História Like I Would - Capítulo 13


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Categorias Carlson Young, Dylan O'Brien, Shawn Mendes, Tyler Posey
Personagens Carlson Young, Dylan O'Brien, Shawn Mendes, Tyler Posey
Tags Bella Thorne, Bex Taylor Klaus, Bissexual, Carslon Young, Dylan O'brien, Lésbica, Sean Grandillo, Shawn Mendes, Tyler Posey
Exibições 49
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Encontros


A noite, ligo pra minha mãe pra ver como as coisas andam em Atlanta, e ela fica quase duas horas comigo no telefone. Quando desliga, já são 08:00 da noite. Vejo que não há nenhuma ligação ou mensagem da Hey, então resolvo tentar mais uma vez. Prendo a respiração quando ela atende no 4 toque.

- oi. - ela diz baixinho.

- oi. - minha voz sai como um sussurro. Merda, Bex! Aja como uma mulher! - e aí, você ainda tá brava comigo?

Silêncio.

- talvez.

- é sério, me desculpa eu fiquei tão puta vendo você e aquele cara...

- eu sei.

- Hailey, tá tudo bem?

- você pode vir até a minha casa?

- claro, mas você tá bem?

- não. - ela está com a voz embargada. Merda, ela tava chorando?

- eu estou à caminho. Já chego aí.

Visto minha jaqueta azul e me apresso, andando o mais rápido possível. Chego na casa dela em 12 minutos. Bato na porta e espero. Quando ela abre, vejo que estava mesmo chorando. Sinto uma imensa vontade de abraçá-la, mas tenho medo que ela me rejeite. Ela fecha a porta, e quando me viro pra falar com ela, sou surpreendida quando suas mãos me puxam pela nuca e seus lábios estão nos meus. Como eu senti falta disso! Coloco minha mão esquerda na sua cintura, puxando ela pra mais perto de mim, enquanto com a direita faço carinho na sua nuca.

- seus lábios ficam tão macios quando você chora. - digo quando nós paramos de nos beijar. Ela sorri. - o que houve? - seu sorriso some. Eita porra, não Bex? Sempre estragando o clima.

- vamos até o meu quarto. - ela sobe as escadas.

- pera aí, cadê seus pais?

- estão em Chicago. Reunião. Voltam daqui 6 dias. Anda logo. - subo apressada. Entramos e ela senta na cama. - Eu quero saber a verdade. - Estremeço e volto pra trás. Levo um susto.

- a verdade?

- sim, sobre o Dylan, sobre a Bella, tudo.

Concordo. Me aproximo lentamente e me sento ao lado dela na cama.

- Bex, eu preciso saber da verdade pra poder te perdoar. Eu amo você, e sinto saudades. Te provei isso agora mesmo na sala. Mas eu preciso que você seja sincera comigo. Assim como quero ser sincera com você. - ela diz me olhando diretamente nos olhos. Concordo e respiro fundo.

- tudo bem. Vamos lá. O quê quer saber primeiro?

- sobre a sua amizade com a Bella.

- eu nunca tive amizade com a Bella. - digo fazendo careta. - nós só conversamos na noite anterior à festa. Ela me disse que ouviu o Dylan comentando com um dos amigos dele que iria tentar pegar você, e ficou puta da vida com isso. Eu disse que não queria ele perto de você, então ela me disse que tinha um plano. Mas não disse que era pra matá-lo. - Espero um pouco pra ela poder entender tudo.

- e?

- bom, ela disse que era só um susto. Eu acreditei. À noite, ela me mandou ir encontrar com ela na mata, me enganou. Eu cheguei lá e encontrei Dylan ferido, mas nem quis ver. Nisso, deixei meu colar cair. Mas eu sequer toquei nele! Juro! - digo olhando diretamente nos olhos dela, pra ela saber que estou sendo sincera.

- acredito em você. - Respiro de alívio.

- e aí eu conversei com a Bella. Reclamei e disse que a gente tava ferrada. Até porquê se eu rodasse ela ia junto. Mas aí ela veio com uns planos de querer acabar com você. Eu quase matei ela. E aí quando descobri que ela tinha invadido a sua casa... - digo passando a mão no cabelo. - eu tava planejando algo pra assustar ela. Mas ai você apareceu e tudo foi pro ar.

Ela concorda e fica em silêncio. Não falo mais nada, apenas espero.

- já faz 1 mês. - ela puxa seus joelhos pra si e abraça eles. - 1 mês, Bex. Eu tava sofrendo longe de você. Mas só de pensar que você poderia ter matado o Dylan... eu... ficava com medo. - ela diz com os olhos marejados. - e ontem... eu... fiquei com tanto medo, mas tanto medo mesmo. Você nunca olhou pra mim daquela forma. - dessa vez o choro é livre. Abraço ela automaticamente, e ela não rejeita.

- me perdoa, amor. Me perdoa. Eu não sabia o que tava fazendo. Fiquei com raiva de você e daquele idiota. Aliás... - digo me afastando. - quem é aquele babaca? - ela sorri levemente.

- o nome dele é Sean. A gente se conheceu na lanchonete, e quando vi ele lá... bah, ele tava bêbado. Foi horrível. E quando vi que você tinha visto, foi pior ainda.

- da próxima vez que for beijar alguém eu sinceramente espero que seja eu, porque não tô a fim de ser presa tão cedo por assassinato. - digo enquanto limpo algumas lágrimas dela, que está sorrindo pra mim. Como eu senti falta desse sorriso. Como senti falta dessa garota! Puxo ela de maneira que fique sentada no meu colo e a beijo lentamente, enquanto minhas mãos deslizam pelo seu corpo.

- senti sua falta, srta. Hey. - digo entre os beijos.

- digo o mesmo, Bex. - ela diz e puxa meu cabelo, me fazendo dar um gemido baixo. Suas mãos estão dentro da minha camiseta, procurando pelos meus seios. Uau, Hey está realmente com saudades. Ela me faz deitar, ainda em cima de mim, e confesso que estou adorando ver ela no comando de tudo. Tiro minha calça rapidamente enquanto ela tira sua roupa, e logo estamos nuas, pele com pele. Eu esperei tanto por isso que nem penso em mais nada, apenas em nós duas, nosso mundo, nosso amor. Não passa muito tempo, e nós já estamos no 2 round, rindo enquanto fazemos um amor que a sociedade julga ser errado. Foda-se. O amor não tem regras. O amor quebra rótulos e abre exceções. Paramos apenas quando estamos suadas, os cabelos grudando na testa e nos ombros, a cama toda desarrumada e ela quase dormindo. E enquanto ela dorme, eu a observo. Minha pequena e grande garota. Novamente, a minha namorada.

● Hailey On ●
Acordo de madrugada e me levanto pra ir ao banheiro. Quando volto, Bex ainda está estirada na cama, uma cena engraçada de se ver. Coloco uma mecha do seu cabelo atrás da sua orelha e lhe dou um selinho rápido. Merda, ela acordou. Meu celular toca. Quem liga uma hora dessas? Bex se ajeita e dá de ombros. Atendo.

- alô?

- Hailey?

- sim. Quem é?

- aqui é o pai da Carlson. - Meu coração gela no mesmo instante. O pai da Carl nunca me ligou, a não ser aquela vez em que ela caiu no 1° ano e quebrou o braço.

- pois não, sr. John? Tá tudo bem?

- não. - Paro de respirar. - a Carlson sofreu um acidente.


Notas Finais


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