História Like old Times (Feitan x Kalluto) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hunter x Hunter
Personagens Feitan, Kalluto Zoldyck, Phinks
Tags Drama, Feitan, Hunter X Hunter, Kalluto, Phinks, Romance
Exibições 51
Palavras 1.602
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura^^

Capítulo 1 - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Like old Times (Feitan x Kalluto) - Capítulo 1 - Parte 1

O adolescente de cabelos negros parou seu caminho contra-gosto quando passos distantes ecoaram pelo corredor. Seus pensamentos de amaragem de sala de aula terminaram assim que os os passos apressaram-se em direção a ele que por sua vez, já tinha uma idéia de quem quer que fosse o indivíduo.

- Feitan! - a voz de uma jovem do sexo feminino ecoou no corredor - O sino esta prestes a tocar! - Feitan deslizou as mãos esguias nos bolsos da jaqueta, apenas uma pessoa foi ousada o suficiente para incomodar a ele em sua falta de motivação em relação a escola - Como você é problemático!

Feitan olhou por cima do ombro, cumprimentando seu perseguidor com um olhar vazio.

- Feitan! - Kalluto gritou com seus punhos fechados em seus quadris. Ela manteve-se firme atrás de seu colega de classe, batendo o pé. Com pouco interesse, Feitan virou-se para enfrenta-la.

- Você esta fora da classe de novo? Seu salto constante esta fazendo um barulho terrível! - suas mãos agitaram-se. O delinquente fez uma careta.

- O professor vai me repreender se suas notas não melhorarem. E para de sair com essa Troupe Fantasma, vai ser ainda pior se o diretor pensar que você está em um tipo de gangue. - os olhos de Feitan seguiu seus movimentos brutos de suas mãos enquanto a bronca que ela dava continuava. A folha de sua mão direita acenou impotente de seus gestos com as mãos fechadas. Foi um milagre que o papel permaneceu ao seu alcance.

- Você é a representante de classe? - Kalluto ficou tenta com a ênfase que ele dera a "representante". Ela podia sentir uma onde de calor e uma confusão de sentimentos misturados pesando em seu corpo. Feitan sabia o quanto ela odiava chamando-lhe disto.

- E-E para de usar esse lenço! - Kalluto pegou a banda a de crânio cobrindo a boca do outro. Com um movimento rápido Feitan agarrou seu pulso.

- Kalluto, considere-se com sorte hoje. Amanhã eu poderei não ser tão gentil. - ele respondeu lançando seu pulso de volta. Com um sorriso, o delinquente virou-separa a saída. Ele gostava de encontrar novas maneiras de torna-la perturbada.

- I-Idiota! - Kalluto jogou o papel no chão. A única folha oscilava frente e para trás antes que ela pousasse educadamente no chão. O seu impacto suave irritou ainda mais - Esta é a revisão para o teste na segunda-feira! É melhor estudar! - Feitan olhou para trás por cima do ombro quando Kalluto começou a caminhar para sua sala.

"Delinquente estupido. Delinquente idiota estupido. Ele apenas falha, então eu não devo me preocupar."

Com um grande grito, Kalluto arrastou sua cadeira de debaixo da mesa. Ela se deixou cair no assento, braços cruzados enquanto sua mente estava com pensamentos plissados. Feitan não era nada mais do que um idiota bom-para-nada. Ele não tinha aparecido na sala de aula ou na classe de inglês e o dia na escola estava quase no fim. Ela inchou suas bochechas enquanto recordou a declaração de Feitan.

"Considere-se com sorte hoje. Amanhã eu poderei não ser tão gentil."

Sua mãos passaram através de seu cabelo roxo-escuro. O que diabos ele quis dizer com aquilo? Kalluto odiava como Feitan sabia exatamente como irrita-la, mas o que ela poderia esperar de seu amigo mais próximo? Ela começou a beliscar a pele do seu polegar. Kalluto assumiu que eram amigos próximos no ensino médio e frequentando o mesmo, nada mudaria. No entanto, sair agora consistia em um jogo de gato e rato. Kalluto fechou os olhos e respirou fundo. A baixinha balançou a cabeça, tentando se acalmar. O estresse sobre Feitan faria com que ela envelhecesse mais rápido. Ela abriu os olhos para se concentrar na palestra.

- Heeey!

Kalluto olhou para a esquerda em direção ao barulho, ocasionalmente, olhando de volta para seu professor para não chamar a atenção para si mesma. Sua colega apontou freneticamente para um item em sua mesa. Kalluto levantou uma sobrancelha, tentando entender as palavras que ela murmurou.

​Nachos? Cheetos quente?

Ela olhou para a mesa. Oh, uma nota. Kalluto discretamente desdobrou o pedaço de papel, cuidadosamente.

​Feitan de novo?

Kalluto ficou tensa. Apenas quando decidira parar de pensar naquele idiota ela decidiu traze-lo de volta. E por que a letra dela estava tão grande? A garota de estatura baixa olhou para seus outros colegas antes de responder, esperando que nenhum deles pudessem ter visto o conteúdo da nota.

​O que você quer dizer?

​Heuheuheu. Vocês dois são tão bonitos ^W^

​Bonitos? -_- Pare de dizer essas coisas nojentas. Eu estava chegando em uma boa. Você sabe que meus pais estão finalmente voltando para casa hoje.

​Oh?! Isso é ótimo! Se passou um mês desde sua viagem de negócios, certo? Convide-me para jantar em algum momento? A culinária do seu pai é a melhor! Mas realmente... É óbvio que Feitan é louco por você. Apenas lhe dê toda a atenção que ele quer e ele vai mostrar suas verdadeiras intenções.

​Assim, suas verdadeiras intenções... A única coisa que ele é louco é por estar abandonando a escola. E tudo o que esta Troupe Fantasma é.

​E cada vez que ele o fizer, vai repreendê-lo ou localiza-lo? Kkkljjjjkkjjj! Por que você está tão cega? E é ciúmes que eu estou detectando?

​Eu não estou cega ou com ciúmes! Você esta lendo muito mangá shoujo. Se Feitan realmente queria passar um tempo comigo, ele apenas me convidaria. Somos amigos.

​Apenas o beije! Vocês não fizeram uma promessa no enino médio que viveriam junto em algum momento?

​Idiota! Essa promessa foi apenas para frequentar a mesma escola e faculdade. Mas nós fizemos isso como amigos! Amigos!! Você entendeu?!!

​Affff. Talvez eu precise refrescar sua memória. Antes de seu primeiro ano, acho que lembro vagamente de você e Feitan partilharem um abraço de um amante. Eu acho que ele ainda te beijou na testa. O tempo pode mudar varias coisas. Aceite a chanceeee.

Kalluto se irritou, seu rosto ficou vermelho até suas orelhas, sua mão mal conseguia ficar parada quando rabiscou sua resposta.

​1. Feitan não me beijou! Aqueles eram rumores estupidos.

​2. Eu estava chateada. Ele estava sendo um bom amigo.

​3. Não tem chance.

- ​Senhorita Zoldyck. - a voz do professor interrompeu sua linha de pensamentos - Se você passar esse papel mais uma vez, eu vou lê-lo em voz alta para a classe.

Várias risadas invadiram a classe, o que fez Kalluto se encolher para baixo de seu assento.

"Nada mudou". Ela assegurou. "Nada mudou."

O som da chuva incapacitou seus passos. Kalluto olhou para o terreno da escola encharcado, lamentando instantaneamente sua responsabilidades que exigiram muito de sua atenção após o horário escolar. Olhando para o céu derramando, Kalluto censurou a si mesmo por não verificar o tempo, mas de qualquer forma ela odiava seus pais. Ela apertou o telefone. O canto de seus olhos estavam encharcados dd lágrimas quando as enxugou.

Esta não foi a primeira vez que seus pais adiaram sua volta para casa. A mãe era sempre assim, esperava até o último minuto para mudar os planos sem considerar seus sentimentos e seu pai nunca opôs seus pedidos intempestivos. Kalluto pensou que estava acostumada. Ela pensou que estava.

A baixinha engoliu as lágrimas antes de saírem sem permissão. Hoje foi pior, havia esquecido o seu guarda-chuva, as funções de representação de classe estavam se tornando arrogante, seus pais estavam sendo irresponsáveis, imprudentes e Feitan estava apenas sendo Feitan.

- Você vai pegar um resfriado. - a voz suave de Feitan penetrou em seus pensamentos. Ele inclinou o guarda-chuva vermelho em sua direção, o que a fez virar a cabeça para longe para limpar rapidamente as lágrimas frescas. Ele era a última pessoa que não queria ver. Especialmente naquele momento.

- Eu vou ficar com isso. - Kalluto disse com firmeza, empurrando Feitan a distância e pegando seu guarda-chuva.

- Sempre tão sem caridade. - ele murmurou, criando distância.

Kalluto apertou seus punhos, olhando para o concreto enquanto começou a andar. O comportamento repentino dócil de Feitan deteriorou seu humor ainda mais. Além de sempre reclamar do sol, Feitan odiava a chuva ainda mais. Ele odiava como a substância molhada agarrou-se a seu corpo fazendo suas roupas ficarem mais pesadas. No entanto, ele colocou nenhuma luta quando Kalluto roubou seu guarda-chuva. Por que ele estava sendo tão compatível hoje?

Feitan não sondou o seu silêncio, ao invés disso ele manteve distancia e olhou para o céu enevoado. Sua raiva estava fervendo, mas foram as lágrimas de surpresa que derramaram em seu lugar. Hoje foi certamente pior. Com seus pais não voltando para casa até quem sabe quando, Kalluto detestava voltar para uma casa vazia. Seus pés congelaram quando o guarda-chuva caiu ao seu lado. Kalluto não queria ir para casa. Kalluto não quer ficar sozinha.

Os olhos estreitos de Feitan pesquisaram a figura a sua frente. Muita coisa tinha mudado agora no ensino médio, mas Kalluto era a mesma de sempre. Ela tinha a constante necessidade de empurrar-se para o mais difícil, para assumir muitas responsabilidades e esconder seus verdadeiros sentimentos. E quando tudo se tornou demais, ela sempre confiava nele. Embora ao entrar na escola, Kalluto tornou-se melhor em mascarar suas dores. A menina frágil agora na frente dele era uma visão rara para Feitan. O adolescente sorriu, descansando a mão no topo de sua cabeça. Kalluto olhou para os olhos cinzas de Feitan. As extremidades molhadas pelo cabelo negro.

- Você pode ficar para o final de semana. - ele falou - Vai ser como nos velhos tempos.



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