História Like a Prayer - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bimmbinha, Mitologia Grega
Visualizações 4
Palavras 611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Madelaine Petsch = Catherine
Demi Lovato = Emma
Taylor Momsen = Amber
Candice swanepoel = Afrodite/Vênus
Plágio é crime!

Capítulo 1 - Prólogo


—“Tendes as letras que Cadmo vos deu, pensais que ele daria um presente dessa estirpe para escravos?” — com o cenho estreito, a loira jogou o livro de capa dura longe, levantando-se da cama. — Mas que chatice! — grunhiu, levando ambas mãos até o rosto e esfregando-o excessivamente. — Eu não agüento mais essas porcarias gregas. — afirmou.

—Por quê? — questionou a Lynch de cabelos ruivos, sentada em sua confortável poltrona vermelha, de frente para o computador branco da Apple, digitava nervosamente alguma coisa no world.

—Que há de tão interessante na cultura Greco-romana?

—Bom — Cath dissera, sem desviar os olhos da tela do computador para encarar a amiga. — A Grécia é literalmente o berço da civilização, graças a ela temos os Jogos Olímpicos,  filosofia...

—O primeiro eu repudio e o segundo é pura estupidez. — Amber espreguiçou-se. —  Além do mais, do que serve a filosofia senão impedir-nos de sairmos mais cedo da escola? Filosofia e sociologia são duas coisas completamente monótonas, deveriam ser abolidas do currículo escolar.  — dizia, não dando espaço para que a amiga retrucasse.

Revirando os olhos, Catherine desistiu. Amber tinha um ódio inexplicável pela cultura grega, e nada do que dissesse seria capaz de reverter isso.  Puxando a poltrona para mais perto da tela do computador, ela olhou atentamente para a página do world, lendo as palavras que havia digitado até então. 

—Certo, cento e sete palavras pode ser considerado um avanço. — murmurou para si própria, estralando os dedos, lutando internamente contra o sono que tomava conta de si. — Que horas são? — perguntou para Amber, mas notou que a amiga não estava prestando atenção em si.

Com uma sobrancelha arqueada, Catherine desviou sua atenção do computador para observá-la; a loira estava escorada na sua janela, com os olhos fixos sobre o céu e demonstrando tamanha concentração que ela achou melhor não interrompê-la. Aquele aparente défict de atenção da francesa era uma característica hereditária de seus pais biológicos.

Balançando a cabeça lentamente, a ruiva voltou novamente sua atenção para a introdução do seu trabalho. Ou melhor, tentativa de uma.

A porta do quarto abriu em um solavanco, despertando a loira de seu transe momentâneo, fazendo com que a mesma se virasse para encarar a recém chegada, sendo imitada por Cath, que também olhara para o local de onde Emma surgia.

—Santo Zeus! — murmurou a prima, com os olhos levemente arregalados. — Emms, o que aconteceu com você?

Envergonhada e com os olhos negros marejados, Emma baixou a cabeça, tornando a soluçar, sentindo-se especialmente humilhada naquela noite. Amber a encarava, ceticamente.

—Foi o Scott. — murmurou a morena, em meio a soluços. — Estávamos dançando e daí... E daí... — irrompeu em um choro explosivo e sensível, incapaz de completar sua sentença, sendo abraçada imediatamente pelas amigas. — Ele me empurrou em uma poça de lama — continuou, depois de três minutos terem se passado.

—Filho da puta! — gritou Amber, afastando-se repentinamente. — Aquele franguinho de Hitler te empurrou? Isso é covardia! Ele passou de todos os limites. — afirmou, abaixando-se para procurar as chaves da sua moto, que tinha certeza absoluta de estarem dentro do quarto.

—Amber...Amber... — Emma tentou enxugar as lágrimas, sem sucesso, seu rosto estava completamente sujo de lama, e, agora, molhado com pequenas gotas de decepção que escorriam de seus olhos; afinal, que outro nome melhor para aquelas lágrimas senão aquele? Era pura decepção. — O que está fazendo?

—Como assim o que estou fazendo? — retrucou a loira irritada, alcançando enfim a chave da sua Harley Davidson, que de fato estava debaixo da cama, como ela desconfiava que estaria. — Eu anda não fiz nada — rugia vorazmente. — Mas eu vou fazer muito em breve. Aquele otário vai se arrepender do que fez a você! — garantiu.

Ops, aquilo não acabaria bem.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...