História Like a Shadow - Imagine Jimin BTS - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Imagine, Imagine Jimin, Jimin, Jungkook, Killercypher, Las
Exibições 597
Palavras 2.804
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas :3

MUITO, MUITO OBRIGADO PELOS 270+ FAVORITOS E PELOS COMENTÁRIOS, VOU SEMPRE REPETIR, ATÉ VOCÊS ENJOAREM, QUE SÃO PESSOAS INCRÍVEIS E MARAVILHOSAS!!! VOU PÔR TODAS NUM POTINHO <3

Boa leitura ;3

Capítulo 11 - Número Bloqueado


Fanfic / Fanfiction Like a Shadow - Imagine Jimin BTS - Capítulo 11 - Número Bloqueado

PARK JIMIN

Quarto do Jimin & Jungkook, Dormitório do BTS.

Maio de 2018, madrugada do incidente, 1:42 a.m.

– E então, como foi hoje? – Jungkook me perguntou quando deitei na cama depois de tomar banho e escovar os dentes.

Seus olhos estavam vidrados em qualquer coisa no celular.

– Foi incrível... – Eu disse com um sorriso bobo. Esse sorriso sempre aparecia em meu rosto quando _____ vinha em minha mente. – Não tinha essa sensação fazia muito tempo.

Meu celular vibrou anunciando uma mensagem. Por um momento achei ser de _____ , mas era de um número desconhecido.

Número Bloqueado: Tão lindo ver vocês, mas o que será que as fãs achariam de saber que você está em um relacionamento?

Logo em seguida, uma imagem da ______ e eu dentro do metro apareceu em minha tela.

PUTA QUE PARIU!

Jimin: Quem é?

Número Bloqueado: Acha que levaria quanto tempo para a mídia publicar e isso se espalhar por diversos países?

Número Bloqueado: Minutos?

Número Bloqueado: Segundos?

Número Bloqueado: Particularmente, acho que seria antes mesmo de alguém terminar de dizer “Park Jimin” J

Jimin: QUEM É???

Número Bloqueado: Devia se preocupar com o que pode acontecer com a sua namoradinha quando a foto for ao ar...

Número Bloqueado: Algumas fãs são bem extremistas, ou pessoas do seu passado.

– Hyung? – Jungkook me chamou, tirando minha atenção do celular e agora eu lhe encarava. – Está tudo bem? Você ficou pálido de repente.

Me levantei e entreguei o celular para ele, que começou a ler as mensagens e ficar com o cenho mais franzido a cada mensagem lida.

– Mas que merda é essa? – Levantou a cabeça em minha direção.

Eu não sabia o que devia fazer ou falar.

Se aquela foto fosse parar na internet, não era minha carreira que estava em risco, mas sim a segurança da _____. Seu rosto estava totalmente a mostra na foto, e uma brasileira na Coréia do Sul não é lá tão difícil de se encontrar.

Meu celular voltou a vibrar.

Número Bloqueado: Uns chamam de Karma, já eu prefiro chamar de acerto de contas.

Número Bloqueado: Jiminnie, se não for para ficar comigo, não ficará com ninguém.

Número Bloqueado: Gostaria de dizer que sinto muito, mas não sinto.

Número Bloqueado: Pense que estou fazendo isso para o seu bem! Essa garota arruinaria sua carreira. Aliás, já está arruinando.

Não se passaram nem dois minutos desde a ultima mensagem quando o manager entrou no quarto e olhou em minha direção, dizendo furioso:

– Que parte do 'seja discreto em seu relacionamento' você não entendeu, Jimin?

Jesus, eu estava com muito medo de perguntar o motivo daquela explosão.

– Como assim? Eu estou sendo discreto... – Respondi com a voz quase falhando na ultima palavra.

– Sua foto e da sua namorada no metro sendo espalhada pela internet não é ser discreto! Muito pelo contrário, está longe disso!

Meus olhos se arregalaram e logo fui pesquisar meu nome no Google, que – para minha surpresa – era a noticia mais bombada dos últimos dois minutos, e a cada minuto que passava mais compartilhamentos aquilo tinha.

Entrei no primeiro site e li a notícia que ornava com a imagem que haviam me mandado pelo celular:

☆★☆

' PARECE QUE JIMIN ARRANJOU ALGUÉM PARA CESSAR SUA ‘GUERRA DE HORMÔNIOS'

Nessa noite de domingo, Park Jimin – de um dos grupos mais quentes do mundo K-POP – foi visto com uma suposta namorada no metrô na volta para casa depois de – quem sabe – um encontro.

Quem é a sortuda?

Segundo a pessoa que tirou a foto ‘Ela é uma estrangeira que já esteve aqui anos atrás e fez Jimin se apaixonar por ela com ele saindo com outra enquanto isso, então, sumiu depois. Ela só voltou porque Jimin é famoso! Isso é tudo que importa para ela!’

Ou então ela não é tão sortuda assim, não é mesmo?

A pessoa que tirou a foto diz ter acompanhado tal relacionamento de Jimin à distancia, e confirma com unhas e dentes de que viu tudo com os próprios olhos.

Será mesmo que ela só está com Park Jimin pelo seu sucesso?

Muitas perguntas nos aparecem, mas nenhuma resposta.

Vamos aguardar a empresa divulgar alguma nota sobre o assunto, e, até lá, vamos ver se a garota sobrevive às bombas, e não são dos lighsticks que eu estou falando!

Que ela seja a prova de balas – assim como Park Jimin – depois dessa notícia.

Reações de algumas das internautas:

[+1,391, -67] Ela devia voltar para o país dela. Onde já se viu tomar o nosso Jimin assim? E ainda por sua fama...

[+1,124, -162] Que coisa feia destruir o relacionamento dos outros e ir embora dessa forma...

[+116, -2] Alguém devia dar um tapa na cara dela e dizer que não pode sair de Deus sabe onde para usar nosso Jiminnie!!!! QUE NOJO

[+103, -4] Situação lamentável a dela...

[+87, -1] A deportem de uma vez, pelo amor!!

[+71, -6] Pobre garota, cavou a própria cova.'

☆★☆

Meu mundo pareceu se desfalecer sobre meus pés.

O que porra eu tinha feito?

O QUE PORRA EU ESTAVA PENSANDO QUANDO DISSE QUE ERA UMA BOA IDEIA IRMOS A UM ENCONTRO?

No fim eu pensei só em mim, na minha segurança, mas e ela? Alguma porra de vez eu pensei na merda que ficar comigo tornaria a vida dela?

– Como descobriram que ela esteve aqui anos atrás? – Jungkook aparentemente estava vendo a mesma notícia que eu. – Você tem alguma ideia de quem possa estar por trás disso, hyung?

Balancei a cabeça em negativa. Mas por que sempre tinha de haver um problema conosco?

Grunhi de raiva e soquei a parede na minha frente.

– Socar a parede não vai fazer esse problema sumir, Jimin! – O manager disse parado de pé do lado da porta.

– Você devia ligar para ela, hyung!

Fui em direção ao guarda roupa pegando uma blusa e uma calça jeans.

– Liga pra ela e avisa que estou indo até seu apartamento.

– Se você for lá só vai piorar! – O manager disse se aproximando de mim.

– Ela pode estar correndo perigo! – Falei olhando para cima enquanto estava sentado na cama colocando as meias. – Você sabe melhor que ninguém o quão longe uma sasaeng pode chegar!

– ______? Desculpa se eu te acordei, mas é que é urgente! – Jungkook estava falando no celular de modo desesperado.

Eu não sabia o que ______ estava dizendo para Jungkook, mas pelo jeito estava completamente perdida.

– Fala para ela que estou a caminho! – Sussurrei.

– As sasaengs! Se elas descobrirem onde você mora ou onde trabalha, só Deus sabe o que serão capazes de fazer! Olha, Jimin está a caminho, ele disse que precisava ver com os próprios olhos se estava tudo bem com você. – Um momento se passou. – Como ele já chegou se nem saiu do dormitório ainda?  ALÔ? ______? – Jungkook gritava no celular e meu desespero tomou conta. – ALÔ? ME RESPONDE!

– O QUÊ FOI? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? – Gritei desesperado. Peguei o celular de sua mão e o coloquei em minha orelha. – ALÔ? ______, ME RESPONDE, POR FAVOR!

Joguei o celular de volta para Jungkook e sai correndo para fora do dormitório e indo em direção ao prédio de ______.

Corri mais rápido do que já havia corrido em toda a minha vida, provavelmente resultado de toda a adrenalina que corria em minhas veias.

Abri a porta de entrada num enorme estrondo que com certeza o morador do ultimo andar deve ter ouvido. Comecei a subir o primeiro lance de escada, fui para o segundo que, na metade do caminho, esbarrei no ombro de alguém com muita força, fazendo a mesma grunhir em reclamação. O boné que estava usando havia caído no chão e me abaixei rapidamente para pegar e entrega-lo, mas quando meus olhos se encontraram com o da pessoa vestida completamente de preto, a mesma virou e saiu correndo desesperadamente.

Aqueles olhos. Já tinha visto aqueles benditos olhos em algum lugar.

Chamei minha própria atenção pensando que agora não era hora de pensar naquilo e voltei a subir o resto dos degraus.

Os segundos seguintes me passaram como em câmera lenta assim que vi a porta do apartamento da ______ totalmente aberta.

Entrei com tudo e a encontrei deitada no chão, um fio de sangue despontando do canto de sua boca e os braços envoltos no próprio corpo.

Corri em sua direção gritando seu nome, parecia que eu estava sentindo tudo que ela sentia, só que pior.

– O que aconteceu? Como você está? – As perguntas vinham aos montes e as palavras se atropelavam em minha boca. – Onde está doendo?

Me ajoelhei assim que cheguei perto de seu corpo no chão e segurei sua cabeça enquanto passava meu braço pelos seus ombros, erguendo parte de seu corpo do chão.

– Por favor, _____, fique acordada! Você não pode fechar os olhos, por favor! – Eu estava desesperado. – Se você estiver me ouvindo, me responde! Preciso saber que você está me ouvindo!

A ajeitei em meu braço e coloquei minha mão em sua bochecha direita, pedindo aos céus e a ela mentalmente que ficasse acordada até que eu conseguisse ligar para a emergência e a ambulância chegasse.

Mas ela não respondeu. Com muito esforço, levou sua mão – que antes pressionava um lado da costela – até a minha que estava em seu rosto e apertou de leve, como se me dissesse que estava me ouvindo.

Seu aperto foi tão fraco, mas me doeu por inteiro, como se eu tivesse levado um tiro.

Então seus olhos se fecharam e desespero não era nada perto do que eu comecei a sentir.

Peguei meu celular e liguei para a emergência.

Tudo que passava em minha cabeça agora era que ela não me deixasse assim...

Não sei se sobreviveria se ela me deixasse. Não sei se sobraria algo. Só sei que ela havia se tornado meu tudo novamente, e que, sem meu tudo, o que restaria de mim?

Hospital, Seul.

Maio de 2018, segundo dia depois do incidente, 2:13 p.m.

– Ela vai ficar bem, não é?

Perguntei para o médico que estava cuidando de _____.

– Sim, ela vai ficar tão bem quanto estava antes. – Ele respondeu.

– Mas porque ela não acordou ainda? Faz dois dias... – Eu estava tentando controlar a raiva e angustia na voz, mas estava ficando cada vez mais difícil.

Esse médico só podia estar de sacanagem comigo!

– Ela sofreu um ferimento muito forte na cabeça, Sr. Park... – Ele falava como se ela tivesse simplesmente batido a cabeça e criado um galo no lugar. – Ela só está descansando. Quando o corpo dela se sentir pronto para despertá-la, ela vai acordar, não se preocupe! – Dizia com toda a tranquilidade do mundo.

Eu queria que ela acordasse agora, queria que o corpo dela quisesse que ela acordasse agora.

Juro que não sabia como o médico podia ficar tranquilo vendo alguém dormir dois dias diretos, sem se mexer. Se o aparelhinho cardíaco ao lado de sua cama não indicasse que seu coração batia normalmente, eu já pensaria que tinha acontecido o pior.

Era errado pensar que estava pior que a pessoa que estava deitada na cama daquele hospital? Por mais errado que isso pareça ser, era assim que eu me sentia.

Hospital, Seul.

Maio de 2018, terceiro dia depois do incidente, 6:53 p.m.

Já era o terceiro dia que ela estava imóvel.

Era frustrante, pois queria saber se ela estava sentindo dor, se eu podia fazer algo... Queria que ela soubesse que não sai do seu lado em nenhum momento.

Mentira.

Hoje eu havia saído para ir até a floricultura que ficava há uma quadra do hospital e comprei margaridas. Era sua flor favorita. Ambas tinham uma pureza que combinavam aos meus olhos. Ambas eram simples, mas cheias de encantos únicos.

Queria que quando acordasse e virasse para o lado, além de me ver, visse também as flores e ficasse feliz em saber que eu me lembrava de qual era sua flor favorita depois de tanto tempo.

Jungkook veio até o hospital ver como ela estava. Até então, nós estávamos conversando apenas por mensagens.

Ele havia ficado muito abalado com tudo aquilo, e eu não entendia direito o porquê, mas acreditava ter haver com algo em seu passado.

O fato de ele ter se esforçado tanto para vir ao hospital – que parecia ser algo do tipo enviar ele para o corredor da morte – significou muito para mim. Ter alguém do meu lado era uma sensação boa.

Quando entramos no quarto, a enfermeira estava checando o estado de _____ quando se virou para mim dizendo:

– Precisamos ligar para a família dela.

– Eu não sei o número de ninguém... Procurei em todos os lugares e não encontrei nada.

E realmente havia procurado por todo seu apartamento depois de ver que não havia o número em seu celular, no dia do incidente, depois que a ambulância a levou.

Pelo visto, a relação de _____ com os pais era algo complicado e eu não estava sabendo de nada.

Imaginei o que ela podia estar passando sozinha.

Quando estivesse melhor o suficiente, seria a primeira coisa que eu lhe perguntaria.

– Você não pode ficar aqui por mais tempo, hyung. – Jungkook se virou para mim.

Eu sabia que tinha que voltar para minhas atividades do mundo ‘Hallyu’, mas quem disse que eu conseguiria me focar em outra coisa quando quem eu amo estava deitada numa cama de hospital?

– Eu sei, mas não posso deixa-la aqui sozinha. – Suspirei. – Ela não tem ninguém além de mim, Jungkook.

– Acho que você devia se dar um tempo também, hyung... Eu te entendo, mas ficar aqui só farão os rumores lá fora aumentarem. – Jungkook repousou a mão direita em meu ombro esquerdo. – Você precisa fazer algo para tirar o foco dela, ou as coisas podem piorar quando a bomba explodir de verdade. Na verdade, se ela explodir, pois não sabemos o que pode acontecer.

Olhei para ______, com a lateral do olho esquerdo num tom de lilás e verde, e me veio o peso da realidade.

O peso do que – convenhamos – era culpa minha.

Eu precisava protegê-la! Precisava tirar o foco totalmente dela e se eu dissesse algo na mídia sobre o assunto, iria só piorar, então, precisava seguir com a agenda normalmente, mesmo que minha vontade fosse de ficar aqui até que acordasse. Mesmo que minha vontade fosse de ficar com ela para sempre.

Respirei alto e indiquei com a cabeça a porta para Jungkook, para que pudéssemos conversar sem a enfermeira por perto.

– Como andam as notícias? – Perguntei temeroso.

– Ninguém sabe que ela foi agredida nem nada. Só andam especulando se você está mesmo ou não em um relacionamento, e quem seria ela.

Menos mal...

– Jungkook... – Eu disse depois de longos minutos de silencio.

– Sim?

Eu não sabia se queria contar aquilo para ele. Guardei aquilo pra mim desde que cheguei ao hospital porque não sabia o que fazer, mas estava sentindo um nó imenso dentro de mim, um nó que precisava ser desatado e só seria quando eu contasse pra alguém.

– Quando estava subindo as escadas do prédio da _____ eu esbarrei com quem agrediu ela. Quero dizer, com que eu acredito ter sido a agressora.

– O QUÊ? – Os olhos de Jungkook pareciam saltar das órbitas. – VOCÊ ESBARROU COM QUEM AGREDIU A _____?

– Shiu, fale mais baixo! – Eu disse olhando para todos os lados vendo se alguém estava prestando atenção em nós. – E... Eu vi o rosto dela.

– E o que você está esperando exatamente pra fazer alguma coisa a respeito?

– Se eu for à delegacia denunciar, não acha que a pessoa abriria a boca para a mídia? – Jungkook balançou a cabeça como se estivesse parando para pensar um momento e concordasse. – Mas isso não é a pior parte, Jungkook...

Fechei os olhos me preparando para a bomba que iria soltar agora.

– Eu acho conheço a pessoa que fez isso. – Jungkook ficou pálido e boquiaberto quando eu disse aquilo. – Mas acho que _____ não deveria saber nada a respeito. Nem que eu sei e nem quem é.

– Você quer esconder isso dela, Jimin? – Jungkook parecia indignado com a minha decisão. – Você sabe o que pode acontecer se ela descobrir que você sabe o tanto que sabe? E sinceramente, hyung... Se ela descobrir, nunca mais perdoa você.

Ouvir aquilo de Jungkook era algo que eu sabia, mas ainda era difícil ouvir.

– Afinal, você está protegendo quem a agrediu ou está protegendo _____, Jimin? – Jungkook dizia ainda incrédulo.

Nem eu mesmo sabia que merda estava pensando e fazendo decidindo isso, mas no momento me parecia o certo. No momento, me pareceu estar protegendo ______, e não o contrário.

Eu precisava arriscar, pois se ______ descobrisse quem a agrediu, ela me culparia e – meu Deus – mesmo eu sabendo que era minha culpa, eu não a queria apontando o dedo para mim e chorando dizendo que preferia não ter me reencontrado. Que preferia nunca ter me conhecido.

Eu precisava tentar.

Por mais errado que fosse, eu precisava tentar.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3
Até o próximo capítulo, meus anjos <33


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