História Like a Shadow - Imagine Jimin BTS - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Imagine, Imagine Jimin, Jimin, Jungkook, Killercypher, Las
Exibições 623
Palavras 3.503
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas :3

MUITÍSSIMO OBRIGADO PELOS FAVORITOS E COMENTÁRIOS, VOCÊS SÃO INCRÍVEIS DEMAIS <3333

Boa leitura ;3

Capítulo 12 - Ligação da madrugada


Fanfic / Fanfiction Like a Shadow - Imagine Jimin BTS - Capítulo 12 - Ligação da madrugada

Hospital, Seul.

Maio de 2018, 8:03 p.m.

Fazia uma semana e meia que eu estava no hospital e finalmente recebi alta. Depois de muito insistir, Jimin havia voltado para sua agenda lotada, mas sempre que tinha uma brecha, me ligava ou mandava mensagem. Se eu não achasse fofa sua preocupação, ficaria irritada. Se havia algo que me irritava, era alguém ficar no meu pé ou deixar alguém preocupado; Jimin estava com o combo, mas como o amava, optei por achar fofo.

Ele não queria que eu voltasse para o apartamento, que seria perigoso, que a agressora poderia voltar e tudo o mais. Por um momento me peguei pensando como ele tinha tanta certeza de que era uma agressora – no feminino – e não um agressor, porque juro, os chutes que recebi na costela não foram nada delicados, pareciam mais de um jogador de futebol, mas deixei pra lá, não me pareceu algo significativo para se questionar.

Eu não sabia como, mas depois de muita discussão, o convenci de que eu deveria voltar sim para o meu apartamento e que seria mais cuidadosa ao receber alguém. Ele não ficou nada feliz, mas sabia que não me convenceria do contrário.

– Muito bem Srta._____, a senhorita deve tomar esse remédio caso sinta dor. – O médico me disse entregando um frasco alaranjado com uma etiqueta. – E não se preocupe, assim como a mancha do seu rosto, a da costela também sumirá, mas como a agressão nela foi mais bruta, levará um tempo.

Assenti colocando o remédio dentro de minha bolsa.

Graças a Deus ao menos a mancha de meu rosto havia sumido por completo, não deixando nenhuma marca nem nada.

– Recomendo que passe um óleo, de sua preferencia, na costela todas as noites antes de dormir, pode ajudar. – Finalizou sorrindo.

Depois de nos despedirmos e eu agradece-lo juntamente com a enfermeira Lee, me dirigi até entrada do enorme hospital.

Estava escuro lá fora e o vento estava gostoso; me lembrou da noite em que voltei para Coréia. Parecia que fazia anos...

Minha alta era para ter sido amanhã à tarde, mas insisti tanto para o médico que queria dormir na minha própria cama que ele acabou cedendo.

Não que a cama do hospital não fosse confortável, mas não havia nada melhor do que a nossa própria casa, do que nossa própria cama e nosso próprio cheiro.

Meu celular vibrou anunciando que eu estava recebendo uma ligação, e, como esperado, era Jimin.

– Já está indo para casa? – Ele disse meio ofegante. Devia ou estar ensaiando, ou na academia.

– Sim, vou pegar o táxi agora.

– Eu vou te buscar, só aguente uns minutos!

– Não precisa Jimin... Consigo chegar bem em casa sozinha, não se preocupe!

– Me espere dentro do hospital. – Disse ignorando por completo minha relutância. – Não saia daí de dentro! – E desligou antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.

Se eu era teimosa, Jimin era tanto quanto.

Decidi não contrariar o senhor nervosinho e voltei para dentro do hospital como havia pedido. Me sentei num banco de metal estofado e respirei fundo pensando o que faria até ele chegar.

Olhei para a tela do celular e percebi que não havia mexido nele senão para mandar mensagens ou fazer ligações para Jimin. Minha curiosidade falou mais alto, e pesquisei pelo nome de Park Jimin no navegador. Milhares de notícias apareceram, a primeira que li foi a mais recente, havia saído ontem:

☆★☆

ENTÃO, O CORAÇÃO DE JIMIN ESTÁ NA VIBE ‘EU PRECISO DE VOCÊ’ OU ‘CORRA’?

Já se passou mais de uma semana desde que a notícia bombástica de que Park Jimin estava com uma suposta namorada no metrô saiu nas mídias, mas, até agora, não houve pronúncia tanto de Park quanto de sua empresa.

Me pergunto se a moça não passava de uma simples garota que o ajudava em algo relacionado a sua carreira ou só... Divertimento(?)

Pois convenhamos, Jimin está na melhor idade, por que não se divertiria com uma garota qualquer?

O garoto quente deu as caras juntamente com os outros membros num evento, agindo normalmente, como se uma segunda bomba de Hiroshima e Nagasaki não tivessem explodido no colo das pobres A.R.M.Y’s...

Então, vocês acham que foi um rumor em vão? Ou a garota que jurou de pés juntos que a suposta atual namorada de Jimin – que arruinou seu antigo relacionamento e o deixou sem dizer nem tchau – estava dizendo a verdade? Se for a segunda opção, o garoto já pode estrear como ator também, não concordam?

Não sei se isso seria visto com bons olhos pela ‘namorada’. Afinal, ele está lhe protegendo ou lhe escondendo? Quem ama, assume. É o que costumo dizer e acreditar, pelo menos.

Ainda estaremos aguardando as notas da empresa sobre o assunto.

Reação de algumas das internautas:

[+391, -47] Não acho que seja um simples rumor, essa garota parecia mesmo estar falando a verdade.

[+124, -102] Mesmo que por divertimento, ele poderia ter escolhido alguém melhor!!!

[+116, -2] Dava para ver o sorriso dela no metrô, mas ver ele agindo de modo normal nos eventos me faz questionar tal importância dela para ele.

[+143, -4] Se isso foi um mero rumor, juro matar a garota que o espalhou!!!!! RIDÍCULA, NÃO MERECEMOS SOFRER ASSIM PENSANDO QUE PERDEMOS NOSSO JIMINNIE PARA UMA QUALQUER!!

[+287, -1] Não deve ser apenas um rumor, a menina que contou a história não teria motivo para mentir sobre isso.

[+71, -4] Rumor ou não, ela deve ser insignificante para ele, pois ele sorria mais feliz que nunca nos eventos. Fazia até mesmo mais piadas que o normal.

☆★☆

Meu estômago embrulhou.

Insignificante?

Eu era realmente insignificante para Jimin?

Uma parte de mim sabia sim que eu significava muito para Jimin, mas a outra parte não me deixava em paz, questionando se eu era realmente tão importante assim para Jimin ou não. Ou se até mesmo ele enxergou que me ter em sua vida traria muitos problemas; traria problemas para sua carreira. E se ele só estava esperando eu melhorar por completo para terminar comigo?

Maldita insegurança repentina.

E que história era aquela de que eu destruí um antigo relacionamento?

Meu celular vibrou me assustando e quase derrubando o mesmo no chão.

– Alô? – Ninguém respondia. – Alô? – Olhei para a tela e vi que era um número bloqueado. – Alô? Quem é?

Então a pessoa desligou.

Franzi o cenho e dei de ombros.

Como um imã, como se eu adivinhasse, olhei para a porta de entrada do hospital e vi Jimin entrar por ela, com máscara, boné e a touca da blusa em sua cabeça.

Se eu não tivesse tanta certeza de que era ele, jurava que era um homem prestes a assaltar ou sequestrar alguém.

Quando me viu, pude perceber que sorriu pelo jeito que seus olhinhos se transformaram nos dois risquinhos que eu mais amava no mundo.

– Aqui. – Me disse entregando uma máscara e um moletom que julguei ser seu.

Peguei o moletom e, assim que o vesti, pude sentir o cheiro de seu perfume amadeirado e de amaciante.

Peguei a máscara de sua mão e coloquei as tiras atrás de minhas orelhas.

– Pronto. – Eu disse acenando com a cabeça quando vesti a touca do moletom.

Para minha completa surpresa, Jimin entrelaçou os dedos de sua mão nos meus e me levou indo em direção à porta pela qual passara minutos antes.

Se a máscara não estivesse escondendo metade de meu rosto, com certeza todos poderiam ver o quão vermelha eu estava. Apenas abaixei a cabeça e o acompanhei.

Jimin, como um completo cavalheiro, abriu a porta do passageiro para que eu entrasse e depois o fechou.

Assim que sentou no banco do motorista, colocou a chave no contato e deu partida, saindo do estacionamento.

– Desde quando você dirige? – Perguntei não sabendo disfarçar a surpresa em minha voz.

– Desde que consegui minha carteira de motorista, oras. – Olhei sério para ele, que me deu uma olhadela rápida e virou para frente rindo. – Já faz alguns anos, só não preciso dirigir com frequência.

– Ah...

O caminho do hospital até meu apartamento não foi nada demorado. Fomos num silencio confortável.

– O que você tem que parece tão distante? – Ele perguntou depois que tirou a chave do contato, tirando o cinto e se virando o tronco em minha direção.

Assim que me virei para olhar ele, percebi que havia se livrado da máscara e da touca da blusa, estando apenas com o boné preto virado com a aba para trás.

Jesus tivesse piedade de mim.

Não sabia se era porque estava com saudade ou o quê, mas ele estava tão irresistível.

Talvez fosse por conta do ar que o boné passava, um ar de moleque safado. Pelo menos era assim que Jimin estava parecendo agora. E estarmos num espaço pequeno que o carro nos proporcionava devia ajudar também.

Meus olhos desceram de seu boné – com os cabelos castanhos despontando do mesmo –, indo para seus olhos, caindo para sua boca, para a área de sua pélvis, parando em suas coxas torneadas visíveis em seus jeans rasgados, que eu não havia percebido que usava.

Eu queria lamber cada fresta de pele que o jeans me permitia ver.

Deus, eu queria Jimin dentro de mim aqui e agora, e não conseguia raciocinar direito sobre o quão perigoso isso poderia ser.

– Por que você está me olhando assim? – Ele perguntou rindo.

Soltei meu cinto enquanto tirava a máscara de meu rosto e fui direto para seu colo, passando por cima do câmbio do carro e ajeitando minhas pernas nas laterais de seu corpo. Ambas as minhas mãos foram para cada lateral de seu pescoço, com meus polegares encaixados em seu maxilar facilitando para que sua boca se encaixasse perfeitamente na minha. E quando nossos lábios se prensaram com força, chupei seu lábio inferior como num pedido para que ele permitisse que minha língua adentrasse sua boca, e como se tivesse entendido, deu passagem para minha língua invadir sua boca quente e que hoje tinha gosto de pirulito de cereja. Meu sabor favorito. 

Suas mãos foram direto para minha cintura, Levantando um pedaço do moletom e da camiseta que eu usava por baixo, para que pudesse sentir minha pele sob suas digitais e apertava de leve, me fazendo gemer em sua boca.

Não demorou muito, e as janelas do carro já estavam embaçadas por conta de nossa respiração ofegante.

Comecei a rebolar devagar sobre sua rigidez. Confesso que não era tão confortável quando ambos estavam de jeans, mas pude sentir seu volume aumentar e eu ficar cada vez mais molhada.

Abandonei sua boca e fui para seu pescoço, chupando de leve, dando mordidinhas e lambendo.

– Mas... O q-quê... – Ele não conseguiu terminar sua frase por conta de um gemido que escapou de sua boca.

Mordi seu lóbulo e depois sua cartilagem, tomando todo o cuidado com seu piercing. Minha mão direita se preocupava em puxar de leve seu cabelo curto e macio, enquanto a mão esquerda se encarregava de puxar o grosso tecido da blusa – que para minha surpresa, era a única coisa que ele usava, sem uma camiseta por baixo como eu – e tratei de explorar e arranhar de leve cada canto que conseguia alcançar daquela pele branquinha, macia e quente.

Minha vontade era de deixar marcas roxas de chupões em seu pescoço e arranhões em suas costas, mas eu sabia que não podia fazer nada disso por seu corpo ser algo 'publico'.

Enquanto mordiscava seu maxilar, as mãos de Jimin foram subindo meu tronco, até que eu deixei de mordisca-lo para gemer, gemer não de prazer, mas sim de dor, e ele percebeu.

Minha costela ainda estava um pouco sensível, e só a passada de sua mão já foi suficiente para reclamar de dor.

Eu sabia onde isso ia dar agora.

– ______... – Ele disse me afastando para conseguir olhar em meus olhos.

– Esquece isso, eu estou bem, vamos continuar, huh? – E tentei te beijar, mas ele desviou franzindo de leve o cenho.

– Você está dolorida ainda, não vou me arriscar te machucar. – Disse do modo mais carinhoso possível, mas com um toque de repreensão.

– Eu estou bem, Jiminnie... Por favorzinho...? – Sussurrei em seu ouvido, logo depois passando meu nariz levemente pela extensão de seu pescoço o fazendo se arrepiar todo.

Por um momento achei que ele cederia, mas então, como se tivesse caído em si, me afastou de seu pescoço.

– Não. Você está machucada, ______!

– Mas a gente faz devagarzinho, por favor... – Fiz beicinho e o olhei do modo mais irresistível que consegui.

Porém, não foi irresistível o suficiente, pois ele balançou a cabeça negando.

Aquilo me frustrou de um jeito que eu mesma me surpreendi – confesso.

Frustração sexual devia ser uma das piores – se não a pior – das frustrações existentes no mundo.

Grunhi dando um leve soco em seu peito, abrindo a porta do carro e saindo em direção ao meu apartamento.

Eu parecia uma criança ao qual os pais negaram um brinquedo que tanto ansiava.

Subi os lances da escada pisando duro em cada degrau, toda emburrada e com o cenho mais franzido que nunca.

Coloquei a chave na fechadura e abri a porta com tudo, a deixando aberta, pois sabia que Jimin estava vindo logo atrás, só me observando.

– _____! – Ele me chamou de modo arrastado, fechando e trancando a porta do apartamento depois que entrou. – Olha pra mim. –Disse jogando a chave na mesa enquanto me seguia.

O ignorei e entrei no meu quarto, batendo a porta com força logo em seguida, e a trancando. Me encostei na mesma sentindo o calor da aproximação de Jimin através dela.

– Pequena... Não fica assim! – Ele disse tentando abrir a porta incessantemente. – Abre a porta, por favor...

Grunhi o mais alto que consegui para que ele ouvisse e entendesse que eu não abriria porra nenhuma e que estava muito frustrada.

Nunca se deve negar algo que uma mulher quer, principalmente se o que ela quer for sexo.

– Se continuar grunhindo assim, vou começar a te chamar de pequena tigresa. – Ele disse rindo da própria piada. E, graças a Deus, ele não conseguia me ver, pois confesso que dei um leve sorriso.

– Não tente me fazer rir quando estou puta da vida com você, Park Jimin! – Eu disse dando um soco na porta.

– Mas eu sei que você riu. – Pude notar pela sua voz que estava sorrindo.

– NÃO RI NÃO! – Gritei.

– Então abra a porta e me deixe ver se não riu.

– HA-HA, bela tentativa! Não vou abrir, já disse!

Então, de repente, o silencio tomou conta.

Preguei meu ouvido na porta tentando ouvir qualquer coisa que fosse, até que ouvi seus passos, seguido pelo barulho do molho de chaves sendo pego e uma delas encaixada na fechadura, e a batida da porta se fechando.

Nem fodendo que aquele filho da mãe foi embora!

Abri a porta mais furiosa do que antes – se fosse possível – e segui pelo curto corredor indo em direção à porta com o pensamento de que aquele puto ia ouvir muita coisa vinda de mim.

Quando cheguei ao final do corredor, gritei de susto quando Jimin saiu do canto da sala e me agarrou por trás, passando os braços em torno de minha cintura, e encaixando o rosto na curva de meu pescoço enquanto ria. Dei tapas em seu braço enquanto o repreendia:

– Mas que porra Jimin, por que você fez isso?! – Joguei a cabeça para trás, apoiando em seu ombro enquanto balançava minhas pernas para que ele me colocasse novamente no chão. O que não adiantou em nada a não ser para fazê-lo rir mais.

– Porque você não queria abrir a porta para mim. – Disse beijando meu pescoço fazendo com que eu me arrepiasse toda.

– Isso não teve graça! Eu te odeio. – E então me colocou no chão, me virou e me puxou para si, tomando cuidado para não encostar na minha costela.

– Não odeia não... – Disse sorrindo de lado.

Maldito, não odiava mesmo.

Não tinha como odiar Park Jimin.

Gemi fazendo um muxoxo, então ele me abraçou.

– Vamos lá pequena tigresa, você precisa de um banho pra descansar. – Ele disse me conduzindo até o banheiro e dando um tapa em minha bunda.

– Só me prometa que não vai me chamar mais assim, é horrível!

– Sério? Eu gostei... – Ele disse dando uma risada gostosa.

Pela primeira vez tomamos banho juntos. Foi um contato íntimo diferente de qualquer outro. Um contato carinhoso não apelando para o lado sexual.

Depois de tirarmos as roupas, Jimin ligou o chuveiro e não demorou para que o vapor dominasse o pequeno local.

Jimin pegou a bucha, colocou um pouco de sabonete líquido no mesmo e começou a esfregar meus ombros, braços, costas e pernas. Passou sabonete na própria mão e levou a mesma até minha intimidade, fazendo com que minha cabeça tombasse para trás em seu ombro e gemer baixinho. Depois de enxaguar meu corpo, começou a lavar meus cabelos, massageando meu coro cabeludo de um jeito extremamente gostoso.

Aquilo tudo me trouxe uma paz tão grande. Imaginei que talvez nunca tivesse me sentido realmente tão bem quanto agora.

Assim que eu estava limpa, era minha vez de lavá-lo.

Esfreguei com a bucha seus ombros e costas largas, seus braços e pernas. Era a vez de seu membro receber tal dedicação, então, fiz o movimento de subir e descer lentamente, fazendo com que um gemido também escapasse de seus lábios. Mas eu queria aprofundar aquele toque, eu sabia que não devia, mas queria demais. Passei o polegar por sua fenda, fazendo movimentos circulares e vi a luxúria tomar conta de seus olhos e sua cabeça tombar contra o azulejo branco. Enxaguei seu membro e – para sua surpresa – me agachei e o abocanhei sem aviso prévio. Passei a língua em movimentos ainda circulares por sua glande, o fazendo gemer e ir a loucura. Quando senti sua rigidez pulsar, como num aviso de que seu clímax estava quase chegando, simplesmente o soltei e fechei a torneira, desligando o chuveiro. Seu cenho se franziu numa pergunta não dita de ‘Que porra você pensa que está fazendo me deixando na mão?’, e eu sorri de lado ficando a centímetros de seu rosto.

– Nunca, eu repito, nunca, negue algo para mim mais uma vez, entendeu?

– Touché. – Ele disse se conformando. – Mas você não pode só-

– Não.

– Okay...

Meu apartamento.

Maio de 2018, 10:43 p.m.

Depois que nos enxugamos, Jimin ajudou a passar óleo em minha costela, e por fim nos vestimos. Sua sorte era que eu gostava muito de roupas largas, então, elas ficavam no tamanho certo para ele. Optei por vestir seu moletom novamente, mesmo não estando frio, eu só queria ter seu cheiro impregnado em mim.

Fomos para sala assistir um filme que eu tinha. Ele se sentou e eu me deitei em sua coxa.

Meus olhos estavam ficando pesados já nos vinte minutos de filme. Jimin deve ter percebido, pois desligou a TV e fez carinho em meu braço.

– Vamos pequena, você deve dormir na cama, não no sofá.

Gemi com os olhos fechados, parecendo àquelas crianças que fingem dormir no sofá só para que seu pai a carregue até o quarto.

Jimin deu um risinho entendendo que eu estava com preguiça de andar até o quarto, então, levantou e eu estendi meus braços para cima, ainda com os olhos fechados. Ele me pegou e eu enlacei minhas pernas em sua cintura e meus braços em torno de seus ombros enquanto esfregava meu nariz na curva de seu pescoço. Seu cheiro agora era de sabonete, mas no final ainda conseguia sentir seu cheiro amadeirado.

Caminhou até o quarto me segurando pela bunda, o que me fez sorrir.

– O que foi? –Ele perguntou curioso.

– Você segurar minha bunda me lembra de quando nos conhecemos. – Minha voz saiu abafada por eu estar com a boca em seu pescoço.

– Bons tempos... Mas acho que agora você deve ter ganhado um pouco mais de bunda, não acha? – Ele disse brincalhão e eu lhe dei um chute de leve na bunda desenlaçando rapidamente minhas pernas.

– Bobo.

Ele me colocou na cama enquanto meus olhos permaneciam fechados, estava cansada demais para abri-los. O ouvi abrir o guarda roupa para pegar uma coberta e finalmente se deitar ao meu lado. Jogou a coberta sobre nós e se virou para mim, que estava de costas para ele, fazendo com que adormecêssemos de conchinha. Sua respiração quente em meu pescoço era tão confortável quanto seu braço jogado sobre meu peito.

Meu apartamento.

Maio de 2018, 1:13 a.m.

Acordei com um som irritante. Com um olho aberto e outro fechado, olhei pelo quarto e vi o celular de Jimin em cima do criado mudo; ele estava recebendo uma ligação.

Peguei o aparelho e um número bloqueado estava ligando. Pensei em simplesmente ignorar, mas o número ligava incessantemente, então, resolvi atender.

– Olá, Jiminnie! Finalmente me atendeu, hein? – Franzi o cenho. Quem porra era? – Vai ficar em silencio mesmo? Tudo bem, mas só me responda uma coisinha: Você vai contar pra sua namoradinha que sabe quem a agrediu ou prefere que eu mesma conte?

Meus olhos arregalados foram em direção a um Jimin dormindo pacificamente.

FILHO DA PUTA!


Notas Finais


Espero que tenham gostado ;3
Até o próximo capítulo, meus anjos <3


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