História Lightning - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~CRISTINA

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ficção, Hackers, Heróis, Magia, Velocidade, Vilões
Visualizações 4
Palavras 901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - 1×1 - O Começo


Fanfic / Fanfiction Lightning - Capítulo 1 - 1×1 - O Começo

               (Inspirado na série de The Flash)       

             Capítulo 1. Temporada 1.

Para entender essa história, você tem que acreditar no impossível. Sabe aquele velocista vermelho? Ele mesmo! O Flash! Eu sou como ele, só que na vida real. Eu defendo minha cidade dos inimigos que ameaçam minha cidade e combato o crime quase todo o dia. Vamos começar com a história.

                   Se você quiser saber como Jack (Lightning) ganhou seu poder de velocidade, continue nesse episódio. Se não quiser, espere pelo próximo episódio.

(Jack Narrando)

Tudo começou quando eu tinha 10 anos. Sabe aquela infância ruim quando fugimos de algo que quer nos bater? É... Isso aconteceu comigo. Imagine pela sua cabeça essa história: Era dia 10/12/2017. Era um dia lindo, na terça, sem nuvens. Minha mãe me levou para a escola. Quando entrei, vi um menino de 4 anos sendo intimidado por um covarde otário de 15 anos. Eu tentei impedir, tentei bater no menino de 15 anos, mas ele era mais forte e me deu um soco. Eu caí, mas me levantei rápido. Então eu corri, corri e corri muito até a minha casa, mas não deu certo, ele tinha chamado seus companheiros (puxa-sacos) para correrem atrás de mim junto com ele. Então eles me pegaram, e me bateram enquanto estava no chão. Só pararam quando me obrigaram a dizer que eu era um covarde. Eu tinha dito antes: Não! Eu não vou dizer isso! Não! Não! Mas as pancadas eram cada vez mais forte e tinha que dizer: Ok, parem! Parem! Eu digo! Aí eles pararam e eu disse que sou um covarde. Então eles foram embora. Eu estava cheio de sangue... Eu sofri muito aquele dia. Eu voltei para minha casa todo sofrido... Minha mãe me viu e perguntou: - O que houve filho?! Por que está cheio de sangue?! Por que voltou cedo?! Aí eu disse: - Mãe, já te conto. Só vou lavar as mãos. Aí quando eu voltei minha mãe ficou nervosa para saber. Eu fui contando e contando o por quê de tudo isso. Então ela ficou brava comigo por ter se metido com maiores mas ao mesmo orgulhosa de eu ter tentado salvar aquele menino de ter quase levado uma surra. Aí no dia seguinte, eu não fui na aula. Só voltei na aula na quinta. Então eu pedi desculpas ao menino de 15 anos que me deu a surra, e ele aceitou as desculpas. Ocorreu tudo normal durante 123 dias. Aí o que aconteceu foi muito ruim. Foi o pior dia da minha vida! Quando eu tinha voltado da escola, quando meu pai tinha me buscado do colégio, nós voltamos para casa e tinha raios pretos rondiando minha mãe muito rápidos como se fosse flash reverso rondiando Nora Allen. Aí eu fiquei muito nervoso e apavorado. Então eu fiquei gritando: Mãe! Mãe! Pai! O que é isso?! O que está acontecendo?! Meu pai ficou sem reações! Ele tinha ficado paralisado, então tentei me aproximar de minha mãe, mas não deu certo, esse homem de preto era um velocista e ficou fazendo um redemoinho para que eu não passa-se. Então do nada ele matou minha mãe. Ele matou sem piedade! Sem pena nenhuma! Ele enfiou a faca bem no coração da minha mãe com muita vontade. Como se ela tivesse feito algo de ruim para ele. Mas eu conheço ela! Ela não tinha feito nada para ele! Meu pai tinha chamado a polícia naquele momento. Quando a polícia chegou e chutou a porta, viram a minha mãe (Starla) e do lado de mim meu pai (Mike). A polícia chegou perto de meu pai e prendeu ele. Achando que foi ele quem matou minha mãe. Eu fiquei gritando: Não foi ele! Não foi ele! Mas a polícia não deu bola ao que eu dizia. Quem ficou comigo era Zucker (que será meu pai adotivo). E sua filha (Patty) como minha irmã. Os dias se passaram muito ruins. Eu dificilmente comia algo. Dificilmente jogava vídeo-game ou dificilmente fazia algo. Eu ficava a maior parte do dia em meu quarto, chorando. E Zucker nunca me dava atenção. Então os dias foram se ajeitando e tudo continuou normal até quando eu tinha 20 anos. Quando eu um dia sai com Patty para visitar a palestra de um homem que teve a ideia de criar o novo acelerador de partículas, ele falou como será, o que será e para que servirá. Em minha cidade (Nostenham City). Uma coisa estranha que aconteceu é que esse homem me parecia familiar... Ele era Nacionalmente conhecido. Ele era Dr. Julian Kratet. Mais conhecido como Krat. Quando a palestra dele acabou, Patty e eu fomos para casa. Quando voltamos, só me lembrei naquele momento que tinha esquecido meu celular no meu laboratório que usava como médico. Então fui até o laboratório. Estava caindo uma chuva com raios. Mas o celular era muito importante. Então busquei. Vi se tinha mensagens, mas bem na hora que liguei o celular, UM RAIO CAIU SOBRE MINHA CABEÇA! Fazendo eu ficar em coma durante 12 meses (1 ano). Todos acharam que eu tinha morrido, mas todos os dias, meu coração batia. Só que nunca foi registrado  batimentos tão rápidos em um ser-humano antes. Então os médicos tinham esperança de que eu sobreviveria. Seria impossível, mas aconteceu. Então, depois dos 12 meses, eu acordei em um lugar de luxo! Parecia num laboratório igual ao de Barry Allen! Então... 

CONTINUA NO PRÓXIMO EPISÓDIO 




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