História Like Air - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Bellamy Blake, Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Jasper Jordan, John Murphy, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Alycia Debnam-carey, Clexa, Eliza Taylor, Elycia
Exibições 110
Palavras 1.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - You won't lose me


Voltei para o dormitório com os olhos pesando, minha cabeça doía muito, não conseguir entender o porque de Lexa ter agido como daquela forma, ela disse para eu aceitar a proposta, não disse? Mas, a forma que ela me tratou depois, partiu meu coração em mil pedaços. Queria compreender ela tão bem quanto ela sabe me compreender as vezes. E agora eu estava em uma situação bastante delicada. 

Sentei-me na cama e peguei meu notebook para passar o tempo, e pensar em outra coisa. Levantei-me algumas vezes para olhar pela janela do meu quarto, só para ter o que fazer e me manter ocupada. Li algumas páginas de um livro em pdf e cai no sono. Quando dei por mim, o sol batia no meu rosto, me despertando. Empurrei o notebook que agora estava por cima da minha barriga, me incomodando. Levantei e olhei meu reflexo no espelho, uma nova olheira havia se formado em meus olhos, ótimo!

O dia estava um pouco quente hoje, fiz minha higiene matinal, me vesti e sai a procura de Octavia pelo campus, era Domingo, eu sei, mas eu precisava falar com alguém. Não sobre o ocorrido com Lexa, mas sobre a proposta do Kane. Quando saí, olhei ao redor, muitas pessoas correndo de um lado para o outro, exatamente como quando há um terremoto, acho que todos os alunos aproveitou o dia de sol para se exercitar. Observei tudo aquilo e não consegui encontrar Octavia. Fui em direção a sala de Lexa, hesitei em bater à sua porta. Não falava com ela desde a noite passada, e não sabia se ela estava aqui, ou em casa. Dei meia volta, quando ouvi sua porta abrir atrás de mim. Meu coração gelou e eu apressei o passo. 

- Bom dia loirinha! - Ouvi Octavia, gritar atrás de mim, me fazendo parar e virar para ela. O que Octavia fazia na sala de Lexa? 
- Ei, bom dia. E-eu estava te procurando. - Falei nervosa. 
- Como sabia que eu estava na sala da senhorita Woods? 
- Eu? Ah, eu não sabia não. Estava apenas passando por aqui. 
- Ok. - Octavia cruzou os braços na minha frente me olhando curiosa. 
- O que faz aqui? Digo, hoje é domingo, o que faz na sala da Lex, digo senhorita Woods? - Atropelei todas as palavras. 
- Vi que ela estava em sua sala, e fui tirar umas dúvidas de uma matéria pendente. 
- Ah, eu... - Vi Lexa saindo de sua sala para e olhando em minha direção, meu coração parou de bater por um instante, eu queria correr para seus braços e falar que não iria aceitar a proposta, e que passaríamos o natal juntas. Mas algo me impedia de andar. 
- Clarke? Você está bem? - Octavia estralava seus dedos na frente do meu rosto para que eu pudesse olhar para ela. 
- Oi? Estou, estou. O que eu dizia? 
- Não sei, você parou de falar do nada. 
- Senhorita Griffin, que bom que a encontrei! - Lexa se aproximou, me fazendo pular com o susto de sua presença. - Podemos conversar em minha sala, por favor? - Falou séria, mostrando um daqueles olhares fuzilantes para que Octavia se afastasse. 
- E-eu vou encontrar com a Raven e o Bellamy, nos falamos depois loirinha. - Octavia me deu um abraço rápido e saiu apressada dali, e mais uma vez não consegui falar com ela sobre o que eu queria falar. 

Acompanhei Lexa em silêncio até sua sala, quando passei pela porta ouvi o barulho da chave. Senti o olhar de Lexa sobre meus ombros. 

- O que está fazendo aqui essa hora? - Quebrei o silêncio ainda de costas para ela. 
- Eu te esperei até agora, mas como você não me procurou resolvi te encontrar, e encontrei. - Senti ela se aproximando de mim. 
- Lexa, você enlouqueceu? - Falei me virando para ela percebendo o quanto ela estava perto de mim. 
- Eu sei, eu sei! Me desculpa.
- É claro que não! - é claro que sim Lexa, eu queria dizer sim aqui e agora e me jogar em seus braços, mas não podia deixar de te fazer se sentir culpada pela forma que me tratou ontem. Senti Lexa querendo me abraçar - O que você acha que está fazendo?
- Não sei, me deixa te sentir?!
- O que você acha que está fazendo, Lexa? - Repeti minha pergunta. Ela andou até sua mesa, e levantou as mãos apoiando em sua cabeça.
- Ok, vamos conversar. - suspirou. 
- Vamos. 

Mas, de repente vi uma Lexa sem saber por onde iniciar aquela conversa, ela abriu e fechou a boca várias vezes para falar, mas as palavras pareciam ter fugido. Ela respirou fundo algumas vezes, reunindo coragem. Eu apenas a observava com atenção. 
- Talvez...- Ela iniciou, com a voz falha. - Talvez eu tenha reagido da maneira errada na noite passada. Eu não sei o que me deu, deveria dar o nome de medo, medo de ser deixada mais uma vez, medo de passar o natal mais uma vez sozinha, medo de perder você...
- Ah Lexa. - Ouvir aquelas palavras estava parecendo levar socos no estomago. 
- Eu agi como uma adolescente qualquer que não sabe se despedir de um namorado, que deixa o ciúme falar mais alto, e deixa a insegurança dominar todo o corpo e alma. Por um momento nem eu mesma me reconheci com aquela atitude, quem dirá você. 
- Lexa eu... - Eu não sabia o que dizer, ouvi tudo aquilo e não sabia dizer uma só palavra. 

Ela levantou a cabeça para me encarar. Nós nos encaramos por um minuto que parecia ser eterno antes que ela começasse a falar novamente. 
- Eu não posso perdê-la, Clarke! E se a sua felicidade não está integralmente destinada a ser aqui, quero ver você feliz em qualquer outro que seja. - Vi lagrimas cair sobre seu rosto.
- Ah, Lexa! - Não aguentei mais, me atirei em seus braços.  

Lexa ficou bastante surpresa com a forma brusca que me joguei em seus braços, mas, assim que meus lábios tocaram os seus, a surpresa desapareceu rapidamente, dando lugar a outra coisa. 

Agarrei seu pescoço, a puxando, tentando deixá-la mais próxima a mim, suas mãos que estavam em minha cintura fizeram o mesmo. Meu coração martelava como louco, dentro do meu peito, e eu pude sentir o dela no mesmo ritmo. E a certeza que a minha felicidade não era lugar, e sim ela, calou os gritos dentro da minha mente. 

Não me importei com mais nada, não me importei com o amanhã, com o que iria acontecer depois. Nada mais importava, apenas o agora. 
Apenas Lexa.

Sua boca consumia a minha, e suas mãos firmes me apertavam freneticamente. Fiquei sem ar, Lexa percorria as curvas do meu corpo, fazendo minha cabeça girar, despertando o desejo insano que estava dentro de mim, fui incapaz de resistir e me impulsionei a abrir sua blusa com urgência, arrancando alguns botões com minha violência, assim que me livrei do tecido, percorri minhas mãos por todos seu corpo, parando-as em seus seios já rígidos com o meu toque, sentindo o calor de sua pele. Eu afarva sob seus lábios mas não permiti que os afastassem de mim, Lexa também respirava com dificuldade, mas não pareceu se importar com isso. Me beijava com tanta fúria, com urgência. Ela me levou até a parede e me virou de costas, colando seu corpo ao meu, beijando meu pescoço, e suas mãos abrindo minha blusa e sutiã, jogando as peças ao chão. 

Quando seus olhos percorreu todo meu corpo, e o sorriso malicioso que eu amava surgiu sob seus lábios, uma onda de prazer me sufocou. A necessidade que eu tinha dela me consumiu, eu precisava senti-la. Tão rápido que eu não pude notar, Lexa me virou e me ergueu, fazendo com que eu ficasse com minhas pernas presas ao redos de sua cintura, ela voltou a me beijar, suas mãos me acariciando de forma intensa e eu não pude controlar meu corpo. Movimentei meu corpo sobre o dela, procurando seu toque na minha intimidade. Ela notou minha busca e se moveu, penetrando com força em mim. Sentir Lexa dentro de mim era a experiência mais prazerosa, e indescritível, que eu poderia ter. A onda de prazer aumentou, com rapidez e precisão, agarrei seus ombros e gemi baixinho. Ela notou e acelerou o ritmo, e gemeu de puro prazer. Não consegui mais aguentar e sentir meu liquido quente descer sobre seus dedos.

Jamais havia sentindo algo tão forte e tão intenso, tudo se uniu dentro de mim enquanto o amor que eu sabia que sentia por Lexa se acomodava em cada parte do meu ser. Seu rosto estava enterrada em meu pescoço e sua respiração era quente e lenta. Ela me permitiu colocar meus pés sobre o chão novamente e comecei a vestir minha roupa.

- Eu quero que você vá. - Ela disse ainda ofegante.
- Mesmo? - Olhei em seus olhos surpresa.
- Sim, você quer isso, e eu não posso impedir.
- Obrigada. - Me joguei sobre ela para me aninhar em seu abraço.

- E você não vai me perder. - sussurrei, agora eu depositando um beijo em sua testa. 


Notas Finais


Trouxe esse capítulo quentinho para vocês, e vou trazer o próximo um pouco mais rápido também. E depois vou demorar um pouco mais pra atualizar, pois irei ficar um pouco (muito) ocupada com assuntos pessoais.

Espero que tenha gostado, me digam o que acharam, deixem seus comentários.
Obrigada por estarem acompanhando essa fic, vocês são todox lindxs!
bjs <3


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