História Lights of Love - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Lilith "Lily" Page, Malévola, Mérida, Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan Regina Mills Swanqueen Swan Queen Jennifer Morrison Lana Parrilla Once Upon A Time Ouat Principe Encantado David Nolan Snow White Ruby
Exibições 43
Palavras 2.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Lemon, Magia, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heey, pequenos gafanhotos, ainda tem alguém por aqui?

Eu poderia contar uma história bonitinha sobre a minha demora em atualizar, mas a verdade é que tive um bloqueio super chato mesmo sabendo o que queria escrever.
Isso para quem escreve é terrível pois sabemos que vocês estão esperando pela atualização, mas parece que quanto mais tentamos, pior é.

Enfim, sem mais delongas, espero que gostem do capítulo! =)

Capítulo 12 - Black Jack


A porta da casa de Maleficent foi aberta abruptamente revelando Killian, que trazia Tinker em seus braços enquanto, atrás dele, David e Gus carregavam Graham. O moreno estava desacordado e estranhamente não estava perdendo sangue por conta do ferimento. Ao invés disso, uma mancha negra estava tomando conta de seu corpo. A mando da Feiticeira, Killian levou a fada para um dos quartos vagos e ficou ao seu lado enquanto a própria tentaria parar o que estava acontecendo ao outro guardião. Avisou-o que iriam até o lago sagrado para tentar reverter a magia do Duncan e, se Lilith e os demais retornassem antes deles, não deveria dizer nada sobre o ocorrido. O moreno assentiu, esperando-os partir para ir até a cozinha e preparar uma mistura que ajudaria Tinker a recuperar suas energias, fazendo-a beber todo o conteúdo da caneca. O gosto era horrível e a fada só não reclamou por sentir-se fraca demais até para isso. 

 

(...)

 

Emma e os demais tentavam fazer com que todas as sacolas coubessem nos compartimentos dos snowmobile para que pudessem voltar para a casa de Maleficent. Quanto finalmente conseguiram, começaram a fazer o caminho de volta. A noite já tomava conta da cidade e o céu estava limpo, estrelado, indicando que as chances de verem a aurora boreal eram bem grandes. Swan pilotava em ziguezague nos pontos em que não havia civilização, arrancando risadas de Regina e também alguns tapas em seu braço quando aumentava demais a velocidade e deixava a morena um tanto preocupada. Atrás delas, Zelena e Ruby observavam-nas com um sorriso satisfeito. Apesar de tudo que estava acontecendo, sentiam uma conexão entre si como jamais haviam sentido. Podiam sentir suas magias elevando-se consideravelmente, bem como o senso de compreensão entre as duas. 

 

Quase duas horas mais tarde estavam guardando os veículos na garagem e adentrando a casa da Feiticeira. Logo que pisaram na cozinha, Regina sentiu uma energia diferente na casa, assim como Zelena. Trocaram um discreto olhar e começaram a procurar a origem dessa energia quando a voz de Lilith informou que se tratava de Tinker. Dirigiram-se ao quarto em que supostamente estava e lá encontraram um Killian inquieto, andando de um lado para o outro enquanto a fada dormia. 

— Kill! – Lily se aproximou do rapaz e o abraçou. — Onde estão os outros? E a minha mãe? Você e Tinker estão bem?

— Ei, ei, calma... – O moreno se permitiu sorrir diante de tantas perguntas enquanto se soltava do abraço da jovem — Estamos bem. Sua mãe foi com os rapazes averiguar uma informação e pediu que eu ficasse com Tinker e esperasse por vocês. 

— Compreendo. – Ela o olhou por alguns breves segundos e caminhou até a cama em que a fadinha dormia. — E como ela está?

— Deve melhorar em breve. Eu lhe dei aquela mistura de ervas que sua mãe ensinou. – Killian se aproximou, sentando-se na beirada.

Zelena estava sentada do outro lado da cama, acariciando os cabelos da loirinha e perdida em pensamentos. Ela ainda não compreendia o que o Duncan poderia querer com Tinker. 

Emma preferiu sair do quarto e deixá-los a sós para conversarem sobre o ocorrido. Aproveitou para guardar os presentes que comprara em seu quarto. Quando estava quase acabando, Robin apareceu a porta e sorriu para ela.

— E então, o que achou do nosso dia? 

Antes que pudesse responder, o quarto pareceu tremelear e Swan sabia o que isso significava. Correu até aonde o irmão estava e segurou firme em sua mão. 

— Ems, o que está acontecendo? – Robin olhava confuso enquanto o cenário mudava. 

De repente estavam em um local completamente desconhecido para ambos. A viagem no tempo, dessa vez, tinha sido mais longa. Pelas pessoas que passavam por eles, Emma deduziu que foram parar em meados de 1890. Pessoas caminhavam apressadas de um lado para o outro, alguns homens bebiam em volta de mesas improvisadas com barris na porta de um bar, crianças corriam para lá e para cá atrás de galinhas e cães que estavam soltos no terreno. 

— Emma, onde estamos? O que aconteceu? – Robin se sentia zonzo e enjoado com a viagem.

— Caso ainda não esteja bastante óbvio, irmãozinho, nós viajamos no tempo. – Emma respondeu impaciente enquanto escaneava o lugar com os olhos a procura de algum sinal que os ajudasse a voltar para casa. 

Ela ainda não sabia exatamente o que deveria procurar, mas sabia que se essa viagem no tempo havia ocorrido novamente, era porque havia algo ali que precisariam. Um brilho capturou sua atenção em meio a uma das mesas, fazendo-a caminhar até lá sem se preocupar com o que poderia acontecer quando sentiu Robin segura-la pelo braço. 

— Aonde pensa que vai?

— Até aquela mesa ali, preciso pegar aquele negócio que está brilhando para podermos voltar para casa. – Apontou para o local onde os homens bebiam e jogavam. 

— Minha amada irmã, caso não tenha percebido, não estamos em nosso tempo. E por mais bela que seja, duvido que eles a deixarão interromper o jogo deles para pegar algo que provavelmente pertence a alguém naquela mesa. – Robin falava baixo para que apenas Emma ouvisse. 

— Você tem razão. – Ela bufou. — O que sugere, então?

— Eu vou até lá e me ofereço para jogar uma partida com eles valendo aquilo lá. – Ele sorriu confiante. 

— Você? – Swan arqueou as sobrancelhas. — Meu irmãozinho do coração, você não consegue ganhar de mim no Black Jack, acha mesmo que pode vencer aqueles caras ali?

— Não venço porque você sempre rouba. – Revirou os olhos e cruzou os braços.

Emma olhou para o irmão e com um sorriso divertido, balançando as sobrancelhas. 

— Fique por perto e faça o que eu mandar. 

Robin apenas meneou a cabeça e seguiu a loira até a mesa em que os homens bebiam e jogavam. 

— Olá, cavalheiros! – Swan sorriu ignorando os olhares mal-humorados dos quatro homens sentados. — Creio que os senhores tenham algo que eu preciso. 

— E o que seria? – Um homem gorducho perguntou olhando desconfiado para os dois. 

— Esse medalhão no centro da mesa. Eu apreciaria muito se os senhores pudessem entregá-lo para mim. – Ela sorriu e se balançou levemente de um lado para o outro, como uma garotinha. 

— E porque eu o daria para você? – O outro homem, um moreno robusto de barba farta os encarou.

— Porque eu estou pedindo gentilmente? – Um leve tom de sarcasmo brincou nas palavras da loira. 

— Não me parece um bom motivo. – Retrucou. 

— Que tal se jogarmos uma partida e aposta-lo? – Emma arqueou as sobrancelhas e sorriu para os quatro homens.

— Claro. – Um outro respondeu. — Se você vencer a partida o medalhão é seu. 

Emma olhou de soslaio para o irmão e sentou-se no lugar do homem que falara por último. Ele pegou as cartas e as embaralhou, cortando e distribuindo entre os jogadores. Robin se posicionou atrás da irmã, mantendo alguns passos de distância para que não pensassem que eles tinham algum tipo de truque. A partida estava mais complicada do que Swan esperava e mais demorada também. Quando o homem gorducho baixou sua mão e mostrou a ela um Full House, o sorriso da loira se alargou e ela baixou sua mão mostrando a eles um Royal Straight Flush. 

— Isso é impossível! Você roubou! – O homem moreno de barba bateu na mesa. 

— Mas eu ganhei. – Ela respondeu já se levantando e passando rapidamente a mão pela mesa, pegando o medalhão. — Ninguém disse que não podia roubar. 

O homem se levantou abruptamente, jogando o barril com a tábua longe e dando um passo em direção aos irmãos, mas antes que pudesse acertar seu punho no rosto da loira, o cenário tremeu novamente e tudo rodou, levando Emma e Robin de volta para casa. Quando se viram novamente no quarto em que ela ocupava na casa de Maleficent, permitiram-se desabar na cama e riram do ocorrido por alguns minutos. 

— Será que você nunca vai parar de meter a gente em fria? – Robin se sentou.

— A culpa não foi minha. Nós precisávamos do colar ou não sairíamos de lá. – Swan respondeu. 

Ela pegou o colar e o ergueu na altura dos olhos. Um cordão de couro segurava um pingente com uma pedra azul dentro e era possível ver um brilho fraco emanando dela. Levantaram-se e foram até o quarto em que Tinker estava descansando e encontraram Killian e Regina sentados ao lado da cama da fadinha, conversando em sussurros. Quando a morena a viu, apressou-se em sua direção, tocando seu rosto gentilmente.

— Onde você estava? Senti minha magia oscilar como quando fomos parar naquela casa...

— Eu tive outra daquelas viagens no tempo. – Emma riu e mostrou o colar a ela. — Mas dessa vez eu não tenho ideia a quem isso pertence. 

Killian se levantou e caminhou até elas como se suas pernas tivessem vontade própria, atraindo a atenção das duas. Seus olhos fixos no colar diante dele. Emma trocou um rápido olhar com Regina, perguntando silenciosamente o que deveria fazer. O rapaz parecia em transe. Swan entregou o colar a ele e Jones o colocou no pescoço, sorrindo quando a pedra brilhou num azul intenso, tanto quanto como seus olhos, assumindo um tom mais escuro do que o habitual e voltando ao normal quando o brilho da pedra diminuiu. 

— Acho que já encontramos o dono deste. – Regina sorriu e deu um selinho na loira. 

— Acho que sim. – Swan entrelaçou seus dedos nos dela e a puxou para sim em um abraço carinhoso. — Apenas por curiosidade, eu fiquei fora por quanto tempo dessa vez? 

— Umas duas horas. – Ela respondeu enquanto a ponta de seus dedos deslizava preguiçosamente sobre o tecido da blusa de Emma. 

— Alguma melhora? – Emma apontou com o queixo para a cama. — Alguma notícia de Maleficent? 

— Tinker continua dormindo, embora sua respiração esteja normalizada. Acho que ela vai levar um ou dois dias para se recuperar totalmente... E Maleficent ainda não retornou. 

 

(...)

 

Maleficent estava com os rapazes na caverna em que Emma e Regina estiveram na noite passada. Talvez elas não soubessem, mas aquelas águas tinham poderes e eles torciam para que funcionasse com o ferimento de Graham. Com a ajuda de Gus e David, a feiticeira deitou o moreno na grama próximo ao lago e, enquanto os dois retiravam a camisa dele, ela caminhou depressa até a cortina formada por galhos, folhas e ramos e adentrou o lugar para voltar com um recipiente cristalino. Ela o mergulhou no lago e despejou um pouco da água sobre o ferimento do rapaz. Imediatamente a mancha negra parou de crescer em seu corpo e sua respiração começou a voltar ao normal aos poucos. Continuava desacordado e a ferida, apesar de não avançar mais, não regredia também. 

— August, vá até a anciã e veja se ela pode vir até aqui. Eu não compreendo porque a mancha não está desaparecendo. – Maleficent pediu. 

O rapaz assentiu e fez o seu caminho para fora da caverna de gelo. Correu pela floresta até chegar à caverna onde a senhora vivia encontrando com Merida e Anna sentadas na entrada. 

— Eu preciso falar com a anciã. – Gus alternou seu olhar entre as duas. — Graham precisa de ajuda. 

— O que aconteceu? – Merida se levantou e começou a caminhar para dentro da caverna com o outro ao seu lado.

— Nós fomos resgatar Tinker e quando estávamos saindo o Duncan o acertou. Maleficent está com ele e David na caverna de gelo. 

Merida o levou até o fundo da gruta onde a senhora já os esperava. Ela olhou para August e pediu para que a ruiva mandasse Anna até a pousada de Elsa e Ingrid e as entregasse a urna enquanto elas iriam até a caverna de gelo com o rapaz. A mais nova pegou a urna e a enrolou em um manto escuro, colocando-a em uma bolsa de couro e se debandou para a pousada.

 

(...)

 

Emma estava deitada em sua cama, perdida em pensamentos, quando batidas na porta despertaram sua atenção. Regina estava parada com duas canecas em suas mãos e sorriu quando a loira se virou para ela. 

— Entre. – Emma se ajeitou na cama e bateu com a mão para que ela se sentasse ao seu lado. 

— Trouxe chocolate quente para você, imaginei que estivesse cansada e precisando de um desses. – Regina entregou a ela uma das canecas e permaneceu com a outra. 

— Tem certeza que isso é só chocolate quente? – Emma perguntou após tomar um longo gole. 

— Talvez tenha um pouco de conhaque na sua bebida. – Mills riu e se ajeitou ao lado da loira puxando o edredom sobre si também. 

Permaneceram conversando pela noite adentro sobre a ida até o centro de compras e sobre a viagem no tempo que Swan fizera com o irmão. 

Lily estava na cozinha com uma caneca de café com conhaque em e seu olhar distante, reflexiva. Robin pegou alguns pães e uma caneca de chocolate quente e sentou-se ao lado dela, iniciando uma conversa tranquila para tentar deixa-la mais calma. Ele a conhecia o suficiente para saber por sua postura que algo a estava deixando nervosa, mesmo que não soubesse exatamente o que. 

Killian estava quase caindo no sono quando Tinker se mexeu, o fazendo pular assustado. Ela se encolheu na cama e abriu os olhos ainda um pouco zonza enquanto ele se ajoelhava e levava a mão à sua testa para medir a temperatura. 

— Por quanto tempo eu dormi? 

— Não tempo o suficiente para repor suas energias. Você está segura agora. Volte a descansar. – Killian se levantou e voltou a sentar na cadeira ao lado da cama. 

— Onde estão os outros? Estamos na casa de Maleficent? – Tinker puxou o edredom sobre si, estremecendo levemente. 

— Sim, estamos na casa de Maleficent. – Sorriu fraco para ela. — Zel e Ruby finalmente me ouviram e foram descansar em um dos quartos vagos. Mal e os rapazes ainda não voltaram. 

 

(...)

 

Anna caminhava agitada pela floresta enquanto os primeiros sinais da aurora boreal surgiam no céu. Carregava a bolsa de couro presa firmemente contra si e os passos firmes pela neve baixa. Nuvens de fumaça saíam de sua boca conforme respirava e uma brisa forte a fez estremecer e puxar o casaco contra o corpo. Quando chegou até a porta da estalagem, Elsa estava sentada na varanda com uma caneca em mãos, o cabelo preso em uma trança lateral, uma calça de moletom escura, botas de neve e um casaco azul-claro fechado até o pescoço. Ao ver a ruiva se aproximar, levantou-se rapidamente e foi ao seu encontro, estranhando a presença da garota ali àquela hora. 

— Anna! Aconteceu algo? – Acariciou os braços da ruiva. 

— A anciã mandou que eu viesse para cá e trouxesse uma coisa para você e Ingrid. – Anna respondeu batendo os dentes. 

A aurora boreal brilhava no céu com suas cores fortes e o vento havia aumentado consideravelmente, intensificando a sensação de frio. O céu estava pintado de verde, rosa, vermelho e amarelo, além do manto negro da noite. Elsa passou um braço pelos ombros da outra em um abraço de lado e a levou para dentro da estalagem. 

— Venha, beba isto. – Entregou-lhe uma caneca com chocolate quente e conhaque e guiou-a até perto da lareira. 

A ruiva agradeceu e virou um longo gole da bebida, sentindo seu corpo logo começar a se aquecer. Pegou a bolsa que estava com a urna e a entregou para Elsa. A loira a olhou surpresa. Quando a pegou, um brilho azul fraco emanou do interior da urna. Ingrid apareceu na sala com alguns pães com ervas e fondue de queijo, sentando-se junto a elas e ouvindo o que Anna tinha a dizer. 

 

(...)

 

A anciã chegou na caverna com August e caminhou rapidamente até o lago onde Maleficent e David cuidavam de Graham. Pediu que os rapazes ficassem de guarda na entrada enquanto ela e a feiticeira trabalhavam na cura do guardião. Widow – a anciã – olhou para o céu e viu as cores da aurora boreal brilhando intensamente, trocando um olhar com a mulher ao seu lado. Sem nada dizer, posicionam-se ao redor de Graham e iniciam o procedimento para tentar curá-lo. Os olhos da anciã se abriram de repente e, no lugar do costumeiro azul, brilhava uma luz branca, quase como um fogo celestial. Ela estendeu suas mãos sobre o corpo do guardião, mas sem toca-lo, e Maleficent o segurou firme quando ele começou a se tencionar e espasmos fortes percorreram seu corpo. Ondas de energia irradiavam da anciã e do rapaz, se alastrando por toda a caverna. A feiticeira suspeitava que tamanha carga de energia pudesse ser sentida até mesmo por Cora em sua casa e ela torceu apenas para que ela estivesse bem, assim como os que estavam em sua casa. 


Notas Finais


E aí, o que acharam?

O que esperam para os próximos?

Nos vemos em breve. =)

Beijos e bom final de semana. <3


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