História Like a Bird - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Goku, Vegeta
Tags Gochi
Visualizações 65
Palavras 956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem-me qualquer erro.
Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 13 - Saída do hospital


Fanfic / Fanfiction Like a Bird - Capítulo 13 - Saída do hospital

Ela está sentada na cama.  Espera a Bulma pagar o hospital. Ela observa a manhã pela janela. Ansiava tanto por esse momento, sair finalmente do hospital. Tem saudades de casa. Há meses que não vê o próprio lar. Ainda não tem firmeza na perna esquerda, mas andará com a ajuda de muletas.

- Chi, Vamos? - Bulma fala tirando ela de seus devaneios.

- Vamos - ela fala alegre. Ela levanta da cama eufórica.  Havia tempo que não sentia essa emoção.

Elas caminham pelos corredores do hospital.  Despende-se de inúmeros enfermeiros e médicos.  Até saírem do lugar e irem ao estacionamento. Vão até um carro preto esportivo. Bulma a ajuda a se ajeitar no banco, já que ela está com dificuldades com a muleta.

Com o carro saindo, ela observa as fachadas dos estabelecimentos. Os postes apagados mal os conseguiam ver. Via os outros carros, como sentia falta do movimento no trânsito. As árvores começam a aparecer com mais frequência. Estão chegando à parte mais rural da cidade grande. Porém, Bulma logo para em uma residência.  Ela abre a porta do carro com animação saindo do veiculo desajeitadamente.

-Calma Chi, já tá em casa não precisa “sobreviver” mais - Bulma fala fazendo as aspas com os dedos. Está feliz com a volta da amiga para casa dela.  – Seu sorriso está muito visível, parece que até que alguém te deu morangos – continua a falar ao meio de um sorriso.

Bulma vai à direção dela e a acompanha para entrar em casa. Bulma abre a porta para ela, que entre em seguida. Olha sua mobília simples, mas aconchegante. O cheiro familiar de suas plantas a emociona. Ela senta-se no sofá e faz sinal para que Bulma sente também. Apoia as muletas no encosto do sofá e vira para ela.

- Antes que fale qualquer coisa ou reclame, contratei uma funcionaria para limpar sua casa. Ela ficará aqui trabalhando até você melhorar a sua perna. Sei que gosta de fazer isso sozinha, mas não posso deixar você fazer isso sozinha – Bulma explica-se. Ela olha irritação, mas logo entende.

- Obrigada Bulma, o que eu seria sem você? – ela agradece a abraçando.

- Então... Não queria te falar nada, mas já que insiste... – Bulma debocha. Ela então desfaz o abraço e revira os olhos, além de bufar – Mas o que você tinha a dizer? – perguntou Bulma em meios de risos.

-Com essa idiotice, até esqueci o que ia dizer, sua desgraça – ela diz irritada. Bulma gargalha, enquanto levanta.

 - Quanto amor – Bulma diz – Mas deixarei você sozinha um pouco pra curtir a volta pra sua casa com a solidão. Mas amanhã, te buscarei para irmos a um restaurante. Contará o que aconteceu com você. O Goku e o Vegeta também estarão lá – continuou ela. Então parou um pouco e pensou - Mas suspeito que o Vegeta já sabe de tudo – finalizou Bulma.

Ela respirou fundo e concordou com a cabeça. Bulma despediu-se dela com abraço e beijo no rosto. Saindo logo em seguida. Ela suspira e escuta o barulho do motor do carro se afastar. Então pega o controle de televisão e a liga. Tenta ver jornal de noticia, porém, todas as matérias a lembrava da violência que sofreu. Então, trocou de canal. Vários canais com filmes e desenhos desinteressantes. Entediada, desliga o televisor e joga o controle pra um canto do sofá. Encara o aparelho por um tempo até pegar as muletas e levantar.

Caminha lentamente para cozinha. Anda até a geladeira e a abre. Há muitas frutas e frios, provavelmente foi Bulma que comprou. Ela pega uma maça e fecha a geladeira. Vai à torneira e lava a fruta. Pega um prato no armário e anda até seu quarto. Observa as luzes solares invadir o cômodo. Ela deixa a maçã no criado–mudo. Então, abre a janela e sente o vento bater levemente seu rosto. Ela senta-se na cama e apoia as muletas na cama. Ela arrasta seu corpo para se sentar na cabeceira da cama. Confortável, pega sua maça e a morde.

Pensa nas palavras de Goku quando o reviu. Desde aquele dia, não conseguira falar com ele novamente, sempre era sedada antes. Ficou muito frustrada com isso. Come novamente. Repara que nuvens escuras cobriram o sol. Come rapidamente a fruta e coloca no prato no criado-mudo. Ela deita e tampa-se com a coberta. Consegue dormir facilmente.

Acorda. A janela está fechada. Está chovendo lá fora. Olha o relógio ao lado da cama marca 19h26min. Assusta-se com o horário. O prato que estava no criado-mudo sumiu. Imagina que fora a funcionária que Bulma contratou. Então pega as muletas e levanta. Anda até a sala para conhecê-la. Vê sua televisão ligada em um jornal qualquer. Porém não vê ninguém.

-Olá? – fala com medo em sua voz, o que fez soar baixo. Escuta barulhos na cozinha. Ela vai em direção. Segura fortemente as muletas em suas mãos. Está suando e suas panturrilhas estão pulsando, mas continua a caminhar em direção ao som. Está tremendo muito, o que a faz escorregar em um tapete. Ela esbarra em um armário e cai no chão. Ela fica parada por um tempo.

- Meu Kami-Sama, Chi. Você se machucou? – Goku fala em tom alto. Ela fica aliviada, mas logo fica nervosa novamente – Tá tudo bem?- ele pergunta e ela concorda – tem certeza? Você está pálida, suada e seus olhos estão esbugalhados – ele diz

- Eu to bem, mas vou lá saber que você estava aqui? Podia ser mais um louco que queria me sequestrar de novo – ela fala embravecida. Ele sorri envergonhado e coça a nuca.

- Me desculpa Chi, não foi minha intenção te assustar – ele fala constrangido. Ela sorri e suspira. Ele a ajuda a levantar. Ambos vão para a cozinha.

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Beijos e até a próxima.


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