História Limite || [Namjin] - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Fanfic, Hoseok, Jhope, Jungkook, Lemon, Namjin, Namjoon, Park Jimin, Seokjin, Suga, Taehyung, Vizinhos, Yaoi
Exibições 426
Palavras 996
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
EEEEEEEEEEE QUEM TÁ DOIDA PRA DESENROLAR ESSE VMIN? Eu mesmo, Ally, Hoseok biased.
Muuuito obrigada pelos favoritos e comentários, fico rindo igual uma idiota lendo oque vocês escrevem sobre o capitulo, fico muito agradecida por isso, muito mesmo. Amooo vocêsss <3
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 29 - Não se iluda


Kim Namjoon.


Devo admitir, que depois da confissão de Jimin, tudo ficou mais claro; as crises de ciúmes quando Tae ficava próximo de Yoongi. Eu o entendo, iria querer esmurrar se alguem chegasse perto demais de Seokjin, um pouco protetor demais? Talvez, mas não dá pra evitar.

Desde o dia em que Yoongi nos pegou na cozinha, pode-se dizer que ele tem sido um grande colaborador para alguns amassos na escola com Jin em momentos variados. Á essa altura, tenho certeza de que Taehyung já está sabendo do nossos relacionamento, Min Yoongi é realmente muito fofoqueiro.

Jimin continuava com enciumado, e um pouco tristonho as vezes, quando Tae não o dava atenção. Eu chegava a zoa-lo algumas vezes por isso, mas ele não parecia ficar bravo.

— Jiminie. — Jin o comprimentou quando o mesmo chegou na escola, ficando á nossa frente. Eu e Jin estávamos sentados na mureta em frente à escola, conversavamos sobre assuntos variados. — Como está.

— Hmhm. — Ele murmurou, se apoiando no concreto. — Com sono.

— Não dormiu essa noite? — Franzo o cenho, e ele nega. — Porque? Você pode ficar doente.

— Estava sem sonofde noite. 

— Jimin...

— Aigo, fique quieto.

Estreito os olhos, ouvindo uma risada baixa de Seokjin. 

— Seus filhos são desobedientes. — Ele disse quando virei meu rosto. 

— Me ajude á educa-los. — Seu humor –quando positivo– era contagiante. — Omma.

— Ya! Não me chame assim.

— Mas não é a verdade? — Encolho os ombros.

— Só pare de falar. — Sua mão se junta á minha, e entrelaço nossos dedos, recebendo um olhar carente de Jimin.

— Vocês ficam bem juntos. — Formou-se um bico em seus lábios. 

— Ya! Taehyung! — Berrou Jin, e só então percebo que ele passou praticamente correndo por nós para a escola, seu rosto estava vermelho, e as bochechas molhadas. Ele estava chorando?

A expressão de Jimin muda instantaneamente, deixando a mochila cair dos ombros para o chão, e correndo atrás do choroso.


Park Jimin.


Meu cabelo se desarrumou quando acelerei meus passos, o procurando pelos corredores.

— Tae? — Clamei por seu nome quando entrei no banheiro masculino, ouvindo um fungo de uma das cabines. — Taehyung?

Aproximei da sexta porta, a empurrando. Meu coração se quebra ao vê-lo sentado sobre a tampa fechada, seus olhinhos avermelhados e cheios de lagrimas me encontram, ele balbucia algumas palavras, com os lábios tremendo por conta do choro. 

— Hey... — Me abaixo á sua frente, com um olhar calmo. — Oque houve?

— Jiminie... — Ele profere meu nome, dando um soluço em seguida. — Já se sentiu como se sua vida desmoronasse? 

Junto as sombrancelhas, apoiando minhas mãos em seus joelhos, em quanto Tae enxugava as bochechas com a manga da blusa de frio, deixando mais lágrimas caírem.

— Do que está falando? 

— Meus pais eles... — É interrompido por um soluço, e o entendo imediatamente. O envolvo com meus braços, num abraço fraco e quente. — Humpf... Jimin-ah... — O sinto apertar os braços á volta de minha cintura, enterrando o rosto sobre meu peito, manchado minha camisa por suas lágrimas.

— Shh... Está tudo bem. — Sussurro, fazendo uma carícia sobre os fios de seu cabelo liso. — Vai ficar tudo bem.

— Eles vão se separar J-Jimin. — Sua voz vacila, e aperto o abraço, quase fundindo nossos corpos. — E-e eu não sei onde vou ficar... Eu estou tão perdido...

— Calma Tae... Respira. — Acariciava suas costas em quanto tentava acalma-lo. — E me conte o porque. 

Ele fica em silêncio, soluçando em quanto chorava contra meu peito, colocando o rosto na curvatura entre meu ombro e pescoço logo em seguida. Solto uma lufada de ar, nos separando calmamente, voltando a ficar agaixado á sua frente. Seu rosto estava completamente molhado, os ombros reprimidos, e as mãos á frente do corpo.

— Meu pai ele... Ele quer ir pra cidade natal, ir morar com meus avós, e me levar junto. — Tae começa, com a voz embargada. — Mas minha mãe não quer isso, e-ela vai para Busan, uma prima que ela tem por lá, e diz que eu vou com ela. — Isso doía.

— Você quer ir com algum deles? — Ele nega freneticamente. — Você pode ficar aqui, huh?

— Sim mas, eu não tenho onde ficar. — Ele torna a enxugar as bochechas. — Ou vou com um dos dois, ou vou para um reformatório.

— Aish... — Isso me magoa, Tae iria embora? Iria nos deixar? — Você pode... Hm... Ficar hospedado na casa de algum parente, até terminar os estudos.

— Não tenho primos por aqui, Jimin-ah. — Seus olhos me encontram. Amargura.

— Então... Fique na minha casa. — Um brilho toma conta de seus olhos molhados, e ele funga novamente.

— Está falando sério? 

— Claro que sim Tae. — Dou-lhe uma carícia, com um sorriso mínimo presente em meu rosto. — Poderia viver comigo, oque acha?

— Eu... Não sei oque dizer. — Ele solta um riso abafado, engasgando pelo choro. 

— Você pode ficar lá em casa até o ano que vem, que vamos acabar o colegial, e aí poderia se decidir melhor. — Taehyung encolhe os ombros, agora com um sorriso quadrado em seu rosto. Ah que sorriso....

— Deixaria eu ficar em sua casa? Não te daria desconforto?

— Claro que não, ter você me conforta. — Sorrio, tendo as bochechas coradas ao perceber o segundo sentido da frase. 

— Eu só... Obrigado Jiminie! — Ele me abraça novamente, e solto uma risada com sua animação. — Vou ligar para minha mãe, e depois para meu pai, posso pedir emancipação.

Assinto, e ele se levanta, batendo nas calças ao ir para fora do box. Sou deixado para traz com um sorriso no rosto, levantando-me do chão logo em seguida. Taehyung moraria em minha casa por um ano e meio, oque poderia acontecer? 

Para que isso desse certo, eu teria que ignorar oque sinto por meu amigo, ele está mal, só irá ficar um tempo comigo. Passo numero um para não estragar a vida de Taehyung: não se iluda.



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