História Like Im Gonna Lose You - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Brooklyn Harper, Liam Payne, Ligly, Londres, Louis Tomlinson
Exibições 100
Palavras 2.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi gente!

Uma semana!! Fui rápida dessa vez né? hahahaha.
Mas esse capítulo ta TENSO! mas muito LEGAL!

Quero MUITO a OPINIÃO de vcs sobre ele.
kkkkkkkkk

Quero agradecer a cada uma de voces por fazerem dessa fanfic ainda melhor a cada dia.
Por serem essas lindas comigo, e claro leitoras novas sejam bem viiiiindas!
Obrigada aos comentários, favoritos, novas leitoras, antigas, minhas meninas lindas, todoooos!

E não esqueçam de me contar o que estão achando aqui ou nas redes sociais!

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Capítulo 24 - Refreshing Your Memory.


Fanfic / Fanfiction Like Im Gonna Lose You - Capítulo 24 - Refreshing Your Memory.

Meu pai gritava. Sim, ele GRITAVA no telefone comigo porque eu estava atrasada para a audiência, mas não era muito e nem pra todo aquele escândalo. Eu tinha certeza que Bryan havia falado pra ele que Liam ia em casa, então obviamente ele estava irritado por não concordar com as minhas atitudes e escolhas.

Era ele que me ligava tão insistentemente quando acordei, então eu disse que estava no banho e por isso não o atendi antes, a mais pura MENTIRA, mas ele não precisava saber disso. Depois de desligar a chamada, eu olhei por toda a casa (até mesmo embaixo das camas e no quarto do Niall) para ter certeza que Liam realmente havia ido embora e o pior é que ele tinha.

Me joguei na cama de Niall e senti meus olhos marejando, eu me recusava a chorar por qualquer homem que fosse. Quando terminei com Bryan foi para ter uma vida melhor, livre de sofrimentos e não ficar chorando pelos cantos por homem algum. A noite anterior fez com que eu me apaixonasse por Liam e esquecesse Zayn? Sim! Mas a vida precisava seguir para frente. Então, decidida a não sobre ou me importar com a dor, eu me levantei e corri para um banho rápido já que eu não tinha muito tempo.

Minha mente voava, eu estava em outro mundo, um completamente paralelo tentando entender o porquê do sumiço dele logo pela manhã, ou a noite. Eu simplesmente não sabia quando ele tinha saiu. Por mais que eu quisesse muito perguntar ao porteiro que horas ele havia saído não o fiz, se ele foi não era porque queria que eu soubesse ou o procurasse. Eu ia parecer uma louca controladora e não queria ser assim.

Milhares de ideias mirabolantes surgiam na minha mente a cada minuto que passava… Queria saber o porquê de ele ter ido embora sem falar comigo, sem dizer absolutamente nada. Depois da noite que tivemos, eu achei que ele poderia pelo menos se despedir. Ele disse coisas lindas noite passada, eu achei que tudo estava bem e que acordaria em seus braços, mas eu estava completamente enganada.

 

--

 

Nem uma maldita mensagem!

NADA! ABSOLUTAMENTE NADA!

 

Liam havia virado fumaça, ele não deu sinal de vida durante praticamente o dia todo. Eu liguei pra Laura no recesso de 45 minutos que tivemos da audiência e aproveitei também para jogar qualquer coisa no estômago. Ela e Harry nem esperaram chegar em Londres em duas semanas como ela havia dito, eles haviam saído e estavam se vendo e conversando com mais frequência.

Recebi uma mensagem do Harry há uns dias me agradecendo e informando que eles chegariam a Londres na próxima semana quando Laura marcaria para “nos conhecermos”. Conversávamos um pouco por mensagens bem de vez em quando, eu ia perguntando de seu caso com Laura e ele insistentemente me perguntava de Zayn. Harry havia visto Zayn me beijar na balada, então automaticamente assumiu que tínhamos alguma coisa e por mais que eu falasse que não, ele não acreditava e continuava me perguntando.

Laura tentou achar mil motivos para o sumiço repentino de Liam, mas eu sabia que não havia nem mesmo um que fizesse sentido. Essa era minha melhor amiga quando estava apaixonada e achava que o amor era a solução para o mundo, mas a verdade é que não havia explicação para o que tinha acontecido.

Por mais que eu não quisesse pensar sobre o assunto, depois que desliguei o telefone e fui comer qualquer coisa ali perto do tribunal, não consegui fugir. Liam não me mandou nem uma mensagem, nem um recado e não deixou nem um bilhete antes de ir embora. Eu não fazia ideia de onde ele estava e menos ainda o que estava acontecendo para que ele fosse embora daquela forma repentina e escondida. Ele poderia pelo menos ter me acordado para falar que não ficaria a noite toda e que estava indo embora.

Voltei para a audiência tentando não pensar em tudo isso mais do que eu já estava pensando. Aquela espera por contato estava sendo angustiante, mas se ele não falou nada devia ter os motivos dele. Eu sabia que o processo estava muito bem montado e a representação que fiz no lugar do meu pai correu muito bem em sua primeira parte, então era uma coisa a menos para me preocupar.

Suspirei aliviada quando terminamos, eu não aguentava mais aquela angustia de ficar presa ali e de mãos atadas. Definitivamente não era um bom dia: acordei atrasada, o cara que eu estava apaixonada (porque sim eu sabia que estava mesmo que quisesse negar) havia sumido e eu ainda tive que passar o dia todo presa no tribunal defendendo um caso que eu não gostava e não era meu. Eu precisava de um banho, descansar, comer alguma coisa já que não tinha almoçado direito e tentar esquecer tudo aquilo de uma vez por todas.

Descia as escadas rapidamente já indo embora, se passava das cinco da tarde e eu estava completamente exausta. Niall me informou que realmente não viria esse final de semana, o que era triste, eu estava precisando dele. Deixei uma das minhas pastas cair e ela rolou escada abaixo espalhando todos os papeis do processo pelo chão da frente do tribunal.

 

Perfeito. Eu não precisava de mais nada pra melhorar o meu dia.

 

Desci para pegar, mas antes que eu me abaixasse vi alguém já fazendo isso por mim e em menos de um minuto todas as folhas antes espalhadas estavam dentro da pasta. Suas mãos não eram grandes, mas eram bonitas. Ele também não era alto demais pelo que pude reparar mesmo abaixado e quando ele se levantou, eu tive certeza. Sem salto, ele devia ser pouca coisa mais alto que eu e com o salto não muito alto que eu estava, tínhamos a mesma altura. Ele se sorriu e me olhou com a minha pasta em suas mãos.

Seus cabelos estavam arrumados para trás de uma forma despojada com um leve topete, as laterais eram mais curtas e seus olhos eram de um azul profundo e incrível. Sua pele era branca, muito branca, a barba rala e por fazer tomava conta de uma parte do seu rosto dando a ele um ar mais adulto e sério. Ele não devia passar muito da minha idade, vestia um terno preto muito bem cortado para seu corpo esguio e eu o encarava.

 

Encarar as pessoas é feito Brooklyn.

 

Meu subconsciente me lembrou e eu retomei minha postura formal. Olhei para a minha pasta em suas mãos quando um sorriso torto brincou em seus lábios e sorri voltando ao seu rosto com traços tão leves e bonitos. Eu tinha sido pega no flagra.

 

— Acho que isso é seu. – Ele disse me olhando nos olhos e eu sorri agradecendo.

— É sim. Muito obrigada. – Sorri a pegando de sua mão.

— Há quanto tempo não te vejo Harper. – Ele disse me olhando e sorrindo. – Confesso que você está bem diferente… Está mudada.

 

Opa opa opa! Como é que ele sabia meu sobrenome? Como é que ele sabia que eu estava “mudada”?

Eu não fazia ideia de quem ele era apesar de achar que o conhecia de algum lugar ou o tinha visto antes e ele falava como se me conhecesse. Aquilo era no mínimo estranho e eu comecei a buscar incansavelmente em minha memória de onde ele poderia me conhecer.

 

— Pois é. – Sorri sem jeito por não saber quem ele era. – Mudei um pouquinho com o tempo. – Bom, talvez fosse disso que ele estivesse falando… Do tempo que passou. Não sei.

— Apesar que eu sempre achei que os óculos lhe caíam muito bem. – Ele sorriu sendo gentil e eu o olhei nos olhos querendo lembrar de onde é que ele me conhecia. Ele sabia que eu usava óculos que foram substituídos pelas lentes, mas poucas pessoas sabiam disso.

— Eles foram aposentados há um tempinho. – Ri e ele me acompanhou.

— É uma pena, você ficava muito bem com eles. – Ele sorriu de lado e eu apenas o olhei com um sorriso nos lábios corada como um tomate maduro.

 

Aquilo foi um elogio? Aquilo, definitivamente, foi um elogio. Um elogio de um estranho. Ai Meu Deus!

 

— E como estão as coisas? Está advogando com seu pai? – Ele mudou o assunto ao perceber que eu fiquei levemente sem graça com o elogio.

— Ah sim! Está tudo bem graças a Deus. – Sorri apontando o tribunal atrás. – Sabe como é né? Trabalhando um pouco. – Sorri e ele sorriu de volta. – Pois é, estou no mesmo escritório que ele. E você?

— Eu também estou, claro.  – Ele sorriu.

 

Está o que querido? Advogando? Bem? Com o seu pai? Meu Deus! Porque é tão complicado conversar com alguém que você não faz ideia de quem seja?

 

— Está em qual área? – Ele perguntou me tirando de meus devaneios sobre a dificuldade que falar com ele estava sendo.

— Bom, meu maior foco é em publicitário e empresarial/trabalhista. – Disse sorrindo e tentando puxar pela minha mente quem raios era esse homem que falava comigo como se fossemos amigos de longa data. Minha cabeça estava pegando fogo e eu não fazia ideia de quem ele era por mais que pensasse.

— Realmente é sua área, você sempre quis o ramo publicitário né?

— Exatamente. Sempre gostei muito. – Sorri sem jeito por não fazer ideia de quem ele era e menos ainda qual era o ramo preferido dele ou o que ele “sempre quis”, isso se ele fosse um advogado.

 

Ele estava ali, poderia apenas estar passando pelo tribunal e ser um administrador de alguma empresa grande… Amigo de Bryan talvez? Bryan tinha muitos amigos, alguns eu certamente não me lembraria. Ele poderia ser um desses. Ou poderia ser alguém da mesma área que eu. Talvez um juiz? Promotor? Advogado? Jurado? Eram tantas opções… O que ele gostaria de fazer? Quem era ele? Minha cabeça trabalhava em uma busca infinita por questões que eu não fazia ideia da resposta, tudo para saber de quem se tratava.

 

— O que acha de tomarmos um café? Temos um Starbucks próximo daqui. – Ele sorriu apontando para trás e eu sorri sem graça. Eu tinha que recusar.

— Eu agradeço mesmo o convite, mas eu realmente tenho muita coisa pra fazer. – Sorri erguendo a pasta que ele tinha me entregado como se aquilo fosse algo pelo qual eu daria o meu coração e a minha noite para fazer.

— Brook, são mais de cinco horas da tarde. – Ele disse olhando para o relógio que estava em seu pulso esquerdo e me chamando, sim acreditem, de Brook. – Você não tem mais onde ir há essa hora para resolver qualquer coisa que seja desse processo… E vamos lá, é apenas um café para conversarmos um pouco sobre nossas vidas.

— É que eu tinha que realmente voltar ao escritório porque, sabe como é né? Essa vida é complicada.

 

Ok… E essa foi a hora que eu me perguntei o que foi que eu mesma disse. Eu não falei absolutamente NADA com NADA.

 

Seus olhos me encararam atentos e eu suspirei me dando por vencida.

 

— Tudo bem, tudo bem. – Disse e ele riu levemente, um som requintado e gostoso. Estranho, aquilo fazia meu coração machucado e atormentado pelos últimos acontecimentos se aquietar um pouco no peito. – Vamos tomar um café. Que mal há em atrasar uns minutos as coisas?

— Ótimo. Vamos. – Ele disse dando o braço para que eu me apoiasse para descer o restante da escada e assim eu fiz. Seu braço era firme e razoavelmente grande, não como de Bryan, mas era um bom bíceps. – E, nós dois sabemos que você não faria absolutamente nada depois daqui. – Ele disse me olhando e piscou pra mim.

 

Acabei rindo sem dizer nada porque era absolutamente verdade. Estávamos exatamente da mesma altura pois eu estava com salto e ele não era muito alto. Atravessamos a rua com ele ainda me dando apoio, quando chegamos ao Starbucks ele abriu a porta para que eu entrasse então passei para dentro. O ar aconchegante que todo Starbucks possuí logo nos recebeu de braços abertos.

 

— Vamos pegar uma mesa, eu pego o que você quiser depois. – Ele me olhou com um sorriso nos lábios e eu retribui.

 

Ele me acompanhou por entre as mesas me deixando ir à sua frente enquanto uma de suas mãos estava apoiada no meio das minhas costas, guiando meus passos. Automaticamente me lembrei da ceda do filme “Hitch Conselheiro Amoroso” onde Alex Hitchens fala para o Albert que: a mão alta demais significa “só quero amizade” e baixo demais: “só quero te levar pra cama”. A mão dele, estava exatamente no meio, não pude apreciar mais sua postura. Sua mão era quente, firme, me transmitia uma segurança estranha e me deixava… Inquieta.

Não inquieta para o lado ruim, era para o lado BOM e isso me assustava, porque eu não sabia quem ele era, não sabia absolutamente nada sobre ele e me sentia diferente, mas não mal ao seu lado. Eu me sentia bem, me sentia confortável e tranquila com sua presença. Era algo completamente do sentimento que tinha ao lado de Liam.

Com Liam eu sentia aquela coisa que não saber, da insegurança do desconhecido e claro, aquele fogo, aquela coisa estranha e quente, por mais que eu estivesse decepcionada com ele pelo seu sumiço, essa era a verdade. Tinha paixão ali. Com “ele”, que eu nem sabia o nome, não era assim. Eu me sentia, confiante, protegida e bem.

Me sentei e ele ficou de pé ao meu lado.

 

— Acredito que você ainda goste de café né? – Ele perguntou sorrindo e eu fiz que sim com a cabeça. – Ótimo, alguma preferência?

— Pode ser um Cappucino.

— Tudo bem. Quer comer alguma coisa? – Fiz que não com a cabeça e ele assentiu. – Ok, volto em um minuto. – Ele sorriu deixando sua maleta sobre a mesa e eu apenas observei como seus movimentos eram graciosos.

— Não é melhor que eu vá com você? – Ele parou me olhando. – Quero dizer, para pagar. Ou te dou o dinheiro quando voltar? – Perguntei na dúvida. Com Bryan eu nunca paguei nada, mas com Liam todas as vezes em que saímos juntos, nós dividimos a conta. Eu não sabia como seria com ele.

— Brook, por favor! Assim você me ofende. – Ele revirou os olhos. – Você não vai pagar por nada, eu te convidei. – Ele disse me olhando sério. – Eu já volto. – Eu assenti e comecei a inspecionar sua mala próxima de mim.

 

Olhei em todos os lados enquanto fingia mexer no celular, eu precisava encontrar alguma coisa. Talvez ali pudesse ter seu nome, ou sobrenome… Ou quem sabe qualquer indicio que eu pudesse me lembrar quem ele era. Como eu podia não lembrar? Ele me conhecia tão bem, eu sentia que o conhecia, mas não conseguia lembrar. Não conseguia por nada saber quem ele era.

Meus pensamentos se interromperam quando ele voltou e se sentou na cadeira a minha frente, eu sorri e ele colocou meu cappuccino e um muffin de banana com gotas de chocolate na mesa, eu reconheceria de longe, não pelo formato, mas pelo cheiro maravilhoso que ele emanava.

 

— Pelo que me lembro, você ama esse muffin. – Ele sorriu e NOVAMENTE tinha razão. Por Deus! Ele quase me conhecia melhor que eu. – Então, eu não pude deixar de comprar pra você.

— Eu… Wow! Caramba. – Ri e ele me acompanhou. – Você realmente me conhece bem.

— Não posso dizer o mesmo de você né? – Ele disse despreocupado beberricando o seu café. Fiz o mesmo para não ter que responder, porque eu absolutamente não me lembrava dele. – Posso ver no seu rosto Brook, o quanto você está se esforçando para se lembrar de mim e pior, sei que não está tendo sucesso algum. – Ele disse divertido e eu não sabia como negar aquilo.

— Não é nada disso. – Tentei rir naturalmente, mas o som saiu tenso e estranho.

— Brook, você é uma das pessoas mais transparentes que tive o prazer de conhecer. Não queira me enganar, você mente muito mal. – Revirei os olhos e ri. Ele não era a primeira pessoa que falava aquilo pra mim.

— Ok senhor sabe tudo. – Disse mordiscando meu muffin e seus olhos estavam em minha boca quando ele riu. – Me conte quem você é então para me conhecer tão bem assim.

— Com certeza, será um prazer refrescar sua memória Harper. – Ele riu me olhando com os olhos estreitos.


Notas Finais


E então?
Quem será esse moçoilo misterioso haaaaam?
Palpites?

Me contem o que estão achandoooooo.
hahahahaha.

Mil beijos.
J.


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