Clube de Apoio fizeram anotações pra’ você. Quando voltar, é só procurá-los.

Wonwoo sempre ficava um tanto... Embasbacado com pessoas que ajudavam as outras sem esperar nada em troca. Nunca havia feito nada por aquelas pessoas, e agora elas o estavam ajudando a evitar horas e horas copiando matérias que ele nem mesmo tinha interesse. Tentaria compensar futuramente tal favor.

- Entendo. – disse ainda surpreso. – E o pai?

Não sabia o porquê de ter perguntado sobre ele. Ele nem ao menos se importava consigo. YoungJin não poder esconder o “o” que foi formado involuntariamente por sua boca ao ouvir a pergunta.

- B-bem... – disse ainda surpresa. – Com a cabeça no trabalho como sempre.

YoungJin baixou a cabeça e Wonwoo suspirou. Era sempre assim. Sempre. Isso já nem o perturbava mais, já nem o irritava mais. Havia se tornado rotina. Afinal, por que surpreender-se com algo que sempre foi recorrente em sua vida? Não tinha mais motivos para isso.

- Mãe... – disse chamando a atenção da mulher a sua frente, que o encarou. – Sabe algo sobre Mingyu? Desde que eu fui internado, ninguém me diz nada sobre ele. Sabe se ele está bem?

- Oh, Mingyu, Mingyu... É aquele seu amigo, não é? – indagou e recebeu um aceno positivo com a cabeça. – Desculpe, não sei de nada.

Wonwoo ficou cabisbaixo. O estado de Mingyu era pior que o seu, temia algo ter acontecido com o mais novo.

- Filho... – começou. – Você sente algo por ele? Quero dizer, não que eu duvide da amizade dos dois, mas... Vocês têm algo a mais?

- Temos, nós temos sim. – Não temia dizer tal coisa em voz alta. Não temia admitir que sentia algo por Mingyu. Não temia nada. Não sabia o que o mais novo possuía. Não sabia se era algo grave, um alarme falso, ou algo que pudesse causar sua morte. Só queria admitir para qualquer e toda pessoa que ele o amava.

Sua mãe não pareceu surpresa, nem decepcionada, nem nada do tipo. Estava neutra.

- Sabe, é como dizem... – começou depois de um tempo segurando o rosto do filho. – Nós, mães, sempre sabemos.

Não pode deixar de sorrir. Não sabia o que havia feito aos céus para merecer alguém tão maravilhoso em sua vida quanto sua mãe. Ele definitivamente a amava e faria de tudo por ela.

- Há quanto tempo estão juntos? – indagou lançando um sorriso desconfiado para Wonwoo, este que riu soprado.

- Já começou os interrogatórios, mãe? – perguntou sorrindo.

- É o meu papel como sua mãe.

- Respondendo a pergunta. – disse. – Um pouco mais de um mês.

- Eu espero que estejam felizes. Leve ele em casa mais vezes, ele é um bom garoto. Gosto dele.

- Obrigado, mãe. – Wonwoo a abraçou.

- Pelo o que? – indagou ainda o abraçando.

- Por tudo. – Wonwoo afastou-se e segurou em suas mãos. – Por me apoiar.

- Querido, entenda. – disse acariciando as mãos do filho com os polegares. – Meu outro papel de mãe, é viver a sua felicidade. Se você está feliz, eu também estou. Mesmo que fosse outra garota... Isso não importa. Eu só quero o seu bem e nada mais.

Antes que pudesse dizer algo mais, a porta foi aberta revelando a figura de um homem alto e robusto. Era o Dr. Junhyeok.

- Bom dia. – disse iniciando uma conversa. – Sente-se melhor, Wonwoo?

- Não muito... Meu corpo ainda dói.

- Entendo. – disse. – Estranhamente, seus exames não apontaram nada de incomum ou grave. Você já está aqui há um mês, com todos os acompanhamentos médicos necessários. Pelo resultado que obtemos depois de tudo isso, concluímos que não haverá maiores riscos caso te dermos alta. Mas para todo caso, iremos lhe passar algumas receitas. Caso sinta alguma coisa além, volte aqui e faremos o possível para resolver seu problema, sim?

Wonwoo assentiu positivamente, apesar de não se sentir 100% confortável em sair dali sem ter idéia do que poderia ter.

- Dr.? – o chamou a atenção? – Pode me dizer algo sobre o paciente do quarto 475?

- 475? Aquele jovem que é seu amigo, não é? – conferiu na prancheta em busca do quarto. – Kim Mingyu... O que tem ele?

- Ele está bem? O quadro dele melhorou?

- Ah, sobre isso... – Wonwoo sentiu um frio lhe percorrer a espinha. – Ele teve algumas complicações respiratórias. O pulmão dele estava cheio de... Um líquido preto. Não sabemos dizer o que é. Ele permanecerá aqui alguns dias, mas está recebendo acompanhamento médico e tem apresentado melhoras. Poderá ir pra’ casa até o próximo fim de semana.

Wonwoo soltou o ar que nem ao menos tinha notado ter prendido.

- Srta. YoungJin, pode ajudá-lo à arrumar suas coisas, ele volta hoje mesmo.

 

***

 

Mingyu ouviu batidas à porta. Murmurou um “pode entrar” de forma cabisbaixa. Sentia falta de Wonwoo e na sentia-se animado para falar com outra pessoa.

Surpreendeu-se quando a figura franzina e pálida de Wonwoo se fez presente em seu quarto. Os tubos que o prendiam ali eram as únicas coisas que o impediam de correr e agarrar-se ao pequeno corpo que tanto desejava. Wonwoo aproximou-se o abraçou. Um abraço cheio de saudade, sentimentos, amor.

- Eu senti tanto a sua falta. – Mingyu disse ao mais velho.

- Eu também... – Wonwoo disse acarinhando-lhe os cabelos. – Eu também...

- Estou feliz que esteja bem. – o mais novo disse após se afastarem minimamente para se olharem. – Eu achei que sua situação fosse grave.

- Eu também achava e ainda acho que é. Mas o médico disse que não teria problemas caso me liberassem. – disse e logo em seguida suspirou. – Meus exames não constataram nada.

Mingyu arregalou os olhos em surpresa.

- Nada?! – exclamou.

- Foi a minha reação. – disse sentando-se ao lado do maior. – Eu não faço a mínima idéia de como isso é possível. Tem algo de muito errado...

- A única coisa que eu espero, é que você esteja realmente bem. – disse abaixando a cabeça. – Desde que você passou a não passar mais por aquela porta, eu sempre achava que o pior tinha acontecido.

Mingyu fungou, chamando a atenção de Wonwoo que o abraçou de lado, desengonçado pela posição em que estavam, e depositou um leve selar nos cabelos negros alheios.

- Eu pensei que eu iria te perder. – Mingyu disse com a voz falha, o que foi impossível de Wonwoo não apiedar-se da situação.

- Shh... – murmurou numa tentativa de acalmá-lo. – Eu estou aqui agora.

- Promete estar sempre?

- Eu não posso prometer coisas que não tenho certeza se posso cumprir, Minnie... – disse baixinho fazendo com que Mingyu o encara-se com os olhos já vermelhos e ainda marejados. – Mas eu posso prometer que farei o possível para continuar.

Mingyu o abraçou apertado. Criara um vínculo forte demais com o menor para tê-lo desfeito daquela forma; pela morte. Mingyu continuava com um choro silencioso e fungava cada vez mais enquanto apertava as roupas de Wonwoo e o puxava para mais perto, como se ele fosse se desfazer ali mesmo.

- Eu não faço idéia se esse choro todo é pela felicidade de eu continuar com você ou pela tristeza. – disse risonho. – Vou acreditar que é a primeira opção, caso contrário quem irá começar a chorar será eu.

Mingyu riu soprado com o comentário enquanto secava as lágrimas. Deu um leve tapinha no braço de Wonwoo.

- Bobo. – disse secando as lágrimas enquanto sorria minimamente.

- Se bobo significa ser louco por você, é, eu sou o rei deles.

Mingyu corou instintiva e instantaneamente. Inclinou a cabeça para cima e notou que Wonwoo já o encarava. O mais velho levou o polegar até a bochecha de Mingyu e depositou um carinho ali.

- Você... Você é tão lindo... – disse observando o mais novo que, no momento, possuía os olhos fechados enquanto apreciava a caricia que lhe era dirigida. – Eu me sinto sortudo por te ter, Mingyu.

Mingyu abriu os olhos novamente, apenas para olhar na face que amava tanto e tornou a fechá-los. Havia capturado os lábios de Wonwoo num beijo singelo, simples, mas que descrevia melhor o quanto a abstinência de um do outro os fazia falta. O beijo desenrolava-se calmo e lento, apenas separado por batidas na porta que chamaram a atenção de ambos.

Uma médica baixinha e de aparência gentil apareceu no quarto.

- D-desculpe atrapalha-los. – disse envergonhada, havia pego uma parte da cena que se encerrava. – O horário de visitas acabou, senhor.

- Oh, desculpe. Eu já estou saindo. – Wonwoo disse. – Vou só pegar minhas coisas e já vou indo.

- Como queira. – sorriu simpática e retirou-se.

Wonwoo levantou-se e tornou a olhar Mingyu, que pegou em suas mãos.

- Volta amanhã?

Wonwoo selou seus lábios demoradamente. Afastou-se e encarou-o de perto.

- Volto.

Pegou suas coisas, acenou para Mingyu, este que sorriu com o gesto e saiu.

 

***

 

Chegou em casa juntamente de sua mãe e, incrível e surpreendentemente, encontrou seu pai. Não pode evitar a surpresa já que ele quase nunca estava em casa esse horário da tarde, e se estivesse, normalmente trabalhava nesse período e não devaneava da maneira que estava agora, largado naquele sofá.

- O que faz aqui há essa hora? – YoungJin perguntou simplista. – Você quase nunca fica em casa nesse período.

- Eu fui... – deu uma pausa. –demitido.

YoungJin arregalou os olhos e Wonwoo também.

- Por que? – indagou YoiungJin

- Aparentemente, uma aluna minha, que por sinal o pai é o diretor daquela joça, disse que eu a “destratei”.

- E o que ela disse? – Wonwoo, que permanecia calado até o momento, pronunciou-se.

- Que eu a chamei de imbecil e estúpida. – suspirou irritado. – Eu só disse que ela possuía o Q.I mais baixo que já havia visto em toda a minha vida, apenas isso.

Wonwoo desviou o olhar e riu soprado. Seu pai era um imbecil, e acabara de constatar tal fato. YoungJin apenas permaneceu calada. Era inacreditável.

- Mas, e ai, garoto. – disse virando-se para Wonwoo. – O que é que você tem?

- Você nem ao menos foi me visitar durante todo esse tempo, por que derrepente o meu estado te interessa?

Por que eu quero saber se você e aquele maldito do filho do Myung já estão poderosos o suficiente, Myung pensou.

- O que disse? – Wonwoo indagou e Do Min Joon arregalou os olhos.

- Nada... – respondeu.

- Mãe, o que ele disse? – virou-se para sua mãe que possuía o nariz torcido com toda aquela cena.

- Wonwoo, ele... Ele não disse nada, querido.

- Mas eu ouvi! Ele disse alguma coisa, não?

Eu não disse nada, Wonwoo.

- Disse sim!

- Wonwoo, querido, acalme-se. Não tem ninguém falando nada. – YoungJin possuía preocupação em seus olhos. – O que você tem?

- E-eu... Eu não sei... – disse em um desespero contido. – E-eu... Vou subir. Estou cansado. Boa noite.

Subiu as escadas correndo e trancou-se no quarto.

- Eu... Também vou indo. – YoungJin foi logo atrás, subindo as escadas e logo entrando em seu quarto, que, incrivelmente, ainda dividia com Do Min Joon.

Do Min Joon ficou sozinho na sala. Apenas um sorriso lhe rondava o rosto perverso.

- Então quer dizer que ele pode ler meus pensamentos... Claro, para isso ele precisa estar extremamente irritado. – murmurou consigo mesmo. – É uma fase avançada... – deu uma pausa e arregalou os olhos, como quem descobriu algo de suma importância. – Do jeito que está... Falta bem pouco para seus poderes se mostrarem por completo. Quem diria que isso tudo seria por um anjinho. – a última palavra saiu com extremo desprezo por sua boca. – Afinal, anjos nem são tão ruins assim. Já que... Eles podem aflorar os poderes de um demônio.

 


Notas Finais


Gostaram do capítulo? Alguma sugestão? Comentem pra eu saber se estão gostando <3

Deixa eu surtar aqui, rapidão, juro.

PLEDIS, COMASSIM TU LANÇA UM MV SEM FALAR NADA?
https://www.youtube.com/watch?v=BZD5m9K8hxk
Sobre o S.Coups ter tomado um tombo: Pra que inimigos se vc tem 12 membros traíras?

Sobre o VIXX ter comeback dia 31; ainda ñ superei #rindodenervoso.
https://www.youtube.com/watch?v=Q3fuHB4xqOc
Sobre esse vídeo: cu caiu.

Não tem mais o q surtar, apenas irei panfletar minha oneshot Meanie pra ser feliz.
https://spiritfanfics.com/historia/madness--meanie-6642086

Jisoo lhes abençoe, e até semana que vem <3
Comentem <3 #seeumendingoépracriarminhasfilha


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