História Limite || [Namjin] - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Fanfic, Hoseok, Jhope, Jungkook, Lemon, Namjin, Namjoon, Park Jimin, Seokjin, Suga, Taehyung, Vizinhos, Yaoi
Exibições 348
Palavras 744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 31 - Homofóbica


Kim Namjoon.


Separo nossos lábios instantaneamente, arregalando os olhos ao ver a mãe de Jin nos olhando, pasma com a pele pálida.

— M-Mãe? — Jin gaguejou, se levantando desajeitadamente do sofá.

— Pode me explicar oque é isso?! — Ela estava furiosa.

— Eu ia te contar eu...

— Você está namorando um homem?! 

Meu coração se parte, e pela expressão de Jin, ele derramaria lagrimas em menos de dois minutos. O silêncio se instala.

— Qual é o problema disso? — Jin a afrenta, com a voz falha.

— Jin! Qual o problema?! Você é louco?! Gosta de homens? Isso não é normal! — Parecia que ela não ligava para minha presença, e isso me machucava por dentro.

— Sim, eu gosto de homens, não ah nada de errado nisso!

— Não ah nada de errado? Oh, não ah nada de errado?! Me diga, como você quer ter uma vida normal quando anda dando beijos pelos cantos com um garoto? Como quer que pensem sobre você se... Oh meu deus... Jin! Oque ah de errado com você?

Lagrimas escorriam por sua bochecha como o previsto, com seus olhos vermelhos e bochechas coradas. 

— Jin... — O chamo, mas ele parece ignorar.

— Isso tudo é por preconceito?

— Não sou preconceituosa.

— Ah não? Imagina se fosse.

— Tenha respeito comigo.

— E você também! — Ele berra, assustando-me. Era a primeira vez que via o Jin realmente alterado. — Não pode simplesmente aceitar minha escolha? Tem que ser essa nojenta preconceituosa?!

A mãe de Jin bufa, dando passos longos em nossa direção. Por instinto, me levanto e me coloco á frente de seu corpo, como se fosse em proteção, ela me olha com raiva.

— Sai da minha casa.

— Não.

— Como é seu marginal?!

— Mãe! Não o chame assim! — Jin se intromete novamente.

— Ah não? E quer que eu o chame de que? Quer que eu diga oque Seokjin?! Que tenho orgulho de meu filho? Um filho que gosta de homem?

— Pode pelo menos respeitar? — Elevo meu tom de voz.

— Kim Namjoon, é melhor você sair dessa casa.

Sou praticamente arrastado para fora da casa, com Jin aos berros e xingamentos para a mãe, e deixado do lado de fora, de frente para a porta fechada. Pelos próximos minutos, ouço a discussão entre ambos, e chego a me questionar se ela bateria em Jin. Só a imagem, me faz partir o coração. 

Isso estava mesmo acontecendo? 

Nosso relacionamento, o "eu e ele" estava desmoronando, e eu estava mais do que disposto a segurar a barra o maior tempo possível.

Sou chamado pela voz de minha mãe, que tinha uma expressão confusa no rosto ao me ver choroso. Sem hesitar, corro até seus braços, tendo o abraço correspondido. Lagrimas caem de meus olhos em uma velocidade incrível, sendo carinhosamente reconfortado por uma carícia em meu cabelo.

Sou levado para dentro de casa novamente, e me encolho no sofá em posição fetal, em quanto contava oque havia acontecido para minha conselheira. Ela diz poucas palavras.

— Você sabia que isso iria acontecer uma hora ou outra. — De certa forma, eu sabia. Nossa realidade não era aquelas de contos de fadas, muito menos nosso relacionamento, sempre haveria alguma coisa para nos perturbar, e no momento, era a vizinha ao lado.

— Eu... Eu to com medo. — Disse com a voz amargurada, olhando seu rosto compreensivo em seguida.

— Calma. —, Sua carícia me conforta novamente, e fungo. — Tudo vai ficar bem, os dois vão ficar bem.

— O J-Jin estava discutindo com ela, quando fui expulso.

— Ela é mãe, eu estendo ela.

— Mas não é homofóbica.

— Existem muitos tipos de mães, Namjoon, e ela é o tipo que quer seu filho perfeito, com gostos perfeitos. 

— Eu o estraguei. — Cubro meu rosto, e ela esfrega meu ombro.

— Não Namjoon, amor não estraga ninguém.

— Para a mãe dele sim.

— A mãe dele está errada.

— Ela não acha isso.

— As pessoas acham coisas erradas. — Ela deposita um beijo ao topo de minha cabeça. — Nem sempre vêem o ponto de vista dos outros, só importam-se com o comum, o normal a ser feito na sociedade. Vocês dois são diferentes, sim, amam um ao outro. Toda forma de amor é válida, você sabe disso.

— Mas ela não.

— Vocês va... — Ela é interrompida por dois toques na porta. Cruzamos olhares, e dou um pulo do sofá, correndo até a porta, e a abrindo.

Arregalo os olhos ao ver Seokjin, com uma mochila nas costas.

— Oi. — Seu tom é fraco, e triste. — Posso entrar?





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